50 Tons De Desavença
30 Pov. Christian Grey
Notas iniciais

Rolo para um lado e para o outro e percebo que Anastácia não está na cama, no mesmo instante fico preocupado. Será que aconteceu algo com ela. Vou ao banheiro, mas vejo que está vazio. Passo a mão pelo cabelo em frustração. Saio do quarto e sigo pelo corredor, escuto um choro baixinho vindo da cozinha. Chego à mesma e vejo Anastácia com a cabeça entre os braços e chorando. Será que eu a machuquei?
Pergunto o que aconteceu, e ela tenta disfarçar para que eu não veja que ela estava chorando. Como se eu fosse acredita que não aconteceu nada, eu a vi chorando, pensei que já estivesse tudo bem. Pergunto novamente por que ela estava chorando e ela resolve dizer a verdade.
– Christian o que seus pais vão pensar de mim, eles vão pensar que sou uma pu... – Entendo de imediato o pensamento dela, não quero que ela pense assim, e não vou deixar ninguém pensar assim dela, jamais vou permitir isso. – Nunca mais diga isso, não tem motivo para eles pensarem isso. Não quero que você se preocupe com isso, eu vou resolver. – Digo e a beijo, tudo o que eu quero é que ela não se preocupe com nada, eu vou cuidar dela.
Amanhã vou ir na casa dos meus pais e procurar Eliot, vou conversar com eles e esclarecer as coisas como exatamente aconteceu. Seguimos de volta para o quarto e assim que chego ao mesmo, lhe beijo. Pretendia lhe da um beijo e deita na cama, mas Anastácia me surpreendeu completamente, quando ela desamarrou o robe que caiu aos seus pés. Adorei a sua iniciativa, fico fascinado com o fato dela me desejar tanto quanto eu a desejo.
– Preciso de você – sussurra no meu ouvido, fazendo meu pau enrijecer de desejo. Passo calmamente minhas mãos pela lateral do seu corpo. Gosto de sentir suas curvas. Passo meus dedos pelo seu seio e os mamilos se enrijecem ao meu toque, em seguida começo a massageia-lo, faço tudo isso sem parar de beijá-la. Anastácia geme, um gemido delicioso.
Paro de beijá-la, pois anseio por sentir lá. Desejo com tanto fervor que meu pau está dolorido e quase explodido de tanto tesão. Quando vou retirar a cueca, Anastácia me surpreende mais uma vez. Acho que ela tirou a noite para me surpreender. Ela se ajoelha e retira a minha cueca, fazendo minha ereção saltar livre. Essa mulher vai-me deixar louco. Ela começa a lamber de leve, lambendo toda extensão do meu pau. Meu pênis ficou ainda mais duro, ansiava que ela engolisse o meu pau e o chupasse todinho.
– Ana vai-me matar... – Sussurrei com a voz irreconhecível.
Ela olhou para os meus olhos e deu uma risadinha, e percebi que ela estava provocando-me. Safada. Peguei a sua cabeça e fiz com que ela chupasse o meu pau, quando ela pegou o ritmo larguei sua cabeça e deixei que ela fizesse sua mágica de me engolir todinho.
Anastácia chupava com vontade, sugando meu pênis com sua boca molhadinha e macia. Estava chegando quase lá... Quando do nada Anastácia parou de repente, ela parou de chupar o meu pau e me deixou com a goza na ponta da cabeça. Minha vontade é de lhe dá algumas palmadas até deixar seu traseiro vermelho. Ela pediu para que eu deitasse na cama, me deitei por que eu quero vê até onde ela vai. Ela montou em mim, e começou a esfregar a sua buceta lambuzada na extensão do meu pau. Soltei um gemido monstruoso. Ela estava tão molhada e pronta para mim, eu preciso tê-la agora, nesse momento.
– Anastácia está-me provocando – Sussurrei. A safada sorriu. Anastácia se tornou uma mulher provocadora e safada, mas o bom é que não perdeu a essência dela. Ela continuou a me provocar
– Meu pau está doendo de tanta vontade de entrar na sua buceta – Ela gemeu e teve um orgasmo glorioso em cima do meu pau, meu limite acabou. Não lhe dei tempo de se recuperar do orgasmo, peguei-a pela cintura fazendo ela fica de quatro. Agora você vai-me pagar pelas suas provocações – Murmurei no seu ouvido.
– Vou lhe dá 20 tapas no seu traseiro e quero que você conte comigo – Sussurrei.
– Entendido? Grunhir.
– Sim – Respondeu tão baixo que quase não ouvir.
– Vou-te mostrar de uma vez por todas que o Dominante nessa relação sou EU, não pense que por eu ter aberto mão de algumas coisas vou deixar você me colocar cabresto. – Praticamente rosnei. No início eu gostei do seu joguinho, sua ousadia me deixou extremamente excitado, mas ela passou dos limites. Vou-lhe mostrar que quem manda nessa relação sou eu, principalmente no sexo.
– Um... – Ela grita assim que recebe a primeira tapa.
– Dois, — Passo para a segunda e continuo uma seção da direita para esquerda. Enquanto dava os tapas, admirava suas nádegas ficarem avermelhadas. Isso me deixou tão excitado que quase gozei. E o mais incrível foi que ela estava muito excitada e seus gritos se confundiam com gemidos. Assim que terminei de lhe da os vinte tapas, enfiei dois dedos na sua xoxota que estava mais molhada do que antes. Sua buceta estava brilhando e praticamente me chamando para lhe comer.
– Ana sua buceta está ainda mais molhada, tão pronta para mim. – Sussurrei fazendo movimentos de vai e vem. — Veja como seu corpo gosta disso. – Digo e continuo. Já não aguentava mais, meu pau implorava para está dentro dela, retiro os dedos e os chupo com vontade, sentido o seu gosto. O doce sabor de Anastácia. Coloquei o meu pau na entrada da sua buceta e enfiei com toda vontade que sentir durante todo esse tempo. Ela estava tão excitada que gozou na mesma hora.
– Ah... Ana eu adoro quando você vem para mim, tão gostosa e receptiva. – Sussurrei enquanto arremetia sem parar. A vontade de gozar vinha varias vezes na cabeça do meu pau, mas segurei todas querendo prolongar o prazer dela. Anastácia teve orgasmos múltiplos, quando ela gemeu e gritou meu nome tão alto foi suficiente para me gozar. Eu gozei tanto, tanto que achei que não fosse parar mais. Com certeza foi por que prolonguei a vontade até onde pude.
Quando estávamos com a respiração normal, levantamos e fomos toma banho. Anastácia se levantou e percebi que estava com as pernas trêmulas. Sorrir de satisfação.
– Que ajuda para andar Senhorita Steele – Perguntei sorrindo e me achando o máximo. Qual homem não gosta de deixar a sua mulher totalmente saciada.
– Não senhor Grey, consigo andar sozinha. – Diz sorrindo.
Liguei o chuveiro, ajustei a temperatura e Ana entrou embaixo do mesmo. Ela fechou os olhos e deixou a água escorrer sobre ela. Fitei o rosto dela e observei como ela é linda. Estou tão contente por estarmos tão bem e por finalmente ela ser minha namorada. Depois de um tempo, comecei a lavá-la, lavei cada parte do seu corpo. Massageei seu couro cabeludo e lavei seu cabelo. Foi um momento tão intimo tão bom e gostoso de fazer. Se eu pudesse faria isso todos os dias.
– Minha vez – Diz cheia de entusiasmo quando termino de lavar seu cabelo.
– Não quero que você me dê banho – Digo. Se ela me der banho vai tocar nas minhas cicatrizes e isso não consigo fazer ainda. Não consigo.
– Eu só quero lavar seu cabelo, por favor – Pede carinhosamente. Como vou-lhe negar algo quando ela pede assim.
Anastácia começa a lavar meu cabelo com tanto carinho que me dá vontade de chorar. Ninguém nunca me tratou com tanto carinho e amor dessa forma. Assim que terminamos o banho, saímos do boxe e Anastácia começa a secar meu cabelo.
– Ninguém nunca lavou meu cabelo – Digo tristemente.
– Nem Grace? Ela pergunta.
– Ela fazia isso com Eliot e Mia, eu sempre fui muito autossuficiente dês de pequeno. Não gostava que me tocassem. – Digo. Por causa do cafetão desgraçado, não consigo me livrar desse trauma. Nunca quis que Grace cuidasse de mim, pois ela me tocaria. E não suporto que me toquem, pois me faz lembrar o maldito cafetão.
Saímos do banho e nos deitamos na cama. Ana enrola-se nos meus braços e apago a luz. Em seguida a aperto nos meus braços. Passa um longo tempo e vejo que Anastácia não está dormindo. Ela está inquieta.
– O que foi Ana? Pergunto preocupado.
– Não estou conseguindo dormi – Murmura.
– Percebi – Digo. Ela senta-se na cama e coloca as mãos no rosto.
– Não consigo parar de pensar no seu passado, o que houve com você antes de Grace adotá-lo. Seus pais eram viciados em droga? Por que não gosta que te toquem? Já está mais do que na hora de eu saber, por favor... Pede. Sua angústia deixa-me surpreso.
– Quando eu te falar não vai mais querer saber de mim – Digo, pois tenho medo que se ela saiba de tudo e deixe-me.
– Christian eu o amo, e quero-te conhecer por inteiro não pela metade. Quero conhecer seu passado, por que eu me importo com você. – Suas palavras me desarmam completamente.
Puxo Anastácia para os meus braços e apago a luz novamente, nos deitamos de conchinha. Suspiro e revolvo-lhe contar pelo menos uma parte.
– A mulher que me trouxe para este mundo era uma prostituta viciada em crack – Sussurro. – Eu nunca soube quem era o meu pai, como uma prostituta vai saber quem era o pai do seu filho. Suspiro. – Ela morreu quando eu tinha quatro anos. Carrick me deu alguns detalhes e eu apenas me lembro de certas coisas. Por favor, vá dormir.
– Boa noite, Christian. – Diz. E fico aliviado por ela não me fazer mais perguntas.
– Boa noite, Ana.
Acordo e vejo Anastácia dormindo tranquilamente. Resolvo levanta-me e colocar em pratica tudo o que venho pensado em fazer. Depois de ir ao banheiro, caminho até a cozinha.
– Bom dia, Senhor Grey. – Gail murmura quando entro na cozinha.
– Bom dia, Gail – Murmuro. Digo a Gail tudo o que eu quero que ela prepare para o café da manha e depois vou até o escritório de Taylor.
Pergunto se a cesta que pedi está pronta, ele confirma.
– Alguma notícia de Eliot? – Pergunto a Taylor.
– Fred me disse que ele dirigiu durante horas e foi até a casa de uma colega de trabalho e nessa manhã se dirigiu para casa. – Murmura. Fred é o segurança que Taylor contratou.
Ele deve ter passado a noite com essa mulher, com certeza ele vai superar.
– Então pode liberar ele dos seus serviços – Murmuro para Taylor.
Digo a Taylor que o quero pronto às quatro horas para nos levar ao parque Arboretum. Em seguida vou para a cozinha, arrumo a bandeja com as coisas que Gail preparou e levo para Anastácia.
Ela está na mesma posição que a deixei. Sorrir com sua visão.
– Anastácia acorde – Sussurro.
– Não – Ela resmunga e isso me faz rir.
– Olha o que fiz para você – Digo colocando a bandeja em cima das suas pernas. Ela desperta na mesma hora. Olha para a bandeja e fica maravilhada com minha atitude.
– Christian, que bandeja linda – Diz sorrindo de orelha a orelha, e isso aquece o meu coração, adoro vê lá sorrir.
– Eu te disse que agora que você é minha namorada, tudo será diferente. Você é minha, somente minha – Digo com um sentimento de posse se apossando de mim.
– Eu sou sua pelo tempo que você me quiser – Diz e eu adoro o jeito como ela diz isso.
– Então vai ser minha para sempre – Digo, pois se depender de mim, ela será minha para sempre.
– Foi você que fez – Pergunta mudando de assunto. Sorriu. – Gail preparou o café, mas eu arrumei a bandeja.
Devoramos tudo, e em seguida Anastácia começa a chupar um morango. E juro que foi a coisa mais sexy que já presenciei. Começou a passar imagens de Anastácia com as pernas abertas enquanto eu passava um morango na sua xoxota, ela gemendo de prazer deixando o morango todo lambuzando com seu néctar.
– O que foi? – Pergunta.
– É maravilhoso ver você comer – Digo sorrindo.
– É que eu gastei muita energia dês de ontem à noite – Diz sorrindo.
– É Senhorita Steele, e eu pretendo fazer à senhorita gastar bem mais – Digo e retiro a bandeja do seu colo.
– Como pretende fazer isso Senhor Grey – Sussurro.
Puxo suas pernas e abro a mesma, e em seguida começo a colocar em prática tudo o que se passou na minha mente...
Depois que estamos saciados, seguimos para o banheiro e tomamos um longo banho. Quando saímos do mesmo vejo que Anastácia veste uma camisa minha e a camisa vai ate os joelhos e ela não coloca calcinha. Quer me matar, só pode.
Ela se recusa a usar as roupas que estão no quarto dela, e em seguida vamos almoçar.
– O cheiro está delicioso – Diz se sentando na cadeira.
– Gail preparou tudo pela manhã. – Digo e coloco os pratos prontos na bancada. Quando faço isso tenho um vislumbre da xoxota de Anastácia. Meu desejo aparece com força total, mas não posso por ela aqui e fode lá como desejo fazer só de pensar que Taylor pode vê fico furioso. Passo as mãos pelo cabelo.
– O que foi? Pergunta inocentemente.
– Não estou conseguido parar de pensar que você está sem calcinha, quero te coloca aqui nessa bancada e te fuder durante a tarde toda. Não vou conseguir comer essa comida enquanto você estiver sem calcinha. – Digo com um desejo absurdo na minha voz.
– Caramba, espera um momento que eu já volto. – Murmura e se retira. Sei que ela foi por uma calcinha, e é melhor assim para o bem de todos.
– Problema resolvido – Diz e se senta.
Sorriu
– Obrigada Anastácia – Em seguida começamos a comer.
– O que vamos fazer hoje à tarde? Pergunta depois de um tempo
– Eu quero experimentar uma coisa nova com você, mas só se quiser – Digo. Ela nem imagina o que a espera essa tarde.
– Você confia em mim – Pergunto ao vê que ela fica pensativa, ela deve estar achando que eu quero levá-la ao meu quarto de jogos.
– Confio Christian, eu confio em você – Diz com uma convicção que me deixa satisfeito.
Terminamos de almoçar e Anastácia coloca os pratos para lavar. Vou por detrás, viro-a de frente para mim e a beijo.
– Você é minha namorada eu jamais te machucaria – Digo e passo a mão pelo seu rosto. Pretendo-lhe mostrar o que digo não só com palavras, mas também com atitudes. Começamos a nos beijar novamente e dessa vez não contenho a minha vontade. Começo a passar a s mãos pelo seu corpo, em seguida aperto a sua bunda. Quando fazia menção de colocá-la na bancada e fode-lá feito um animal, Taylor apareceu e interrompeu. Anastácia se afastou envergonhada e eu fechei a cara imediatamente. Não gosto que vejam a minha intimidade com Anastácia, principalmente um homem.
– Senhor Grey desculpe-me, mas é urgente. – Diz Taylor e imediatamente sei do que se trata.
– Espere no escritório Taylor – Digo sem consegui conter a irritação.
– Sim senhor – Diz e se retira.
– Preciso ir resolver alguns assuntos com Taylor, fique a vontade para ir circula pela casa. – Digo e vou me encontrá-lo.
– O que aconteceu Taylor? Pergunto e me sento na minha poltrona.
– Descobrimos quem era o namorado da senhorita Leila, entramos em contato com ele, e ele disse que ela terminou com ele já tem dois meses. E dês de então nunca mais há viu. E os pais dela não querem saber da filha.
Inferno, como os pais não querem saber da filha.
– E hoje pela manhã ela foi vista nas câmeras da GEH, foi vista circulando pela área.
– Mande alguns seguranças procurar por ela, e não quero que eles parem até encontrá-la. – Digo completamente irritado.
– Sim senhor – Diz e se retira.
Tenho que encontrá-la, pois ao que tudo indica nós passamos a noite juntos e ela deve está agindo dessa forma por minha culpa. Mas o que será que ela pretende. Por que não aparece logo de uma vez. Dês daquele dia em que ela tentou se corta no meu apartamento sumiu, nem no seu apartamento mais é vista. Não consigo deixar de fica preocupado, me preocupo com seu bem-estar, pois foi por minha causa que ela está nessa situação. Eu provavelmente ferrei com sua cabeça. E com tudo mais né Grey.
Saio do escritório e tomo um banho rápido, visto uma calça jeans e uma camisa de linho branco e vou procurar Anastácia. Procurei Anastácia por toda a casa, comecei a me desesperar. Será que ela ouviu algo sobre minha conversa com Taylor e resolveu ir embora. Passo a mão pelo cabelo em frustração. Eu sei que estou fudido, mas não quero que ela me deixe agora que estou mudando por ela, somente por ela. Continuei procurando e a vi dormindo em uma poltrona na biblioteca, relaxei de imediato. Andei sorrindo na sua direção, só ela que me faz sentir desse jeito, com ela esqueço todos os problemas com ela meu mundo tem cor e luz e não vou deixar ninguém retirar a minha luz.
– Acorda Ana – Sussurro no seu ouvido. Ela pisca os olhinhos e abre-os lentamente. Parece uma gatinha manhosa.
— Hey, — murmuro, — você caiu no sono. Eu não conseguia encontrá-la. — Digo e acaricio o seu rosto.
– Que horas são? – Pergunta enquanto se ajeita na poltrona.
– Três horas da tarde. Quero que tome um banho e venha-me encontrar na sala de estar – Digo e fico nervoso ao constata que está chegando a hora, eu nunca fiz nada parecido com o que vou fazer. Quero que seja tudo perfeito e não como da primeira vez.
– O que houve Christian? – Pergunta.
– Nada, por favor, faça o que te disse. – Digo e por incrível que pareça ela faz exatamente o que pedi.
Vou para a sala de estar com um copo de vinho na mão, não acredito que estou tão nervoso. Fico admirando a vista de Seattle em frente a minha janela de vidro. Queria ver a cara de Anastácia diante da roupa que escolhi para ela, espero que ela não me desafie, e use. A calcinha que escolhi é extremamente pequena. Não vejo a hora de poder tirar.
Continuo bebendo meu vinho e por um momento penso em Eliot, eu preciso conversar com ele, ele merece isso. Ele deve está-me odiando e com razão. Prefiro que ele odeie a mim, do que Anastácia, pois se ele odiá-la vai machucá-la. Não fisicamente, mas com palavras...
Um tempo depois sinto a presença de Anastácia na sala e viro-me para ver que ela está-me admirando e com um brilho nos olhos.
– Você é lindo – Diz deixando-me sem graça.
– Fico feliz que goste do que vê – Digo. Aproximo-me e a beijo. – Eu também gosto muito do que vejo – Digo, pois não pude deixar de nota como ela está linda. Fico feliz que ela tenha colocado a roupa que escolhi e a meia que ela colocou deixou ela com a perna ainda mais sexy. Pego sua mão e seguimos para o carro.
Entramos no carro e Anastácia não demora a perguntar aonde vamos, e é claro que eu não digo. A única coisa que falo é que vou vendá-la. Ela fica surpresa, mas não me detém. A única coisa que preciso nesse momento é sua confiança. Retiro a gravata cinza do bolso e vendo seus olhos. Ela está ansiosa, percebo isso de longe. Quando chegamos desço do carro e abro a sua porta, pego-a pela mão e a ajudo a descer. Caminho com ela até perto do lago.
– Pronta? – Sussurro no seu ouvido. Vejo seu pescoço se arrepiar.
– Acho que sim – Sussurra. Retiro a gravata.
– Não acredito Christian – Diz e as lágrimas fluem pelo seu rosto.
Anastácia ficou emocionada, mas não deixei que ela chorasse, mesmo que fosse de alegria. Passeio ao seu lado como seu namorado. Isso é o que eu tinha vontade de fazer na primeira vez que viemos aqui, mas meus sentimentos eram desconhecidos e ela também não era minha namorada.
– Eu não acredito que estamos fazendo isso – Sussurra quando paramos de caminhar.
– Eu também não – Digo. Não sei por que demorei tanto para fazer isso, acho que a resposta é porque eu não tinha encontrado a mulher certa, com certeza a resposta é essa.
Ligo para Taylor que trás a cesta e tudo que preciso para me acomodar com Anastácia. Ela se surpreende ao vê que tem Finni dentro da cesta e diz que são seus doces preferidos. Eu só vi o que ela tinha comprado com seu cartão de crédito e coloquei algumas das suas coisas. Se ela soubesse disso ficaria louca da vida. Depois que lanchamos, nos abraçamos e observamos juntos o por do sol.
– Estou tão feliz Christian, parece que estou sonhado. – Sussurra. Eu também Baby, eu também. Penso. E assim ficamos até o sol desaparecer completamente...
Quando chegamos ao meu apartamento, Anastácia se lembra que tem duas entrevistas para o dia seguinte. Isso me deixa irritado, não gosto de saber das coisas de última hora. Ela não quis me dizer onde séria as entrevista, mas eu poderia descobrir fácil. Como sua primeira entrevista seria às duas da tarde pedi para que ficasse comigo.
– Christian...
— Eu quero que você durma comigo. Eu não tenho pesadelos quando você está comigo. – Confesso.
— Você tem pesadelos?
— Sim. – Ela pensa por um momento e acaba cedendo.
– Tudo bem Christian – Diz e me abraça.
– Vamos senhorita Steele. Você tem um grande dia amanhã. Quanto mais cedo você estiver na cama, mais cedo você vai ser fodida, e mais cedo você poderá dormir. – Eu digo a ela com naturalidade.
– Oh Sr. Grey, você é um romântico incurável. — Diz ela me fazendo parar em choque com seu comentário, boca inteligente. Como eu adoraria domá-la, baby!
–Srta. Steele, você tem uma boca inteligente. Talvez eu tenha que subjugá-la de alguma forma. Venha. — Eu digo levando-a pelo corredor até o meu quarto, e eu não tenho paciência para virar e fechar, então eu a chuto para fechar. — Mãos para o alto. –Eu comando. Ela tem os braços no ar, e eu removo seu vestido com um movimento rápido, e digo: — Tã rãn!- Como se tivesse brincando como um mágico.
Ela ri derretendo meu coração e aplaude. Eu me curvo para ela em resposta. Eu coloco o vestido em uma cadeira.
– E qual é o seu próximo truque? — Ela me sonda, provocando.
– Oh, minha querida Srta. Steele. Vá para a minha cama. — Eu rosno. — Eu vou lhe mostrar.
Isso é uma possibilidade, e eu estou excitado e animado, mas ela terá que se esforçar para conseguir, ou até mesmo fugir de mim, e eu teria que jogar duro.
– Bem. — Eu digo. — A porta está fechada. Não sei como você vai me evitar. — Acrescento. — Eu acho que é um trato feito.
Ela arqueia a sobrancelha e se da por vencida, ao menos foi o que achei.
– Ok Christian, Você venceu – Diz e se aproxima para me beijar, quando vou pegá-la, ela desvia do meu caminho e corre em direção a porá. Pego-a antes que ela consiga chegar à mesma. Jogo-a em cima dá cama e ela solta uma gargalhada que me contagia.
Deito-me em cima dela e sussurro no seu ouvido – Sabe o que acontece toda vez que você tenta fugir de mim – Eu te pego – Digo olhando nos seus olhos. E sempre assim que vai ser, jamais vou deixar ela fugir de mim, sou egoísta demais para deixar isso acontecer.
– O que eu faço com você, senhorita Steele. – Digo sem retirar os olhos de cima dela, completamente fascinado por essa mulher.
– Faça o que você quiser Senhor Grey, Confio em você. – Diz a última frase no sussurro. Eu fico sem palavras quando ela diz que confia em mim, é como se eu pudesse fazer qualquer coisa com ela. E no fundo eu sei que posso, ela sempre permitiria.
Começamos a nos beijar um beijo urgente e selvagem que me tirou o fôlego. É exatamente assim que eu gosto, gosto de tê-la com urgência. Como se não pudéssemos respirar um longe do outro. Passo as mão pelo seu corpo, exatamente do modo como gosto de fazer, em seguida retiro a meia da sua perna direita com lentidão, e faço o mesmo com a esquerda, tudo isso sem retirar os olhos do dela. A perna de Anastácia começou a tremer quando comecei a beijar no interior da sua coxa direita. Ela geme de frustração quando chego a sua xoxota e apenas mordo. Controlei-me o máximo que pude para não abocanhar a sua bucetinha gulosa.
– Christian... — Ela geme. Agora é minha vez de provocá-la, penso.
– Tudo no seu tempo Senhorita Steele. – Sussurro e faço o mesmo com a sua perna esquerda, mas dessa vez lambo e chupo avidamente entre suas pernas. Anastácia se contorce inteira de prazer. Ela atingiu o orgasmo numa rapidez alucinante e gemeu em desespero quando atingiu a total libertação. Tem coisa mais gostosa do que ouvir a sua mulher chega ao ápice.
– Christian, Por favor – Geme de um jeito que quase explodi de tanto tesão.
– O que você quer Anastácia? – Pergunto, mas eu sei o que ela quer, mas eu quero ouvir dos seus lábios. Olho diretamente nos seus olhos enquanto espero a resposta.
– Christian... Ela súplica. – Mesmo diante do seu desespero não vou ceder, anseio por ouvir dos seus lábios.
– O. Que. Você. Quer? – Pergunto pausadamente.
– Quero que você me foda Christian, quero que me foda como se não houvesse amanhã. – Diz. Sua resposta excita-me ainda mais. Essa mulher vai ser meu fim, não tenho duvidas.
Enfio meu pênis por completo na sua bucetinha, ela geme alto e arqueia as costas.
– Ana que delícia – Sussurro e continuo fudendo a sua buceta apertadinha que suga o meu pau avidamente.
– Ah Christian não para – Geme e remexe os quadris descontroladamente. Sua buceta aperta ao redor do meu pau e sei que ela está perto de atingir o orgasmo. — Isso Ana, vem para mim – Murmuro e isso é o suficiente para fazer com que ela goze gloriosamente no meu pau. O corpo de Anastácia treme de prazer abaixo do meu, olho para ela e percebo sua intenção muito clara, e antes que ela faça algo, pego seus pulsos e coloco-os acima da sua cabeça e seguro. Anastácia geme tão gostoso, que sou capaz de gozar só com seus gemidos.
– Ah, baby adoro ouvir seus gemidos. – Eu sussurro, me movendo para trás e para frente em um ritmo lento e sensual. Eu quero saboreá-la, senti-la, e me perder nela. Como seu orgasmo está perto novamente, ela se aperta em torno de mim, e nós dois inflamamos em um orgasmo delicioso, violento, deixando ambos ofegantes. Eu fico em silêncio, mas ainda ofegante com os solavancos de prazer em cima dela, enquanto minhas mãos ainda estão entrelaçadas as dela em seu acima de sua cabeça. Não consigo dizer nada, apenas me aninho ao seu lado e tento pegar no sono...
Eu não sei quanto tempo eu a vi dormir, mas a tristeza finalmente aparece no meu peito. Ao vê-la assim tão linda, dormindo pacificamente me traz uma tristeza no coração. Quanto mal a fiz passar, se ela descobrir algo sobre Leila estarei completamente fudido, cinquenta tons fudido. Saio do meu devaneio quando vejo meu celular vibrar, penso em deixar tocando, mas pela hora deve ser algo sério. Eu lentamente coloco seus braços na cama e deslizo para fora da mesma. Puxo o edredom sobre ela, finalmente coloco um pijama e pego o celular, silenciosamente vou para a grande sala. Vejo que o número é de Eliot. Olho a hora, são duas da manhã. Franzo a testa e atendo.
– Eliot... – Atendo.
– Interrompi a sua foda, Christian — Murmurou e percebi que estava completamente bêbado. Inferno, onde ele está.
– Onde você está? – Pergunto cheio de preocupação. Ao fundo escuto um barulho de música.
– Eu sei que você vai fuder a cabeça dela, quer dizer não só a cabeça. você vai magoá-la e vai ser impossível que ela volte a ser quem era... Engulo em seco e lembro-me de Leila. – Ele rir debochadamente.
– Onde você está – Peço novamente e engulo o nó que se formou na minha garganta.
– Ela está ai com você né, está fudendo com ela, me diz se ela é tão gostosa quanto eu acho que ela é. – Diz fazendo meu sangue ferver, ainda bem que ele não está na minha frente se não, não sei o que faria. Tenho vontade de desligar o telefone, mas estou preocupado, ele está bêbado e pode acaba fazendo uma besteira.
– Não entendo por que ela escolheu você, um fodido filho de uma puta – Diz e começa a rir por causa da cachaça.
– Por que você nunca transou comigo. – Respondo rispidamente e seu sorriso morre. Ele solta um palavrão e em seguida a ligação cai... Solto milhões de palavrões por não ter-me controlado. Ligo para o celular de Taylor, ele demora um pouco a atender, mas atende. Digo que preciso dele no meu escritório agora. Cinco minutos depois ele aparece, com uma cara de sono.
– Senhor? – Ele diz entrando no meu escritório.
– Eu preciso que você rastreie o celular de Eliot. Descubra sua localização!
Agora!
– Sim Senhor!
Ele tem um pequeno centro de comando, que serve até para controlar missões especiais. Achar a localização de Eliot não deve ser um problema. Poucos minutos depois eu já tenho o local.
–Taylor! Encontre-o e o leve para casa. – Digo com a voz carregada de preocupação. Ele assente e sai. Queria ir com ele, mas se Anastácia acorda e perceber que eu não estou ficará apavorada e quando me encontrar vai querer saber onde fui e no que depender de mim, ela jamais saberá as coisas que Eliot me falou por telefone, nem vai saber que ele me ligou.
Olho para o piano e sinto uma vontade louca de tocar, quero me livrar dessa tristeza que me invade. As palavras de Eliot ainda ecoam na minha cabeça, ele tocou exatamente nas minhas feridas. Eu me sento ao piano, e distraidamente começo a tocar uma peça de Chopin refletindo o meu humor desesperado. Eu toco a música repetidamente, pois meu humor não vai ceder aos pensamentos felizes. Eu sinto-a pela porta, de pé, antes mesmo de olhar para ela. Quando eu paro, ela diz: — Sinto muito Christian... Eu... – Ela faz uma pausa. — Eu não queria perturbá-lo.
– Eu que deveria pedir desculpas. — Eu digo. – Eu te acordei. Você deveria estar na cama. – Eu digo repreendendo-a. Ela me pergunta o que eu estava tocando e eu digo-lhe que é uma peça de Bach.
– Precioso, embora muito triste, uma música muito melancólica. – Ela diz. Tento esboçar um sorriso para não preocupá-la.
Ordeno que vá para a cama novamente e no caminho ela quer saber a quanto tempo eu toco. Eu digo a ela que toco desde que eu tinha seis anos.
Ela deita-se na cama e eu lhe acompanho. Eu me aconchego com ela na cama e docemente sussurro em seu ouvido: — Durma doce Anastácia – sussurro e tento dormir novamente.
Eu lentamente me afasto da cama. Eu estou ao lado da cama, olhando para ela na semiescuridão com a única iluminação que vem da cidade olhando através das minhas grandes janelas. Não dormi quase nada essa noite, ainda não tive noticias de Taylor. Levanto-me, tomo um banho para me livrar da noite mal dormida. Coloco minhas calças pretas e camisa branca. Eu entro na cozinha. Mrs. Jones já está ocupada na cozinha.
– Gostaria do seu café da manhã agora senhor?
– Não Sra. Jones. Eu vou trabalhar um pouco. Você sabe que a senhorita Anastácia Steele está aqui, como eu havia informado mais cedo. Ela prefere chá Twinings English no período da manhã, por oposição ao café. Eu vou tomar um café agora.
– Certamente, senhor. Eu posso fazer o chá uma vez que ela acordar. Eu tenho o seu café pronto senhor. – Ela diz me entregando uma xícara de café recém-passado.
– Obrigado Sra. Jones. — Eu digo quando eu tomo meu café.
– Se a senhorita Steele perguntar, eu estarei no meu escritório trabalhando. — Eu digo.
– Sim senhor. — Ela responde educadamente.
Eu ando para o meu escritório, e Taylor está presente no mesmo.
– Senhor Grey, estava esperando pelo Senhor – Diz assim que eu entro.
– Fale Taylor – Digo e me sento na minha poltrona.
– Fui até o bar que localizei o Senhor Eliot, mas ele não estava lá. E foi impossível localizá-lo novamente, pois seu celular estava estraçalhado junto a uma parede. Perguntei a algumas pessoas e o rapaz que trabalha lá me disse que ele estava brigando com alguém por telefone e de repente jogou o celular na parede e saiu furioso do bar. O rapaz foi atrás dele para colocá-lo em um táxi, mas ele já tinha ido embora.
– Droga – resmungo e coloco as mãos na cabeça. Tenho que achá-lo.
– Coloquei uma equipe de segurança para encontrá-lo. Liguei para Gia Matteo e ela disse que ele não apareceu lá. Queria saber se o Senhor quer que eu ligue para sua família. – Pergunta.
– Não Taylor. Não quero envolver minha família nisso. Falo a Taylor para me manter informado caso aconteça algo e dispenso-o. Passo a mão na cabeça me sentido totalmente frustrado preocupado.
Ligo para Ros e lhe informo que só vou chegar ao escritório à tarde, antes mesmo de desligar o telefone sinto a presença de Anastácia. Sinto seu olhar em mim. A eletricidade palpável. Ela está aqui, na sala. Viro-me e vejo que ela está próxima a minha mesa e me observando. Vê-la traz um sorriso lento e sexy no meu rosto. Sinto-me melhor somente com sua presença.
– Admirando a vista senhorita Steele. – Digo quando me viro e percebo seu olhar quente sobre mim.
– Algo contra isso, senhor Grey. – Pergunta e sorrir descaradamente.
– Não senhorita Steele, com tanto que esses seus olhares sejam somente para mim. Adoro vê sua cara de desejo, deixa-me louco. – Sussurro. Como evitar essa mulher quando ela está com essa cara descarada e que está prontinha para trepar
Ela está congelada em seu lugar. Eu ando na sua direção e fico na frente dela. Eu suavemente acaricio seu rosto com as costas dos meus dedos.
– Eu não queria te acordar, você parecia tão calma. Dormiu bem?
– Estou muito bem descansada, obrigado. Eu só vim aqui para dizer oi antes de tomar um banho. — Diz ela.
Ela olha para mim, bebendo-me inteiro eu me inclino e beijo-a suavemente.
Naquele instante, ela joga os braços ao redor do meu pescoço, e seus dedos torcendo no meu cabelo ainda úmido. Ela empurra o seu corpo preenchendo o espaço contra o meu, e ela me beija de volta com fervor, paixão. Ela me quer... Agora. Seu ataque me pega de surpresa, mas, também é bem-vindo.
Acaricio seu traseiro e ela tenta me afasta e diz que precisa de um banho, mas eu não permito que ela se afaste.
– Tenho fome de você, senhorita Steele. – Eu rosno para a minha mulher, e de repente com um movimento fluido, meu braço varre todo o conteúdo da minha mesa, os planos e, papéis da minha mesa caem todos no chão. Eu a pego em meus braços, e deito-a em toda a extremidade curta da mesa.
– A mesa ou banho? – Sussurro com a voz carregada de desejo.
– Mil vezes a mesa – Ela sussurra, completamente desarmando-me. Eu olho para ela enquanto abro minhas calças.
– Espero que você esteja pronta. — Eu respiro com um sorriso lascivo. Naquele instante, eu entro nela, enchendo-a, mantendo seus pulsos firmemente ao seu lado, e eu começo a empurrar para a profundamente. Ela geme de prazer. Ela está tão molhada já.
– Cristo, Ana! Você está tão pronta. — Eu sussurro de admiração.
Ela envolve as pernas em volta da minha cintura, e agarra-me assim, eu estou olhando para ela, os olhos brilhando com paixão e possessividade por esta mulher. Ela é minha, e ela me quer para reclamá-la novamente. Ela me agrada. Eu começo a me mover, e pegar impulso. Eu fodo fundo, e forte, e ela geme de prazer. É pura luxúria, a posse pura, puro desejo carnal... E mais alguma coisa por baixo de todo o grosso exterior. Algo que vem do meu núcleo. Eu entro e saio, divertindo-me com a sensação de minha mulher. Meus lábios estão se separaram e minha respiração aumenta à medida que me aproximo do meu pico. Eu torço meus quadris, girando e eu vejo que ela também está desfrutando a sensação de plenitude.
Ela fecha os olhos, e arqueia as costas para mim, quando seu êxtase também se aproxima. Meus impulsos crescem, e ela geme alto com a sensação de tomar sobre seu corpo. Eu empurro mais rápido e mais duro em um ritmo rápido. Todo o seu corpo está se movendo junto com meus movimentos e sinto suas pernas enrijecendo em torno de mim como ela está tentando segurar o sentimento.
– Vamos lá, baby, dê para mim. — Eu a encorajo com os dentes cerrados, e da necessidade em eu envia-la ao limite. Ela grita quando ela atinge o seu clímax, e eu bato nela quando eu chego ao meu clímax e, finalmente, no meu auge eu puxo seus pulsos e afundo sem palavras para ela. Eu estou completamente tomado por ela. Ela varre-me e eu perco minha razão. Ela muda os meus planos. Eu perco o controle. Quando estou perto dela, eu não quero nada, só ela!
– O que diabos você está fazendo comigo Ana? — Eu respiro acariciando seu pescoço. – Você me seduz completamente.
Eu sou aquela que está seduzida Christian. — Ela sussurra.
Eu olho para ela perplexo, alarmado. Eu estou rasgado. Eu olho para ela. De repente eu tenho essa enxurrada de emoções de amor por ela, e isso me assusta! Mas isso é um fato que não posso e nem quero mudar. Apesar de todas as coisas que Eliot me disse nessa madrugada, não mudou nada para mim, eu a quero com ainda mais força, só não quero machucá-la e se ela acabar como Leila. Mas, porra, eu a quero. O lado egoísta de mim diz que ela é minha em todos os sentidos da palavra. Eu coloco minhas mãos em ambos os lados de seu rosto e mantenho sua cabeça no lugar.
– Você. É. Minha! — Eu digo com cada palavra destacada. — Você entendeu? — Eu digo mais ardentemente como um fanático. Mas é também o meu apelo para ela. Eu quero que ela continue sendo minha.
– Sim, sua. — Ela sussurra voltando para o meu olhar.
Lentamente eu retiro-me dela, e ela estremece.
– Você está ferida? – Peço inclinando-me sobre ela interessado. Fecho minhas calças.
– Um pouco. — Ela confessa. Eu sorrio, isso é bom. Eu a fiz dessa maneira, e eu a reclamei. É onde eu estive. Ela faria bem em lembrar isso.
– Eu gosto de você dolorida. — Eu digo com paixão em meus olhos. – Isso a faz lembrar onde eu estive, somente eu. – Eu digo com ardente desejo. Será que eu vou ter o suficiente dela?
Eu pego o queixo dela e beijo com força, então, levanto-me, estendo minha mão para ajuda-la a se levantar.
– Amei fazer sexo com você na sua mesa, mas uma primeira vez. – Diz e sorrir.
– Na verdade é a segunda vez. – A primeira vez foi no escritório da GEH. Digo sorrindo.
– Essa foi a sua segunda vez também? Eu sorrio um enigmático sorriso que só permanece em meus lábios, sem tocar os meus olhos. É claro que esta não é a segunda vez que eu fiz sexo na minha mesa. Eu fiz várias vezes. Mas com Anastácia é diferente. Por que ela é diferente. Seu rosto muda com a minha expressão. Ela se torna desconfortável, ciumenta.
– É melhor eu ir tomar um banho. — Diz ela em pé e tentar fazer um movimento para passar por mim. Eu não quero que ela fuja de mim. É insuportável. Eu faço uma carranca e corro minha mão pelo meu cabelo, exasperado. Mas eu não posso mudar meu passado.
– Eu tenho mais algumas ligações a fazer. Vou acompanhá-la no café da manhã, assim que você sair do banho. – Murmuro e ela se vai.
Quando ela sai do meu escritório, eu mergulho de volta em minha cadeira. Seguro a minha cabeça entre as mãos tentando controlar-me, para reunir os meus sentidos, e meu juízo a respeito. Ela me desarma completamente. Mas não é só isso. Eu respondo-lhe de tal forma que é como um planeta sendo puxado em órbita do sol. Não vejo nada de mais, mas ela. Eu não existo em nenhum outro lugar, mas com ela. A única maneira de escapar brevemente desta captação é ter um pouco de distância dela. Mas quando eu coloco a distância entre nós, eu anseio por ela. É o meu dilema. Eu balanço minha cabeça, tentando me ocupado com outra coisa. Eu pego os planos que eu atirei para o chão.
Sem perceber, cerca de 30 minutos se passaram desde que Anastácia deixou meu escritório. Vou para cozinha e espero por ela para tomarmos café. Cerca de dois minutos depois ela aparece, linda como sempre. Senta-se ao meu lado enquanto a senhora Jones serve o café.
– Você tem que se preparar para a entrevista de Hoje? – Eu peço,quebrando o silêncio.
– Não. — Ela responde.
– Ótimo. Você ainda não vai-me dizer quais são as editoras que você tem entrevista? -
Eu peço.
– Não. — Ela responde e tento conter um sorriso. Sempre desafiadora.
Depois que nós somos servidos com café da manhã, a Sra. Jones nos da alguma privacidade. Anastácia finalmente olha para mim querendo-me perguntar alguma coisa, mas não sabe como abordar o tema. Eu não posso aguentar o suspense mais.
– O que foi Anastácia? — Eu peço.
– Você sabe, você nunca me disse por que você não gosta de ser tocado. — Oh, isso. Eu empalideço, porque é um tópico que eu tento evitar a todo custo. Ela olha para o lado preocupada.
– Eu disse a você coisas que eu jamais contei a ninguém Anastácia. — Eu respondo tranquilamente. O ambiente fica tenso e ela fica calada. Mas não por muito tempo.
– Alguma notícia sobre Eliot?
– Não – Respondo mais grosso do que eu gostaria. Lembro-me que ele está sumido, agora tenho duas pessoas sumidas por minha culpa. Meu humor está péssimo, felizmente Anastácia ficou quieta, não quero ser grosso com ela. Eu preciso de um tempo sozinho, ela me desarma demais.
– Senhor Grey – Taylor aparece na cozinha e pelo tom da sua voz já sei do que se trata. Percebo a urgência na sua voz e pelo seu olhar vejo que é algo sério, ele não diz uma palavra para que Anastácia não se preocupe.
Christian o que foi isso? Ela perguntou logo depois que Taylor se afastou.
– Tenho que ir resolver alguns assuntos com Taylor, em seguida te deixo em casa. – Digo e vou-me encontrar com Taylor.
Entro no escritório e vejo a face preocupada de Taylor. Sinto um aperto forte no coração.
– Eliot sofreu um acidente de carro senhor Grey, ele já esta no hospital – Diz e me olha de um jeito estranho.
Não consigo evitar minhas pernas fraqueja e eu caio de bunda na minha poltrona. A culpa me consome de imediato. Tento não demonstrar a minha dor, digo a Taylor para que prepare o carro que vamos deixar Anastácia na casa dela e em seguida vamos até o hospital.
Durante o caminho para a casa de Anastácia não lhe disse uma palavra, muito menos consegui olhar nos seus olhos. Disfarcei o máximo que pude, não quero estragar as entrevista dela e não quero vê-la chorando e se culpando, pois eu sei que é exatamente isso que ela vai fazer quando souber. Não faço a menor ideia de qual será a reação dos meus pais ao me ver, afinal a ultima vez que eles me viram foi no leilão em que arrematei Anastácia. Com certeza Mia conversou com eles por alto, mas alguma explicação eu tenho que lhes dá.
Quando chego ao hospital encontro meus pais e Mia numa sala reservada. Fiquei sabendo que Eliot estava bem, só que estava inconsciente por conta da fratura que ele teve na cabeça. Ele sofreu alguns arranhões e quebrou o braço. Sentir um alívio tão grande por não ter acontecido nada grave, se tivesse acontecido algo com ele não sei como viveria com essa culpa. Tentei conversar com meus pais sobre Anastácia, mas minha mãe disse que não tinha condições para falar sobre o assunto. Fui na lanchonete do hospital com meu pai enquanto Mia ficou com minha mãe.
Depois que fizemos nossos pedidos meu pai pediu para que eu lhe contasse como foi que eu me envolvi com Anastácia... Não conto em detalhes, mas falo que eu fui atrás dela e fiz com que ela se apaixonasse por mim, e que eu só me envolvi de verdade com ela depois que ela deixou Eliot.
– Você agiu muito mal Christian, como foi capaz de se envolver com a namorada do seu irmão, ele é seu irmão. Mesmo que ele tenha se apaixonado várias vezes, isso não te dá o direito de perseguir a namorada dele. Sua mãe está muito decepcionada com tudo o que aconteceu, mas ela te ama e ama o seu irmão. Ela acha que tudo isso é culpa de Anastácia, que ela brincou com os sentimentos dele e que agora vai fazer o mesmo com você.
– Eu nunca sentir nada parecido com o que eu sinto por ela, várias pessoas achavam que eu era gay, mas o único problema é que eu nunca sentir nada por nenhuma outra mulher. Anastácia está me salvado da escuridão e se não fosse por ela eu acho que jamais sairia do fundo do poço. – Digo com toda sinceridade que consigo.
– Vou te dá o mesmo conselho que dei a Eliot, se ela for a mulher da sua vida, lute por ela, mas só se tiver certeza disso. Vocês já são mais velhos e independentes, vocês têm que resolver o problema de vocês, isso não pode fica como está. Seu irmão quase perdeu a vida por causa da forma errada que você e Anastácia se envolveram. Deviam ter sido sinceros dês do começo. – murmura.
Se eu soubesse que ela seria mais que uma submissa com certeza teria feito as coisas da maneira certa.
– Só vou te pedi uma coisa Christian, eu quero que você se acerte com seu irmão, é só isso que te peço. Não quero briga na família.
– Pode deixar, — Digo, mas eu só não sei como vou fazer isso.
Peço ao meu pai que converse com minha mãe. Acompanho-o até o quarto de espera. Dou um beijo na minha mãe e falo com Mia. Digo-lhe que Anastácia está em uma entrevista de emprego e lhe peço para não falar nada sobre o que aconteceu. Ela diz que não vai falar nada. Saio do hospital e sigo com Taylor até a GEH. Enquanto seguia para o escritório eu penso que tudo isso aconteceu por que eu não tenho controle sobre Anastácia. Se eu fizesse as coisas do meu jeito nada disso teria acontecido. Chego ao trabalho e vou para uma reunião com alguns engenheiros e trabalho no automático durante horas...
Às seis horas saio do escritório, entro no carro e Taylor me leva até o hospital novamente. Assim que ver como Eliot está vou para a casa de Anastácia, não falei com ela o dia inteiro. Quando ela souber o que aconteceu com Eliot vai se sentir tão culpada. O que aconteceu com ele foi uma fatalidade, mas nós dois temos nossa parcela de culpa. Quando Eliot sair do hospital vou contratar um segurança para seguir-lo, quero que fique com ele 24 horas e me informe tudo que ele fizer. Não vou deixar isso acontecer novamente.
– Senhor Grey, chegamos – Diz Taylor. Estava tão distraído que nem percebi. Saio do carro e quando ia entrar no hospital dei de cara com Elena. Minha mãe deve ter chamado ela.
–Sinto muito pelo que aconteceu, Christian. – Diz e toca-me no meu braço. Fuzilo a mão dela com um olhar.
– Ele vai fica bem Elena. – Murmuro.
– Tudo isso é culpa de Anastácia. – Ela diz.
– Cala a boca Elena – Rosno e sigo para dentro, Elena me acompanha mais não diz mais nada. Não suporto quando ela fala o nome de Anastácia.
Quando chego à recepção dou de cara com Anastácia. Ela parece tão frágil, sinto vontade de abraçá-la e confortá-la. A culpa, tristeza e angustia estampada no seu rosto. Olho para Mia, ela não podia manter essa boca fechada.
– Não quero você aqui, Anastácia – Falo tentado conter a irritação. Eu não a quero aqui, nem queria que ela soubesse o que aconteceu. Ainda nem conversei com minha mãe, não quero ninguém maltratando ela. Só você, né Grey. Diz meu subconsciente. Minha mãe não sabe como as coisas aconteceram, não sabe como eu me sinto em relação à Anastácia, se soubesse não magoaria ela.
Anastácia não me diz nada, a tristeza e decepção estampada nos seus olhos. Vejo que Grace e Elena se abraçam e isso abala ainda mais Anastácia. Quero levá-la daqui e colocá-la no meu colo até que toda essa tristeza passe. Ela se despede de Mia e tem a coragem de ir falar com minha mãe, ela humilha e ignora Anastácia totalmente. Vejo a satisfação na cara de Elena.
– Mãe, Anastácia está falando com a senhora. – Digo totalmente irritado com essa situação. Foda-se.
Anastácia nem espera minha mãe dizer algo, ela se arrasta para fora do hospital. No que depender de mim ela não volta mais para esse hospital, pelo menos enquanto minha mãe estiver tratando ela assim. Pego nas suas costas e entramos no carro. Taylor arranca o carro assim que nos sentamos. Anastácia não me olha nem uma única vez, mas eu não retiro os meus olhos dela. Até agora eu não a vi chorar nem uma vez. Essa frieza e distância dela estão me matando. Assim que Taylor estaciona em frente a casa dela, ela abre a porta e pula fora. Saio do carro pisando duro e bufando de raiva. Ela podia ter se machucado e assim séria duas pessoas no hospital.
– Nunca mais faça isso – você quer se matar – Grito e agarro os seus braços.
– Por que não me disse que Eliot tinha sofrido um acidente. – Pergunta furiosa. Esse é o motivo para ela está puta da vida comigo, eu agir pensando nela e é assim que ela se comporta.
– Fiquei sabendo durante o café da manhã, não te disse por que você tinha entrevista essa tarde. – Murmuro furioso.
Ela começa a chorar e se joga nos meus braços, quando ela chora me desarma completamente, não suporto vê-la chorando. Acaricio suas costas tentando lhe passar um pouco de segurança. – A culpa é minha, Christian – sussurra soluçando e chorando desesperadamente. Levo-a até o sofá e nos sentamos. Se ela soubesse da ligação dele com certeza diria que o culpado sou eu. A culpa de toda essa merda é minha, por que eu só pensei com a cabeça de baixo. Agora o meu irmão está numa cama de hospital, eu estou aqui tentando parecer forte, mas estou tão despedaçado quanto ela.
– Shiii Baby, a culpa não é sua, não é sua. – Sussurro e tenho vontade de chorar. Anastácia me abraça tentando me passar algum conforto quando ela mesma não tem nenhum, ficamos no sofá deitados não sei por quanto tempo...
Anastácia adormeceu nos meus braços, levei-a até a cama. Retirei suas roupas e a deixei apenas de calcinha, coloquei uma blusa nela e obsevei o seu sono até que o meu próprio chegou...
Eu acordo com Anastácia agitada em meus braços.
– Não! — Ela geme em seu sono. — Não! Não Eliot – Ela murmura. Meu coração começou a bater freneticamente, tão forte que conseguia ouvir as batidas no meu ouvido.
– Ei, ei... — Eu digo a esfrego seu cabelo, tentando acalmá-la. Ela relaxa sob o meu toque. Ainda está escuro.
– Não vá, por favor! Eu estou com medo. — Ela geme, estremecendo em seu sono. A dor que sinto é tão profunda. A minha mulher está chamando por outro homem. Ela vai me deixar, eu sei. Isso é questão de tempo, a culpa que ela está sentido vai ser mais forte que o nosso amor. Eu beijo seu cabelo, fechando os olhos. Não me deixe baby, não desista de nós dois.
– Eu não posso... – Ela geme e estremece. Eliot me desculpe. Eliot... Eliot...
Ela começa a gritar o nome dele como se estivesse sentido dor. Eu acaricio seus cabelos e sussurro no seu ouvido que vai fica tudo bem. Percebo que ela suspira e cai no sono profundo. Passo a mão no meu rosto e vejo que tem lágrimas escorrendo dos meus olhos. Não acredito que depois de tanto tempo estou chorando, deixo que as lágrimas rolem pelo meu rosto até que a dor passe. Fico observando o seu sono durante horas. Quando o dia amanhece, levanto-me e digo a Taylor para me trazer roupas limpas, ele trás e fica me esperando para me levar ao hospital, eu pretendia ir à noite, mas eu sei que Anastácia pretende ir e não vou deixar que vá sozinha. Faço minha higiene e em seguida volto para a cama e continuo lhe observando
– Bom dia – Sussurro. Quando ela abre os olhinhos. Vejo que ainda está preocupada. Queria ver qual seria a reação dela se soubesse as coisas que me falou em seu sono. Acho que nunca vou me esquecer disso.
– Bom dia – Diz sem ânimo. Ela olha para a hora e nem presta atenção em mim. Quero um beijo dela, quero o brilho de volta aos seus olhos e quero vê-la sorrindo. Sei que a situação não permite isso, mas não queria que ela me ignorasse, como se eu nem estivesse presente.
– Não vai me dá um beijo – Peço. Sorrir e me da um selinho. Esse beijo, se é que se pode chamar isso de beijo, foi desprovido de qualquer emoção. O corpo dela está presente, mas a cabeça dela está com ele.
Observo-a enquanto ela se levanta, vai para o banheiro e nem presta atenção em mim. Não consigo esquecer essa noite e a única coisa que eu queria era ter certeza que vamos fica bem, mas a forma com ela está me tratando me diz totalmente o contrario. Continuei lhe observando quando ela saiu do banheiro, foi até o armário, pegou suas roupas e começou a se vestir.
– Não me evite – Sussurrei sem querer.
– Não estou te evitando só não consigo, não consigo agir como se não tivesse acontecido nada. – Eliot está numa cama de hospital, e sua mãe me odeia... E tudo isso está acontecendo porque não disse a verdade para ele... Diz e começa a chorar. – Pego-a em meus braços e lhe abraço. Odeio me sentir como se não pudesse fazer nada para lhe tirar essa angustia. — Essas são as consequências das nossas atitudes, eu entendo que você não consegue controlar o que está sentido, mas quero que você saiba que vamos enfrentar tudo isso junto. Não deixe que isso nos afaste. – Peço olhando nos seus olhos.
– Eu te amo Christian – Diz e me beija. – Eu sei que temos culpa pelo que aconteceu, mas eu não vou me afastar de você por isso. Eu sempre vou lutar pelo meu amor. – Diz e me deixa sem palavras, isso era tudo o que eu queria ouvir. Depois que tomamos café da manha, saímos de casa e seguimos direto para o hospital. Eu disse a Anastácia que ia conversar com minha mãe, afinal ela não pode continua tratando Ana assim. Quando chegamos ao quarto de espera minha mãe já estava lá, ela e meu pai não saiam do hospital.
– Christian sabe que eu não a quero aqui. – Grace diz assim que vê Anastácia. Respiro fundo e não digo nada.
– Você não quer mãe, mas Eliot quer – Mia diz entrando no quarto com dois cafés na mão.
– Como assim Eliot quer? Pergunto. Será que ele acordou e desculpou Anastácia. Vai vê o que ele sentir por ela é mais forte. Penso.
– Eliot chamou pela Ana durante a noite toda. – Mia murmurou. Lembro-me de imediato que Anastácia passou a noite chamando o nome de Eliot, e ele também por ela. Meu ciúme está no limite máximo, não suporto a ideia dos dois chamando o nome um do outro na mesma noite, e pior ela estava nos meus braços. Engulo em seco.
– Ele acordou? Anastácia pergunta.
– Não, ainda está inconsciente. – Grace murmura.
– Eu quero está com ele quando acordar – Anastácia pede. E eu quero lhe levar embora daqui o mais rápido possível, eu sei que meu ciúme é infundado, porém não estou conseguindo controlar, tudo que é relacionado a Anastácia eu não consigo controlar.
– Você não acha que já chega de brincar com meus filhos – Grace murmura.
– Mesmo que a senhora não acredite, eu me importo com Eliot – Anastácia diz totalmente magoada e sai do quarto.
A única reação que eu tenho é de olhar para minha mãe, estou totalmente perplexo. Ela tratava Anastácia tão bem quando ela estava com Eliot, mas agora ela não suporta nem vê-la.
– Mãe quando você faz isso com ela não apenas a magoa, mas a mim também. – Digo assim que Mia sai do quarto.
– Seu pai me falou por alto como tudo aconteceu, me decepcionei muito com você. Como foi capaz de ir atrás de Anastácia enquanto ela namorava seu irmão.
– Então a senhora já sabe como tudo aconteceu e por que a trata assim?
– Eu sou mãe Christian, não está sendo fácil vê meu filho inconsciente numa cama de hospital. – Diz e começa a chorar. Meu deus dê-me força, não aguento vê as mulheres que mais amo chorando.
– Vem aqui, mãe – Abro meus braços e a abraço. Ela chora enquanto acaricio seus cabelos. – Acredite mãe se eu não amasse Anastácia jamais deixaria as coisas chegarem nesse ponto, eu a amo e não posso abrir mão dela. – Ela chora um pouco mais. Sento-me com ela no sofá.
– Meu filho é tão bom saber que você está amando, mas tinha que ser pela mesma mulher que seu irmão também gosta. – Diz e enxuga as lágrimas.
– Não somos mais adolescentes, somos dois homens mãe. Ele pode gostar dela, mas é a mim que ela ama. Não podemos mandar no coração. Cedo ou tarde ele vai ter que aceitar. – Digo.
Estou cansado de toda essa conversar, eu sou um homem caralho, sempre estou no controle da minha vida. E agora depois de grande tenho que fica dando satisfação da minha vida pessoal, coisa que detesto fazer. Só estou fazendo isso por que lhe devo uma explicação, mas essa é a última vez que falo sobre esse assunto com meus pais.
– Fico feliz por você, mas você tem que fazer as pazes com seu irmão só assim vou ter paz. – Diz. Isso é uma coisa que ela nem precisa me falar, eu também quero fica de bem com ele, mas isso só vai acontecer quando ele deixa de insultar Anastácia, e se ele me perdoar.
– Obrigada mãe – Digo e vou procurar Ana.
Encontrei Anastácia na recepção e ela me disse que queria ver Eliot, fomos até o quarto dele. Eliot continua da mesma forma, inconsciente. Detesto vê-lo nesse estado. Ele é um cara tão alegre, com piadas horríveis e sempre estava de bom humor. Mais você está acabando com a vida dele, igualmente como fez com Leila e vai fazer com Anastácia. Sibila meu subconsciente. Será que vou destruir a vida de todos que estão a minha volta, não suportaria fazer mal a Anastácia. Eu não consigo e nem quero me afastar dela. Anastácia pegou na mão dele e estava fazendo uma oração silenciosa quando ele acordou chamando o nome dela. Meus olhos se arregalaram, mas me recompus rapidamente. Ela chorou ainda mais quando ele acordou, com certeza foi de alivio.
– Não chora anjo – Ele murmurou e surpresa é o que me define nesse momento. Ele deve ter sofrido uma lavagem cerebral. Pensei que ele ia se descontrolar quando nos visse, mas não, está acariciando o rosto dela e a chamando de anjo. Eu sei que não devia, mas o ciúme está me corroendo. Eu tenho ciúmes de qualquer homem que se aproxime de Anastácia, porém o ciúme que tenho de Eliot é descomunal.
– Vou chama o médico – Digo e saio do quarto.
Ando em paços largos, praticamente correndo. Não quero deixar os dois sozinhos e se ele tentar beijá-la. Dispenso esse pensamento. Encontro com Mia.
– Eliot acordou – Digo rápido e direto. Ela sai correndo em direção ao quarto. Ligo para o meu pai e lhe dou a noticia, ele diz que está a caminho do hospital. Encontro minha mãe conversando com o médico e informo a eles que Eliot acordou.
Chego ao quarto e vejo Anastácia ao lado de Mia. Minha mãe se aproxima da cama e faz carinho nele. Quero Ana ao meu lado, mas ela me ignora durante todo o tempo.
O médico faz algumas perguntas e constata que Eliot está com perda de memória, e pode demorar horas ou dias até que ele se lembre dos últimos acontecimentos. A última coisa que ele se lembra é que passou na casa de Anastácia para levá-la ao baile e lembra-se de uma conversar que teve com nosso pai. Por incrível que pareça ele não se lembra da pior parte.
Quando saio do quarto vou pedir algumas informações ao médico. Ele me diz que a perda de memória foi causada por uma batida na cabeça e que isso é normal. Ele me disse que é questão de tempo até que ele recupere a memória e assim que isso acontecer ele vai fazer alguns exames e estará livre para ir para casa. Ele está totalmente fora de perigo. O alivio que sinto é imenso, parece que o mundo saiu das minhas costas. Viro-me a procura de Anastácia e encontro seus olhinhos em mim. Aproximo-me da minha mulher, pego-a em meus braços e lhe digo que vai fica tudo bem. Agora que Eliot está fora de perigo eu tenho certeza disso. Quando vou falar com minha mãe vejo que meu pai já chegou, minutos depois nos despedimos do pessoal e vou deixar Anastácia na casa dela. Durante todo o caminho percebo que Anastácia está distante, pensando em algo. Pego na sua mão para que ela me olhe.
– Você vai fica bem? Pergunto quando Taylor estaciona em frente à casa dela.
– Sim, vou comer algo e descansar – Diz e me dá o mesmo selinho igual ao dessa manhã. Controlei-me o máximo para não pegar nos cabelos dela e fazer com que me desse um beijo de verdade.
Entro no carro e Taylor fica-me observando pelo retrovisor, percebo que ele quer me falar algo.
– O que foi Taylor? Pergunto.
– Tenha paciência senhor Grey, sei que estão passando por um momento difícil, mas ela te ama muito e isso se vê de longe. Assinto de cabeça. Taylor sabe que sou muito controlador e essa semana não conseguir manter nada sobre controle. Nem no trabalho estou conseguindo-me controlar. Sinto falta de Anastácia, do brilho do seu olhar, dos seus sorrisos eu já sei o que tenho que fazer para ter tudo isso de novo. Neste final de semana vou sequestrá-la. Começo a pensar em tudo que tenho fazer.
Chego ao escritório e coloco meu rosto impassível, que costumo usar quando estou em público. Concentro-me no trabalho, participo de reuniões, conferências. Almoço no escritório mesmo, e continuo o resto da tarde trabalhando... Saio do escritório às seis e meia da noite. Ao invés de ir para a casa de Anastácia resolvo ir até o hospital. Quero ver se Eliot já se lembra de algo. Tenho que dá o primeiro passo e lhe pedi desculpas. Entro no hospital e nem me dou ao trabalho de ir ao quarto de espera, onde sei que meus pais provavelmente estão, vou direto para o quarto de Eliot. Entro no quarto e me surpreendo ao vê Gia Matteo, segurando a mão dele.
– Vou indo Eliot – Ela diz quando me vê entrar. Olho para Eliot e percebo que ele se lembra de tudo, ele já sabe o que aconteceu no jantar beneficente e com certeza se lembra da ligação que me fez.
– Eu disse a Mia que não queria ver ninguém, muito menos um traidor como você. – Murmura. Ignoro a sua raiva e me aproximo da sua cama. Vejo alguns arranhões no seu rosto e vejo que ele continua com o braço engessado.
– Preciso que você me desculpe Eliot – Peço.
– Você quer aliviar a sua consciência – Diz. – Você se arrepende do que fez? – Ele pergunta e olha nos meus olhos.
Se eu dissesse que sim, estaria mentido.
– Me arrependo da forma como as coisas aconteceram, devia ter te falo a verdade dês do início. – Digo. Mas no inicio eu não sabia que as coisas entre mim e ela fossem fica tão seria, eu não sabia que a amaria com todas as minhas forças.
– Nada disso importa mais Christian, você já está com ela. Você a tem inteirinha para você. Espero que sejam muito infelizes. – Diz.
– Você é meu irmão, eu não acredito que você me queira mal. Eu não desejo mal a você, quero que me perdoe. – Sussurro com toda sinceridade que consigo.
– Você pensou nisso enquanto comia ela de diversas formas, posso até imaginar as perversões que faz com ela. – Murmura.
Respire fundo Grey.
– Pare de dizer essas besteiras, por um momento você pensou que ela é a única mulher que consegui amar. Você já me viu lutar por alguma mulher, e assumir tudo pela mesma como estou fazendo. – Sussurro.
– Para o bem dela espero que isso seja verdade, pois se você fizer alguma merda, eu vou ser o primeiro a esfregar na cara de Anastácia toda burrada que ela fez. – Diz. Some daqui – Grita e vira o rosto para o outro lado.
Meu coração bate freneticamente diante das suas palavras. A ferida de Eliot ainda está muito recente, a raiva, decepção, magoa e muitos outros sentimentos não estão deixando-o pensar. Eu não vou desistir tão fácil, ele é meu irmão e eu não pretendo deixá-lo com essa raiva de mim para o resto da vida.
– Espero que você seja capaz de nos perdoar um dia. – Sussurro e saio do quarto. Aperto os meus olhos com força, não posso desabar no meio do hospital. Saio rapidamente do mesmo e entro no carro.
– Dirija o mais rápido que puder para a casa de Anastácia. – Digo a Taylor assim que entro no carro. No carro eu penso nas palavras de Eliot, eu não vou lhe dá esse gosto, jamais vou machucar Anastácia. Não esqueça que você é um fodido Grey e sempre machuca as pessoas que estão ao seu redor. Passo a mão pelo cabelo. Preciso dela, preciso sentir lá. Somente com ela nos meus braços sinto que nada nem ninguém vai nos separar. Assim que Taylor estaciona, lhe dou ordens para ir para casa e amanhã cedo me trazer roupas limpas. Saio do carro ansiando encontrar a minha menina, minha doce Ana. Abro a porta silenciosamente, vou até seu quarto e vejo que ela esta dormindo. Sorrio ao vê-la toda encolhida na cama. Retiro toda minha roupa e me deito ao seu lado. Essa noite você não vai ter chance nem de sonhar, baby.
– Christian onde você estava?
– Shiii sem perguntas baby, — Murmuro e lhe beijo.
– Pensei que você não viria hoje – Murmura quando faço caminho pelo seu corpo e sugo o seu seio. – Fazendo ela arqueia as costas e gemer de prazer.
–Preciso de você, se entrega para mim baby — Murmuro. Esta noite não quero que ela fale nem pergunte nada, apenas preciso do seu amor. Preciso que se entregue e se esqueça de tudo e de todos. Somente o nosso corpo se fundido um no outro, como se fossemos um só...
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