50 Tons De Desavença
39 Pov. Christian Grey
Notas iniciais
Christian irritado por Ana ter ido visitar Eliot.
Sair da casa de Anastácia extremamente irritado. Por que diabos ela tem que ir falar com Eliot. Não quero nem imaginar as merdas que ele ira dizer a ela. Odeio não puder fazer nada sobre isso. Fiquei o dia inteiro no escritório e resistir à vontade de ligar para Anastácia. Mandei Taylor buscar lá no hospital e deixa-la em casa. Percebo que já são nove horas da noite quando meu celular começa a tocar e vejo que é Anastácia. Sua imagem aparece na tela do meu celular. Visualizo sua foto sorridente e penso, porque que ela tem que ser tão teimosa, resolvo não atender, não quero ser grosso ou brigar por telefone, ainda estou irritado com ela.
Sei que essa semana está sendo difícil para ela, tanto quanto está sendo para mim. Precisamos de um tempo longe de tudo e de todos, sozinhos em nosso próprio mundo onde ninguém pode invadir. Isso me faz ter uma ideia. Resolvo entrar em contato com um amigo que está vendendo uma casa em uma ilha, eu não tinha motivos para comprar, pois não tinha ninguém para dividir, mas agora tenho Anastácia e ela é tudo que preciso. A casa já está mobilhada e ele enviou para o meu e-mail imagens da casa por dentro e por fora e tinha tudo que eu iria precisar. Eu já tinha tudo em mente, não iria levar roupas para Anastácia, vou deixa-la nua durante todo o tempo, só vai ter roupas quando for voltar para casa. Sorriu com esse pensamento. Quando saio do escritório penso em ir para o escala, mas só de imaginar passar a noite longe dela fico louco. Chego a sua casa e entro, fazendo o mínimo de barulho possível encontro-a dormindo abraçando um travesseiro. Depois de um banho rápido deito-me ao seu lado e a puxo para os meus braços. No dia seguinte, quando estava abotoando minha camisa para voltar ao escritório, Anastácia choramingou.
– Christian não me deixe... Sorrir feito um bobo e se eu não estivesse com pressa para adiantar o máximo de trabalho possível iria fazê-la minha agora.
– Jamais vou te deixar, baby. – Sussurrei.
***
Anastácia liga para Christian quando ele está no escritório e ouve a voz de uma mulher...
No escritório já tomado banho e alimentado. Começo com trabalha em alguns projetos, ler e assinar contratos... Meu celular vibra e vejo que é uma mensagem de Elena.
“Preciso falar com você, passo no seu escritório ao meio dia”.
Que saco, estou sem a menor paciência para aturar Elena. Ultimamente você nunca está, murmura meu inconsciente.
Ao meio dia Andrea me avisa que Elena chegou.
– Mande-a entrar. – Murmuro.
– Olá Christian. Só assim para poder te ver.
– Sem gracinhas, Elena. Estou sem paciência.
– Ultimamente só anda assim, Anastácia não está dando conta. – Diz com animação.
– Mais do que você já deu em toda sua vida – Digo irritado.
– Não quero brigar com você. Essa menina já causou muitos estragos, não quero perder sua amizade. Suspiro.
– Também não quero perder sua amizade, mas não toque no nome de Anastácia, Mrs. Robinson – Murmuro divertindo-me com o apelido que Anastácia deu a Elena.
– Mrs. Robinson? Pergunta confusa.
– É o apelido que Anastácia colocou em você. – Digo sorrindo e antes que ela possa dizer algo, meu celular toca, vejo que é Anastácia.
– Christian – Ouço a voz irritada de Ana, acho que ela sentiu que estou com Elena. Ele se levanta e caminha até a porta e fica-me esperando.
– Não posso falar agora – Digo.
– Por que você está me evitando – Diz. Eu suspiro. Espere até hoje à noite, baby e veras a surpresa que tenho para você, penso comigo mesmo.
– Christian – Elena me chama e lhe lanço um olhar de reprovação que não tem nenhum efeito nela.
– Agora não, Ana – Digo.
– Já entendi Christian – Murmura e desliga o telefone na minha cara. Caralho. Elena começa a rir e eu ligo para Anastácia na mesma hora.
– Eu acredito que está fazendo a minha mão coçar – Digo e desligo. Não me controlo e acabo sorrindo. Minha menina desafiadora.
Durante o almoço relatei a Elena às coisas que Leila andou fazendo depois que bebi demais e acabei passando a noite com Leila. Elena ficou chocada com a minha falta de controle e disse que isso vai me trazer problemas enormes. Eu sei, não preciso dela para me dizer isso.
– Eu não me lembro de merda alguma, Elena. – Digo frustrado.
– Você usou camisinha?
– Não me lembro de ter transado, imagine da camisinha. Se Anastácia souber que transei com outra mulher enquanto estávamos juntos estou na merda – Murmuro.
– Com certeza. – Elena murmura e pega o celular. Depois de um tempo resolvo encerrar o assunto e Elena começa a falar sobre seu novo submisso.
Quando Christian encontra Jose na casa de Ana...
Falei com Taylor para que dirigisse o mais rápido possível para a casa de Ana. Vou deixar meu celular e tudo que tenha a ver com comunicação com Taylor. Não quero que nada atrapalhe o nosso final de semana. Durante o caminho até a casa dela percebo que estou ansioso, pois já tem dois dias que não conversamos e não fazemos amor. Sinto falta dela em todos os sentidos. Chego em frente à casa dela e não consigo disfarçar um enorme sorriso no meu rosto. Quero ver como ela vai reagir ao saber que vamos fica um final de semana incomunicáveis e sozinhos em uma ilha.
Quando abro a porta, qualquer vestígio de alegria e ansiedade morre no mesmo instante. Meu sangue ferve ao ver minha MULHER vestida com uma camisola, tomando vinho com o filho da puta do fotógrafo.
O que esse imbecil faz aqui – Gritei sem conseguir me conter. Nesse momento estou-me contorcendo todo, pois minha vontade é de matar o desgraçado. Só vejo vermelho. Ela ainda tem a coragem de defender o imbecil. Respiro várias vezes quando o desgraçado a abraça, em seguida vai embora. Eu olho para ela sem conseguir acredita no que estava acontecendo e não deixei de notar uma foto emoldurada de Anastácia que está em cima do sofá.
Ando lentamente na sua direção, feito um tigre pronto para atacar a presa. Pego a foto e só constato que é ela, está muito linda, mas parece que está nua, só de imagina-la posando para ele fico possuído.
– Quando você tirou essa foto? Pergunto.
– Quando eu tinha 19 anos – Responde sem hesitar. Mesmo que eu não a conhecesse nessa época, eu não consigo deixar de sentir raiva, muita raiva.
– Você está nua nessa foto – Rosnei.
– Estou — minto. E nessa mesma noite ele me pediu para fazer novas fotos com ele e eu vou fazer – Minha vontade é de ir atrás do desgraçado e mata-lo, mas como não posso fazer isso desconto minha raiva na garrafa de vinho, pego-a e a jogo com toda força contra a parede, a mesma se estraçalha na parede. Pego Anastácia com força pelos braços e trago-a para os meus braços, só sobre o meu cadáver que ela vai posar para qualquer homem.
Arrasto-a para o carro do jeito que ela está, não era exatamente assim que eu queria fazer as coisas, mas já está tudo fora do controle mesmo.
Ela faz perguntas, mas eu a ignoro e tento restabelecer o meu controle, mas antes mesmo de eu conseguir fazer isso, descubro que ela mentiu, nunca esteve nua na frente dele. Ao mesmo tempo que isso me aliviou, me deixou irritado. Anastácia está testando meu limite e está conseguindo.
– Queria-me deixar com raiva, pois conseguiu. Vou te mostrar a diferença entre um dominante com raiva e um não. – Murmurei retirando o cinto da calça. Seus olhos se arregalaram um pouco, mas logo depois voltou a me desafiar.
– Mostre-me, eu gostaria de ver – Sorrir com a sua coragem, ela não sabe no que se meteu, no momento só vejo vermelho de raiva. Só de imaginar os dois juntos tomando vinho e o que poderia acontecer se eu não chegasse. Se acontecesse o mesmo que aconteceu comigo e Leila, Ana estaria bêbada e ele poderia se aproveitar dela.
Ajoelhei-me na sua frente e retirei sua camisola, enfiei dois dedos na sua xoxota que já estava encharcada. Aposto que ela está excitada com tudo isso, mas ela não terá o que tanto deseja. Retiro meus dedos antes que ela gozasse. Coloquei-a de quatro e sussurrei no seu ouvido. – Segure forte, baby.
Comecei a esfregar a extensão do meu pau na sua buceta meladinha. Eu estava totalmente excitado e amando esse desafio, pois Anastácia transformou isso num desafio para mim.
— Tem medo? — Perguntei enquanto continuava a estimula-la entre as pernas.
— Você não me assusta. – Murmurou.
Penetrei até o fundo de uma vez só, inclinei-me e sussurrei no seu ouvido. Eu juro que você vai ver a diferença. Te disse que os castigos não têm como recompensa os orgasmos. Se me irrito, me irrito de verdade, Ana. – Sussurrei.
Comecei a me mover varia vezes de dentre para fora, remexendo os quadris, metendo até o fundo, deixando-a perto de gozar, mas não permitir que ela alcançasse o clímax. Continuei impedindo que ela gozasse por um bom tempo e quando Anastácia percebeu que não ia deixa-la gozar começou a chorar de frustração. Toquei e marquei ela por todos os lados, feito um animal no cio, quero que ela nunca se esqueça a ela pertence, ela é minha. Eu não a olhava nos olhos, pois se assim fizesse acabaria cedendo, acabaria jogando o castigo para o inferno e fazendo-a gozar diversas vezes, lhe diria que ela era minha, o quanto que eu gostava dela e que ela me deixar louco.
Quero gozar, Christian. Estou quase lá há mais de uma hora... – Pediu.
— O que você quer não me importa. Penetrei com mais força e comecei a explorar seu clitóris. — Essa noite você não tem saída, baby. Espero que seja a primeira e ultima vez que eu tenho que castiga-la dessa forma, pois isso está me matando. Mas ela pediu por isso.
— Oh, meu Deus… — Gemeu se jogando contra o meu tórax. Sentir que ela estava perto.
Não se detenha... Por favor, por favor... Não pare Christian... – Anastácia gemendo e implorando dessa forma me deixou no ápice, mas eu não queria gozar, pois não seria justo, apesar dela merecer isso. Porém de nada adiantou, sai de dentro dela para evitar que nós dois gozássemos juntos, mas perdi o controle e gozei feito um adolescente, gozei tanto que meu pau chegou a tremer. No mesmo instante me sentir um merda, porra não podia ter gozado.
Anastácia não parava de chorar e só fez eu me sentir pior, queria abraça-la, beija-la e fazer com que ela goze durante o resto da noite. Não adianta chorar pelo leite derramando, a merda já está feita. Não posso enfraquecer agora.
— Essa é a diferença, Ana. Isto é um castigo de verdade: castigo sexual de um dominante com raiva de sua companheira. Dor prazer sem orgasmo. Você o mereceu. – Espalhei o restante da merda.
– Agora você se sente melhor? – Perguntou e me olhou de um jeito que quis morrer. E o pior é que não me sinto nem um pouco melhor. Ela encosta a cabeça no vidro da janela e fecha os olhos. Xingo mentalmente várias vezes, deixei-me levar pelo ódio e agora estou totalmente arrependido. Fico olhando-a por um longo tempo. Acaricio seu rosto e trago o mesmo para o colo, continuo lhe acariciando e meus olhos enchem de lágrimas pela merda que fiz. Tratei-lhe de uma forma terrível e me sinto destruído. Ela não é como as outras, não é minha submissa, não se castiga as namoradas, certo? Grey você é um fodido. Lembro-me das palavras de Eliot.
“Pois se você fizer alguma merda, eu vou ser o primeiro a esfregar na cara de Anastácia toda burrada que ela fez”. Acabei de fazer uma grande merda e espero ser capaz de repará-la durante esse final de semana.
***
Christian chega do trabalho e encontra Anastácia no quarto de jogos...
Hoje é terça-feira, Anastácia e eu tivemos um final de semana perfeito. Malmente tocamos no acontecimento do carro e conseguir colocar em prática tudo o que eu queria. O Final de semana foi um dos melhores momentos da minha vida, poder fica com Anastácia á sois em nosso próprio mundo sem nada e nem ninguém para atrapalhar foi a melhor coisa que fiz na minha vida. Nesse final de semana vive muitas experiências novas e emoções. Meus sentimentos por ela só fazem aumentar, e me faz sentir um medo tão grande de perdê-la que minha vontade era de fica na ilha para sempre, mas infelizmente não é possível. Somente uma coisa me deixou com uma purga atrás da orelha, Ana me disse que recebeu uma mensagem de alguém dizendo que tinha algo meu que ela não tinha, como assim? A única pessoa que tem tudo de mim é Anastácia, então isso é impossível.
Ontem fiquei em êxtase ao chegar do trabalho e encontra Anastácia na minha cozinha fazendo brigadeiro, mas nada se comparar ao encontra-la hoje no meu quarto de jogos de joelhos, exatamente na posição de submissa. A minha surpresa foi enorme, mas fiquei tão excitada com sua iniciativa e ousadia que até me esqueci de brigar com ela por ela ter dispensado Taylor hoje à tarde. A única coisa que teve minha atenção foi ela, sempre ela, Anastácia. Nossa noite foi cheia de luxuria, entrega e submissão. Com certeza Anastácia consegue ser várias mulheres em uma só. Ela chegou com aquele jeitinho de menina pura e que ficou chocada com meu estilo de vida e agora ela que se submete por livre e espontânea vontade. Eu nunca achei que fosse encontrar uma mulher com tudo o que preciso. Amo a forma como ela tem confiança em mim, como se entrega aos meus braços para fazer com ela o que eu quiser, ela é minha submissa na cama, amante, amiga e namorada. E, com certeza ela adora ser minha de todas as formas, mas eu preciso saber por que ela fez isso.
– Preciso saber uma coisa, você fez isso por quê? Pergunto quando estamos deitados na cama do quarto vermelho.
– Eu sei que você precisa disso, mas eu também queria. Não importa onde seja, ou como seja, me sinto bem simplesmente por estar ao seu lado. – Fico satisfeito ao saber que ela também quis e que não foi só para me agradar, mas ela está certa, eu realmente preciso disso. Não me satisfaria se fosse somente baunilha, não posso negar o que eu sou e isso me entristece, pois sei que Anastácia ficaria comigo de qualquer forma. O amor dela é tão puro que ela ficaria comigo mesmo eu sendo um dominante filho da puta. Pego-a nos meus braços e sigo para o quarto...
Ataque de Leila...
No dia seguinte, Taylor deixa Anastácia na SIP e depois me deixa na GEH. Dou-lhe ordens para ir buscar Anastácia e não deixa-la sozinha. Não quero que ela fique sozinha com Leila solta por aí. Leila ultimamente anda muito quieta e isso faz com que eu fique em alerta. Está tudo calmo demais. Trabalho durante toda a manhã e na hora do almoço, como no escritório mesmo. Estou cheio de trabalho acumulado, nunca fiquei assim antes. Imagino que todos sabem o nome do motivo de eu ter tantos trabalhos acumulados. Sorrir comigo mesmo. Quando meu celular toca e vejo que é Taylor, atendo rapidamente.
– Senhor Grey, invadiram a casa de Anastácia. – Taylor diz diretamente e quase tenho um ataque cardíaco.
– O QUE?– Grito tão alto que todo o escritório ouve. Com o telefone no ouvido saio do escritório igual um foguete. Entro na garagem e dirijo pelas ruas de Seattle igual um louco. Várias coisas ruins passaram pela minha cabeça e tive que respirar fundo muitas vezes até conseguir me controlar. Chego à casa de Anastácia em menos de vinte minutos. Eu nem sei explicar o que sentir ao ver a minha menina chorando nos meus braços, nos seus olhos eu percebi o medo e a angústia por terem invadido a casa dela. Fomos para o escala com ela o tempo todo nos meus braços, só sair de perto dela quando ela dormiu. Taylor já havia começado a busca por Leila, tinha vários seguranças atrás dela. E o pior de tudo era que não tínhamos com quem falar. Leila não tinha ninguém. Dessa vez ela passou do limite, nem sei o que vou fazer com ela quando colocar minhas mãos nela.
E, eu achando que o inferno tinha acabado, estava completamente enganado. Ela invadiu minha casa e dessa vez ficou bem próxima de Anastácia. Só de pensar o que Leila poderia fazer com ela, fico louco, vejo vermelho de raiva. Caralho. Ela estava debaixo do nosso nariz e nunca conseguimos pegá-la, é brincadeira. Ela está deixando todos os meus seguranças loucos, eu sei que isso está corroendo Taylor, pois ele é o melhor no que faz, e não está conseguindo pegar Leila.
Agora estou no Fairmont Olympic, no nome de Taylor e com Anastácia querendo saber tudo de Leila. Tem como isso fica pior?
– Não vou a lugar algum, não importa o que você tenha feito. Você sabe o que sinto por você. Anastácia murmura e apesar dela dizer isso, eu não acredito muito nisso, pois quando ela souber que passei a noite com Leila estarei na merda.
– Christian me diz uma coisa, porque ela está agindo assim agora? Quando foi a última vez que você a viu?... Pergunta fazendo todos os meus medos vir à tona. Ela está agindo assim porque não conseguir manter meu pau dentro da calça. Penso com raiva de mim mesmo.
Ela só pode está agindo assim por causa de você. – Digo puxando-a para os meus braços. Aliso seu rosto e penso que isso também é verdade. Ela deve estar com raiva, pois você foi à única que conseguiu o que nenhuma mulher jamais conseguiu. – Murmuro olhando nos seus olhos.
– E o que seria isso, Senhor Grey?
– Meu coração. – Digo.
– Pensei que você não tinha um. – Diz. Eu também pensei que não tinha um, até você aparecer na minha vida. Acho que ele sempre esteve aqui e só voltou a bater quando Anastácia entrou na minha vida. Não posso arriscar perdê-la por causa de Leila, uma mulher que não sinto nada, a não ser pena. Nesse momento chego à conclusão que somente eu não queria enxergar e somente o medo de perder lá me fez ver. Eu amo Anastácia com toda a força do meu coração. Deixo que Anastácia me leve para o quarto e no mesmo fazemos amor, pois eu sei que todas as vezes que estivemos juntos foi amor, sempre foi amor e eu como um bastardo nunca tinha enxergado isso.
Pesadelo de Anastácia...
Depois de conversar com Taylor e descobrir que Leila estava escondida na escada de emergência, e que foi assim que ela conseguiu entrar aqui em casa já tomei todas as providências. Depois do almoço liguei para Flyn para lhe contar sobre os últimos acontecimentos, ele me diz para toma cuidado com Leila que com certeza está fora de controle. Digo a ele sobre meus sentimentos por Anastácia e o medo que tive de perdê-la.
– Você a ama? Ele pergunta. Fico em silêncio por um tempo e chego a uma conclusão.
– É muito mais forte que amor. – Responso e vejo que Flyn se engasga. Dou risada.
– Ela fez mais progresso com você do que eu fiz em anos. – Diz.
– Isso é porque ela é a melhor terapia. – Digo sorrindo.
– Imagino. – Ele diz.
Mais tarde naquele mesmo dia estava no escritório terminando de ver alguns assuntos de trabalho, quando de repente ouvir um grito de Anastácia. Sair correndo derrubando tudo que tinha no meu caminho, tudo que consegui pensar foi que Leila tinha feito algo com Anastácia. Já estava-me preparando para matar alguém, quando abro a porta do banheiro vejo Anastácia de olhos fechados e se contorcendo na banheira, ela está tendo um pesadelo o alivio que sinto é enorme. Chamo-a para livrá-la desse sofrimento de ter um pesadelo, que eu conheço bem como é esse tipo de sofrimento. Quando ela abre os olhos, ela me conta como foi seu pesadelo. Cada palavra dita por ela de como foi seu pesadelo fez meu coração acelerar com o ocorrido.
– Não vou deixar nada acontecer com você, baby. Confiei em mim. Eu resolvo fazer uma massagem nela e fazer com que ela se esqueça desse momento horrível. Quando começo a massagem é visível à tensão nos seus ombros, eu dissolvo um a um com meus dedos. Depois de um tempo massageando seu pescoço, faço caminho até seus seios. Eles ficam durinhos ao meu toque. Anastácia geme de um jeito que fico duro imediatamente. Continuei massageando-os e quando não aguentei mais de tanto tesão, tirei minha roupa e fui entrar na banheira, mas Anastácia agarrou minha ereção e antes mesmo de eu submergir na água. Anastácia me chupou todinho e tirou uma nota A como só ela sabia fazer. As suas iniciativas me deixam louco. Depois que ela bebe todo o meu gozo, afundo na água e jogo a cabeça para trás em êxtase. Olho para minha menina e penso na sorte que eu tenho de tê-la na minha vida e penso em tudo que está conspirando para afastar ela de mim.
Tenho tanto medo de te perder. – Murmuro expondo meu maior medo.
– O que eu faço para que você perceba que nunca vou te deixar? Pergunta.
– Nem por causa do meu passado?
Ela não sabe tudo sobre o meu passado, não sabe o que realmente aconteceu com Leila, não sabe que gosto de foder e chicotear mulheres morenas por causa da prostituta da minha mãe... Tantas coisas do meu passado, mas fico feliz com o que ela diz em seguida.
– Não posso te dar essa resposta se nem mesmo conheço todo o seu passado, mas se for algo que não afete o nosso presente e futuro a resposta é não, nem por causa do seu passado.
– O que mais sobre seu passado eu não sei Christian? Pergunta. Sei que deve ter muitas coisas passando na cabeça dela, mas não quero falar sobre essas coisas que só serve para nos afastar. Resolvo fazer com que ela esqueça qualquer pergunta que esteja rondando na sua mente, pego-a pela cintura e a faço sentar na minha ereção e assim a faço esquecer-se de todas as perguntas sem respostas...
Quando ele diz TE AMO.
No dia seguinte pela manhã fiquei sabendo que Anastácia teria que ir para casa, pois a amiga dela chegaria de viajem e iria morar com ela. Eu nem estava sabendo disso, fui para o trabalho achando que o dia tinha começado uma merda e que não podia fica pior. Engano. Pela tarde recebi uma ligação da Califórnia, informando que a filial de lá teve um problema e que o único que poderia resolver era eu. Um bando de incompetentes. Vou demitir todos eles. A raiva que me deu foi enorme, pois sabia eu Anastácia não viria comigo, essa é uma das desvantagens dela ser somente submissa no quarto.
No final do dia voltei para o escala com um humor do cão. Ana estava na sala assistindo, resolvi ir logo toma banho para tentar esfriar a cabeça. Um tempo depois Anastácia apareceu e no momento de raiva explodir com ela, mas me arrepende amargamente logo em seguida. Ela não tem culpa de nada. Só de pensar que não vou estar perto dela esses dias e com Leila tão presente, me faz sentir uma angústia permanente. Anastácia sabe por que estou assim, ela está sendo muito compreensiva comigo, me apoiando e até disse que posso deixar um segurança com ela, como se eu já não tivesse pensado nisso. E não vou deixar somente um, vou deixar dois na porta dela e mais uma para segui-la e ainda tem os que vão fica a procura de Leila, somente assim terei um pouco de paz.
O nosso jantar com sobremesa de torta de baunilha, foi... Ah... Não tenho nem palavras para descrevê-lo. Como pode uma mulher me surpreender tanto assim no sexo, geralmente é ao contrário. Sei que a surpreendo também, mas Anastácia tem me deixado sem palavras. Fico feliz que tudo o que temos feito eu seja o seu primeiro, e serei o último. Isso para mim já é um fato, eu a quero comigo todos os dias. Ela tem tudo o que posso querer em uma mulher... E, nessa noite ela me mostrou que mesmo que tenhamos que fazer sexo baunilha para sempre eu vou está satisfeito se for com ela. Como pode uma mudança acontecer em tão pouco tempo, estou surpreendido com a forma que está mulher está me mudando. Hoje eu sei que não importa se é baunilha ou se é depravado o que realmente imposta é que seja com ela, isso me faz lembrar as palavras de Anastácia. “Não importa onde seja, ou como seja, me sinto bem simplesmente por estar ao seu lado”. Isso só pode ser amor.
Depois de uma noite em que praticamente não dormi, pois tinha tomando Anastácia nos meus braços a noite inteira. Iria fica muito tempo longe dela e a falta que vou sentir vai ser sufocante, então aproveitei cada minuto da noite passada. Pela manhã tomamos café em silencio, não por que estávamos brigados ou coisa do tipo, mas porque a hora da despedida se aproximava. Durante o café não conseguia esquecer as coisas que fizemos na noite passada, ficava duro só de lembrar Anastácia me chupando com a glace do bolo...
Tudo que iria precisar para a viagem já estar devidamente arrumado e Taylor já nos esperava no carro. Depois que entramos na casa de Anastácia, lágrimas começaram a descer pelo seu rosto. Eu sorriu ao ver que ela também não quer se afastar de mim, nos nós abraçamos e não tenho vontade de soltá-la.
Eu te amo, te amo muito Christian. – Anastácia sussurra e isso faz com que eu a abrace ainda mais apertado. Sinto um apero tão forte no peito. Saio da sua casa sem olhar para trás. Abro a porta do carro, mas paro. Estou engasgando com as palavras que eu devia e quero dizer. Vou fica sufocado se não por para fora exatamente o que eu estou sentido. Respiro fundo e volto para a casa dela, abro porta com tudo e digo às palavras que achei que nunca fosse dizer na minha vida.
– Eu te amo... Não devia, mas te amo pra caralho. – Sussurro. Ana pula nos meus braços e nós nos beijamos até ficarmos sem ar.
– Preciso ir. – Murmuro desolado e com um aperto no peito. Vou embora antes que eu desista completamente de ir. No carro coloco meu rosto impassível, mas por dentro meu peito está formigando, como se o meu fim estivesse perto. Estou sentido que por causa desse sentimento vou acabar no mundo de merda e na pior de todas as escuridões...
Pov. Eliot... Ahhhhhh. Eu sei, sou demais. ;)
Hoje é terça-feira e acordei com uma ressaca enorme. Minha boca está seca, levanto-me e bebo um copo de água. Volto para a cama e fico olhando para o teto do meu quarto de hotel. Penso em todos os últimos acontecimentos. Dês do dia que cheguei a Aspen tenho me afundado em bebidas e muitas mulheres, tento de todas as formas me esquecer de Anastácia e ainda não conseguir. Acho que para curar um amor eu preciso de outro, mas eu não vou namorar novamente tão cedo, não pretendo-me apaixonar nunca mais. Vou continua com minha vida de Play Boy que tinha antes de me envolver com Anastácia. O pensamento me faz lembrar-se de ontem à noite, fui até um bar e bebi pra porra, nem lembro com quem fiquei ontem. Lembro-me de ter dançado com uma loira no bar ontem, eu a trouxe para o meu quarto de hotel. É uma pena que eu não lembre o rosto dela, pois sinto uma estranha vontade de passar outra noite com ela. Forço minha mente a lembrar do seu rosto, mas nada. Lembro-me do seu corpo e até do seu perfume, porém não consigo lembrar-se do seu rosto. Depois de um tempo pensando sobre ontem à noite, eu desisto de tentar lembrar.
À noite vou em um restaurante com Gia que também está em Aspen, ela sempre está por perto quando estou arrasado por Anastácia. Eu deveria me sentir mal por ela, mas não sinto. Ela sabe que entre nós dois é só sexo. Quando estávamos chegando ao restaurante, avistei Ethan e Kate nem sabia que eles estavam aqui.
Aproximo-me e cumprimento Ethan e Kate. Olho para Kate, ela está tão linda como da primeira vez que a vi. Mesmo ela sendo Amiga de Anastácia não tem motivos para que eu não fale com ela, apesar de ter certeza que ela sabia de tudo. Ignoro esse pensamento, pois não quero estragar a noite.
– Você está bem? – Pergunto a kate, quando vejo-a olhando para mim de forma estranha.
– Não estou-me sentido bem, vou para casa. – Enquanto ela responde para Ethan e me ignora passa algo na minha mente. Ela é loira. Será que foi Kate? Não, não pode ser... Quando ela sai, vou atrás dela. Tenho que lhe perguntar se era ela ontem a noite.
– Kate... – Chamo-a.
– O que? – Responde-me bruscamente, mas resolvo deixar isso quieto, pois se fosse ela eu lembraria, né? Jamais iria querer me esquecer de passar uma noite com Kate. Volto para o restaurante, pego o número do celular de Ethan, em seguida vou para a mesa com Gia.
Hoje é quinta-feira e durante esses dias eu não consigo me esquecer de Kate, eu preciso saber se era ela. Por isso liguei para Ethan e marquei de passar na sua casa. Depois do almoço fui para a casa dele, ficamos conversando durante a tarde enquanto Kate não chegava da rua. Estou me sentindo muito nervoso e ansioso, quero resolver logo isso. Às cinco horas Kate chega sorrindo com a mãe dela, não consigo deixar de abrir um sorriso ao vê-la sorrir, mas o sorriso dela morre assim que me ver. Eu não entendo em Búzios pareceu que tínhamos nos dando bem e pelo que eu sei não lhe fiz nenhum mal. Ela me apresenta a mãe dela, Evelin, que é tão bela quanto ela.
– O que você faz aqui? Pergunta-me quando estamos a sóis.
– Preciso te fazer uma pergunta. – Digo, os olhos de Kate se arregalam um pouco.
– Faço logo. – Diz.
– Na noite de segunda-feira foi você? Pergunto diretamente.
– Você não se lembra? Pergunta fazendo meus olhos se arregalarem.
– Não acredito que foi você. Digo decepcionado por não me lembrar.
– Claro que não fui eu Eliot, nem sei de que você está falando. – Diz e sinto-me aliviado na mesma hora. Fico feliz por não ter sido ela, pois se fosse ela gostaria de lembrar. Afinal, não tenho mais nada com Anastácia mesmo. Mas de toda forma foi melhor assim.
– Do que você está falando? Ela pergunta.
– Deixa quieto, se fosse você, você saberia. – Digo e deixo tudo isso pra trás.
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