50 Tons De Desavença
33 Paraíso.
Notas iniciais
Acordei na cama e não faço a menor ideia de como cheguei até aqui. Olho ao redor e vejo que as portas da varanda estão fechadas e com as cortinas que impendem a entrada do sol. Christian está deitado ao meu lado e com o braço na minha cintura. Ele está dormindo profundamente, e sorriu ao me lembrar do seu esforço nessa madrugada. Esse homem maravilhoso nem parece real, ele é a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Ontem foi tudo tão perfeito, o amor na beira da praia, e quando fizemos novamente a noite com velas espalhadas pela praia, ele é perfeito, meus cinquenta tons perfeito. Viro-me de lado e olho seu belo rosto, acaricio seu rosto e penso em como eu tenho sorte por tê-lo na minha vida, a minha vida não é chata e nem monótona quando ele está comigo, mas quando ele não está eu só sinto o vazio. Continuo acariciando o seu rosto, seu pescoço e olho suas cicatrizes. Olho com tristeza para cada uma delas, ele ainda não me falou como isso aconteceu com ele, eu quero muito saber, mas quero que ele se sinta pronto para falar, porque seja lá o que aconteceu deve ter sido muito doloroso. Sinto um arrepio no meu corpo.
Olho seu rosto e vejo que ele ainda está dormindo, lentamente faço caminho do seu pescoço para seu tórax, passo minha mão nas suas cicatrizes e Christian solta um gemido, retiro minha mão imediatamente.
Levanto-me, vou até o banheiro e quando saio do mesmo pego uma camisa de Christian e visto. Vou até a cozinha e preparo um lanche para comemos. Vejo que são duas horas da tarde, dormi durante muito tempo, mas ainda estou com sono, porém quero aproveitar o tempo que ainda tenho para fica com Christian. Sei que quando ele voltar para Seattle vai ter muito trabalho para fazer, ultimamente ele tem deixado o trabalho para fica comigo e sei que vai ter que recuperar o tempo perdido. Faço dois hambúrgueres gigantes, batata frita e duas latas de Coca-Cola. Coloco tudo em uma bandeja improvisada. Olho para minha bandeja, ela está tão sem graça. Decido ir até o lado de fora e pego algumas flores que tem na frente da casa e faço um buque, coloco o mesmo na bandeja, em seguida pego uma folha de papel na caderneta e escrevo.
“Esse foi o melhor final de semana da minha vida, você tem sido a luz dos meus dias, Eu nunca vou-me arrepender de nada que vivermos juntos, eu amo você Christian Grey e enquanto você me amar eu nunca vou desistir de você”. Com amor Anastácia.
Eu não preciso que ele diga que me ama, pois ele me mostra isso em cada toque, em tudo o que ele já fez por mim, a forma como ele lutou com Eliot para me ter, tudo o que ele tem feito é por mim. Coloco o bilhete na bandeja e volto para o quarto com um sorriso enorme. Chego ao mesmo e vejo que ele ainda está dormindo. Sorriu, mas minha deusa interior faz um bico enorme, ela já está prontinha para ele. Coloco a bandeja em uma mesa no quarto. Sento-me próxima de Christian e cheiro e beijo seu pescoço, ele geme. Quando ele abre os olhos e ver meu rosto, um sorriso enorme aparece no seu rosto.
– Bom dia – Digo sorrido.
– Bom dia – Sussurra com um sorriso enorme. Minha deusa já está de joelhos diante da visão de Christian. Como pode uma pessoa acorda tão lindo e exalando sexualidade. Ele senta-se e com esse movimento consigo ver a protuberância que está entre suas pernas. Ai que calor... O homem já acorda pronto.
– Não morda o lábio, Senhorita Steele. – Christian murmura.
– Eu nem percebi que estava fazendo isso, Senhor Grey – Murmuro inocentemente. Ele sorrir. Ele olha para a mesa do quarto e ver a bandeja com lanches.
– A senhorita está com fome?
Eu sorrio maliciosamente. – Sim, senhor Grey – Murmuro me levantando da cama. Paro no pé da cama, Christian acompanha cada passo meu.
–Mas não de comida – Sussurro e me enfio em baixo do lençol. Vou subindo até chegar entre suas pernas, fico de quatro entre as pernas de Christian, coloco minha cabeça para fora do lençol e o olho. Vejo o brilho da malicia nos seus olhos, ele não esperava por essa. Minha deusa interior está molhando os lábios para o que vem a seguir.
Pego sua protuberância, acaricio o mesmo e molho os meus próprios lábios. Olho para Christian com um olhar que eu suponho ser sedutor e em seguida abocanho seu pau. Christian geme assim que circulo minha língua pelo seu pau. Sinto o seu líquido pré-ejaculatório e sinto seu membro ficando mais rígido e grosso enquanto o chupo, chupo e chupo. Christian geme quando coloco todo seu pênis na minha boca, faço ir até a garganta e continuo meus movimentos de vai e vem. Christian solta alguns palavrões e coloca a mão no meu cabelo, ele enrola todo o meu cabelo na sua mão e comanda o restante da chupada. Sinto minha buceta ficando quente, como se eu fosse gozar só de chupá-lo. Mantenho minha mão esquerda no colchão e com outra mão pego suas bolas e massageio e aumento o ritmo das minhas chupadas.
– Porra Ana... Vou gozar – Christian gemeu. Eu também, Christian. Pensei comigo mesma. Ele puxa meu cabelo, mas nem sinto dor, fico mais excitada ainda. Em seguida, sinto o jorro do seu sêmen na minha boca, eu engulo tudo e enquanto faço isso, sinto algo quente descer pelas minhas pernas. Caralho, gozei chupando-o.Levanto-me e fico de joelhos na sua frente, lambo os meus lábios limpando os resquícios do seu jorro. Christian me olha maravilhado. Ele passa os dedos pelo meu rosto e lábios e sussurra.
– Estou criando um monstro insaciável.
– Isso lhe incomoda – Pergunto sorrindo.
– Nem um pouco. – Murmura e faz com que eu me deite na cama. Ele abre minhas pernas, ele olhar entre as mesmas e murmura em êxtase.
– Ana você gozou enquanto me chupava. – Meu rosto enrubesce. Ele olha nos meus olhos.
– Não fique envergonhada, seu prazer é o meu prazer – Murmura. Ele beija-me com paixão e nós nos entregamos um ao outro como somente a gente sabe fazer...
Depois de uma hora de muito amor, luxuria e muitas perversões, tomamos banho e em seguida eu fui esquentar os lanches. Voltei para o quarto e coloquei a bandeja na cama. Christian olhou confuso para as flores.
– São para mim? Perguntou sorrindo. — Sim, isso te incomoda?
– Não, é que nunca ganhei flores antes. – Diz sorrindo.
– Fico feliz em ser a primeira – Digo. Realmente fiquei feliz em ser a primeira em algo.
Começamos a comer. Christian estava com tanta fome que só depois que ele terminou de comer ele viu o bilhete.
– O que é isso? Ele pergunta pegando o bilhete.
– Veja você mesmo. – Digo sorrindo e bebo minha Coca-Cola.
Acho que ele ler o bilhete três vezes. Talvez eu tenha exagerado em dizer que ele me ama. Abaixo a cabeça e fito minhas mão entrelaçadas. Um tempo depois Christian pega a minha mão só nesse momento me atreve a olhar para ele. Seus olhos parecem que me atravessa a alma, depois de uns segundos que pareceram eternos, ele diz.
– Isso era tudo que eu precisava saber – Sussurra e abre um sorriso enorme. Pulo nos seus braços e o abraço.
Depois que descansamos, fomos caminhar pela praia. De mãos dadas caminhamos e conversamos depois que nadamos e namoramos no mar, voltamos para casa. Christian disse que Taylor viria nos buscar cinco horas. Depois do banho enrolei uma toalha no meu corpo e alfinetei Christian.
– Acho que o jeito vai ser entrar no carro de toalha – Murmurei enquanto andava pelo quarto.
– Só por cima do meu cadáver que vou deixar outro homem te vê de toalha.
– Mas eu não tenho roupa para vestir. – Disse fazendo beicinho.
– Anastácia para de me provocar. – Murmurou. – Eu sempre dou um jeito, baby – Disse se aproximando de mim. Deu uma tapa na minha bunda e foi para o lado de fora da casa. Fiquei dando risada.
Alguns minutos depois Christian apareceu com uma sacola e logo eu percebi que eram roupas, ele me entregou a sacola sorrindo, como quem diz, viu que eu sempre dou um jeito. Peguei a sacola e fui para o banheiro. A roupa que Christian me trouxe é bem confortável. Uma calça, uma regata, uma jaqueta e botas.
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Saímos de casa, caminhamos até a rua e eu avistei Taylor. Sorrir para ele.
– Olá, Taylor – Murmurei.
– Olá, senhorita Steele. – Murmura. Já lhe disse várias vezes para me chamar de Ana, mas Taylor não aprende.
– Estou feliz em vê-lo, só não estou feliz por ter que sai desse paraíso. – Digo e faço beicinho. Vejo o resquício de sorriso no seu rosto.
– Quando vocês terminarem eu gostaria de voltar para Seattle. – Um Christian carrancudo murmura ao meu lado.
– Desculpe Senhor – Taylor murmura e volta para sua forma de soldado sério. Reviro os olhos para o jeito de Christian.
– Não revire os olhos, Anastácia. – Ele murmura entrando no carro. Entro no carro sorrindo e me aconchego nos seus braços.
Depois de horas de viagem chegamos em Seattle. Christian me acompanhou até minha casa para que eu pegasse minhas coisas. Peguei algumas roupas, meu BlackBerry e meu MacBook e sai de casa. Quando entrei na minha casa não deixei de reparar que a parede manchada pelo vinho e os cascos do vidro já não existiam mais. Com certeza Christian cuidou de tudo, entrei no carro e não quis comentar sobre esse assunto. Prefiro deixar esse episódio no esquecimento. Aconcheguei-me nos braços de Christian novamente e fechei os olhos, a ultima coisa que me lembro foi de Christian me carregando nos seus braços de sussurrando. — Durma minha doce Anastácia...
Acordei na cama enorme de Christian, totalmente sozinha. A única coisa que achei foi um bilhete dele no travesseiro.
“Fui para o escritório, qualquer coisa que você precisar é só me ligar, e principalmente se for sair me AVISE”. Sorrir com sua letra gritante no final.
Levantei-me sorrindo, tomei um longo banho de banheira e vestir uma das minhas roupas que trouxe da minha casa.
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Sentei-me na cama e peguei meu BlackBerry e percebi que estava cheio de chamadas perdidas, tinha chamadas de Kate, Mia e dos meus pais. Quando eu ia ligar para meus pais, recebi uma ligação de um número desconhecido, era da SIP. Dizendo-me que eu fui contratada e que nessa mesma semana era para eu ir levar meus documentos e assinar os contratos na empresa e que eu começaria na segunda-feira que vem. Assim que desliguei o telefone dei vários gritinhos e pulinhos de alegria. Depois de meu momento eufórico, liguei para meus pais, lhes contei sobre a novidade do meu novo trabalho e fiquei conversando com eles por mais meia hora. Depois liguei para Mia, fiquei triste ao saber que ela já estava em Paris, e ela ainda me disse que Eliot também tinha viajado, ela e nem ninguém sabia para onde e nem quando ele voltava. Agora só faltava ligar para Kate, liguei e ela atendeu na décima chamada, acho que ela me fez esperar de propósito.
– Que demora de atender, Kavannagh.- Murmuro assim que ela atende.
– Depois de todas as minhas ligações, se sinta honrada por eu atender – Diz.
– Como eu sinto saudades, Kavannagh. – Murmuro.
– Não tente se safar Senhorita Steele. Vai-me dizendo o motivo de você não ter me atendido esses dias. Está tudo bem no paraíso? Pergunta. Eu sorrir.
– Sim, sim, Kate. Esse foi um dos motivos por eu não ter atendido – Respondo totalmente feliz.
– Vou querer saber os detalhes quando eu chegar nesse sábado. – Murmura e meu sorriso e alegria só fazem aumentar.
– Serio? Pergunto exultante de alegria.
– Sim, nesse sábado me mudo para Seattle. – Diz.
–Que notícia maravilhosa. Já não era tempo de você sair de búzios. – Murmuro.
– Eu não estou em búzios, estou em Aspen. – Murmura.
– Que mudança brusca de temperatura. – Digo. Ela sorrir.
– Eu sei, Ethan e eu viemos fica com meus pais antes de viajarmos para Seattle.
– Por falar em Ethan, ele já comprou apartamento?
– Sim, ele já comprou.
– Ótimo, vou preparar o seu quarto. – Digo.
– Obrigada, Aninha. – Sussurra.
– Até sábado, Kate – Digo e desligo.
Minha segunda-feira começou muito bem, vou começar a trabalha semana que vem e minha amiga chegar nesse final de semana. Deus deve está-me recompensando pela partida de Mia. Desço até a cozinha e pego algo para comer e fico pensando o que eu vou fazer o dia todo sozinha nessa casa. Na hora do almoço liguei para Christian.
– Estou sentido saudades. – Disse assim que ele atendeu. Ele sorri.
– Fico feliz em saber disso – Murmurou. – Eu também sinto sua falta.
Durante nossa conversa lhe falei que fui contratada pele SIP, e que começaria a trabalhar semana que vem. Depois de meia hora conversando ele teve que desligar, pois ele tinha uma reunião. Depois dessa ligação fiquei pensando o quanto estou dependente de Christian e sinceramente não acho isso nada bom.
Depois do almoço me acomodei na biblioteca, olhei para a mesa de bilhar e lembrei-me dos tempos que jogava com Jose, seria bom jogar uma partida com Christian. Passei a tarde toda lendo na biblioteca, é o segundo paraíso, pois o primeiro é com Christian. Sai da biblioteca com os olhos doendo de tanto ler, resolvi ir procurar um filme para assistir na sala de televisão. Antes de ir escolher o filme tomei outro banho, mudei a roupa e fiz uma trança lateral no meu cabelo. Coloquei um blusa de botão que vai até meus joelhos e uma calcinha short.
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Liguei a TV e coloquei pausa no filme que tava começando, fui até a cozinha para fazer brigadeiro. Graças a Gail nessa casa tem de tudo. Coloquei uma música no meu BlackBerry e comecei a mexer o Brigadeiro ao Som de Sex On Fire.
"You" Você…
"Your Sex is on fire" Seu sexo está em chamas
Cantei bem alto o refrão. De repente, ouvir um pigarro bem atrás de mim. Virei-me na mesma hora e quase derrubo a panela. Christian estava encostado na bancada da cozinha e com os braços cruzados me olhando com um olhar divertido.
– Seu sexo está em chamas? Ele perguntou com um sorriso sexy estampado no seu rosto. Resolvi entrar no seu jogo.
– Meu corpo inteiro está, o que o SENHOR vai fazer sobre isso? Desafiei-o. Minha deusa interior está assistindo a tudo isso de camarote.
– Isso é o desafio, senhorita Steele?
Desliguei a panela e caminhei na sua direção, totalmente excitada pelo seu jogo. Christian estava vestido com um terno e calça preta e uma gravata preta exalando poder. Chego bem perto dele e faço que vou beijá-lo, mas paro próximo ao seu lábio.
– Pode apostar senhor Grey. – Sussurro. Christian pega na minha nuca e me beija, um beijo forte e duro cheio de paixão. Nesse beijo ele mostra que sentiu tanta saudade de mim, quanto eu sentir dele. Retribuo o beijo na mesma intensidade. Ele retira minha blusa sem desgrudar os lábios dos meus, ele me beija como se fosse o seu ar para respirar.
– Christian... Alguém pode chegar – Murmuro, mas ele ignora. Christian retira minha calcinha short.
– Você ficou mais gostosa ainda com essa calcinha, mas prefiro você sem ela. – Murmurou enquanto me erguia na bancada da cozinha. Christian me colocou sentada e abriu minhas pernas, abaixou sua calça, cueca e tudo junto. Ele penetrou-me olhando nos meus olhos. Ah... Gemi com sua entrada abrupta. Christian começou com movimentos suaves, mas foi aumentando as estocadas progressivamente. Joguei minha cabeça para trás, trasbordado de prazer. Christian pegou na minha traça e puxou a mesma. – Olhe para mim. – Ordenou e assim eu fiz.
– Mais forte Christian – Pedi e nesse momento percebi que estou sentido falta do quarto de jogos. Christian começou a meter mais forte e freneticamente. O meu orgasmo não demorou a chegar. Gemi no ouvido de Christian e mordi o lóbulo da sua orelha, Christian gemeu e depois de mais algumas estocadas gozou gloriosamente na minha buceta.
Descansei minha cabeça no seu ombro, estávamos com a respiração ofegante. Quando recuperamos nosso fôlego fomos tomar banho, eu esfreguei o corpo de Christian com a bucha e ele esfregou o meu. Depois do banho fomos assistir ao filme e comer brigadeiro.
– Faz muito tempo que não como brigadeiro – Christian comentou quando nos sentamos no sofá.
– É uma pena que não sou a primeira – Sussurro e faço beicinho.
– Você já é a primeira de tantas coisas – Murmura. Sua resposta me desarma. Eu olho para ele cheia de amor.
– Um dia vou querer saber todas as coisas que eu sou a primeira. – Digo e o beijo. Um beijo de chocolate.
– O brigadeiro fica ainda mais gostoso com o seu beijo – Sussurro.
– Eu posso imaginar outra coisa que ficaria gostosa com esse brigadeiro – Diz maliciosamente.
– Você é terrível – Digo sorrindo. Esse homem só pensa em sexo, fiquei com calor só de imaginar as coisas que ele poderia fazer com o brigadeiro. Minha deusa interior já está se abanando.
– Que calor que está fazendo nessa sala – Murmurei e Christian deu uma gargalhada...
– Qual o nome do filme? – Perguntou-me.
– Nem eu sei, liguei a TV no canal fechado e pausei no filme que estava começando. Christian pegou o controle e foi olhar o nome do filme.
Eu não me contive quando o nome do filme apareceu na TV. Eu rir tanto que saiu lágrimas dos meus olhos. O nome do filme era A Mulher Do meu Irmão.
– Não achei graça, senhorita Steele. – Christian murmurou carrancudo.
– Desculpe Christian, mas eu não resistir. – Murmurei. Christian foi até uma lista de filmes no canal fechado e escolheu um de comédia romântica. No meio do filme percebi que Christian estava se esforçando para ficar acordado. Ele deve está morrendo de sono e cansaço.
– Vamos para cama. — Não é para o que você tem em mente – Murmurei quando percebi a malicia nos seus olhos. Ele sorri.
Christian desligou a TV e seguimos para o quarto, quando chegamos ao mesmo Christian foi para a cama. Eu fui até o banheiro e peguei o creme hidratante. Christian estava com seu calção de dormi e sem camisa, quando ele viu o creme na minha mãe me olhou com curiosidade.
– O que você está pensado em fazer – Murmurou.
– Quero-te fazer uma massagem. – Murmurei e seus olhos se arregalaram, antes que ele falasse algo, eu me adiantei.
– Nos pés Christian. – Murmuro e ele fica-me olhando, mas acaba cedendo.
– Eu já aceitei que você não gosta de ser tocado. – Murmuro enquanto começo a massageia seus pés. Ele apenas me olha. Depois de um longo tempo, Christian suspira e começa a falar.
— Eu devo ter de cerca de três e o cafetão da prostituta drogada está louco e promovendo um inferno. Ele fuma e fuma, um cigarro atrás do outro e ele não consegue encontrar um cinzeiro. — Ele para e eu congelo com um frio insidioso invadindo meu coração.
— Doeu — ele diz, — É a dor que me lembro. Isso é o que me dá pesadelos. É por isso que não gosto de ser tocado
Ah, não. Isso é insuportável. Como poderia alguém tratar uma criança assim? Ele levanta a cabeça e os me fita intensamente com seus olhos cinza. Eu tento não deixar que meu desespero me sufoque, fico quieta para que ele continue.
— Às vezes, nos sonhos, ela está apenas deitada no chão. E acho que ela está dormindo. Mas ela não se move. Ela nunca se move. E eu estou com fome. Realmente com fome.
Oh! foda.
— Há um ruído alto e ele está de volta e ele me bate com tanta força, maldizendo a prostituta drogada. Sua primeira reação foi sempre de usar seus punhos ou o seu cinto.
Ele fecha os olhos, vejo que ele aperta bem as pálpebras como se estivesse com dor.
– Shiii baby, não precisa continua. – Digo com as lágrimas já rolando pelo meu rosto.
— Ela não me amava. Eu não me amava. O único toque que eu conhecia era. . . Duro.
Eu não suporto mais ouvir um a palavra. Me jogo nos seus braços e o abraço, o abraço bem apertado e deixo as lágrimas descerem pelo meu rosto.
– Eu te amo meu amor e vou-te amar para sempre. – Sussurro no seu ouvido.
– Beija-me Christian – Sussurro. – Deixa eu te mostrar o quanto que te amo e confio em você. Eu o beijo, um beijo leve e suave... Sinto o gosto salgado das lágrimas.
Eu olho nos seus olhos. – O meu amor vai fazer você esquecer o passado, meu amor – Sussurro e o beijo novamente, um beijo cheio de amor.
Eu realmente espero que isso seja suficiente para ele esquecer todo o seu sofrimento. No que depender de mim, não vou desistir e nem me afastar dele jamais.
Christian joga-me na cama, enterra o rosto no meu pescoço e sussurra.
– O que eu sinto por você nenhuma palavra no mundo pode descrever. — Sussurra... Ele penetra-me tão lentamente, despertando com carinho cada parte do meu corpo... Nesse momento não existe nada, nem passado, nem futuro, nem ninguém, não existe nada que possa nos afetar nesse momento só existe nós dois...
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