50 Tons De Desavença

13 Pov. Christian Grey


Notas iniciais
Galera desculpem-me pela demora do capitulo, mas saio com 8.601 palavras. UHHHHHHHHHHHU. Eu espero que vocês gostem, estou muito feliz por que eu percebi que tem leitoras novas e ótimos comentários. Quero agradecer a cada uma de vocês por tudo. Pela paciência e por acompanharem minha fic.

Meninas eu quero por essa musica em um dos capítulos escutem e vejam a tradução, me digam se gostaram. Quem tiver sugestão de musicas eu agradeço. Leiam notas finais.

http://letras.mus.br/alejandro-fernandez/hoy-tengo-ganas-de-ti-feat-christina-aguilera/traducao.html#selecoes/2522422/

Levanto-me cedo, não consegui dormi direito pensando em Anastácia. Qual será a reação dela ao acorda sozinha no quarto. Depois de tomar um banho, vou ao quarto de Ana. Ela ainda esta dormindo tranquilamente, parece ate um anjo. Fico olhando por um tempo. Ah... Christian o que esta acontecendo com você. Fecho os olhos e passo a mão pelo cabelo, suspirando saio do quarto dela.

Vou para o meu escritório, abro meus emails e tem um de Elena.

Christian, não me procura mais, não responde meus emails e telefonemas. Quero-te ver ligue-me. Elena.

Agora não tenho tempo para Elena. Leio e respondo alguns emails do trabalho. Depois vou para a conzinha. Tomo meu café da manhã e leio o jornal. Antes de vê lá sinto seus olhos em mim. Quando olho para ela fico surpreso e excitado com a visão dela de robe.

Ela senta se em minha frente, eu digo a ela que no quarto tem um close cheio de roupas, ela diz que não vai usar, por que não é dela. Que boca inteligente. Olho para ela e não digo nada.

Estou surpreso por ela ainda não ter me questionado sobre o quanto que ela dormiu, achei que ela ia acorda furiosa, que ia querer ir embora imediatamente. Fico feliz por ela estar aqui.

Em silencio ela toma um pouco de suco de laranja, mas não fala nada. Tenho que ir lhe mostra logo o meu quarto de jogos. Para ela saber onde está se metendo de verdade. Eu não sou seu príncipe encantado.

– Não sou um homem de coração e flores, eu tenho gostos peculiares. Vejo que isso a deixa decepcionada.

Acho que isso não começou bem, devia ter dado ao menos um bom dia.

– E ontem á noite Christian, não significou nada para você.

Eu nunca senti algo tão forte em toda a minha vida. De onde veio esse pensamento.

– Eu gostei, foi o meu primeiro sexo baunilha. – digo.

Passo a mão pelo cabelo.

– Tenho que lhe mostrar uma coisa Anastácia, mais só depois que você comer algo.

– Não tenho fome. – ela diz secamente.

Como ela é teimosa.

– Talvez esse seja o nosso ultimo momento juntos. – digo. Vejo a confusão no seu rosto, ah... Minha doce Ana, quando você souber do meu mundo escuro.

– Por que diz isso?

– Quando você souber, certamente não voltara a me ver. – digo

Quero muito que ela aceite o meu acordo, mas não quero machuca lá.

Vamos para a sala de estar. Deixo a sentada e vou ao meu escritório e pego o acordo de confidencialidade. Eu volto para a sala, e lhe entrego. Digo a ela que depois que assinar não poderá falar sobre nós. Para ninguém.

Curiosidade cruzar o seu rosto.

– Tudo bem, eu vou assinar. – diz ela e estende a mão. Eu entrego a caneta para ela.

– Você não vai ler primeiro peço chocado.

– Não – diz determinada.

– Anastácia, você deve sempre ler o que assina.

Ela me diz que em nenhum caso falaria sobre nós com ninguém.

Anastácia me desarma completamente.

Ela assina, e me entrega uma copia.

Agora eu posso deixar as cartas em cima da mesa.

– Vem, quero lhe mostrar meu quarto de jogos. – Digo determinado.

– Sala de jogos? Será que vamos jogar Play Stantion ou Xbox? Ela me pergunta surpresa, e eu não posso evitar e solto gargalhadas.

– Não Ana, nenhuma dessas coisas. — Levo a para o andar de cima, onde esta minha sala de jogos. Eu levo minha chave por que a sala de jogos permanece sempre trancada. Eu tomo uma respiração profunda, e dou-lhe um ultimo aviso.

– Pode partir em qualquer momento. Taylor está lá fora com o carro. Eu digo.

Ela me dá uma olhada exasperada, e me repreende: abre a maldita porta de uma vez Christian.

Ela me desarma completamente, me deixando sem ar. Eu abro a porta e deixo-a entrar.

Ela entrar e seu olhar não demonstrar nada. Ela inala o cheiro de madeira, couro e citros polonês como se fosse uma mistura intoxicante. Ela olha ao redor da sala espaçosa de cor vinho escuro, olhando os antigos pisos de madeira envernizada. Ela olha, para a cruz de madeira em forma de x e as algemas de redenção penduradas nela. Seus olhos capturam o teto e as grades de suspensão penduradas.

Seu rosto ainda não tem nenhuma expressão. Examinando, olhando, mas sem dizer nada e nenhuma emoção esta cruzando o seu rosto para eu ler.

Depois de um tempo olhando ao redor do quarto. Ela retira a toalha do cabelo que cai como cascata sobre seu belo rosto. Estou ficando louco com o seu silêncio.

Ela se aproxima da cama, passa a mão em um dos postes. Não aguento mais esse silencio.

– Diga algo. – eu comando suavemente.

– Alguém faz isso com você, ou você faz com as pessoas? Ela pede.

– Eu faço com mulheres que desejam que eu faça com elas. – eu respondo esperando que ela vá me dar alguma resposta.

– Se tem voluntarias dispostas a aceita ló, o que faço aqui? Diz irritada.

– Por que quero fazer com você.

Eu esperava que ela corresse para fora da sala, mas ela ainda esta aqui. E dá-me o mais triste olhar, decepcionada, ela pergunta.

– Você é um sádico Christian?

A voz embargada no final.

Sou um dominador Ana. – digo olhando-a fixamente.

– Digamos que eu aceite, o que exatamente quer que eu faça? Ela pergunta.

– Tenho normas e quero que as aceite. São normas que te beneficiam e me proporcionam prazer. Se cumprir essas normas para satisfazer-me te recompensarei, se não, te castigarei para que aprendas. – sussurro.

Eu realmente gosto dela. Às vezes, quando ela olha-me, olha através de mim. Dentro da minha alma que eu acho que perdi há muito tempo atrás.

– Por que Christian, você não pode ter uma relação sexual normal?

Sorri, esse é o único modo que conheço e gosto, e que me satisfaz.

– Por que é a única forma que eu sei, e que gosto é o BDSM. Digo. Eu sei que isso machucou, mas eu tenho que ser sincero.

– E ontem á noite...

Ela não consegue completar sua perguntar, mas eu sei o que ela ia me perguntar.

Ontem eu não podia ser o DOM com ela, não podia na sua primeira noite lhe apresentar um mundo escuro, não sendo tão pura. Ela é mais inocente do que eu pensava. Ontem eu fiz amor como nunca tinha feito na minha vida, por que era assim que tinha que ser.

– Ontem foi diferente, Anastácia. Eu não sei explicar, mas não vai acontecer novamente.

Vejo que ela se controlar para não chorar. Droga. Eu realmente sou um fodido.

Olhei fixamente para ela. Ela dá alguns passos na minha direção, olhando diretamente nos meus olhos. Ao mesmo tempo em que os olhos dela me assustar me apavoram, pois não sei o que ela esta pensando. Ela caminha na minha direção, estou com medo que ela me esbofeteie. De repente para na minha frente e retira o robe. Mas que PORRA, ela quer me matar, só pode. Respiro fundo e fecho os olhos tentando manter a calma. Abro lentamente os olhos. Meu pau está louco para sair e entrar na sua fenda, e fode-lá de todas as maneiras possíveis.

Ela se ajoelhou na minha frente, com sua cabeça na frente da minha ereção.

Eu não quero machuca lá, mas ela está tentando me fazer sair do controle.

– Então Christian é assim que você me quer, feito uma cadela aos seus pés.

Olhei para ela. De excitado a super irritado, e louco para dar umas palmadas no seu traseiro até que aprenda a controlar sua boca atrevida.

– Levante-se Anastácia. – Gritei e sair de perto para manter o meu controle. Não posso fazer nada ate ela assinar o maldito contrato.

Ela abaixou a cabeça. Esta ficando na posição de submissa.

– Eu quero que você me mostre seu lado dominador. Ela disse.

Ela acha que existe dois lados por causar de ontem á noite. Não posso culpa lá por pensar dessa forma.

– Existe somente um lado Anastácia, eu gosto de dominar tudo ao meu redor... Tudo.

Ela tem que entender que é dessa forma que eu quero. Ontem á noite foi uma exceção que não vai acontecer novamente.

Ela continua com a cabeça baixa, os joelhos afastados, com os braços nas costas. Caralho essa posição deixar minha ereção furiosa. Meu pau está tão duro que chega a doer. Ela tem que parar de me provocar, por que não vou aguentar muito tempo.

– Anastácia você nem conhece o meu mundo, isso tudo é um erro.

Ela não é totalmente leiga sobre o BSDM, mas já deve ter lido algo sobre.

Ela começou a chorar...

Ah... Não, por favor. Não aguento vê lá chorar, senti um aperto no peito. O que eu estou dizendo, ela não é um erro. Esta oposição não é algo que eu encontrei antes, e isso é tão refrescante, tão admirável, tão desafiador. Eu a quero mais do que já quis qualquer outra coisa. Quero ela sobre o meu controle.

Respiro fundo.

Aproximo-me, pego-a em meus braços e a levo para o meu quarto. Deito-me com ela na cama.

Ela na para de chorar, não digo nada apenas lhe abraço forte.

Quando ela está mais calma, aliso seu cabelo que tem um cheiro delicioso. Digo-lhe que ela não é um erro, que ontem á noite foi a melhor noite da minha vida, mas que o BSDM faz parte de mim.

Eu devia ter lhe dito sobre o meu mundo antes de fazer amor com ela, mas eu queria tanto ela nos meus braços. Sinto-me um egoísta.

Ela pergunta por que acordou em um quarto branco. Eu lhe explico que é o quarto dela, e que não durmo com ninguém.

– Sua família sabe algo sobre as suas... Preferências?

– Não. Não é assunto deles – disse bruscamente. Ela falando na minha família, será que se lembrou de Eliot, será que esta arrependida.

– Você se arrepende de ter ficado comigo?

Isso iria acabar comigo. Será que agora que ela sabe da minha preferência ela se arrepende.

– Não. Não me arrependo. – ela diz com convicção.

Estou completamente fascinado por essa mulher. Eu a quero. Eu preciso dela. Eu não posso deixa-la ir. Eu não me canso dela... Eu olho para ela quase implorando. Por favor, diga sim.

Ela franze a testa sem compreender. Sim para o que? Ela perguntar confusa.

– Diga sim para o acordo. Para ser minha. Por favor, Ana. – Eu digo com fervor. Beijo-a apaixonadamente. Afasto-me e decido lhe mostrar um pouco do meu mundo.

Eu vou para o armário, abro a gaveta onde guardo minhas gravatas. Eu localizo a minha favorita. Uma gravata de seda prata e a pego. Isso vai ser bom.

Coloque suas mãos juntas na sua frente. Eu digo.

Ela está diante de mim com sua nudez gloriosa como a deusa Afrodite.

Quando suas mãos estão juntas eu as amarro, com firmeza, pelos pulsos. Eu estou excitado. Descontroladamente animado porque ela está disposta a jogar comigo. Puxo a gravata para ver se o nó esta firme. Seu coração pulsa em um ritmo frenético.

– Oh. Anastácia, o que vou fazer contigo. Sussurro.

Retiro minhas roupas, deito-me ao seu lado e lhe estendo as mãos por cima da sua cabeça.

– Deixe as mãos assim. Não as mova. Entendido? – Eu imploro. Ela esta sem fôlego, animada, excitada e sem palavras. – Responda-me. – Eu mando.

– Não moverei as mãos. – Ela suspira.

Boa menina.

– Eu vou te beijar Anastácia... – Eu digo suavemente. – Vou te beijar inteira... – Eu enuncio e começo com o queixo. Ela rola a cabeça para trás e eu vou para baixo, em sua garganta, beijando, mordiscando, sugando. Eu sinto seu corpo tremendo com prazer, desejo, expectativa... Tudo. Sua temperatura corporal aumenta, o sangue corre para a superfície de sua pele. Ela esfrega as pernas juntas com intensidade e desejo. Ela geme me deixando devasso.

Suas mãos se movem em direção ao meu cabelo. Eu sei que ela quer me tocar, mas eu não vou ser tocado.

– Quero tocar em você. – ela diz ofegante.

– Eu sei – lhe digo. Mas mando deixar as mãos quietas. Minhas mãos viajam pelo seu corpo, sobre seus seios enquanto meus lábios deslizam pelo pescoço.

Beijo e mordisco um depois o outro. Chupo suavemente os mamilos. Doou uma mordida com força e sei que ela vai sentir por todo seu corpo.

Ela começa a balançar os quadris, eu lhe advirto.

– Não se mova. Chego ao seu umbigo. Introduzo a língua. – ela geme.

– Mmm. Que doce é você, senhorita Steele. Deslizo o nariz ate o seu sexo. Mordo e provoco com a língua.

Ela abre e levanta as pernas para me dar melhor acesso. Ana entre quatro paredes não tem o menor pudor, se entregar de corpo e alma. Eu adoro isso.

– Tudo no momento certo, Srta. Steele.

Eu, então, sento-me e agarro seu pé esquerdo e começo a chupar o dedão do pé olhando para ela. Então eu mordo de leve todos os dedos do pé, e no dedo mínimo, eu mordo mais forte e chupo. Ela quase convulsiona de prazer. Ela mal se contém pronta para queimar tentando absorver toda a sensação de formigamento de seu corpo. Eu não quero que ela goze assim. Meus lábios viajam para baixo da panturrilha até os joelhos, mas eu não vou mais longe. Movo-me para o pé direito e repito o mesmo processo sedutoramente. Ela geme e começa a implorar: — Por favor, Christian!

Quando meus lábios alcançam seus joelhos, eu não paro, e movo-me em sua coxa. Eu mantenho suas pernas separadas. Meus lábios habilmente subindo. Repito o processo em seu outro joelho e movo-me na outra perna, chupando, beijando, lambendo, mordendo macia e delicadamente. Quando eu chego a seu sexo, ela começa a respirar mais forte. Eu mordo suavemente o lábio da sua buceta. Ela se contorce de prazer. Chupo cada parte da sua xoxota.

– Eu gosto disso – Digo. E mordo os lábios da sua buceta novamente.

– Oh... Christian por favor, — suplica-me.

– Eu adoro quando você suplica Anastácia. Sussurro.

Eu faço redemoinhos com minha língua, sem parar. Ela está rígida sob minha língua e lábios. Coloco meu dedo médio dentro dela e a sinto tão molhada. Oh porra! Ela está tão pronta para mim! Eu gemo como meus lábios e língua e começo a me mover novamente. Ela está implorando e chorando. Finalmente ela atinge seu orgasmo.

Eu sei que ela está dolorida, mas estou cheio de desejo por ela, como eu sei que ela também está por mim neste momento. Mas eu não quero machucá-la.

Passo meu comprimento sobre sua buceta, e lentamente entro em seu interior.

– Como está – eu suspiro.

– Bem, muito bem. – Diz gemendo.

Eu começo a me movimentar, rápido e com força, de novo e de novo e de novo. Nós dois estamos no limite e eu respiro severamente. – Goze para mim baby. Digo em seu ouvido enquanto ela explode no meu pau, enquanto Ana gozar eu continuo bombeando forte em sua buceta.

Caralho... Eu gritei empurrando cada vez mais forte, ate jorrar toda a minha porra na sua entrada.

Desabo sobre ela. Eu não quero deixa-la ir, nunca. Eu fico ao lado dela, e olho para essa mulher bonita e jovem com admiração, o meu olhar intenso sobre ela.

– Veja como é bom estarmos juntos Ana. — Eu digo com emoções estranhas que percorrem através de mim. Eu quero que ela se submeta a mim. Em todas as coisas. Seja minha, sem questionar.

– Por favor, Ana. Eu quero que você se entregue a mim, vai ser muito melhor. Eu posso te levar a lugares que você nem sabe que existem! – Sua expressão é desejosa, curiosa. Sua expressão é extasiante e ela ainda recupera a consciência. Quando ainda estávamos envolvidos um com o outro, nós ouvimos um barulho do lado de fora.

– Se ainda está na cama, tem que estar doente. Ele nunca está na cama há esta hora.

– Elena, por favor, não pode entrar. Diz Taylor.

Estou perplexo pela ousadia dela de vir na minha casa sem me avisar, mas me recomponho.

– Merda! Eu digo, e retiro-me de Anastácia.

Estou furioso, puto da vida...

Visto o meu jeans, quando ia sair do quarto ouço Anastácia.

– Christian... Não posso me mover.

Penso em deixa-la presa, pois não quero que ela encontre Elena. Porem falta-me coragem de fazer isso com ela.

Inclino-me e retiro a gravata, se não fosse a minha raiva por Elena eu estaria sorrindo com essa situação.

– Quero que fique aqui, não saia para nada. Digo logo depois de solta-lá.

Não quero que Ana conheça Elena, ela não iria entender o meu passado.

Ela diz que não tem nada, para esconder. Já estou furioso com Elena, ainda tenho que aguentar a teimosia de Ana. Ela precisar de controle urgentemente.

– Anastácia, fique aqui. Entendeu? Grito, sem paciência.

– Ela é uma das suas submissas. Você me quer para fazer companhia a ela.

Já percebi que quando Ana está com raiva diz coisas sem pensar, eu não acredito no que eu acabei de ouvir. Se ela tivesse assinado o contrato ela não sentaria por uma semana. Pelo o que ela acabou de dizer.

Passo as mãos pelo cabelo preciso me acalmar.

– Anastácia, eu te direi o que você quiser só quero que fique no quarto.

Quando consigo convencer Anastácia, saio possesso do quarto.

Faço meu caminho para a sala de estar, e encontro Elena sentada e Taylor a observado.

Quando Elena olha-me, sorri amigavelmente, mas ao ver como estou irritado seu sorriso desaparece.

– Elena que porra você veio fazer aqui?

– Bom dia, Christian.

– Não brinque comigo, o que você quer.

– Christian, eu estou com saudades. Você não me procurou, não respondeu meus emails...

Pare, eu a corto antes que ela continue.

–Quem é você? Eu não tenho que lhe procurar. Nem se quer te chamei na minha casa. – Digo sombriamente.

– O que está acontecendo com você, Christian. Você nunca falou dessa forma comigo, é por causa dessa nova submissa.

– Elena vá embora não quero falar dela com você. – Disse sem aceitar discussão.

Elena olha-me boquiaberta, pega a bolsa e vai embora revoltada.

Taylor venha ao meu escritório, entro no meu escritório exasperado.

– Sim, senhor diz Taylor.

– Nunca mais deixe Elena entrar no meu apartamento sem minha permissão, entendido.

– Sim senhor.

Taylor me conhece e sabe que eu não aceito discussões. Apesar de eu saber que ele tentou bloquear a sua entrada. E Taylor jamais machucaria uma mulher, e Elena quando quer uma coisa não desiste tão fácil.

Saio do escritório e encontro Anastácia na sala guardando os papeis do acordo.

Disse-lhe para fica no quarto. – Gritei frustrado.

– Christian você não manda em mim.

Teimosa. Penso comigo mesmo.

– Quem é essa mulher, Christian. Vejo duvida no seu rosto.

– Vem, senta aqui comigo no sofá. Sento-me com ela ao meu lado.

– Ana, veja o contrato depois que você ler eu lhe falo.

– Vamos negociar esse estranho acordo. Ela diz ironicamente

– Estas são as regras. Podemos mudá-las. Leia e comentaremos.

Depois que ela ler algumas normas, digo para pesquisar um pouco mais.

– Ok. Christian agora me fala sobre essa mulher que veio aqui hoje.

– Ela é uma amiga da minha mãe que me seduziu quando eu tinha quinze anos.

Sua boca cai aberta, seu rosto fica entristecido.

– Oh. Meu deus, tão jovem. Ela diz tão baixo que quase não escuto.

– Seus gostos eram muito especiais. Fui seu submisso durante seis anos. –

Ela olhar incapaz de digerir a notícia, como se ela comeu algo ruim, e isto está a deixando doente.

A verdade é que não tive uma introdução ao sexo muito corrente.

– E alguma vez saiu com alguém na faculdade?

– Não.

– Por quê?

– Você, realmente, quer saber?

– Sim.

– Porque não quis. Ela era tudo o que queria ou necessitava. Além disso, ela iria me castigar. — Sorri com a memória. Seus olhos escurecem com raiva, mexendo a mandíbula. Mas ela fala com calma.

– Então, ela era uma amiga de sua mãe, quantos anos ela tinha?

– Tinha idade suficiente para saber o que fazia.

– Vocês ainda transam? – Balanço minha cabeça. Estou realmente feliz por ver o ciúme.

– Não. Ela é uma boa amiga.

– Tenho que ir para casa, Christian.

Não quero que ela vá, quero que ela fique. E além do mais ela não falou nada sobre o que eu acabei de lhe revelar. Quero saber o que ela está pensando.

– Fica comigo está noite – Peço.

– Vou poder dormi com você?

Não digo nada. Não posso passar á noite com ela. Por deus. Não quero que ela descubra como estou fodido.

– Foi o que pensei – ela diz. Levanta-se para ir embora.

– Ana... Suspiro. Queria tanto que ela entendesse.

– Vou levar você – Disse me levantando.

– Não precisa – ela diz. Teimosa como sempre.

– Não seja teimosa. Digo

– Ela finalmente concorda.

Fazemos a viagem toda em silencio, nós dois afundados em nossos pensamentos.

Eu tenho que deixá-la tomar sua própria decisão, mas eu estou morrendo de tesão. Deus! Dou-lhe um olhar de soslaio. A proximidade é inebriante. O ar está carregado com eletricidade, e seu aroma é inebriante. Todo puro, todo caseiro, todo mulher, todo Anastácia!

Eu dirijo até sua rua e, finalmente, até seu apartamento, estaciono, e desligo o motor. Por um momento, ela está sem palavras. Finalmente, ela recolhe-se e diz com alguma emoção desconhecida. — Você quer entrar Christian? – O que ela quer? Isso é desejo?

– Eu não posso. Eu tenho que trabalhar. Tenho muitos negócios empilhados. – Eu digo. Eu quero, mas não posso. Eu tenho que dar-lhe espaço para pensar. Testo a mim mesmo. Testo minha vontade. Eu tenho que saber se é um desejo real ou outra coisa. Ela está fascinante nessa proximidade.

Tomo sua mão direita, e puxo-a em meus lábios e beijo sua mão fazendo-a ofegar. Eu me vejo fazendo coisas com ela que eu normalmente não faria. Ela tem admiração e adoração em seus olhos, por causa do meu gesto.

Eu saio do carro para o lado do passageiro. Eu abro a porta, estendo minha mão para ela. Ela aceita. Eu estou cheio dessas emoções estrangeiras novamente.

– Obrigado por este fim de semana Anastácia. – Eu respiro fervorosamente. — Foi o melhor! – Sim, simplesmente o melhor. Eu não me lembro de ter um melhor. Nuca! –

– Espero que você venha este fim de semana, e aceite o acordo, qualquer duvida pode me perguntar por email. Digo, ela revira os olhos.

Quando ela vai embora, ela se vira para mim com uma reflexão tardia. — Oh... A propósito, vesti uma de suas cuecas. – Ela diz e suspende um pouco o vestido para me mostrar a cueca. Meu queixo cai aberto. Estou completamente chocado! Ela, de cueca, é tão gostosa!

No momento em que eu consegui reunir-me com o resto do meu corpo, eu faço meu caminho para o meu apartamento.

Outra semana esperando. Porra! Eu odeio esperar. E desta vez eu provei a Srta. Steele. Vai ser muito mais difícil de esperar até Domingo. Isso se ela aceitar o acordo. Ela tem que aceitar.

Segunda

Acordo suando frio e tremendo como um garotinho. Não aguento mais esses pesadelos... Inferno.

Depois de meu treino duro, eu faço o meu caminho de volta para a minha suíte, eu tomo banho. Eu coloco minhas calças de flanela cinza com uma camisa branca. Meu café da manha chega, eu leio o Seattle Times e Wall Street Journal, enquanto tomo meu café.

Taylor vem para ser informado sobre os planos do dia. Quando eu estou a ponto de responder-lhe, o meu Blackberry vibra com o recebimento de um e-mail. Eu levanto o meu dedo para Taylor para segurar em um minuto um pouco irritado pela interrupção. Mas meu rosto muda assim que eu vejo quem é o remetente. — Taylor, você pode ir. Eu vou falar com você quando eu terminar com isso. — Eu digo passivo. Ele balança a cabeça

– Sim, senhor.

Anastácia enviou um e-mail. Eu nervosamente abro a mensagem.

De: Anastácia Steele.

23 de março de 2012 10:00

Para: Christian Grey

Assunto: Contrato.

Senhor Grey,

Li e reli o contrato, para mim é inaceitável suas normas, enquanto eu lia o contrato algumas vezes veio á palavra “Puta” na minha mente. Eu só aceito ser dominada por você se for entre quatro paredes, mandar na minha vida eu não aceito.

Anastácia Stelle.

Não acredito que estou sendo rejeitado. A minha luz está me deixando na completa escuridão.

Levando-me furioso. “Puta” nunca lhe tratei como puta, como ela pode pensar isso.

Ela pode não estar pronta para o que eu estou pedindo a ela, mas não quero deixa lá. Mas eu não posso ter um relacionamento de SUB e DOM sem ter o controle, isso nunca vai dar certo.

Eu preciso pensar sobre o que eu vou fazer, ela já está com a opinião dela formada e do jeito que ela é teimosa não vai querer voltar atrás. Eu verifico os outros emails antes de chamar Taylor. Existe um de Elena.

De: Elena Lincoln

Assunto: Jantar?

23 de março de 2012 10:20

Para: Christian Grey

Olá Christian se você estiver disposto e de bom humor a gente poderia ir jantar amanhã. Quero muito ouvir sobre sua nova Sub. Ligue-me.

Elena.

Estou com um péssimo humor, mas vai ser bom ter alguém para conversar sobre essas estranhas emoções que estão me atormentado.

De: Christian Grey

Assunto: Jantar?

23 de março de 2012 10:30

Para: Elena Lincoln

Elena

Minha agenda está livre amanhã à noite. Digamos sete horas da noite no nosso lugar de sempre?

Christian Grey.

Eu clico em enviar. Minha mente voa de volta a Anastácia. Eu quero falar com Elena sobre ela. Anastácia me deixa completamente limitado. Ela é um grande enigma, uma força de vida, o pensamento de perdê-la completamente me assusta. Eu posso falar com Elena sobre meus sentimentos. Ela me conhece há tanto tempo, ela pode ter alguma visão, e me ajudar a resolver estes sentimentos desconfortáveis que tenho por Anastácia.

Depois que conversei com Taylor. Eu estou pronto para ir para o trabalho e eu tenho uma reunião com a equipe de engenharia. Eu gosto de ter controle sobre tudo o que faço, sejam aquisições ou os produtos que minha equipe está desenvolvendo. Eu quero ser uma parte dela, e eu vou ter uma palavra em tudo o que é feito dentro da minha empresa. Eu sou um homem que está sempre no controle, eu tomo todas as decisões. Eu gosto da minha autonomia. Eu valorizo mais do que qualquer coisa. Eu tenho trabalhado tão duro para alcançá-la, na verdade, nos últimos sete anos, eu não tenho que me explicar a ninguém, e faço o que eu desejo. Eu não quero que essa liberdade acabe. Mas, novamente, todas as apostas estão fora quando se trata de Anastácia. Ela desarma-me a uma taxa alarmante. Isso me assusta. Eu desejo fazê-lo, mas então, porque é tão fora do meu normal, eu luto contra isso. Isto pode não ser bom para a minha autonomia. Porra! Que conflito que eu estou tendo por dentro!

Quando eu saio do escritório para o treino com Claude Bastille, é quase cinco da tarde. Taylor me leva a minha academia de costume, onde eu me encontro com Claude. Eu aqueço, corro, levanto pesos. Em seguida, Claude e eu temos um para o outro uma hora... Dura. Ele retém nada, e eu dou-lhe tudo o que tenho como se minha vida dependesse disso. O email de Anastácia me irritou como o inferno.

Primeira coisa que eu faço quando eu chego ao meu apartamento é tirar as roupas de ginástica suadas e tomar um banho. Depois que eu termino meu jantar, eu vou para o meu escritório para revistar os esquemas que minha equipe de engenheiros me deu. Eu ainda não me decidi se já cumpriram todos os meus requisitos.

Eu acordo até um clima sombrio e chuvoso refletindo perfeitamente o meu próprio humor — Escuro e sufocante.

Depois de outra noite de sono repleta de pesadelos, levanto-me frustrado e vou para mais um dia de trabalho com os pensamentos em Anastácia. Trabalhei o dia todo, Nem sair para almoçar, tentei me concentrar ao Maximo no trabalho para esquece lá.

Eu chego ao nosso restaurante sofisticado e exclusivo. Eu entrego a minha chave para o manobrista. Eu vou para dentro e sou rapidamente saudado e levado para o meu lugar habitual onde Elena está me esperando. Ela se levanta sorrindo para mim calorosamente.

– Olá Christian, ela me cumprimenta com um sorriso amigável no rosto.

–Oi Elena, eu respondo secamente.

O garçom corre para a mesa, e pergunta o que eu gosto de beber. Eu ordeno Châteauneuf-du-

Pape Branco 2009 sem sequer olhar para o cardápio de vinhos.

– Você parece um pouco na borda Christian. Hoje. Está tudo bem?

–Sim, eu digo um pouco bruscamente.

–Tudo bem, diz ela. Eu quero lhe pedi desculpas, por ter ido à sua casa sem avisar. Eu assumi que você gostaria de falar sobre ela, diz significativamente. O que está acontecendo? É sobre sua nova sub?

– Sim, Anastácia não quer aceitar minhas normas e regras, ela ainda não é minha submissa e nem sei se vai ser.

– Por que diz isso? Ela pergunta curiosa.

– Ela não quer que eu mande na vida dela...

– Bem... Como é o sexo? È além de suas expectativas, ela sorri.

– É espetacular para quem é tão jovem, tão inocente, tão disposta a aprender, considerando que ela era virgem, eu digo olhando para Elena tentando avaliar sua reação.

Para minha surpresa, ela engasga com Châteauneuf-du-Pape Branco 2009. Sua reação me faz sorrir.

– Ela era uma virgem? Ela pede um pouco forte me fazendo estreitar meus olhos sobre ela.

– Sim. Isso é um problema? Peço na defensiva.

– Não. Mas o que te levou para uma mulher virgem. Quando é que esta mudança de gosto desenvolveu. Todas as suas submissas eram experientes e estabelecidas submissas. Christian tem certeza de que ela pode cumprir todas as suas necessidades, ela pede baixinho.

– Ninguém jamais cumpriu as minhas necessidades, tanto quanto ela faz! Eu digo na defensiva.

– Isso doeu, ela diz ofendida.

– Você pediu por isso Elena, e alem do mais é verdade.

– Vamos lá! Dado o que você acabou de revelar, ela era completamente inexperiente em sexo, até que, o que há duas semanas... Diz ela erguendo as sobrancelhas questionando. Você sabe que leva anos para dominar submissão. Demorou anos, diz ela com um sorriso. Como você sabe que ela vai atender todas as suas necessidades? Diz ela em sussurro firme inclinando-se dentro Você tem necessidades que mesmo uma submissa muito experiente não pode cumprir. Diz ela.

– Meu olhar escurece em raiva crescente. Eu não gosto que você fale nesses termos sobre Anastácia!

Eu gosto dela!

Eu me importo com você imensamente. Você é a única pessoa que me importa tanto sobre... Diz ela pausa. Mais do que qualquer outra pessoa. Eu não posso enfatizar o quanto a sua amizade significa, quão importante é para mim Christian, e eu não quero perdê-lo. Certamente não por causa de uma submissa, ela reitera com força, enfatizando.

Por favor, não se refera á Anastácia como uma sub. Eu me importo com você e sua amizade significa muito para mim também. Nós também somos parceiros de negócios que beneficiaram tanto nos imensamente. Anastácia não entende a nossa relação, porque ela não tem um passado fodido como eu. E eu sou grato por ela não ter um passado fodido. Eu digo.

Eu continuo falando sobre meus sentimentos por Anastácia, quando Elena interrompe-me.

– Christian eu não posso acreditar.

– O que? Pergunto sem entender

– Você está apaixonado por ela?

– Eu olho para ela chocado, e eu sinto que meus olhos de selvagem ficam com medo. Não! Não! Definitivamente, não!Eu não faço amor! Eu não mereço seu amor... Eu não posso amar. Você disse isso antes — é uma emoção inútil Eu balancei minha cabeça... Não, eu não posso... Quer dizer, eu não acho que eu estou apaixonado , digo, sem saber se eu quero convencer Elena, ou eu mesmo.

– Eu olho para ela confuso. Eu não posso estar apaixonado Elena! Eu sou o único que não é bom para ela! Ela é tão inocente, tão pura. Ela tem um coração que não sabe nada do escuro, nada desagradável mundo tem para oferecer. Eu tenho medo de manchar ela. Ela não é como nós! Ela está acima de nós, melhor do que nós. Eu não quero ser sua queda. Eu digo com medo em minha voz. Elena me diz que eu tenho que parar de achar que sou um fodido, por que qualquer mulher teria sorte por ser minha.

Independente do que Elena me disser já tomei a minha decisão, eu não vou ser a queda de Anastácia. Termino de jantar com Elena. Vou direto para casa.

Eu vou deixar Ana ser feliz com sua vida.

De: Christian Grey.

24 de março de 2012 21:00

Para: Anastácia stelle

Assunto: Contrato.

Senhorita Steele,

Da forma que a senhorita que não me interessa. Boa noite

Christian Grey.

Doeu muito escrever esse email, mas já tomei a minha decisão. Eu quero ter o controle de tudo, se não for dessa forma não me interessa. Espero que com o tempo todas essas sensações e emoções acabem.

Esses últimos dias foi como um inferno, mal humorado e ríspido com todos no escritório e em casa. Tive pesadelos todas as noites. Não conseguir parar de pensar em Anastácia um único segundo. Não quero mais esperar pelo tempo para esquecer lá. Hoje é sexta e eu vou a minha boate favorita, chamada “La Pella”. Preciso encontrar uma nova submissa.

A boate está lotada como de costume. La pela é uma das minhas boates favoritas, é inspirado no meu quarto de jogos, aqui eu encontrei a maioria das minhas submissas.

Sento-me no meu lugar de costume, a garçonete pergunta-me se vou querer o de sempre. Eu digo que sim.

Tomo minha bebida com o pensamento em Anastácia, como poderia alguém que acabei de conhecer significar tanto para mim? Como poderia ela fazer um quarto para ela na minha alma escura? Como poderia eu dar espaço dentro de mim tão rápido? Como pode alguém tão inocente como ela fazer isso? Eu estou em chamas por ela!

Saio do meu devaneio quando vejo Anastácia chegar á boate, ela fica parada por um tempo observando o lugar. Deve estar notando a semelhança com o meu quarto de jogos, o pensamento me faz sorrir. Mas meu sorriso desaparece completamente quando um imbecil a leva pelo braço para sentarem em uma mesa.

Droga! Tudo o que posso fazer é olhar para ela. Eu sou o desejo, fogo e necessidade dela. Eles pedem duas bebidas, será que ela e o filho da puta estão juntos, não... Não posso permite que isso aconteça.

Fico observando os dois, alivio inunda-me quando percebo que o filho da puta está flertando com uma loira. Eu conheço esse rosto, corpo, e cabelo. È umas das minhas antigas submissas, Patrícia. Ele sai para dançar com Patrícia, e Anastácia fica sozinha tomando sua bebida. Essa é minha oportunidade de aproxima-me.

E agora, não há nada que eu desejo mais, nenhuma aquisição é tão grande, nenhuma empresa é tão valiosa, nenhuma mulher vale a pena perseguir! Eu só tenho olhos para você! Eu não vou desistir de finalmente afirmar que você seja minha. Eu não posso deixar os detalhes ditarem a relação que podemos ter... Vou me arriscar mesmo tendo medo de ama lá e acabar machucando nós dois.

Quando estava me aproximando da sua mesa, ela se levantou e foi dançar. Ela esta tão sexy e quente... Vejo que vários homens a observam, ela é Minha meu subconsciente rosna. Observo ela dançar, estou hipnotizado pelo jeito que o corpo dela se meche, saudades de sentir ló, de beijar, de acariciar, tenho saudades de tudo com ela. Fico um longo tempo só observando.

Resolvo não perder mais tempo e vou atrás dela, um homem tentar se aproximar dela, mas antes dele toca lá eu agarro o braço dele e digo rispidamente que ela é minha garota, ele se afasta imediatamente.

Ana está com os olhos fechados e concentrada na musica, me aproximo dela por trás. Pego na sua cintura, deslizo ate chegar aos seus seios. Toco levemente e percebo que ela está sem sutiã. Essa mulher será minha perdição. Ela continua com os olhos fechados, como assim tem um homem tocando ela intimamente e ela nem se quer virou para lhe dar uma bofetada. Raiva inunda-me ao pensar que podia ser qualquer outro homem. Aperto seus mamilos.

– Você merece ser castigada por deixar um homem lhe tocar dessa forma. Digo, irritado.

Ela se afasta bruscamente e quase cai, mas eu lhe seguro. Ela fica olhando-me por um tempo.

– O que você quer Christian? Pergunta-me ríspida.

– Quero conversar com você.

Eu quero você Ana. Não aguento mais ficar longe de você. Esses dias foi um inferno longe de ti. Era o que eu queria dizer, mas ainda não é o momento.

– Ah... Poupe-me veio em uma balada para conversar, eu não estou afim. Diz atrevidamente e sai rebolando. Não posso deixar de sorrir. Saudades dessa boca atrevida. Vou atrás dela e lhe digo que quero falar sobre o contrato, que eu aceito. Quero-a mais que tudo. Começou a tocar Kiss me, lembro-me da nossa primeira vez. Puxo Ana para os meus braços, ela aceita. Durante a musica sussurro no ouvido que sinto muito a forma como me afastei dela. E que eu não quero machuca lá.

– Você machuca mais ficando longe, ela diz com os olhos cheios de lagrimas. Sinto um aperto no coração com suas palavras, a ultima coisa que eu quero é machuca lá, mas se afastando dela machuca nos dois, e eu vou parar de deixa lá sozinha, só vou embora se ela quiser. Aperto ela nos meus braços, para que ela não saia nunca mais.

Quando terminamos de dançar ela me apresenta ao seu amigo Jose, depois eu vou com ela para o seu apartamento.

Vamos para o apartamento em silencio e eu fico pensando em como fui tolo por deixa lá, mas, por que eu gosto tanto dela! Quando eu não estou com ela, minha mente está toda ocupada com ela como se ela estivesse na minha presença. Quando eu tentei ficar longe dela, tentei não ter qualquer contato com ela, eu era completamente infeliz como se uma parte essencial de mim estivesse faltando. Sabendo quem eu sou conhecendo minhas predileções. Sabendo como ela era inocente, eu tentei protegê-la de mim... No entanto, acho que é impossível ficar longe dela.

Entramos no apartamento, sento-me e comoço a falar:

– Ana, eu tentei esquecer-te e fica longe de você, mas eu não consigo e não vou lutar mais. Admito que me irritou o seu email pelo fato de você não querer aceitar as minhas regras, e também que você disse que em algumas vezes passou na sua cabeça a palavra “puta” nunca mais quero que você pense dessa forma. Bom, eu quero você Anastácia e se eu tiver que abrir mão de algumas regras eu irei abrir.

– Diga-me exatamente o que você não aceita no contrato que eu farei um novo.

– Não quero que me compre roupas, nem me diga o que devo usar ou que horas tenho que dormi, ou o que vou comer... Só não quero que se meta na minha vida assim como não vou me meter na sua. Enquanto ao sexo, quero experimentar um pouco de tudo com você. Mas na realidade eu queria uma relação normal, que eu pudesse lhe tocar. Fazer amor com você, dormi com você, fazer tudo só com você. Porém eu já sei o tipo de relação que lhe interessa. – disse. Respirou fundo.

Isso doeu pra caralho... Respiro fundo.

– Christian eu... Ela tenta se justificar, mas o que ela disse é o correto, eu mesmo que lhe disse qual era o tipo de relação que eu queria.

– Não. Ana, não precisa me dizer mais nada, a meu ver você entendeu direitinho qual é o tipo de relação que eu quero. Disse com toda normalidade que consegui.

–Sim, Senhor Grey.

– Eu gostei muito quando você amarrou minhas mãos. – ela disse, e eu gostei muito de saber disso.

– Já é um progresso, senhorita Steele. Digo.

– Mas não quero que me bata – Diz

– você foi fisicamente castigada quando criança? Pergunto.

– Castigada, castigada de levar uma surra não. Mas tapinhas, como dizem um tapinha não dói. Eu sei que o BSDM não tem nada a ver com simples tapas. Está coisa de castigo é o que mais me preocupo, eu quero experimentar o mundo BSDM com você, por você.

Não tenho nem palavras para descrever minha alegria, ela quer experimentar tudo comigo. Se ela pode entrar no meu mundo eu posso abrir mão do contrato por ela também. Eu só preciso da confiança dela.

– Eu estou contente que você disse-me. Manteremos a surra fora da lista no momento. Se você conseguir ficar mais confortável com este material, nos aumentaremos á intensidade. Faremos isso devagar.

Eu digo isso para tentar aplacar sua preocupação. Ela engole, me olhando cética.

Eu me inclino para frente e a beijo nos lábios.

– Olhe, eu quero conversar com você sobre mais duas coisas, então levarei você para cama.

– Cama? – Ela pede piscando rapidamente, seu rosto corando.

– Depois de todos esses dias longes, não quero esperar para te foder no meu apartamento, mas agora mesmo. Digo cheio de saudades.

– Primeiro quero lhe dizer que tem uma regra que nunca vou abrir mão. Ela é só minha. Não vou abrir mão disso, você é só minha... Minha e de mais ninguém. Não quero você saindo com outros homens. Nenhum.

– Vou sair com meus amigos, e você não tem “Amiga” disse fazendo aspas com os dedos. Ela deve estar falando de Elena.

– Espero que tenha sido claro, Anastácia. Eu não estou brincando.

– Eu também espero ter sido clara, Christian.

É incrível, parece que o tempo todo ela esta testando o meu limite.

– Segundo. Fiquei muito irritado hoje na boate, eu lhe peguei por trás, você com os olhos fechados passei as mãos em seus seios e apertei seus mamilos, e você nem sabia quem era. Podia ser qualquer um. Disse lembrando-me do filho da puta que tentou se aproximar dela, não quero nem pensar no que aconteceria se eu não estivesse lá.

– Eu estava pensando em você, Christian. Achei que fosse apenas pensamento mais era realidade, era você. Por favor, não fique bravo comigo. Ela sussurra.

Eu ainda estou em silêncio, ainda lutando com minhas emoções. — Você me assusta quando você está bravo. – Ela suspira.

Eu não quero que ela tenha medo de mim. Eu fecho meus olhos para encontrar um foco. Balanço a cabeça tentando sacudir essa nuvem emocional da minha cabeça. Quando eu finalmente abro os olhos eu a vejo, e isso suaviza meu olhar. Eu respiro fundo e engulo. Ela está irresistível agora e eu quero meu foco nela e não pela raiva que eu estou sentindo.

Levantamos, e seguimos para o quarto.

Se vire, eu quero retirar suas roupas. Digo.

Finalmente um movimento obediente dela! Ela se vira sem dizer nada. Eu movo-me para ela, pego seu cabelo de suas costas e coloco-o no seu ombro direito. Eu posso ouvir seu coração batendo como as asas de um beija-flor tentando escapar de seu peito. Eu suspendo sua blusa lentamente e desejosamente.

– Sem sutiã senhorita Steele, eu gosto disso. É claro que eu já sabia que ela estava sem sutiã.

Beijo suavemente cada um dos seus mamilos, eles endurecem na hora. Retiro sua saia, ela fica apenas de bota. Gosto muito do que eu vejo, ela está uma delicia com essas botas.

Eu fico atrás dela, e a puxo de forma mais íntima, fazendo-a voltar se contra mim. Inclinando-me, eu inalo seu cabelo.

– Você tem um cheiro divino, Anastácia. Tão doce. — Eu digo e eu roço meu nariz para baixo, passando por sua orelha e por seu pescoço e ombro, enquanto arrasto macios, leves, sensuais beijos. Sua respiração torna-se superficial e rápida, seu corpo cheio de expectativa.

Minhas mãos alcançam seus seios, e seus mamilos enrugam ao meu toque. Eu me inclino e murmuro contra seu pescoço. – Erga seus braços e os coloque ao redor da minha cabeça. Ela obedece, e seus seios empinados empurram as minhas mãos, seus mamilos duros. Seus dedos tecem meu cabelo, e gentilmente o puxam. Enquanto isso ela rola a cabeça para um lado me dando acesso ao seu pescoço. É tão gostosa!

– Mmm... – Eu murmuro em sua orelha, e começo a esticar seus mamilos enquanto chupo o lóbulo da sua orelha e mordisco seu pescoço.

– Você gosta disso, não é senhorita Steele?

– Mmm... –Diz ela.

– Responda-me. – Digo continuando minha tortura sexual, puxando seus mamilos levemente.

– Sim. – Ela respira.

– Sim o que? – É a hora de educá-la.

– Sim Senhor. – Ela responde.

– Boa menina. – Eu digo beliscando com força, fazendo-a convulsionar com uma sacudida de prazer e dor, deixando-a ofegante. Minha ereção cresce com força empurrando-se para dentro dela. Ela geme ainda mais alto, enquanto puxa meu cabelo com mãos força.

– Você me desagradou hoje, talvez eu não lhe deixe gozar afinal. Sussurro.

– Se você quiser gozar vai ter que montar em mim, e se resolver com meu bem mais precioso. Vou deixar você no comando e brincar com ele. Estou louco para ver ela montada no meu pau.

– O que? Diz com a voz rouca.

Seu desejo por mim me faz sorrir.

Minhas mãos se deslocam para seus quadris. Eu prendo meus dedos em sua calcinha, por trás, empurro meus polegares através do material rasgando-a e jogando-a para frente para que ela possa ver. Minha mão se move para baixo no seu doce sexo, e de trás eu insiro meu dedo.

– Oh, sim. Minha doce menina, você está pronta. – Eu respiro, girando-a e deixando-a de frente para mim.

Ela está me deixando tão excitado. Minha respiração também se acelera. Eu coloco meu dedo em minha boca. — Você tem um sabor tão bom, Srta. Steele. – Agora, tire minhas roupas. – Eu ordeno. Olhando para ela. Ela olha para suas botas.

Suas mãos chegam a minha camisa, eu as agarro e agito a cabeça sorrindo maliciosamente.

– Oh não. Não a camisa, você pode precisar dela para tocar-me como eu planejei. Eu digo excitado. Eu pego uma de suas mãos e coloco sobre minha ereção. Ela morde o lábio – Este é o efeito que você tem sobre mim Srta. Steele. – Ela suspira em resposta e flexiona seus dedos em minha ereção. — Eu quero estar dentro de você. Tire a minha calça jeans. Você está no comando. –

Ela se ajoelha na minha frente, retira minha calça jeans junto com a cueca. Meu pau fica diante do seu belo rosto. Ela esta me deixando louco. Morde e lambe os lábios olhando nos meus olhos. Ela acaricia meu pau, com suas mãos macias. Depois passa a língua por todo o meu pau. Deixando minha pica furiosamente dura. Eu sinto seus lábios fechando em meu comprimento. Ela é incrível, ela esta me desobedecendo por que só pedi para ela retira meu jeans, vamos ver até onde ela vai. Ela se inclina para frente com os olhos fechados, com os cabelos em cascata sobre minha masculinidade enquanto seus lábios se fecham e continuam a chupar, sua língua correndo e lambendo minha ponta. Ela move a cabeça para cima e para baixo, revestindo meu comprimento ao máximo, chocando-me completamente! Porra! Será que ela não tem nenhum reflexo para engasgar? Ela está-me fodendo com a boca! E isso é sexy pra caralho! Meus olhos se abrem, e minha respiração é difícil. Ela me empurra mais e mais, e se move para cima e para baixo.

Passo minhas mãos em seu cabelo e seguro, minhas pernas ficam tensas com o prazer.

– Pare Ana, pare. Estou pronto para gozar. Eu não quero gozar. Eu quero foder.

Ela continua chupando freneticamente, sugando e apertado cada vez mais gostoso. Eu não quero gozar na sua boca, estou com saudades de ficar dentro dela. Meus olhos estão em brasa de tanta paixão por ela. Este é o mais longo tempo que eu posso segurar. Essa espera está me matando, eu tenho que ter ela. Caso contrário, eu vou explodir!

Merda! Ela não vai parar.

Puxo seu cabelo fortemente para que ela pare de chupar. Ela olha decepcionada de alguma forma. — Não quero nem pensar em quem ela já fez isso antes.

– Vejo que a senhorita gosta de chupar um pau, em Senhorita Steele. Agora eu quero ser enterrado dentro de você, murmuro e vejo a animação e excitação nos seus olhos. Sento-me e ela senta em cima de mim. Estamos nariz com nariz

– Você é minha perdição Anastácia. Digo. Eu sempre tive o controle de tudo, mas com Anastácia tudo é fora do controle.

Olha-me nos olhos, posiciona sua buceta na cabeça do meu pau e começa a passar sua buceta meladinha na minha pica. Eu fico olhando nos seus olhos. Cristo, Anastácia, você está me matando aqui, penso.

Ela geme quando meu comprimento enche seu interior. Sobe e desce... Gemendo na minha ereção.

– Sinta-me. Sinta-me por inteiro. – Eu rosno fechando os olhos. Eu estou colocando tudo dentro dela. Eu lentamente afundo de volta para a cama. Ela começou a rebolar no meu pau.

– Ah... Que gostoso. Ela geme de prazer ainda mais alto e joga a cabeça para trás, seu bonito cabelo desmoronar-se.

Você move Anastásia, para cima e para baixo, como você quiser. Segure minhas mãos. – Eu digo ofegante, com a voz rouca. Ela aperta minhas mãos, e estamos conectados em muitos pontos. Ela suavemente empurra-me e volta para baixo. Repetidamente. Meus olhos estão ardendo em antecipação selvagem. Minha respiração é irregular, como a dela. Ela rebola novamente no meu pau. Deixando-me cada vez mais na borda.

Ela despertou algo em mim que eu não sabia que eu tinha. É uma realização absoluta: Eu não posso fazer sem ela! Ela é minha, e agora, ela está me reclamando, me fodendo, me amando. Eu nunca fui amado antes, exceto por ela. Sinto seu corpo ficando tenso, Ana gozar gritando algo incoerente.

– veja como você pode gozar sem eu fazer praticamente nenhum movimento – Digo rouco.

Agarro seus quadris e abro-os. Segurando minhas mãos, mando ela fica na ponta dos pés. Agachada, na ponta dos pés e aberta para mim. Posso gozar só com sua imagem. Começo a meter rapidamente dentro, fora, dentro, fora...

– Ah... Como você é gostosa... Tão apertada... Gemo.

Ana gozar repetidamente. Vê-la desmoronando sobre mim, e sentir sua buceta toda meladinha e quente é minha perdição. Fechando meus olhos, inclinando a cabeça para trás, meu queixo tenso. Eu gozo em silêncio com as emoções e cheio de temores desconhecidos, não posso mesmo fazer um som com esses sentimentos estranhos dentro de mim.

Ela cai no meu peito. Cruzamos a linha entre fazer amor e foder. É tudo uma zona cinzenta agora. Posso fazer isso de novo com ela? Eu quero fazer isso de novo com ela? No momento, eu sou dela e ela é minha.

Notas finais
Quem tiver ideias e opiniões podem comentar. Beijos e até o próximo. Próximo capitulo uma pessoa sumida e que virou favorita de uma das leitoras vai aparecer. beijjjjjjjos