50 Tons De Desavença
24 Fim dos segredos...
Notas iniciais
— Cem mil dólares para a linda Ana! Dou-lhe uma. . . Dou-lhe duas... — O
MC olha para Eliot que está-me olhando com um olhar que nunca vi antes na minha vida, ele balança a cabeça e caminha para o lado de fora da mansão.
— Vendido! — Senhoras e Senhores esse foi o maior leilão que tivemos O MC grita triunfante. Todos olham incrédulos para o que acabou de acontecer, vejo que Christian vai atrás de Eliot, desço ás pressas do palco e vou atrás deles, porém sou barrada por Taylor.
– Deixe o Senhor Grey resolver isso, Anastácia. – Taylor diz e vejo que está preocupado.
Meu coração está disparado, acho que nunca sentir tanto medo assim antes.
– Taylor, você não pode deixar eles sozinhos. – Digo com os olhos cheios de lagrimas. Não quero nem imaginar o que poderia acontecer.
– Ana – Ouço Mia chama-me.
– Onde está Christian? Eu vou matá-lo. Ela diz. Não antes de mim, Mia. Penso.
– Eu não sei, ele foi atrás de Eliot. Vem Ana, vamos atrás deles. Mia puxou minha mão e passou por Taylor, e Taylor desta vez não tentou impedir. Depois de procurarmos, achamos os dois brigando no gramado, Eliot chamado Christian de desgraçado e filho de uma puta, enquanto dava socos no rosto de Christian, e Christian não está-lhe batendo de volta, apenas tenta se defender. Meu corpo todo estremeceu. Taylor separa os dois, assim que os vê. Eliot nem está machucado, só Christian que está sangrando um pouco do lado da boca. Christian cuspiu no chão e vi o sangue sair da sua boca, sentir meu corpo se arrepiar, tudo o que eu queria que não acontecesse, aconteceu. Mia está ao meu lado sem saber o que fazer. Eliot me ver com um olhar de tristeza, mágoa, decepção e raiva, muita raiva nos seus olhos, meu corpo congelou no lugar.
– Quando você ia dizer que estava fudendo com o meu irmão – Gritou, mas antes que Mia falasse algo, Christian deu um soco na cara dele.
– Não se refira a Anastácia dessa forma, sei que está com raiva, mas ainda não terminamos de conversar.
– Vai se fuder Christian – Eliot gritou
– Eliot me escuta, vamos conversar – Pedi, enquanto as lagrimas fluíam pelo meu rosto.
– Acho que é um pouco tarde para isso. Você foi a maior decepção que eu já tive. Disse e andou em direção ao seu carro, fui atrás dele.
– Ana espera – Christian disse pegando o meu braço, olhei para sua mão. – Me. Solta. Falei cheia de ódio.
Assim que Christian me soltou fui atrás de Eliot, mas antes de eu conseguir-me aproximar ele arrastou o carro a toda velocidade. Coloquei as mãos no rosto e chorei feito uma criança. Depois de um tempo sentir a mão de Christian nas minhas costas, em seguida ele me abraçou.
– Shiii baby, vai fica tudo bem. Agora acabou, não temos mais que esconder nada de ninguém. – Ele sussurrou no meu ouvido.
– Por que Christian? Por que você fez isso? Perguntei sem conseguir Cessar as lagrimas.
– Você é o motivo Anastácia, sem você eu sou como uma noite sem lua, sem você eu sou a eterna escuridão. Você é minha Luz. – Ele sussurrou com a voz cheia de emoção. O abracei bem apertado.
Tudo isso é minha culpa, se eu não tivesse fugido e contado a verdade a Eliot nada disso estaria acontecendo.
– Minha doce Ana, ele sussurrou enquanto passava os dedos pelo meu rosto. Você falou tanto em não mágoa Eliot, e eu Anastácia, você não pensou que me deixando e abrindo mão do que existe entre nós iria-me mágoa. Murmurou.
Abaixei os olhos, eu não sabia o que dizer. Realmente, não pensei nele, só pensei em não mágoa Eliot. Eu iria abrir mão do meu amor, mas não apenas eu iria sair magoada, nós dois sairíamos.
– Christian eu... – Antes que eu falasse algo, ele colocou o dedo no meu lábio. — Passei toda a minha vida adulta tentando evitar qualquer emoção extrema. Mas você... Você desperta em mim sentimentos que são completamente alheios. É muito... — Ele franze a testa, agarrando cada palavra. —Inquietante.
— Eu gosto de controle, Ana, e perto de você ele..., — ele destaca, o seu olhar intenso —... Evapora. — Ele acena com a mão vagamente, em seguida, passa-a através de seu cabelo e dá um suspiro profundo. Ele aperta a minha mão. — Vamos embora. Precisamos descansar. Ele pegou o telefone e discou para Mia.
– Avise a minha mãe que Anastácia não estava se sentido bem, e que fui levar ela para casa. O dinheiro da dança vai ser doado da mesma forma. Murmurou. Mia falou algo, mas ele disse que depois conversava com eles.
Caminhamos em direção ao carro, dei um aceno de cabeça para Taylor que estava parado perto do carro e entrei, Christian falou algo com Taylor e entrou em seguida.
Sentamos afastados um do outro, pelo canto do olho percebi que Christian estava com os olhos fechados com se estivesse com dor.
O que eu estou fazendo, eu não pensei nele, não pensei o que ia-lhe causar se me afastasse. Ele já me disse que sou mais que uma submissa e tem demonstrado isso todos os dias. Ele pode ser maníaco por controle, mal-humorado ás vezes, pode não se abrir completamente comigo e isso leva tempo, afinal. Sei poucas coisas do seu passado, mas se ele não que me dizer tudo é por que foi um passado doloroso. E eu, ao invés de lhe mostrar todo o meu amor e amá-lo muito, estou dificultando ainda mais a sua vida. Eu que o amo desistir dele, mas ele com todos os problemas e defeitos não desistiu de mim.
Sentei no seu colo, ele abriu os olhos surpreso.
– Desculpe-me Christian, não devia ter fugido. Eu não pensei que iria mágoa você. Pensei que a única que ia sair magoada era eu e para mim isso bastava. Eu te... Não completei a frase, pois Christian me beijou apaixonadamente.
Quando paramos de nos beijar o carro estava parado na garagem do escala, e eu completamente sem ar. Taylor já não estava mais avista, entramos no elevador e a eletricidade de sempre estava presente. Em alguns segundos a porta do elevador se abriu, seguimos para o seu apartamento. Sentei-me no sofá, enquanto Christian foi à cozinha.
– Vinho? Perguntou.
– Por favor – Disse.
Bebi o vinho lentamente, fechei os olhos e saboreei a bebida. Quando abri Christian estava com os olhos fixos em mim, senti uma vibração entre as minhas pernas.
– Que foi? Perguntei confusa.
– Só estou apreciando a vista. – Disse e sorriu.
– Christian você está machucado – Disse estendendo minha mão, para tocar no seu rosto.
– Não é nada, estou bem – Murmurou enquanto pegava minha mão e beijava.
Beijei seus lábios, tentei aprofundar o beijo, mas ele me parou antes.
– Espera, temos que conversar. – Murmurou.
– Que foi? Perguntei frustrada.
– Você agora é minha namorada, mas quero saber se você quer uma relação baunilha regular, sem nenhuma foda depravada a final?
Minha boca cai.
— Foda depravada? — Eu chio.
— Foda depravada.
Eu fico passada. Minha deusa interior está de joelhos com as mãos postas em súplica, implorando.
—Eu gosto da sua foda depravada, — eu sussurro.
—Foi isso o que pensei. Então do que você não gosta?
Não ser capaz de tocá-lo. Você curtindo minha dor, Não poder dormi com você...
—Bem, você tem todos esses bastões e chicotes e outras coisas na sua sala de jogos, e eles me apavoram. Eu não quero que você use isso comigo.
—Ok, então nada de chicotes, ou bastões, ou cintos, por qualquer motivo, — ele diz sarcasticamente.
– Sei que você deve está preocupada com Eliot, mas ainda não terminei de conversar com ele, por que ele avançou em cima de mim. Eu não toquei nele, até o momento que ele te ofendeu e isso eu não posso permitir. Ele vai ter que aceitar que nós nos a... Ele tossiu e continuou, ele vai ter que aceitar que nós nos gostamos, mas eu vou cuidar dele, enquanto a você eu estou pronto para um recomeço Anastácia. – Ele diz e se levanta.
Meu deus! Estou perplexa, esse homem me surpreende a cada dia, cuida de mim como nenhum outro, o que mais ele pode fazer para me surpreender. Por que a única coisa que eu quero fazer agora é-lhe mostrar o quanto eu o amo. Com ele me sinto segura, como se nada pudesse-me fazer mal. Eu sei que juntos vamos conseguir resolver todos os problemas que encontrarmos no caminho, agora a única coisa que quero pensar é em me sentir amada e amá-lo.
– O que isso significa? Pergunto intrigada.
– Venha que vou-lhe mostrar – Murmurou e estendeu a mão. Peguei sua mão e seguimos para o quarto.
Assim que Christian abriu a porta do seu quarto, meu coração acelerou. Dei alguns passos para dentro, está tudo como na nossa primeira vez, flores, velas espalhadas pelo quarto e a mesma música. (Kiss-me, de Ed Sheeran). Parece que eu voltei para o dia da minha primeira vez.
È isso que ele quis dizer com recomeçar.
– Christian isso é lindo – Disse com os olhos cheios de lágrimas.
Ele ficou atrás de mim, e passou as mãos pelos meus braços, de cima para baixo e de baixo para cima. Meu corpo todo vibrou com o seu toque.
– Estou aqui para satisfazer, satisfazer você – Ele sussurrou no meu ouvido. Beijou atrás da minha orelha, meu corpo todo se arrepiou e meus mamilos ficaram duros feitos pedras.
– Você está deslumbrante com esse vestido, mas vai fica muito melhor sem ele – Murmurou e desceu o meu vestido pelos pés. Fiquei somente de cinta-liga.
– Meu deus Ana, de cinta-liga – Sussurrou e passou a mão pela minha cinta. – Perfeição – Disse enquanto admirava meu corpo com a cinta, passou a mão pela minha calcinha, retirou a mesma e só deixou as meias. Beijou entre minhas pernas, fazendo meu corpo vibrar. Depois se levantou e seus lábios abocanharam meu mamilo, chupando, mordiscando e lambendo, seus lábios são tão gostosos que me dobrei em sua direção. Ele acariciou meu corpo do seio até o quadril, descendo e subido... O seu vai e vem-me deixar louca...
Ele passou a boca por meu peito até chegar ao outro seio, sua língua chegou ao mamilo enrijecido, provocando-o um pouco antes de envolvê-lo em uma chupada quente e molhada. Beijamo-nos novamente e enquanto nos beijamos íamos em direção à cama, deitei-me na mesma, enquanto Christian retirava suas roupas e ficava gloriosamente nu.
Christian beijou meu pescoço e depois foi descendo, acariciando minha barriga com os cabelos enquanto se acomodava entre minhas pernas. Sua língua acariciou meu clitóris, suas lambidas leves e provocadoras por toda a minha abertura, junto com as entradas furtivas de sua língua na minha entrada sedenta. Súplicas roucas saiam da minha boca, a tensão se espalhou pelo meu corpo, fazendo com que eu me contraísse inteira até quase explodir de tanto tesão. Ele conseguiu-me levar ao orgasmo apenas com o toque da sua língua.
– Vou fazer o que é preciso para te ter aqui comigo. Christian murmurou e se deitou sobre mim enquanto meu corpo se contorcia de prazer. – Para não te perder –
– Nunca mais vou deixar você – Disse o beijado.
Christian penetrou-me lentamente, pressionei a cabeça no travesseiro à medida que ele chegava mais fundo, consumido meu corpo centímetro por centímetro.
Quando entrou por inteiro, ele começou com investidas cautelosas. Fechei os olhos e pensei apenas no sentimento que havia entre nós.
– Olhe para mim, Anastácia. – Sua voz estava tão rouca que eu quase não reconheci. Obedeci, e pude ver a grandeza dos seus sentimentos.
– Faça amor comigo – Ele implorou em um sussurro quase sem fôlego. Suas palavras me deram vontade de chorar, é a primeira vez que ele me pediu para fazer amor com ele.
– Sim, Christian – Pus as mãos nos seus ombros, tomando cuidado para não tocar em nenhuma cicatriz.
As estocadas ritmadas do seu pau grosso foram aumentadas, fazendo o prazer se espalhar por mim em ondas de calor. Ele era tão gostoso. Minhas pernas envolveram seus quadris em movimento, nossos olhares grudaram um no outro.
– Eu te amo, Christian – Disse enquanto as lágrimas escorriam por minhas têmporas. Ele fechou os olhos, quando abriu novamente, estava carregado de emoções.
– Eu te amo – Disse novamente.
Ele me conduziu ao orgasmo mexendo os quadris com habilidades, movendo seu pau dentro de mim, gozei violentamente, soltando gritos de prazer. Ele soltou um ruído de prazer e explodiu em um jorro poderoso...
Deitamos ofegantes, um ao lado do outro. Ele me abraçou, e ficamos deitados de conchinha. – Obrigada por não ter desistido de nós Christian – Murmurei enquanto me aninhava ao seu lado e fechava os olhos para dormi ao lado do meu amor... Espero que nada possa acabar com a alegria que estou sentido nesse momento...
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