50 Tons De Desavença
25 Pov. Christian Grey
Notas iniciais
Depois de perceber que Anastácia não vai revelar o que está acontecendo entre nós dois, apesar de toda a minha vontade de mostrar a Eliot quem é o babaca e acabar de uma vez com esse segredo resolvo ir-me vestir. Tenho que chegar a Seattle para resolver o problema com Leila. Depois de um tempo saio do banheiro e vejo que Anastácia passa por mim e vai para a varanda. Acho que ela está mais furiosa do que eu imagino.
Caminho na sua direção e lhe pergunto se ela está bem, mas ela não responde. Tento lhe abraçar mais ela reclama e se afasta. Realmente ela está furiosa. Depois de se afastar, ela entra no quarto. Vou atrás dela e lhe chamo para voltar a Seattle comigo. Ela diz que não vai e que adiou muito sua ida a búzios, eu lhe digo que não por minha causa. Ela diz que a culpa foi minha que a larguei sozinha no quarto, mas isso não é motivo para ela se atirar nos braços do meu irmão. Esse é um dos motivos que quero que todos saibam que ela é minha, pois a partir desse momento ela jamais vai se afastar de mim novamente. Depois que discutimos sobre a viajem para búzios, começamos uma nova discussão sobre as marcas dos chupões que lhe fiz no corpo. Não foi bem uma discussão, por que Anastácia estava mais calma, quando ela abriu o robe ao invés de fica envergonhado pelas marcas que lhe fiz, fiquei excitado com o seu corpo e ela percebeu e ficou chateada. Mas no final compreende o lado dela e ela foi tomar banho.
Percebo que ela deixou a porta meio aberta, um convite explícito para me entrar, ela sabe que se eu entrar nesse banheiro não vou ser capaz de ir embora. Suspiro ao perceber o tamanho da minha ereção. Passo a mão na minha ereção e tento convencer meu amigão que não posso, vou para a varanda e amaldiçoo Leila um milhão de vezes.
Enquanto Anastácia continua no banho, chamo meu conselheiro de segurança, tenho que fazer algo, pois vou demorar de chegar a Seattle.
"Welch, Grey. Ouça Eu tenho um trabalho importante para você. Eu quero que você descubra tudo sobre a vida de Leila".
"Leila senhor?"
"Você tem todas as informações necessárias. Ela veio ao meu apartamento hoje, e tentou abrir uma veia na frente de Sra. Jones. Ela a levou para o hospital, e eles vão mantê-la até que eu chegue lá.”
Imagino que ela tentou fazer isso por causar da última vez que nos vimos. Até hoje não me lembro o que aconteceu naquela noite, depois de meses sem vê lá, acabei passando aquela noite com ela e só deus sabe o que aconteceu.
– Estou indo no próximo voo, para Seattle, assim que descobrir qualquer informação sobre Leila ligue-me.
"Sim, senhor", ele diz, e eu desligo.
Quando me viro para entrar no quarto, vejo Anastácia de costas, completamente nua. Salivo com a sua visão das suas curvas, estou morrendo de vontade de me perder no seu corpo e ela não está facilitando. Ela está-me tentado, me provocando descaradamente.
– Eu tenho que volta para Seattle. Surgiu algo. Digo e me aproximo quando ela está vestida.
– Pensei que você tivesse ido embora – Diz, e percebo que ela está brava, imagino que seja por que não entrei no banheiro. Suspiro.
– Nada de grave, eu espero? Ela sonda.
– Tenho que lida com uma situação – Digo completamente irritado, por não poder ficar.
– Resolver uma situação ou ir atrás de alguém chamada Leila – Solta chateada e se vira para me encarar, percebo que é por isso que está chateada. Gostei de vê-la com ciúmes, mas não posso-te contar sobre Leila agora.
– Eu realmente queria fica, mas eu tenho que ir. Quando você chegar a Seattle me deixe saber, se eu não puder ir-lhe buscar no aeroporto, mando Taylor. Digo e ela caminha para abrir a porta, ela está me expulsando.
– Eu espero que resolva sua situação – murmura e sinto a ironia na sua voz, mas não quero discutir sobre esse assunto.
Caminho para a saída, pego seu rosto entre minhas mãos e sussurro – Sinto muito por não poder ficar – Beijo seus lábios e a deixo.
Entro no elevador e escuto quando ela bate a porta com força. Pego meu celular e contrato um segurança para fica de olho em Anastácia, em cada movimento seu, com quem ela conversou e o que fez.
Entro no jato e fico pensando em Anastácia, penso no meu irmão, em como eu quero acabar com esses segredos. Quando éramos menores costumávamos brigar pela atenção de Mia, eu sempre fui mais próximo dela e Eliot sempre ficava com os amigos da escola dele, eu era muito brigam e não tinha amigos como ele. Mas ele é meu irmão, e eu gosto dele, logo quando cheguei à casa de Grace ele tentou se aproximar de mim, mas eu era muito fechado e ainda sou. Horas depois desço do avião e quando estou no carro, ligo para Sra. Jones.
Olá Sr. Grey, ela atende ao telefone.
"Sra. Jones. Onde você tem tomado Leila?"
"University of Washington Medical Center, senhor”. É o melhor hospital da cidade, e tem uma facilidade em casa psiquiátrica”.
"Tudo bem. Qual é o seu estado? "Eu peço.”
"Seu corte foi superficial, Os médicos acreditam que ela fez isso para chama atenção.”
Passo a mão pelo meu cabelo, exasperado. Ela está certa, é claro.
"Obrigado Sra. Jones. Faça o que puder. Fique de olho nela”.
“Sim senhor", diz ela.
Meu subconsciente me diz que é porque eu estou fodido! É claro que estou. O que mais há de novo? Eu tenho essa carga esmagadora sobre os meus ombros, um afogamento de culpa que me diz que eu tenho danificado Leila. Que eu sou o motivo de sua mágoa. Eu nunca a amei, mas eu gostava dela, e tivemos um bom tempo. Ela foi uma das quatro mulheres ao lado de Elena que eu tinha um longo relacionamento Dom e Sub. Ela pediu para ser mais, como Anastácia, e eu não queria. Eu não tinha esses sentimentos de afeto para ela. Eu só tinha estado interessado nela sexualmente. Ela era uma boa sub. Querido Deus! O que eu fiz para ela? Eu sou um filho da puta... Literalmente! Quantas mais mulheres que eu machuquei? A culpa está-me matando... Eu preciso saber mais sobre suas circunstâncias, e proporcionar-lhe a ajuda que precisa. Isso é o mínimo que posso fazer para reparar qualquer dano que eu causei a ela.
Quando chego ao hospital, Gail me diz que Leila foi embora e que ela não conseguiu impedir. Taylor me olha e já sabe o que tem que fazer. Ele sai e tenta achar alguma pista sobre ela. Depois de um tempo conversando com os médicos, vou para o meu apartamento. Enquanto conversei com o médico ele me disse que Leila pode ser capaz de tudo para chama a minha atenção, que isso que ela fez é um grito por ajuda. Eu sei o que isso significa. Ela pode ser capaz de prejudicar Anastácia.
Eu vou tomar um banho. Quero lavar este cansaço de cima de mim, se possível. Estou com medo de Leila que ela pode prejudicar a si mesma, mas estou com medo ainda mais que ela pode prejudicar Anastácia. Eu não posso lidar com isso. Seria totalmente culpa minha. Tenho certeza de que eu quebrei Leila de alguma forma.
Eu vou para a sala de estar, e Sra. Jones me pergunta se eu estou pronto para comer.
"Eu vou ter que falar com Taylor, e então eu vou estar pronto para comer Sra. Jones", eu digo.
"Muito bom senhor", disse ela educadamente.
No meu caminho para o meu escritório, meu Blackberry vibra. Irritado, eu levá-la, e abrir a mensagem de texto, e vejo uma foto de Anastácia que traz um meio sorriso ao meu rosto.
“Obrigada pela cesta, adorei, estou louca para lhe mostrar o quão doce eu posso ser”.
Sua Anastácia.
Tinha até me esquecido da cesta de café que eu encomendei antes de sair do hotel, era para ser entregue para nós dois. Mas como não pude fica.
Sua mensagem é vida para me salvar de um afogamento na minha miséria. Eu digito a resposta imediatamente.
“Fico feliz que tenha gostado da cesta, estou quase voltando para o Rio de janeiro só para experimentar o quão doce você pode ser”.
Christian Grey
“Eu iria adorar se você não tivesse saindo daqui, :( Estou indo dormi, amanhã levanto cedo para ir a búzios”.
XoXo Anastácia.
Ela consegue colocar um sorriso no meu rosto à vontade na maioria das circunstâncias inesperadas. Eu amo isso nela! Ela sente falta de mim... Realmente sente falta de mim. Eu gostaria de tê-la trazido de volta comigo.
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De manhã cedo não me trás nenhum alivio, eu estou andando no piloto automático. Levante-se, exercitar-se, chuveiro, vestir-se, comer, e tentando resolver problemas que eu possa ter causado ou se trouxe à minha porta. Mas, neste ponto ele realmente não importa. Leila e eu temos uma história em comum. Ela foi um dos meus relacionamentos de longo prazo. Eu não consigo pensar em abandoná-la no momento de necessidade. Eu tenho um forte sentimento de que eu sou a causa de sua crise, ou pelo menos uma grande parte dele. Depois de tomar uma xícara de café, vou para o meu escritório com Taylor.
Meu Blackberry vibra e vejo que é welch.
"Welch, eu vou colocar você em viva-voz, e eu quero que Taylor escute o que você tem a dizer. Eu o quero na ligação entre você e eu, se eu não estou disponível. Você pode alcançá-lo a qualquer momento, e você tem suas informações de contato".
"Sim, senhor", responde Welch. Ela estava envolvida com um namorado a pouco mais de dois meses, não sabemos quem é esse namorado é embora. Isso é o que eu estou tentando descobrir. Tentei alcançar a família, mas eles não responderam seus telefones ainda. Eu vou experimentá-los também hoje para ver se eles têm alguma informação sobre seu paradeiro ou o novo namorado que ela tem em sua vida. Isso pode nos dar uma boa vantagem senhor, disse ele.
"Enquanto isso mantenha seus olhos e ouvidos abertos para ver ou ouvir se ela está marcada em outro hospital, ou se os registros policiais, ou qualquer coisa nova que pode mencionar o nome dela até encontrá-la. Não faz sentido que ela vem à minha casa tentando cometer suicídio, e depois desapareça. Ela tem que estar em algum lugar da cidade".
"Existem amigos próximos ou conhecidos que ela tem na cidade senhor, ou nas cidades vizinhas que você conhece?".
"Não que eu saiba. Isso é agora seu trabalho para descobrir. Mais alguma coisa?".
"Nada mais senhor", ele diz, e eu lembrá-lo, de manter contato com Taylor e desligo.
"Taylor, agora é a sua prioridade para olhar. Deixe-me saber no segundo em que você descobrir alguma coisa".
"É claro, senhor", ele responde.
Trinta minutos depois Taylor deixa-me na GEH. Meu dia de merda é preenchido com um incidente estressante após o outro. Almoço no próprio escritório e depois sigo para uma tarde longa de reuniões. Assim que minha última reunião acabou, dirijo-me de volta ao Escala.
Tomo um banho longo e vou para a cozinha, como uma comida que a senhora Jones deixou no forno, pego uma taça de vinho e quando termino minha refeição vou para o escritório. Ligo para o segurança que deixei vigiando Anastácia, ele me diz que ocorreu tudo bem. Que ela passou o dia na praia com a amiga e agora está em casa com Kate. Desligo e suspiro de alívio, ao menos Anastácia está tendo um dia bom.
Fico horas no escritório e quando percebo já são onze horas da noite, caminho para meu quarto, jogo-me na cama e adormeço na mesma hora. Acordo com o barulho do meu Blackberry vibrando, solto uns palavrão ao ver que é uma hora da manhã, mas quando vejo que é o segurança responsável por Anastácia meu coração começa a bater com força, atendo imediatamente.
“Senhor Grey” Ele diz e vejo a urgência na sua voz.
“O que houve”
“A senhorita Steele foi ao bar com a sua amiga, tudo corria bem até ela começar a beber e subi na mesa com sua amiga e dançar escandalosamente”. Respira Grey... Tento contar mentalmente e continua ouvindo o que ele diz. “Ela passou dos limites e eu tive que carregá-la para fora do bar, ela ficou com raiva, mas eu continuei a segui lá, porém ela correu com a amiga e sumiu da minha vista, procurei por ela boa parte da noite e não encontrei”.
“Você é um incompetente, imbecil. Como foi passado para trás por duas garotas “ Gritei com a raiva me consumindo e pior de tudo é que ela está longe e eu não posso fazer nada, devia ter mandado Taylor, ele é o único em quem eu posso confiar.
– Senhor Grey... O cortei. Cale a boca e vá procurá-la, só me ligue quando encontrá-la. – Disse e desliguei o telefone. Passei á noite em claro, mandado mensagens e ligando para Anastácia. Sei que ela está fazendo isso para me provocar e me desafiar. Levanto-me e vou para a academia, preciso bater em algo, ou melhor, alguém. Seis horas da manhã vou para academia correr na esteira durante uma hora, fico correndo até Claude Bastille chegar. Depois do meu treino e ter colocando Claude para beijar a lona duas vezes volto para o escala. Tomo banho e quando estava-me vestido meu Blackberry vibra, dessa vez não sorrio ao ver que é uma mensagem de Anastácia, estou muito irritado com o que ela fez, essas são as desvantagens de se ter um relacionamento sem regras. Apenas leio. E vejo a foto dela, Kate e uma senhora de idade.
“Passei á noite na casa de uma amiga de que não via há muito tempo, você não pode controlar tudo, acostume-se”.
Anastácia.
Leio sua mensagem atrevida e não respondo, minha vontade é de por ela no meu joelho e foder lá até ela fica inconsciente. Ela tem sorte de está tão longe nesse momento, estou no limite. Tanta coisa aconteceu em um dia só eu nem consigo acreditar. Estou exausto. Depois do almoço, volto para o meu quarto e me arrumo e vou até o escritório, hoje tem somente uma reunião então vou chegar cedo. Chegamos a GEH e Taylor e eu seguimos para a minha sala, Andreia me acompanha e me passar todas as pendências de hoje. Depois de uma tarde de trabalho volto para o escala, quando entro sinto-me sozinho, como se não tivesse nada nem ninguém me esperando, sinto-me angustiado. Queria ligar para Anastácia, mas há essa hora ela deve está no avião, ainda bem que ela chega amanhã, pretendo ir buscá-la no aeroporto. Resolvo ir dormi, a única coisa que eu quero é acorda e ir buscar Anastácia. Amanhã é um dia que sempre me deixa de mau humor, pois é o dia em que Grace realiza o jantar beneficente... E a única coisa que eu quero é ter um dia bom com Anastácia.
Acordo pela manhã com meu Blackberry vibrando, acho que ele nunca tocou tanto nos últimos tempos, Ross me diz que tem uma emergência no escritório, levanto-me da cama e me arrumo rapidamente. Digo a Taylor para ir buscar Anastácia no aeroporto.
Assim que chego ao escritório vou para minha sala, Ros entra com sua mochila, e pelo tom da sua voz percebo a essência do nosso desastre de uma aquisição de uma empresa que estamos tentando liquidar agora.
"Custo, Ros, o que é a linha de fundo de custo?"
Ela muda em sua cadeira, desconfortável.
"Senhor número final é 67 milhões de dólares..." a voz dela é estável, mas baixo.
"Sessenta e sete porra milhão de dólares? Como é que estamos de volta em tal armadilha de merda? Eu quero todos os detalhes, até o último centavo, e finanças me enviar um relatório de análise extensa custo, imediatamente!" Eu digo.
"Sim Sr. Grey", diz ela sabendo o que ela tem que fazer e, rapidamente, faz o seu caminho para fora do meu escritório.
Ross é meu braço direito, confio plenamente nela. Ela é namorada de Andreia, Andreia é minha assistente, mas Ross me disse que Andreia não está se sentido bem hoje e por isso ela está aqui no lugar dela. Eu não gosto desse tipo de coisa, mas como é Ross eu permito. Só por hoje, claro.
Depois de resolver a emergência, arrumo minhas coisas para ir embora. Quando estava prestes a sair, Taylor apareceu com o rosto preocupado.
– O que houve Taylor – Pergunto. Ele hesita um pouco, mas diz em seguida.
– A senhorita Steele desembarcou com o senhor Eliot Grey, não tive como trazer lá. Dispenso Taylor na mesma hora, não preciso ter um ataque de fúria na frente dele, afinal a culpa não é dele. Agora a senhorita Steele está praticamente implorando para me perder a calma e por ela nos meus joelhos. Quando estava na recepção pronto para pegar o elevador e ir atrás de Anastácia, Ross me chama.
– Não vou fica aqui nem mais um segundo... Digo.
– Tem uma moça chamada Anastácia Steele, querendo falar com você. – Ela diz e vejo um vestígio de sorriso no seu rosto.
– Mande a subi, agora. – Digo e fico esperando por ela em frente ao elevador. Minha raiva passou ao ver que ela veio atrás de mim, à saudade deve ser tão grande quanto a minha. Quando a porta do elevador se abre, vejo a e ela está mais linda do que nunca. Sua pele está magnífica, bronzeada e o rosto está um pouco vermelho como se estivesse ruborizada.
– Não passe nenhuma ligação Ross – Disse enquanto levava Anastácia para minha sala. Assim que entramos lhe jogo na parede e lhe mostro o quanto sentir sua falta, já estou de pau duro só de vê lá. Preciso tanto dela que chega a doer. Agarro suas pernas e enrolo na minha cintura, sua saia que é extramente curta, sobe até sua cintura. Revelando sua calcinha. Coloco a sentada na escrivaninha e a beijo.
“Senti sua falta”, murmurou, me abraçando com os braços e as pernas. “Apesar de você ser bem irritante às vezes.”
“Você é a mulher mais enervante e provocadora que já conheci.” Digo ao me lembrar de o que ela aprontou em búzios, passou a noite fora para me deixar louco, e conseguiu.
“Bom, é que você me deixou muito brava, Não sou propriedade sua. Você não pode deixar segurança na minha cola...” Ela diz mais a interrompo, não quero brigar, quero só aproveitar com ela.
“Você é sim.” Digo e mordo a ponta da sua orelha, fazendo-a gritar. “E eu posso, sim.” Disse enquanto esfregava minha ereção na sua buceta e um gemido grave reverberou do meu peito. Meu pau está doendo de necessidade dela, lembro-me de como eu não queria ter saído daquele quarto de hotel, quando estava no Rio De Janeiro. Agora vou matar a minha vontade.
– Preciso de você, preciso sentir lá minha – Digo enquanto arranco sua calcinha. Quase tive uma ejaculação ao ver a marca deliciosa de biquini no seu corpo, essa marca ainda consegue ser melhor que as minhas. Quero lamber essa marca todinha, mas ao ver sua buceta brilhando de excitação e está tão molhada e desejosa, imagino que ela quer meu pau. Retiro minha roupa e penetro-a lentamente, sentido sua buceta se expandir e receber meu pau. Percebo a lagrima caindo dos seus olhos, penso em parar na mesma hora, será que eu a machuquei.
– Preciso de você Christian, ela sussurra com tanta emoção, que só quero lhe dar o que ela me pede, mas estou intrigado com sua reação, será que é uma despedida. Não pode ser, deixo esse pensamento de lado.
– Vai fica tudo bem. Olhe nos meus olhos. Olho nos olhos dela e volto a me movimentar, ouvido seus gemidos, sua voz me pedido para não parar e fica dentro dela para sempre.
– Minha nossa Ana – Gemo quando ela se esfrega no meu pau. Delicia. Mas algumas estocadas e Anastácia gozou gloriosamente no meu pau. Sentir sua buceta chupando meu pau, e aumentei o ritmo da estocas, metendo profundamente e forte até atinge o ápice...
Ficamos por um tempo abraçados, absorvendo o prazer. Sair lentamente de dentro dela e a limpei com um lenço. Depois que a deixei seca ela abaixou a saia e se sentou no sofá. Enquanto ela observava o meu escritório eu observei a sua face. E pensei que essa mulher não deixa de me surpreender. Nunca tinha feito nada parecido no meu escritório, outra primeira vez.
– Preciso conversar com você – sussurra e pelo tom da sua voz não deve ser coisa boa.
– Eu imagino sobre o que você quer conversar, eu já estou decidido Ana, quero conversar com Eliot sobre o que está acontecendo entre nós. – Ele diz. Digo e eu estou decidido, não pretendo adiar essa conversar nem um dia a mais.
– Christian o que exatamente você vai dizer a ele, que estava afim de uma submissa nova e por isso me perseguiu. – De novo essa estória de submissa, ela sabe que é mais que isso. Ela está querendo um motivo para não falar com Eliot, está fugindo.
– Eu te disse que você é mais que uma submissa, você sabe disso, faço coisas com você que jamais fiz com nenhuma outra. – Digo com uma súbita raiva.
– Você acha que vai valer a pena estragar a relação com seu irmão por minha causa, vai valer a pena? Isso está-me consumindo por dentro, não consigo parar de pensar que vou estragar a relação de vocês dois. Ela diz e percebo do que ela tem medo, tem medo de estragar a minha relação com Eliot, pelo amor de deus, ele já é um homem e vai ter que entender que a mulher que ele gosta, gosta de mim.
Você não vai estragar nada Ana, e se estragar eu não me importo, eu quero você, quero que todos saibam que você é minha. Digo e me aproximo, ela se levanta e se afasta. Droga ela está fugindo, quando penso que a gente vai se resolver e que vamos fica bem, alguma merda acontece para estragar.
– Não fuja Anastácia. Você está com medo? Digo e passo a mão no cabelo sem saber o que fazer – Do que exatamente você tem medo?
– De causar uma brigar entre você e seu irmão e ser apenas um passatempo na sua vida. E você esconde tantas coisas de mim, que isso nunca daria certo. Diz e se vira para ir embora, mas isso não vou permitir.
– Como é? – Disse e peguei o seu cotovelo. Ela vem aqui transar comigo e quer ir embora, se fosse outra pessoa eu ia achar legal uma foda casual, mas não Anastácia. Não com ela.
– Tira a mão de mim! – Dou alguns passos para trás e me afasto. “Que porra é essa?”
– Você está disposto a se abrir comigo, quem é Leila? E por que você voltou para Seattle por causar dela? É disso que eu estou falando Christian, os seus segredos estão-me matando. Não vou magoar seu irmão por um relacionamento que não vale a pena. – Ela enxugou as lágrimas que estavam no seu rosto. Queria passar a mão pelo seu rosto, mas ela não quer que eu a toque, pretendo respeitar isso.
– Não posso-te contar nada, Anastácia. – Digo, e não posso mesmo, como vou-lhe contar algo, se toda vez que as coisas ficam difíceis ela foge. Só vou-lhe contar algo sobre Leila quando ela confiar em mim.
– Então não há motivo para Eliot saber o que aconteceu entre nós dois, o que tivemos foi apenas sexo. Eu fui apenas sua submissa. Ela cospe exatamente essas palavras e me deixa na sala, sem conseguir dizer mais nada.
Sento-me na cadeira e respiro fundo varias vezes tentando aliviar a dor que se estalou no meu peito, depois de tudo o que tenho feito ela pensa que nossa relação não vale a pena. Claro Grey, você apenas disse que ela é mais que uma submissa, você tem que dizer o que sente. Diz meu subconsciente. Tenho que lhe dizer que nossa relação é o que tenho de mais precioso no momento e lhe mostrar até onde eu posso chegar por ela. Ligo para Taylor e mando-o seguir Anastácia e fica de olho nos seus movimentos. Não vou esconder o que aconteceu, vou conversar com Eliot, mesmo que depois Anastácia não queira fica comigo. Vou assumir as consequências dos meus atos, mas vou fazer de tudo para torná-la minha. Somente Minha.
Ela veio aqui com a intenção de se despedir e ter nossa última vez e percebi como ela sofreu ao fazer isso. Ela é um ser humano maravilhoso, abriu mão de tudo por causar de Eliot, esse pensamento fez meu peito doer. Ela pensou nele, mas não pensou em como eu iria-me machucar, ou ela achar que sua decisão não me machuca. Vou para o escala, t um banho e assim que chego na sala a Sra. Jones me oferece uma refeição, aceito. Não por querer comer, mas por hábito. Depois do jantar Taylor aparece e me diz que Eliot pegou Anastácia na casa dela e eles foram para a mansão dos Grey. Digo-lhe para preparar o carro que vamos sair, ele sai do escritório e nem preciso dizer aonde vamos ele já sabe. Vou até a minha suíte e troco de roupa, pois me lembro perfeitamente que hoje é o jantar beneficente.
Dentro do carro vejo que Taylor me dá olhadas furtivas pelo retrovisor, só Anastácia para me fazer ir até esse jantar. Eu daria minha vida para Anastácia sem pensar. Se ela precisa de meu coração, eu cortá-lo eu mesmo, sem pensar! Mas sabendo que ela está com alguém iria me destruir. Cada fibra de meu ser me diz que eu sou ruim para ela. Ela seria infeliz comigo. Mas, eu quero que ela... Volta. Ela é minha, e só minha! Sou um homem de merda egoísta. Eu vou fazer o que for preciso para levá-la de volta. Eu vou ser o que ela quer que eu seja.
Anastácia me ama. Ela própria me disse isso enquanto dormia. Quando ela disse isso fiquei tão assustado, mas no momento é o que eu mais preciso ouvir.
Quando chego ao jantar vejo vários homens em volta do palco, incluindo Eliot, passo meus olhos entre as mulheres que estão no palco, mas nenhuma se destaca como ela. Nenhuma. Fico sem palavras, tamanho é a sua beleza nesse vestido. Fico no fundo da multidão, observando a. vejo que vários homens observam a sua beleza e tenho vontade de arrastá-la como um homem das cavernas.
– Christian o que faz aqui – Pergunta Dr. Flynn. Que nem vi quando se aproximou. Eu não tiro os olhos de Anastácia, John ao perceber olha para onde estou olhando.
– A que está de vestido cinza é Anastácia. Ele diz e não é uma pergunta.
– Conheço esse olhar Christian, não faça uma besteira. – Ele diz suplicante.
– Se não quer que eu não faça nada, ganhe esse leilão. Ganhe por mim. Peço.
O MC chama o nome de Anastácia, John suspira e vai para perto do palco. Posso ver daqui o quanto ela está envergonhada por ser leiloada.
Eliot não deixa nem o MC terminar de falar e o interrompe.
Ele começa com dez mil dólares... Flynn, rebate a todos os seus lances mais quando Eliot diz cinquenta mil, Flynn desiste. Ele me olha e balança a cabeça, como se dissesse não faça nada.
— Cinquenta mil dólares para a linda Ana! Dou-lhe uma. . . Dou-lhe duas... — vejo Eliot sorrindo feito um bobo, não me contenho e solto.
– Cem mil dólares – Digo em alto e bom som, para que todos me escutem.
Vejo o sorriso de Eliot morrer na mesma hora, e vejo que ele entende claramente o que está acontecendo, ele sabe que isso não é uma implicância de irmãos. Ele sabe exatamente o que está acontecendo.
— Vendido! — Senhoras e Senhores esse foi o maior leilão que tivemos O MC grita triunfante. Eliot vai para fora da mansão e eu sigo atrás dele, vejo que meus pais me olham sem entender nada. Enquanto passo por Taylor lhe digo para manter Anastácia dentro da mansão. O vejo andando furioso para fora da mansão. Não quero que ele dirija nesse estado.
– Eliot – Chamo, ele para de andar imediatamente. Eu mantenho certa distância. Ele vira-se e me olhar.
– Há quanto tempo Christian? Ele pergunta.
– Eliot, vamos sair daqui... Peço.
– HÁ QUANTO TEMPO – Ele praticamente rosnou.
– Logo depois que vocês terminaram. – Murmuro.
– Ela terminou comigo por causar de você?
– Sim – Sussurrei.
Ele fechou os olhos...
– Cara você é meu irmão, — Murmurou e passou as mãos pelo meu cabelo.
– Eu tentei manter distância Eliot – Sussurrei.
– Você tentou não foder lá? Ela não é uma de suas putas. Você nunca teve um relacionamento, é um bastardo filho de uma puta. Ele gritou.
Ele me acertou em cheio agora, odeio quando falam que sou filho de uma puta. Por que por ironia do destino eu sou, filho de uma puta e ainda era uma viciada em drogas. Tento manter a calma, não quero quebrar a cara dele, o errado sou eu.
– Eu gosto dela, e vou lutar por ela – Digo para que ele saiba.
– Isso é uma piada, a consolei diversas vezes. A partir do momento em que ela te conheceu eu só a vejo triste, ou chorando. – Ele diz isso e rir. Eu tenho pena por ela, que não sabe no que está se metendo. Diz.
Ele realmente está-me deixando com raiva.
– Sabe de uma coisa Eliot, você vai ter que se acostumar que ela é minha, e outra, você jamais saberá como é ter ela nos meus braços, fazer amor com ela, eu posso ser isso tudo que você falou, mas é comigo que ela está. Digo e sorrio.
– Babaca desgraçado – Diz e avança sobre mim, ele acerta o meu rosto. Você fez aquilo com ela no Rio De Janeiro, ao lado do meu quarto. Desgraçaaaaaaaaaaaaaaaado, Filho de uma puta. Dessa vez ele acerta meu rosto com força e sinto gosto de sangue na minha boca. – Desculpe-me por te magoar, mas eu a amo. Digo e ele soca meu rosto novamente, mas antes que ele possa continuar Taylor o retira de cima de mim. E pelo canto do olho vejo Anastácia e Mia com os olhos arregalados. Cuspo no chão e sai sangue da minha boca. Olhoa para Anastácia e vejo que ela está pálida.
– Quando você ia dizer que estava fudendo com o meu irmão – Gritou, mas antes que Mia falasse algo, dei um belo soco no seu rosto.
– Não se refira a Anastácia dessa forma, sei que está com raiva, mas ainda não terminamos de conversar.
– Vai se fuder Christian – Eliot gritou
– Eliot me escuta, vamos conversar – Anastácia pediu.
– Acho que é um pouco tarde para isso. Você foi a maior decepção que eu já tive. Disse e andou em direção ao seu carro, ela foi atrás dele.
– Ana espera – Peguei sua mão, não quero que Eliot a machuque. Ela olhou para minha mão e me mandou soltar.
Vejo que Mia e Taylor se retiraram, eu sei que o momento não foi certo. Devia ter feito isso em outro momento, mas eu me sinto muito aliviado por ter acabado com esse segredo. Ouvi-la chorando e a abracei e lhe disse que ia fica tudo bem.
Por que Christian? Por que você fez isso? Perguntou com as lágrimas descendo pelo seu belo rosto.
– Você é o motivo Anastácia, sem você eu sou como uma noite sem lua, sem você eu sou a eterna escuridão. Você é minha Luz. Digo cheio de emoção e ela me abraça apertado.
– Minha doce Ana, falou tanto em não magoar Eliot, e eu Anastácia, você não pensou que me deixando e abrindo mão do que existe entre nós iria me mágoa. Sussurrei enquanto passava a mão pelo seu rosto.
Ela tentou falar algo mais eu a interrompo, não quero que ela fale coisas para me agradar por está se sentido culpada. Depois de um tempo caminhamos para o carro, Anastácia entra e eu mando Taylor fazer algumas coisas quando chega ao escala. Depois de instruir Taylor, entro no carro e o clima que se estala é tenso. Sento-me e fecho os olhos e me lembro das coisas que Eliot me disse. Mandei um segurança fica de olho nele, não quero que ele faça uma besteira.
Depois de tempo abro os olhos, surpreso ao ver que Anastácia sentou-se no meu colo. Consigo sentir daqui o tamanho da culpa que ela está sentido.
– Desculpe-me Christian, não devia ter fugido. Eu não pensei que iria mágoa você. Pensei que a única que ia sair magoada era eu e para mim isso bastava. Eu te... Eu a beijo antes que diga algo mais.
Chegamos ao escala, quando entramos no elevador a eletricidade de sempre estava presente. Olho pelo canto do olho e sei que ela sentiu o mesmo. Quando ela se senta no sofá lhe pergunto se ela quer vinho, ela aceita. Bebi um pouco e fiquei admirando sua beleza.
– Que foi? Pergunta curiosa.
– Só estou apreciando a vista. – Digo sorrindo.
– Christian você está machucado – Disse estendendo a mão, para tocar no meu rosto.
– Não é nada, estou bem – Murmurei e peguei sua mão e beijei. O pior de tudo é os machucados da alma, que não tem cura.
Ela me beijou e tentou aprofundar o beijo, mas a afastei ainda não é o momento. Sei que ela quer se sentir amada e esquecer esse dia, também é o que eu quero, mas temos que esclarecer algumas coisas.
– Você agora é minha namorada, mas quero saber se você quer uma relação baunilha regular, sem nenhuma foda depravada a final? Pergunto.
— Foda depravada? — Sussurra.
— Foda depravada. Repito.
—Eu gosto da sua foda depravada, — Ela diz. Eu já imaginava que ela gostava, mas quero deixar tudo limpo para na cometer erros dessa espécie.
— Foi isso o que pensei. Então do que você não gosta?
— Bem, você tem todos esses bastões e chicotes e outras coisas na sua sala de jogos, e eles me apavoram. Eu não quero que você use isso comigo.
— Ok, então nada de chicotes, ou bastões, ou cintos, por qualquer motivo, — Digo e percebo que ela ainda está preocupada com algo, eu só vou fazer lá minha quando ela estiver relaxada.
– Sei que você deve está preocupada com Eliot, mas ainda não terminei de conversar com ele, por que ele avançou em cima de mim. Eu não toquei nele, até o momento que ele te ofendeu e isso eu não posso permitir. Ele vai ter que aceitar que nós nos a... Quase cometi um deslize, tossi e continuei, ele vai ter que aceitar que nós nos gostamos, mas eu vou cuidar dele, enquanto a você eu estou pronto para um recomeço Anastácia. – Digo e me levanto. Todos os dias eu pretendo-lhe mostrar que nossa relação vale a pena, começando por hoje á noite.
Abro a porta do quarto para que ela pudesse entrar e vi a surpresa e emoção no seu rosto, de agora em diante se ela chorar vai ser de alegria, somente de alegria.
– Christian isso é lindo – Diz com os olhos cheios de lágrimas.
Fico atrás dela e passo as mãos pelos seus braços. – Estou aqui para satisfazer, satisfazer você – Digo no seu ouvido, beijo atrás da sua orelha e vejo como ela se arrepia.
– Você está deslumbrante com esse vestido, mas vai fica muito melhor sem ele – Murmurei enquanto abaixava seu vestido.
Quando a vejo de cinta liga, meu tesão triplica. Achei que ela não poderia fica mais sexy, me enganei. Admiro seu corpo, que é uma perfeição. Passei a mão pela sua calcinha, em seguida a rasguei deixando a em pedaços. Anastácia ficou apenas de meias, beijei entre suas pernas e experimentei o quão doce ela pode ser... Chupei seu mamilo, mordisquei enquanto sentia seu corpo vibrar de tesão. Explorei seu corpo, nós beijamos novamente, até que ela estava deitada na cama, enquanto retirava minha roupa. Ela estava deitada e aberta para mim, exatamente como eu gosto, fiquei entre suas pernas. Beijei seu pescoço, e fui deslizando para baixo, beijando e passando meu cabelo pelo seu corpo. Cheguei ao seu sexo, passei minha língua pela marca do biquíni, depois comecei com lambidas leves no seu clitóris, Anastácia suplicava. Provoquei a ainda mais, dando entradas furtivas na sua entrada. Continuei excitando-a, até ela atingir um profundo orgasmo. Bebi todo o seu néctar.
Vou fazer o que é preciso para te ter aqui comigo. Murmurei enquanto deitava sobre ela, – Para não te perder –.
– Nunca mais vou deixar você – Murmurou beijando-me.
Penetrei-a lentamente, sentido sua buceta se expandir com a entrada do meu pau, comecei com estocadas lentas e ritmadas. Anastácia fechou os olhos. Não a quero de olhos fechados, quero olhar nos olhos da minha NAMORADA enquanto faço AMOR com ela.
– Olhe para mim, Anastácia. – Minha voz saiu rouca tamanha é a minha emoção.
– Faça amor comigo – Digo olhando nos seus olhos.
– Sim, Christian – Ela diz e coloca as mãos nos meus ombros e percebo que ela toma cuidado para não tocar em nenhuma cicatriz.
Minhas estocadas aumentaram, ela é tão apertadinha e tão gulosa. Ela passa as pernas pelo meu quadril e continuo metendo olhando nos seus olhos. Amo quando estamos assim, olho no olho e eu dentro dela...
– Eu te amo, Christian – ela diz e as lagrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela disse o que eu mais queria ouvir essa noite. Fecho os olhos e espero que ela sinta o que eu não consigo dizer em palavras... Abro os olhos e continuo lhe olhando.
– Eu te amo – Diz novamente.
Continuei a amá-la com meu corpo, até que ela gozou violentamente. Seus gritos de prazer e o modo como sua buceta chupava o meu pau, foi a minha perdição. Eu gozei um jorro poderoso.
Deitamos com os corpos ainda estremecendo de prazer, eu a abracei e deitamos de conchinha. Obrigada por não ter desistido de nós Christian – ela murmurou fechando os olhos. Eu a apertei ainda mais sobre o meu peito. Eu sempre vou lutar por nós dois, você é o meu para sempre Anastácia. Eu te amo tanto, quando você se afasta leva um pedaço do meu coração, que eu achava que não tinha um. Disse, mas ela já estava adormecida.
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