50 Tons De Desavença
16 Pov. Christian Grey
Notas iniciais
Ariel Macedo muito obrigado pelas belas palavras. Também quero agradecer aos excelentes comentários, fico em êxtase com cada palavra de apoio. Espero que vocês gostem desse capítulo. O próximo capítulo vai ser postado antes da sexta-feira, para compensar vocês do meu atraso. Este capítulo era para ser postado na sexta, mas tive alguns problemas e não postei.
Música
http://www.youtube.com/watch?v=Q-N-nKbGfrA
Boa leitura ;)
Sinto uma enorme quantidade de paz que eu não sentia há muito tempo. Acordo sentido a mão suave e macia de Anastácia pelo meu rosto. Quando ela percebe que abri os olhos, retira imediatamente sua mão do meu rosto, mas o que ela não sabe é que pela primeira vez na minha vida, eu durmo um sono tranquilo, sem pesadelos, com prostitutas usando Crack, como minha mãe fazia. Também não sonho com seu cafetão.
Pego sua mão que estava no meu rosto, e a beijo.
– Bom dia, Anastácia – Digo.
– Bom dia Christian.
– Dormiu bem? Ela pergunta. Vejo a alegria estampada no seu belo rosto.
– Dormi muito bem. – Digo, e lembro-me do sono relaxante que eu tive.
– Está com muita fome? Ela pergunta enquanto me visto.
E esta simples pergunta, feita por esta menina linda que está quase nua e com os pés descalços, traz a tona emoções tão fortes que eu nem sabia que tinha. Eu não posso nomeá-las, elas são completamente novas para mim.
Tudo o que posso dizer é: — Muita. – Digo com um olhar intenso, embora a fome que eu tenho é para ela.
– Bacon, ovos e panquecas? – Ela pede timidamente.
– Soa muito bem. – Eu consigo dizer.
Quando estamos na cozinha, sento-me na cadeira próximo ao balcão. Fico observando Anastácia caminhar pela sua simples cozinha. Quando ela pega tudo o que precisa na geladeira, deixa tudo em cima do balcão e vai em direção à sala. O que será que ela vai fazer agora, ela sempre me surpreende, com suas atitudes e sua boca inteligentemente atrevida. Eu continuo a observá-la, como um falcão.
Não estava prestando atenção na letra da musica que começou a tocar, ate que Anastácia começou cantar.
“Quero beber os beijos da sua boca. Como se fossem gotas de orvalho”.
“E lá no ar desenhar seu nome Junto com o meu”.
Apoio meu rosto nas mãos, e fico olhando encantado. Eu quero sorrir como um garoto adolescente. Eu suspiro interiormente... A visão de Ana cantando despreocupada enquanto bate os ovos e cozinha o bacon, traz em mim um sentimento de domesticidade, e sinto uma estranha sensação de conforto com sua presença, com os pés descalços, com os cabelos fodido, e com sua energia juvenil.
Quando ela vira para mim, olha diretamente nos meus olhos, e continua cantando.
E num acorde doce da guitarra
Loucura em seus sentimentos
E o abraço sutil de uma noite
Sei o que sinto.
Estou apaixonado.
E esse amor é tão grande
Estou apaixonado
E como bem,
E o que me faz amá-lo!
Dentro de você permanecer em cativeiro
Para aderir ao ar que você respira
E em cada área para se juntar minhas ilusões
Juntamente com a sua vida.
Meu coração quase para de bater, quando ela cantar essa música com uma sinceridade que me assustar. Eu estou chocado, ninguém nunca se atreveu a me dizer essas palavras antes. Mas se bem que ela não disse, apenas cantou.
— Foi só uma música Christian– Ela diz. Eu ouço um suspiro enquanto ela se vira para continua a bater os ovos, com mais força que o necessário, penso.
— Como quer os seus ovos? – Ela pergunta para aliviar a tensão do momento, e consegue. Eu sorrio.
— Completamente batidos e espancados. – Eu digo, provocando-a com um sorriso. Ela tenta esconder o riso.
Deus! Por que é tão quente? Minha mulher na cozinha!
Enquanto tomamos café da manhã eu lhe digo que está tudo delicioso. Eu termino a minha comida antes dela, e a observo comer. Quando ela finalmente come o suficiente, eu pego seu prato e o limpo. Digo-lhe que como ela cozinhou, eu limparia, mesmo que não seja o meu estilo fazer isso. Eu me vejo fazendo coisas quando estou com ela que eu normalmente não faço. — Assim que acabar, vou tomar banho. – Ela responde um – Oh. Ok. –
Quando seu celular toca ela atende a chamada. – Alô. – Ela responde timidamente, e caminha para a varanda para alguma privacidade. Meus olhos a seguem como um falcão, um ciúme cresce em mim. É o seu amigo fotógrafo? OuEliot. Quando caminhei na sua direção ouvi um nome.Jose.
– O que ele queria? Pergunto irritado.
– Só saber se eu cheguei bem em casa, e não fui levada pelo Senhor Dono do Controle. – Diz brincado, mas não achei a menor graça. Ela leva na brincadeira o meu modo de ser, mas para mim, manter o controle de tudo é muito importante. Se eu não tivesse mantido o controle da minha vida eu não seria quem eu sou hoje.
– Não achei graça, senhorita AnastáciaStelle.
– Venha, vamos tomar banho.– Eu digo inclinando-me e beijando-a. Eu posso sentir o desejo dentro dela. Apesar da minha vontade enorme de tomar banho com ela, eu não posso. Não posso correr o risco que ela me toque. Ela é muito impulsiva e não sabe se controlar quando quer algo. Então é melhor ela ir tomar banho só.
– Pode ir tomar banho, quando você terminar eu entro em seguida. Digo.
Ela entra no banheiro, desapontada, com certeza esperava que eu fosse tomar banho com ela. Fico andando de um lado pro outro, louco para invadir o banheiro e tomá-la em meus braços. Não aguento fica aqui tão próximo dela e não fazer nada. Entro no banheiro pensando em satisfazer minha vontade.
– Prometa que não vai me tocar. – Digo.
– Prometo. – Diz entusiasmada.
Quero deixá-la excitada, vê lá se tocando e ver a forma que o seu corpo reage ao meu. Digo para fazer os mesmos movimentos que eu fizer. Passo sabão pelo meu tórax, enquanto Anastácia acaricia seus seios, e mamilos que endurecem com o contato. A visão dela se tocando deixa-me louco, meu pau já está pulsando de tesão.
Deslizo minha mão até chegar ao meu pênis, que está furiosamente duro ao ver que Anastácia faz o mesmo. Minha respiração se acelera e faço movimentos de vai e vem, enquanto Anastácia massageia seu clitóris. Esse momento está sendo tão intimo.
– Christian, por favor. Preciso fazer amor com você agora. – Diz ofegante.
– Eu não faço amor Anastácia... – Eu já disse isso a ela muitas vezes, só falta ela compreender.
Eu estou tão excitando quanto ela, mas ela como minha submissa tem que apreender a manter o controle de si mesma.
Ela anda perigosamente na minha direção, tentar tocar no meu peitoral. Ela consegue-me chocar duas vezes em um único dia.
Seguro sua mão antes que ela consiga-me tocar, ela puxa a mão bruscamente e sai do banheiro.
Não devia ter cedido, devia ter-me mantido firme. Mas fui fraco diante do desejo que tenho por ela.
Estúpido!
Quando me acalmo e respiro fundo, varias vezes, resolvo sair do banheiro. Encontro Anastácia no quarto com os olhos cheios de lagrimas. Fico olhando há um tempo e digo.
– Ana, o toque é um limite rígido para mim, eu espero que você respeite. Dito isso, vejo a dor nos seus olhos.
– Desculpe-me, prometo não lhe tocar nunca mais. Diz com algumas lagrimas caindo do seu rosto. Isso me mata por dentro.
– Ana não chore, não é para tanto.
– Você tem um coração de gelo, ela diz rispidamente.
– Engano seu Anastácia, Eu não tenho coração. – Meu coração foi coberto pela escuridão.
De repente vejo seus olhos brilharem com determinação e alguma ideia lhe vem á cabeça.
– Quero-lhe fazer um pedido, posso? Peço cautelosamente.
– Claro me fale.
Ela fica pensativa...
– O que foi Ana? Pergunto. O que será que ela pensando.
– Quero ir o parque, Arboretum, fazer um piquenique e ver o por do sol com você. Não pude deixar de sorrir com o seu pedido. Não a duvidas que ela seja de corações e flores... Toda romântica.
– Você que um programa romântico?
– Só quero fazer algo diferente com você, antes de ir ao quarto vermelho da dor.
Isso me surpreende. Eu nunca pensei em meu quarto de jogos como um lugar para a dor.
– Quarto Vermelho da Dor? É isso que você acha que é? Trata-se, sobretudo, de prazer, Ana. Acredite em mim. – Eu me encontro dizendo. Ela está equivocada. Vou levá-la ao meu quarto e mostrar que tudo se trata de prazer
– Com uma condição. – Digo sorrindo
– Qual? Pede.
– Quero que durma no meu apartamento, jogue comigo no meu quarto de jogos. Quando estiver comigo seja minha submissa sem contestar em nada.
– Acredito que seja impossível eu deixar de contestar. – Ela diz. Sei que é teimosa, mas vou por ela no meu joelho e lhe da uma lição se não me obedecer.
– Não para mim. A minha mão está sempre coçando quando estou como você. Digo.
– Aceito. Diz cheia de coragem, sua vontade e entregar deixa-me louco.
– Arrume suas coisas e vamos almoçar no meu apartamento. De lá nos vamos ao parque. Estou lá em baixo te esperando. Digo pegando minhas roupas e saindo do quarto.
Quando terminei de me vestir, percebi que meu celular vibrando, Elena. Grrrrr
– O que você quer Elena. Pergunto rispidamente.
– Bom dia, para você também Christian. Estou-te ligando para saber se quer sair comigo hoje á noite.
– Não posso, estou com Anastácia. Digo.
– Não acredito que ainda está saindo com ela, acho que ela é insuficiente para você.
– Pare com essas besteiras Elena, você não a conhece como eu conheço.
– Mas, Christian... Eu a corto
– Pare de se meter na minha vida Elena – Digo irritado, e desligo o telefone.
Quando Anastácia está pronta, saímos para o meu apartamento. Vamos ao meu carro, um Audi R8 Spyder, que Anastácia fica encantada. Abaixo a capota, e coloco um boné e óculos. Dou partida ao som de Bruno Mars.
No caminho percebo que Anastácia está pensativa. Ela está mastigando alguma coisa em sua mente. Eu conheci esse seu lado muito bem nos últimos dias. Ela pensa de mais. Mas eu não posso deixá-la pensando em algo para então resolver-me deixar, sem eu ter dado minha opinião. Precisamos nos comunicar. Eu quero que isso funcione. Eu preciso disso... Na verdade, eu nunca quis, ou precisei de alguma coisa mais do que isso! Existem essas emoções estrangeiras percorrendo meu corpo e minha mente. O que eu sei é que eu a quero desesperadamente. Coloco minha mão no seu joelho, para tentar afastar qualquer preocupação da sua mente.
Quando chego ao escala recebo uma mensagem de Taylor, lhe respondo e seguimos para o elevador. Entramos no elevador, e já sinto aquela eletricidade que sinto quando estamos sozinhos em tão pouco espaço. Olho para Anastácia e vejo que ela já tem o lábio no cativeiro dos seus dentes.
– Pare de morder o lábio, Anastácia. Digo, libertando o lábio dos seus dentes.
– Quero foder com você agora mesmo. Digo com o pênis tão duro que chegar a doer
– Está lendo mente, Senhor Grey. Ela diz-me desafiando, senhorita stelle não perde por esperar. Estou chocado com a sua audácia.
Coloco a chave no elevador, para que ele pare de subir.
– A senhorita gosta de provocar... Digo abrindo os botões da sua saia, que cai aos seus pés.
– Vire-se e coloque as mãos na parede. Quero que fique olhando para o espelho. Digo, quero foder lá, olhando a nos olhos pelo espelho.
Ela vira se imediatamente. Ela abre as pernas, ela obedece novamente. Estou em êxtase.
Rasgo sua calcinha fio dental, ela revira os olhos. Dou um tapa na sua bunda perfeita. Ela grita surpresa.
– Nunca mais revire os olhos para mim. Entendido?
Ela encara-me pelo espelho, ela fica muito sexy quando está brava. Vê lá me provocando, me irrita e me excita ao mesmo tempo.
Dou outra tapa mais forte, para que me responda.
– Entendido? Pergunto novamente.
– Sim.
– Sim, o que? Mais dois tapas...
– Sim, senhoooooooooor. Grita.
Acho que ela está gostando das tapas, enfrenta-me cada vez mais.
– Não prolongue Anastácia. Mais quatro tapas...
Minha mão está formigando pela força e quantidade de tapas em seu traseiro, seu traseiro está rosadinho do jeito que eu gosto.
– Sim, Senhor
– Boa garota. Sorri
Afasto-me e retiro minha calça e cueca, juntas. Estou além de excitado, com a sua visão. Posiciono-me atrás dela, coloco minha ereção entre suas pernas. Faço movimentos de vai e vem nos seus lábios vaginais, sua buceta deixar meu pau todo melado. Massageio seus seios e aperto seus mamilos, ela geme...
Nossos olhos ficam travados um no outro, desço minha mão ate seu clitóris, massageio os, o tempo todo observando sua reação. Ela choraminga.
– Ah... Ana adoro que sua buceta esteja tão molhada. Sussurro no seu ouvido
Ela empina seu traseiro, para receber minha ereção. Olho diretamente nos seus olhos e sorriu. Introduzo meu pau de uma só vez, fazendo Anastácia fecha os olhos e perder o equilíbrio. Sua buceta tão receptiva, apertada e molhadinha.
– Ah... Christian. Geme...
– Abra os olhos. Ordeno.
Faço movimentos de vai e vem, olhando a nos olhos. A intensidade do seu olhar excita-me ao extremo. Quando estamos fazendo a... Transando, não se confunda Christian. Esqueço-me de todo o meu passado de tudo de ruim que já passei, ela encontrou minha alma, que estava perdida.
Uma... Duas... Três... Quatro... Cinco... Seis... Sete...
– Mais forte... Christian
Meto freneticamente, sentido sua buceta chupar meu pau.
Anastácia começa a rebolar no meu pau, gemo. Ela continua a me surpreender cada vez mais.
– Ana deixa-me louco com sua xoxota apertadinha... Tão gostosa. O desejo cresce em meu olhar.
Meu pau está pulsando, estou perto...
– Vamos baby goze comigo, e ambos explodimos em um intenso orgasmo de tremer o corpo.
Quando estamos nos arrumando, Anastácia começa a rir. Confuso, lhe pergunto o motivo da graça. Ela diz que não acredita na loucura que fez. Fico muito feliz em fazer essas loucuras com ela, ainda mais que sou seu primeiro em praticamente tudo.
– Você está transformando-me em uma maníaca por sexo. – Diz brincando.
– Eu gosto que seja maníaca por sexo somente comigo, senhorita Steele.
– Claro Senhor Grey.
Quando estamos recompostos, retiro a chave do elevador, que segue seu percurso.
Quando saímos do elevador, Taylor está na entrada. Ele nos olha confuso. Ana ruboriza.
– Problemas com o elevador. Digo sorrindo como um adolescente.
– Sr. Grey, Srta. Steele. Diz Taylor com o rosto impassível.
Anastácia entra correndo, imagino que está com vergonha de Taylor.
Minha linda e doce menina está ficando insaciável.
Vou para o meu escritório com Taylor, deixo Anastácia na sala, cuidando do nosso almoço.
Depois de ter resolvido alguns assuntos com Taylor, vou encontrar Anastácia.
– Estou faminto, Digo cheio de segundas intenções.
– Mas você comeu nesse instante. Diz
– Estou falando de comida. – Por enquanto.
– Ah... Bom.
Depois do maravilho almoço no tapete, Anastácia foi descansar. Fiquei trabalhando no meu escritório. O tempo passou voando, quando percebi era três horas.
As quatro em ponto saímos de casa. No caminho pude perceber a alegria de Anastácia por ter conseguido o que queria. Eu nem acredito que, em um sábado á tarde, estou indo ao parque, e para fazer um piquenique. Mas por outro lado vai valer muito a pena, vou conseguir tirar a visão que ela tem sobre o quarto de jogos. Vou-lhe mostrar que não se tratar de dor, e sim de prazer. Muito prazer.
Caminhamos pelo parque durante um tempo, nesse período de tempo não peguei na mão de Anastácia. (mesmo sentido vontade). Não posso-lhe dar mais ilusões. Eu sou cinquenta tons fodido e ela tem que me aceita como eu sou. Colocamos a toalha perto do lago, sentamos um de frente para o outro. O lugar é realmente muito bonito, um lugar perfeito para casais. Sinto emoções desconhecidas, vontade de abraçá-la, beijá-la e aconchegar ela nos meus braços. Esqueço-me dessas sensações estranhas, e foco no que eu realmente conheço.
– Ana, eu estou ansioso para leva lá ao meu quarto de jogos. – Digo e vejo que seus olhos ficam tristes.
– O que foi Ana? Pergunto preocupado.
– Eu... Quando ela ia dizer algo, meu celular vibrou. Atendo sem ver quem liga.
– Mano, onde está você? Fui à sua casa Taylor me disse que você saiu.
Olho nervoso para Anastácia e levanto-me e me afasto. Não quero que ela saiba que ele ligou, tenho um ciúme doido dele.
– O que você quer Eliot? Pergunto no meu tom de sempre.
– Cheguei ontem de viajem e é assim que você me trata, deve estar muito ocupado. Ele diz com segundas intenções.
– Realmente estou muito ocupado, depois te ligo. Sinto uma enorme vontade de ter Anastácia nos meus braços, imediatamente.
Quando vou atrás de Anastácia, ela já não está por perto. Olho para todos os lados tentando encontrá-la, mas não encontro. Tentar detê-la é como tentar conter o vento, ou segurar algo com as mãos untadas. Isto me dá medo, porque ela pode deslizar pelos meus dedos. Eu morreria se eu a perdesse, se eu não a tiver completamente ou se alguém colocar uma mão sobre ela! Eu posso-me sentir proprietário dela, mas isso não é a respeito de possuir ela. Está além de qualquer tipo de propriedade. É fundir nossas almas, sendo uma entidade nunca se separando novamente. Quando eu a vejo, eu vejo além do seu rosto. Eu vejo as profundezas de sua alma. Eu não tenho ninguém para comparar a ela, ou o que eu sinto por ela, como fervoroso é meu desejo por ela. Infelizmente Anastácia se foi junto com o sol.
Fui para o carro, e recebi uma mensagem de Anastácia, me dizendo que não estava se sentido bem e que mais tarde apareceria no meu apartamento, não sei por que, mas não acredito nela. Acredito que esteja fugindo de mim. Claro que não vou permitir isso.
Dirijo feito um louco para a casa dela, quando estaciono próximo a sua casa, vejo Eliot na porta da sua casa. Parece que ele está procurando por ela. Então ela não veio para casa. Penso que ela pode ter ido para o meu apartamento. Saio da sua rua antes que Eliot veja o meu carro. Sigo direto para o meu apartamento. Ela não sai dos meus pensamentos, ela parecia uma brisa de primavera, mas caramba! Ela é um furacão na minha vida causando estragos na minha alma já atormentada!
Chego ao meu apartamento feito um louco, encontro Taylor no hall de entrada e lhe pergunto se Anastácia apareceu. Ele diz que não.
– Posso fazer algo por você, senhor? Taylor pergunta.
– Rastreie o celular de Anastácia, quero que descubra onde ela está. Agora.
Taylor sai imediatamente.
Passo as mãos pelo cabelo exasperado. Começo a ligar para o seu celular, mas só cai na caixa. Não quero nem pensar que ela se encontrou com Eliot, que eles estão juntos, ou que ele está tocando nela. Na verdade, eu nem mesmo quero uma mosca macho olhando-a, muito menos um ser humano do sexo masculino! Sinto-me incrivelmente possessivo em sua direção. Eu quero que ela seja apenas minha. Apenas minhas mãos, meus lábios, minha masculinidade sobre ela. Ninguém mais! Inferno... Por que ela não atende. Irritado começo a andar de um lado para o outro. Taylor aparece e diz que rastreou o celular de Anastácia e que ela está em casa. Quando vou pegar as chaves do carro para sair, Taylor diz.
– Não sei o que aconteceu com vocês, mas deixe-a ter o tempo dela. – Ele me diz, sinto sinceridade no tom da sua voz. Até Taylor Anastácia cativou, todos gostam dela, sem nem mesmo a conhecer direito. Se fosse qualquer outra pessoa eu demitiria, mas não Taylor.
– Eu vou até a casa dela e vigiar ela de perto, se acontecer algo estranho, eu lhe informo imediatamente.
Taylor tem razão, afinal ela me disse que viria, vou dar o tempo que ela precisa.
– Tudo bem, Taylor – Digo.
Vou tomar um banho, resolvo fica sem camisa e coloco somente uma flanela cinza.
Vou para o piano, tentar tocar algo e me livrar dessa raiva, tristeza e medo que sinto. Toco durante um bom tempo.
“Você sabe... O que é se sentir quebrado e usado? Assustado e confuso... O que é se sentir ser quebrado e usado. Assustado e confuso. Sim eu sei.” Sento-me na poltrona, cansado fecho os olhos com o pensamento em Anastácia. Como ela transformou a minha vida, não consigo parar de pensar nela.
Antes mesmo de ela entrar pela sala sente sua presença. Imediatamente a raiva e obsessão tomam conta de mim. Meus olhos olham como um leão espreitando sua caça. Ao mesmo tempo em que sinto alivio por vê lá, sinto raiva por ela ter fugido de mim. Ela não me olha por muito tempo, abaixa a cabeça.
– Olhe para mim, e venha aqui – Ordeno. Ela anda lentamente na minha direção, vejo que está tremendo. Não quero assustá-la, mas é mais forte que eu. Estou com raiva e aliviado. Olho nos seus olhos sinto algumas emoções desconhecidas, ela abaixa a cabeça novamente.
– Levante. A. Cabeça. – Digo pausadamente. Ela me encara.
– Por que você foi embora? Pergunto.
– Não estava-me sentido bem, senhor.
– E está se sentido melhor?
– Sim, Senhooooor...
Ela está-me provocando, não teste minha paciência, senhorita stelle.
– Você gosta de me provocar, senhorita stelle. – Pergunto com toda a frieza que consigo. Ela está-me testando e não gosto nem um pouco disso.
– Não, senhor. Digo como uma submissa.
– Anastácia pare de brincar comigo. – Passo a mão pelo cabelo irritado, ela quer brincar de ser minha submissa agora que estou tentando conversar.
– Não gosta que eu seja sua submissa? Senhor
Parabéns senhorita irritante, vou lhe mostrar como é que se joga.
– Já que você quer jogar, e está tão boa como submissa vamos para o meu quarto de jogos. – Digo pegando-a pelo braço, e nos dirigimos no andar de cima.
Eu quero foder essa mulher tão forte, que me dói no interior. Eu abro a porta do meu quarto de jogos, estando de volta para ela em pé, e mais uma vez ela está na minha sala vermelha. Ela inala o cheiro de couro, frutas cítricas, madeira polonesa escura.
Minha postura muda automaticamente quando eu estou no meu quarto de jogos. É a postura de um dominante: é mais duro e forte. Eu olho para ela e meus olhos estão aquecidos, lascivos... Hipnóticos.
– Quando você está aqui, você é completamente minha. — Eu respiro cada palavra lenta e medida. Eu quero que ela entenda que eu tenho total controle neste quarto mais do que qualquer outro lugar. É o lugar que eu exerço o meu domínio. Eu quero que ela entenda isso muito bem. Não há espaço para sua boca inteligente aqui. Tem que ser eu, que está dominando neste lugar particular. Eu sozinho. Eu olho para ela disposta a entender a minha condição. — Para fazer o que eu achar melhor. Você entendeu? – O meu olhar é tão intenso. Ela acena com a cabeça.
– Tire os sapatos. — Eu ordeno suavemente. Ela engole, e desajeitadamente, quase tropeçando em seus próprios sapatos, ela leva-os tira. Eu me curvo pego e coloco ao lado da porta. — Ótimo. Não hesite quando eu lhe pedir para fazer alguma coisa. Agora eu vou tirar esse macacão de você. Algo que eu queria fazer a algumas horas, se bem me lembra. Mas você fugiu. você tem um corpo bonito, e eu gosto de olhar para ele.
Olhando nos seus olhos, pego as alças do macacão e vou descendo pelos ombros, braços, seios, barriga, quadris e suas coxas. Quando o macacão está no chão ela retira os pés.
Eu estou de volta para examinar sua beleza e distraidamente dobrar seu macacão, não tirando os meus olhos dela, como um falcão observando sua presa. Eu coloco o macacão agora dobrado sobre uma caixa grande ao lado da porta. Quando ela está animada, seu lábio vai deliciosamente para o cativeiro de seus dentes. Eu puxo o queixo lembrando ela.
– Você está mordendo o lábio. — Eu respiro. — Você sabe o que isso faz para mim. – Acrescento sombriamente. — Vire-se. — Ela obedece imediatamente, sem hesitação. Eu desabotoei seu sutiã. Eu estou atrás dela, tão perto que podemos sentir o calor irradiando um do outro, eu estou-me aquecendo, e ela está aquecendo a mim, aquecendo-me todo.
Eu estou cheio de desejo carnal por ela, mas é, além disso. Há uma parte de mim que quer consumi-la, devorá-la, amá-la de uma maneira que ninguém fez, nem nunca fará. Uma parte no fundo escuro de mim quer fazer as coisas que a marcarão como minha, e deixar uma marca nela. Isso é o quanto eu quero e desejo ela.
– Você cheira tão divino como sempre, Anastácia. — Eu sussurro quando eu coloco um beijo suave sob seu ouvido. Ela geme.
– Quieta — Eu respiro. Eu quero que ela fique em silêncio aqui, completamente à minha chamada acenando. Completamente obediente. — Não faça nenhum som. – Eu sussurro. Eu puxo seu cabelo atrás da cabeça e começo a trança-lo em uma trança grande, noto surpresa nela. Eu amarro o final com um empate de cabelo, e dou-lhe um puxão de modo que ela é forçada de volta contra mim.
– Eu gosto do seu cabelo trançado assim. — Eu sussurro. É mais fácil de gerir, porque não prende em brinquedos que eu tenho nesta sala, e é claro que me dá um ponto de técnica de que eu gosto.
– Quando eu disser para você vir aqui, é assim que você vai se vestir. Apenas com sua calcinha. Você entendeu? — Peço firmemente.
– Sim. — Ela responde. Já esquecendo quem é o chefe?
– Sim, o quê? — Eu olho ameaçador para ela.
– Sim, senhor. — Ela responde. Sempre uma rápida aprendiz fazendo-me reprimir um sorriso.
– Boa menina. — Eu digo com paixão aquecida. — Quando eu disser para você vir aqui, eu espero que você fique na posição de submissa ali. — Eu aponto para um local ao lado da porta. Eu quero que ela comece a praticar. — Faça-o agora. — Eu ordeno. Ela pisca por um minuto tentando processar o que eu lhe disse, então se vira, e fica na posição como ela foi ordenada. Bom. Agora, separe os joelhos. Alargada. Perfeito. Olhe para o chão. – Eu quero que ela assuma a posição de submissa.
Eu ando até ela, mas sua cabeça está abaixada. Bom. Satisfeito com a instrução, eu digo.
– Ótimo. Fique aqui, não se mova. — Eu saio da sala enquanto Anastácia está esperando em seus joelhos.
O pensamento que me deixa excitado. Eu vou para o meu quarto, e abro um dos armários. Eu tiro minha roupa, e coloco o meu jeans excessivamente lavado, suave, mais velho e rasgado deixando o botão de cima aberto. Eu caminho de volta para meu quarto de brinquedos sabendo que ela está lá na porta, de joelhos, e esperando por mim. Minha excitação se torna maior. Eu respiro fundo e caminho de volta para o quarto. Eu fecho a porta. Anastácia encontra-se na posição que eu deixei ela deixa-me muito alegre.
– Boa menina, Anastácia. Você está linda assim. Levante-se. — Eu digo. Ela se levanta, enquanto mantém o rosto para baixo como ela foi instruída. — Você pode olhar para mim. — Eu digo baixinho. Ela espreita para mim como eu olho para ela atentamente, avaliando, mas meus olhos suavizam pela expressão em seu rosto, que é de temor e desejo. Ela percebe que eu não tenho minha camisa. Eu posso ver o desejo que ela tem de me tocar. Seus olhos deslizam para baixo no meu tronco lentamente percebendo o botão superior aberto do meu jeans. Ela leva em uma fraca respiração aumentando meu desejo por ela.
– Eu vou acorrentar você agora, Anastácia. Digo e levo-a próximo ao X. Coloque suas mãos acima da cabeça. Percebo uma bela pulseira que não tinha notado antes – Eu comando e ela obedece imediatamente e automaticamente. Ela esta fascinada. Ela olha para mim com admiração, emoção, entusiasmo e, confiança. Eu não vou deixá-la mal. Eu estou muito perto de seu corpo quando eu aperto as algemas. Seu olhar esta no nível do meu peito me observando. Ouço-a inalar o meu cheiro. Eu passo para trás e olho para ela. Desde que eu a conheci, eu a queria aqui, nesta posição. Agora ela está tão gostosa, eu mal posso manter minha expressão, devasso, carnal, olhar impotente... Toda à minha mercê. Mas não é apenas sobre o desejo de tê-la ao meu toque, ou só para transar com ela, embora Deus saiba que o desejo é sempre presente. Mas eu espero por ela como se nada do que fazemos é suficiente para preencher meu desejo por ela! Meu olhar reflete saudade quando eu olho para seu belo rosto. Eu ando lentamente em volta dela, admirando-a.
– Você parece poderosa mesmo amarrada Srta. Steele. E sua boca inteligente, esta tranquila por enquanto. Eu gosto assim. — Em pé na frente dela de novo, eu ligo meus dedos em sua calcinha, e com um doloroso ritmo lento, mas sensual, eu as tiro por suas pernas, a dispo lentamente, dolorosamente, mas o fim do jogo é que eu acabo ajoelhando em frente a ela. Sem tirar meu olhar dela, eu amasso a calcinha dela na minha mão, levando até o meu nariz, e inspiro profundamente. Seus olhos em admiração. Eu sorrio com a reação dela e dobro a calcinha no bolso de minha calça jeans. Coloco minha cabeça entre suas pernas, lambo e mordo os lábios da sua vagina. Ela geme...
– Eu adoro morder sua buceta – Digo levantando do chão preguiçosamente, como um gato selvagem.
– Isto não vai doer. Você entendeu? — Digo.
– Sim. — Ela responde em um tom incerto, questionando.
– Eu falo sério. — Eu digo tentando convencê-la. Sua respiração superficial cresce em emoção e antecipação. Eu mostro-lhe o chicote. É de couro marrom. Aponto o fim do chicote em seu umbigo, lentamente circulando, prazerosamente atormentando-a. Assim que o couro do chicote a toca, ela treme e suspira. Eu ando ao redor dela novamente com a safra de fuga em torno do meio do seu corpo. Depois de fazer um segundo turno em torno de seu corpo delicioso, eu bato com o chicote em seu traseiro... Contra seu sexo. Este ataque surpresa a faz gritar como todos os seus nervos estão à atenção. Ela puxa contra as restrições. É uma doce dor, estranho prazer, uma sensação indescritível que é a primeira experiência para ela.
– Quieta. — Eu sussurro no seu ouvido a esfrego meu nariz, enquanto eu ando em torno de seu corpo novamente, arrastando o chicote um pouco mais em torno do meio de seu corpo.
Desta vez, quando eu bato contra ela no mesmo lugar, ela está pronta e, antecipando o sentimento dele. Seu corpo convulsiona com as doces mordidas, picadas, ela rola a cabeça para trás, e sua boca torna uma forma de O como se ela momentaneamente deixasse o seu corpo. Eu faço o meu caminho em torno de seu corpo novamente, mas desta vez eu acerto o chicote em seu mamilo fazendo-a jogar a cabeça para trás enquanto suas terminações nervosas cantam. Eu bato no outro e ambos os mamilos endurecem e alongam, e ela geme alto, puxando seus punhos de couro.
– Será que é bom? — Eu respiro.
– Sim. — Ela responde-me despertando. Eu atinjo-a através das nádegas desta vez como castigo.
– Sim, o que? — Peço firmemente.
– Sim, senhor. — Ela choraminga. Eu paro desta vez, e ela tem os olhos fechados enquanto ela está tentando absorver a miríade de sensações que seu corpo está experimentando.
Muito lentamente, eu dou pequenas lambidas cortantes do chicote para baixo da sua barriga, em direção ao sul, finalmente chego ao clitóris onde o ataque torna a fazê-la gritar em voz alta.
– Ah... Por favor! — Ela geme.
– Quieta. — Ordeno-a, e bato para trás novamente como castigo. E, de repente, coloco dois dedos na sua vagina, ela está encharcada.
– Anastácia, você está toda molhadinha. Está gostando baby... Digo. Meus olhos estão brilhando por esta mulher incrível.
– Levante suas pernas, baby, enrole-as em volta de mim. — Eu ordeno. Ela obedece envolvendo suas pernas em volta dos meus quadris, eu me posiciono debaixo dela, entro nela com um impulso, e eu estou dentro dela, o meu lugar favorito em todo o universo.
Ela grita, gemendo. Meus gemidos são subjugados por sua orelha. Seus braços estão descansando em meus ombros e eu confio nela repetidamente, profundamente. De novo e de novo, finalmente minha respiração fica mais dura quando minha cabeça se inclina em sua garganta. Eu não aguento mais o acúmulo, enquanto eu assisto o seu orgasmo se aproximando e, inevitavelmente, ela goza em voz alta.
Ainda não tive o suficiente dela, solto seus pulsos. Eu quero mais, muito, muito mais.
Segure-se na coluna. — Eu digo. Ela separa suas mãos e como ela agarra a coluna de madeira esculpida.
– Não goze Anastácia — Eu ordeno. Eu vou foder voce duro. Por detrás. Segure o poste para sustentar seu peso. Entendeu?
– Sim. — Ela diz, e eu bato em toda a sua bunda com minha mão. — Ai... — Diz ela, em seguida, altera rapidamente a sua afirmação. — Sim, Senhor.
– Separe as pernas. – Alem de abrir as pernas, ainda empina sua bundinha para me receber por detrás. È receptiva minha doce Anastácia.
– Você tem a pele tão bonita, Anastácia. — Eu sussurro e me abaixo para beijá-la, juntamente sua coluna, suaves beijos.
– Christian, por favor. Quero ser preenchida. Quero... Antes que ela termine lhe dou o que me implora. Enfio bem fundo na sua bucetinha gulosa.
Aproximo-me dela e pego sua trança perto do fim e enrole-o em volta do meu pulso até sua nuca segurando a cabeça no lugar. Muito lentamente e facilmente, puxando seu cabelo ao mesmo tempo... Eu encho-a até a borda. E minha outra mão agarra sua cintura, segurando firme, sacudindo-a para frente.
– Oh... Isso Christian. Ela geme...
– Segure-se, Anastácia! — Eu grito com os dentes cerrados. Ela agarra mais duro em volta da coluna da cama e se empurra de volta contra mim, eu continuo meu ataque impiedoso de novo e de novo, meus dedos cavando em seu quadril. Eu sinto que ela está ficando mais fraca com o acúmulo do outro orgasmo. Eu continuo a movimentar contra ela, dentro dela, minha respiração dura, gemendo, gemendo. Eu ouço sua respiração ficar mais dura, e seu gemido em picos, e eu ainda, batendo muito profundo. – Vamos lá, Ana, goze para mim. — Eu gemo encorajando-a a gozar, e ela atinge o seu orgasmo. Como nós estamos gastos, eu estava deitado com ela no chão, Anastácia em cima de mim, com suas costas a minha frente.
Enquanto eu acaricio seus braços lhe pergunto se ela gostou, ela diz que sim. Beijos cada um dos seus pulsos, e comento sobre a pulseira.
–Eu percebi essa pulseira quando estava-lhe algemando, é linda.
– É... Obrigada. – Diz e percebo que ela fica nervosa, está-me escondendo algo.
– Quem foi que te deu? Pergunto, para esclarecer minha duvida.
Ela fica pensativa por um momento e diz.
– Promete que não vai ficar com as mãos coçando. – Diz ainda mais nervosa.
Agora estou irritado, por que tenho certeza que me esconde algo.
– Fala Anastácia – digo irritado.
– E... Eliot.
Essa resposta foi o suficiente para acabar com qualquer humor que eu tinha.
– Eu estava na praça, perto da minha casa. E ele me encontrou. Ela tenta se explicar, mas eu a corto. Ela tinha que ter falo dele antes.
– Chega. Grito.
Ela se cala.
– Se vista e vá para o seu quarto. Digo-me levantando e saindo do quarto. È melhor eu ficar longe dela no momento, estou com muita raiva. Se eu fica por perto posso acabar fazendo uma besteira.
Eu ando para o quarto, fico apenas de cueca, e me deito na cama olhando o teto com os pensamentos em Anastácia.
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Eliot está enrolado em torno de sua cintura apegado a seu corpo. Ambos irritantes e desagradáveis! Eu estreito meus olhos, interrogando-a.
– Por que ele Ana? — Eu pergunto-lhe com fervor.
– Porque ele está disposto a me dar mais. Mais do que você está disposto a oferecer.
– Ela não precisa mais de você nem do seu sexo. Seu idiota! — Diz meu irmão, e tenho vontade de lhe dar um soco.
Eu o ignoro. — O que é que você quer Anastácia? Diga-me! — Peço a ela.
– Mais do que você está disposto a dar-me Christian. Mais do que sexo, mais do que dor e prazer, mais do que um Dominante que deseja possuir-me! Eu quero um namorado que me ame!
– E você acha que esse imbecil pode-te amar como eu faço? — Seus olhos se alargam, ele me olha com animosidade, pronto para me matar. Ele vira seus olhos latinos em mim e praticamente rosna:
– É claro que eu a amo, idiota! Você só fez atrapalhar a nossa vida – Eu continuo a ignorá-lo.
Dirijo-me a Anastácia e agarro o seu braço, querendo que ela venha até mim.
– Você não me ama Christian! Você só quer o que meu corpo pode dar. Isso não é suficiente para mim!
– Você quer corações e flores? — Eu peço.
– Sim. E mais. Eu quero amor. — Ela sussurra. – Por que eu te amo! Mas, você não está disposto a retribuir. — Sua última declaração torna-se a minha ruína.
Acordo sem ar e suando frio. Acabei de ter o pior pesadelo da minha vida. Não vou deixar ninguém me separar dela, ela é minha. Só minha.
São 5 horas da manhã quando me levanto, vou ao quarto de Anastácia. Sento-me na sua cama e fico alisando seu cabelo, passo minha mão pelo seu rosto. Fico durante horas admirando-a. Oh, Anastácia! O que você está fazendo comigo? O que posso fazer para mantê-la segura, mantê-la minha? Meu coração dói cada vez que eu penso nela. Minha alma anseia por ela. Minha mente está sempre nublada com o pensamento dela como se o tempo antes de Anastácia não existisse. Como se eu fosse um planeta perdido que encontrou seu sol.
Estou sentado na poltrona do seu quarto quando ela acorda, ela não percebe que estou lhe observando.
– Bom dia Anastácia – Digo e ela me olha assustada.
– Bom dia, senhor.
– vejo que quer continua jogando. Digo irritado.
– Não lhe agrado como submissa, senhor? Digo com toda ironia possível.
Caralho! Você não é minha submissa.
– Tome banho, e vista esse robe sem nada por baixo. Jogo o robe na sua cama. Eu ia lhe dar este robe ontem, mas fiquei tão irritado que esqueci.
Desço e fico na cozinha lendo o jornal de domingo, depois de um tempo, começo a tomar meu café.
Anastácia desce, senta-se e só bebe uma xícara de chá. Quero que ela como algo, mas estou cansando de brigar.
– Está se sentido bem? Pergunto tentando aliviar a tensão do ambiente.
– Sim, senhor. Diz.
Anastácia não está facilitando nem um pouco. Respiro fundo tentando manter a calma.
Anastácia levanta-se e vai para a sala de estar. Vou atrás dela, e lhe abraço por detrás. Ela de afasta bruscamente. Sua rejeição me machuca.
– Me diga o que você quer senhor. Vejo que seus olhos estão cheios de lagrimas, mas mesmo assim ela não tenta esconder.
– Ana... Por favor, pare de dizer essas coisas. Peço. Não aguento mais esse seu jogo.
– Não lhe agrado como submissa, senhor? Pergunta quase desabando.
– Eu quero que seja você mesma, e não uma submissa que você não é, caralho. – Digo a verdade, ela como submissa está-me irritando profundamente. Quero-a como submissa, mas também quer a Anastácia.
– Eu tentei ser eu mesma, mas não lhe agradou. Você foi um idiota ontem no piquenique. Largou-me sozinha na hora de ver o pôr do sol, por causa de uma porcaria de um telefonema. Usou-me como um objeto ontem á noite, me deixou dormi sozinha... Não aguento mais segurar as lagrimas que fluem pelo meu rosto.
Eu sei que a machuquei, mas não foi minha intenção. Eu só fui eu mesmo, não sei como agir em algumas situações com Anastácia. Ela me desarma completamente, deixa-me perdido.
– Shiii baby, não chora. Grita e me bate. Só não chora, por favor. Não suporto mais vê lá chora. Estou quebrando por dentro com cada lagrima sua.
– Faz passar Christian, faz essa dor passar.
Vou fazer Anastácia, vou fazer toda essa dor passar.
Beijo de leve nos seus lábios, e ela aceita minha caricia.
– Christian, Eu... Ela tenta dizer algo.
– Shiii, Ana. Eu preciso de você, nesse momento como Ana. Digo sem parar de beijá-la.
Afasto-me quando estamos sem ar, retiro lentamente seu robe, beijando seu pescoço, ombro, clavícula, seios e mamilos. Faço tudo suavemente.
– Você é perfeita. – Digo sussurrando.
Ela deita-se na cama, enquanto retiro minha roupa. Deixo apenas a camisa, para o caso dela me toca. Deito-me em cima do seu corpo, lhe beijo suavemente de novo.
– Ana, eu quero saborear cada pedacinho seu. – Digo ofegante. No momento que quero esquecer-me de tudo, só quero aproveitar o momento.
Deslizo pelo seu corpo, ate chega ao seu púbis. Ela abre suas pernas, enquanto chupo seu clitóris. Devagar introduzo dois dedos na sua xoxota. Anastácia está sedenta. Chupo os dedos que estavam na sua fenda.
– Tão doce senhorita Steele.
– Senhor. – Agora não quero ser seu senhor.
– Me chame de Christian, disse enfiando meu pênis na minha xoxota.
– Ahhhhhhhh. Ela Geme alto.
Continuo entrando e saindo lentamente, Anastácia coloca suas mãos nas minhas costas.
Olho nos seus olhos, enquanto continuo meus movimentos de vai e vem.
Você não precisa de outro homem Anastácia, eu posso-lhe dar tudo o que você quiser. Penso ao lembra-me do pesadelo horrível dessa madrugada.
Minha respiração está irregular igual á dela.
– Você quer mais rápido, Ana. Confirma com a cabeça.
Aumento a velocidade e as estocadas, fazendo-a gemer mais alto...
– Oh... Sim, não pare... Não pare. Christian
Mete forte por completo com toda vontade. Desfrutando de cada investida, nós dois estávamos da borda.
Gozamos ao mesmo tempo. Suarentos, gritando e se beijando consumidos pela luxuria.
Ficamos ofegantes, quando gozei joguei minha cabeça no seu pescoço. Não quero que ela veja que estou transtornado, com emoções e sentimentos desconhecidos. Deito-me ao seu lado, com os olhos fechados. Não quero olhá-la nos olhos, não nesse momento de fraqueza.
– Chris... Christian. – Ela chama.
– Hum... È a única coisa que consigo dizer.
– O que nós fizemos? Pergunta.
– Ana... Por que ela apenas não pode ficar calada.
– Não comece Christian, eu sei o que fizemos, assim como você sabe. – Diz
Respiro fundo. Eu sei que acabei de ser fraco.
– Nós dois fizemos Amor. – Ela diz sorrindo
Fico tenso e digo
– Não. Digo-me levantando. Não quero discute sobre isso agora.
Olho para ela e vejo a tristeza nos seus olhos, tenho que sair daqui.
Não posso amar novamente, e passar por tudo o que já passei. Amar dói e muito.
Quando pego na maçaneta, Anastácia diz.
– Christian, não fuja, por favor. Diz rouca pelas lagrimas. – Se você sair por essa porta, vou desaparecer da sua vida para sempre. –Não posso fica aqui Anastácia, voce está-me tornando fraco.
– O amor é para os tolos e gente sem controle, Anastácia. Você acha que é amor, mas não é. Só se for para você... Digo sem olha nos seus olhos. Abro a porta e saio. Minha cabeça está girando, meus pensamentos a mil por hora. Encontro Taylor no hall de entrada, e lhe digo para não deixar Anastácia sair.
Entro no meu carro e dirijo por horas... Sem rumo.
“Porque todos nós não podemos contar a verdade e aprender a amar novamente”
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