50 Tons De Desavença

61 Feliz aniversário...


Notas iniciais
Hello! Meninas espero que estejam gostando do rumo da história. Qualquer opinião é aceita. Infelizmente não vou conseguir fazer tudo que eu queria na história para que não fique maçante, acho que precisamos dá um lindo e inesquecível final para minha primeira Fic, e espero que vocês gostem. Obrigada a todos os comentários e esse capítulo vai para a nova leitora KathSteeleGrey, obrigada pelos 60 comentários. Música: https://www.youtube.com/watch?v=zMBTvuUlm98 Boa leitura ;)

Dirigir de volta para Seattle feito um louco. Durante todo o caminho tentei entrar em contato com Anastácia ou Taylor, mas não conseguir falar com nenhum dos dois. Morro de medo que aconteça algo com Anastácia, mesmo Taylor me informando que Lincoln estava fora da cidade desde ontem, mesmo assim não queria-me descuidar. Ela e Mia se superaram dessa vez, ela terá que ter uma desculpa muito boa para que eu possa desculpá-la pelo que elas fizeram. Estacionei o carro e entrei no elevador, percebi que já ia dá meia-noite. Caralho! Não acredito que fiquei fora o dia inteiro.

Sair do elevador saltando fogo pela boca de raiva, não tinha uma porra de segurança na porta. Caralho isso só fazia piorar. Quando abrir a porta da sala quase infarto. Tinha velas espalhadas por todo o caminho. Anastácia, Anastácia o que você está fazendo comigo, espero que tudo que fez tenha valido a pena. Sigo o caminho das velas, subo as escadas onde tem velas também guiando o caminho. Chego à porta do quarto de jogos onde as velas terminam e respiro fundo para me preparar para o que eu vou ver lá dentro.

Abro a porta e me surpreendo ao ver todos os móveis e todos os objetos para o uso de submissão, até alguns que eu tinha–me livrado antes estavam ali presente. Vejo Anastácia ajoelhada perto da cama, vestida apenas com uma calcinha vermelha. Fico por um tempo sem me mover, até que me aproximo dela sem dizer nada, meus olhos são atraídos para a cama que está coberta por lençóis brancos e com um grande SIM, feito com pétalas vermelhas. Quando compreendo o que essa única palavra quer dizer, meus joelhos fraquejam. Ajoelho-me na frente de Anastácia e mal consigo falar. Ela ergue a cabeça e fitando meus olhos, diz.

– Feliz aniversário meu amor. – Sussurra e vejo todo o amor explicito nos seus olhos.

– Meu amor... Isso é o que estou pensando? Tem uma gama de sentimentos dentro de mim, a raiva por ter perdido o dia inteiro ao lado dela, mas se isso significa tê-la pelo resto da vida passaria por esse dia milhares de vezes. Anastácia me fitou com os olhos marejados, tanto quanto o meu deve estar.

– Sim, meu amor. Eu aceito e quero muito ser sua mulher para o resto da minha vida. – Diz.

Aproximo meu rosto do seu e a beijo, enquanto as lágrimas caiem dos seus olhos. Sento–me no chão e a coloco no meu colo.

– Gostou do quarto de jogos?

– Gostei, mas...

– Mas nada, Christian. Quero me casar com você por completo, quero que você seja o mesmo de sempre, com seus demônios, com sua dominação quero tudo de você Christian Grey, e não aceito me casar com menos do que isso. – Diz firme, e meu amor por essa mulher aumenta ainda mais, se é que é possível.

Carrego-a no colo e deito o seu corpo na cama junto com as rosas. Observo a minha noiva, e futura mulher deitada e imagino que não existe homem mais sortudo que eu. Retiro cada peça da minha roupa e começo a beijar os pés de Anastácia, vou subindo lentamente chego até o meio das suas pernas, onde cheiro o seu néctar. Ela suspirar. Retiro a sua calcinha e admiro ainda mais. Passo minha língua no seu clitóris para deixá-la querendo mais, sigo subindo até alcançar os seus seios onde chupo, mordo e adoro-os com todo o tempo do mundo. Delicio-me com a boca cada parte do seu corpo, Anastácia geme e súplica para me ter dentro dela.

Penetro-a lentamente, e olhando nos seus olhos sussurro.

– Você é o melhor presente de aniversário que já tive na vida, e vou te amar para sempre. — Murmuro. Apesar de estar no quarto de jogos, eu não quero dominar, chicote-a, e nem bater nela. Quero simplesmente aproveitar a noite, e me deliciar com nosso prazer que durará a vida toda. Seguimos com o nosso ritmo até que alcançamos o prazer junto...

Pov. Anastácia.

Quando Christian abriu a porta ontem meu coração quase pula do peito de tão acelerado com sua visão. Eu não sabia como ele iria reagir, mas sua reação foi melhor do que eu imaginava.

Hoje acordei Noiva de Christian Grey e superfeliz. Olhei para o homem ao meu lado e abrir um sorriso enorme. Christian estava dormindo e me mantendo agarrada nos seus braços. Precisava me afasta um pouco para lhe entregar o meu presente, que por sinal foi muito difícil de escolher. Como pressente-a alguém que tem tudo. Desprendi-me dos seus braços, Christian resmungou algo, mas não acordou. Sorrir com a minha pequena vitória. Fui correndo até o quarto de Christian, onde tinha um vestido vermelho de alcinhas, que ia até metade da minha coxa. Depois do banho coloquei meu vestido e me preparei para entregar a Christian o seu presente, que não foi nada fácil de conseguir.

Com certa dificuldade levei os presentes até o quarto de jogos e deixei encostados na parede. Comecei a beijar o peitoral exposto de Christian que gemeu baixinho.

– Quero acordar assim todos os dias. – Murmurou.

– Se depender de mim não haverá problema. – Digo.

– Quero que veja seus presentes. – Murmuro e aponto para os três quadros que Lincoln comprou, mas que conseguir pegar de volta.

Christian olha estufado para os quadros.

– Não me diga que você foi até a casa de Linc. – Christian murmura ficado irritado.

– Eu não, mas pedir ajuda a José e ele conseguiu cancelar a assinatura da compra dos quadros por parte de Lincoln por isso ele teve que devolver. Espero que você tenha gostado. – Murmuro. Christian agarra-me e me joga na cama. Solto um gritinho de susto.

– Você é impressionante. – Diz e começa a me beijar.

– Adorei esse vestidinho. — Murmura enquanto dá beijinhos no decote. As mãos de Christian vão descendo e passeando pelo meu corpo, e assim que chega entre minhas pernas...

– Hum... Sem calcinha...

– Tudo para você meu amor. — Murmuro.

– Quero que faça o que quiser comigo, Christian. — Murmurei e minha deusa interior implorou para que ele fosse bruto.

Como se Christian estivesse em sintonia com minha deusa interior, ele rasgou o meu vestido de uma forma que me assustou, mas me deixou extremamente excitada.

A língua de Christian fez uma dança espanhola no meu clitóris que me levou ao extremo prazer e a um orgasmo alucinante. Seu pau ereto penetrou-me fazendo com que eu arqueasse as costas, penetrou tão fundo e forte que achei que fosse morrer. Gememos alucinados e loucos um pelo outro, o dominante que existia em Christian estava totalmente entregue da forma que eu queria e gostava. O auge do meu prazer foi quando Christian me mordeu no pescoço fazendo-me gozar com a dor e o prazer. Gemi feito uma louca nos seus braços, minha buceta ejaculado de tamanho prazer... Christian não demorou a me alcançar. Nossa manhã foi aproveitada da melhor forma possível...

Estou na cozinha preparando o nosso almoço enquanto Christian está no banho. Preparei também uma torta de chocolate para ele. Coloquei tudo em cima da bancada, deixei apenas o vinho para Christian escolher. Quando ele apareceu usando sua calça cinza e a camisa de linho braço e com aquele cabelo molhado após o banho, minha libido se elevou consideravelmente, fiquei até molhada. Esse homem está me acostumando com muito sexo...

– Parabéns pra você, nesta data querida... Comecei a cantar e ele abriu aquele sorriso feliz e bobo que encheu meu coração de alegria por esse homem.

Ele assopra a única vela dourada que coloquei na torta — Já fiz meu pedido — diz ao abri-los novamente e, por algum motivo, seu olhar me faz corar.

— A cobertura ainda está mole. Espero que você goste.

— Mal posso esperar para provar, Anastácia — murmura ele, fazendo a frase soar tão sensual.

Depois do almoço corto uma fatia para cada um de nós, e comemos com garfos pequenos.

— Hum — geme ele, satisfeito. — É por isso que quero casar com você. E eu rio de alívio... Ele gostou.

Passo a tarde nos braços de Christian lhe contando como foi que conseguir preparar tudo sozinha, que conseguir lhe surpreender como ninguém nunca o surpreendeu antes.

– Você também me surpreende todos os dias meu amor. – Digo.

Ficamos abraçados olhando a vista de Seattle, o tempo estava um pouco chuvoso fazendo uma brisa embaçar os vidros a nossa frente. Christin colocou para tocar uma música leve e bebemos vinho e conversando até que deixamos a paixão e o amor tomar conta da gente novamente, ali enquanto éramos abençoados pelos céus.

Mais tarde naquele mesmo dia... PRONTA PARA ENFRENTAR minha família? — Christian desliga o motor do R8. Estamos estacionados na garagem de seus pais.

— Pronta. Você vai dizer a eles?

— Claro. Estou ansioso para ver a reação deles. — Ele abre um sorriso malicioso para mim e sai do carro.

São sete e meia da noite, e apesar de ter sido um dia quente, uma brisa fresca sopra da baía. Aperto a echarpe ao meu redor ao sair do carro. Estou usando um vestido de festa verde-esmeralda que encontrei hoje de manhã quando estava vasculhando o armário. Ele tem um cinto largo combinando. Christian pega a minha mão, e seguimos para a porta da frente. Carrick abre a porta antes que ele possa bater.

— Christian, olá. Feliz aniversário, meu filho. — Ele pega a mão estendida de Christian, mas o puxa num abraço breve, surpreendendo-o.

— Er... Obrigado, pai.

— Ana, que bom ver você de novo. — Ele também me abraça, e nós o seguimos para dentro da casa.

Kate aparece e diz. — Vocês dois! Quero falar com vocês — Olhamos um para o outro sem entender nada e seguimos Kate para a sala de jantar.

Quando entramos na sala ela sai e fecha a porta nos deixando a sois com Eliot. Christian e ele se encaram por um tempo que parece eterno. Penso em deixa-los a sois, mas antes que eu me mexa Eliot diz.

– Não saia, Anastácia. Quero dá o meu presente ao meu irmão. – Diz.

– O que seria o meu presente? Christian pergunta.

– O meu perdão. Você que? – Eliot diz serio.

– Claro Eliot, se você acha que pode me perdoa isso seria um ótimo presente de aniversário.

– Eu encontrei um amor que jamais tinha experimentado antes, e isso foi o que me fez enxergar as coisas. – Murmura. Imagino que ele esteja falado de Kate. Já estou com os olhos marejados.

– Muito obrigada, Eliot. Eu quero que você seja o padrinho do nosso casamento, se você quiser. – Christian diz e me pega de surpresa.

– Só se você for do meu. – Eliot diz e isso faz com que eu ria de alegria.

– Não acredito! Exclamo.

– Claro que aceito. – Christian diz e os irmãos se abraçam.

Grace enfia a cabeça pela porta.

— Tudo bem, querido? — pergunta a Christian.

— Tudo bem, Sra. Grey — Respondo imediatamente.

— Tudo bem, mãe — Diz Christian.

— Ótimo. — Grace entra. — Então vocês não vão se importar se eu der um abraço de aniversário no meu filho. — Ela sorri para nós, e ele se derrete no mesmo instante e a abraça com força. — Feliz aniversário, querido — diz ela baixinho, fechando os olhos em seu abraço. —

Ela se afasta e o olha bem de perto, então sorri.

— Estou tão feliz por você — diz, acariciando seu rosto.

Ele sorri para ela, seu sorriso de mil megawatts.

— Bem, crianças, se vocês já tiverem terminado a conversa de vocês, tem uma multidão de pessoas aqui para lhe desejar um feliz aniversário.

— Já vou.

Saímos da sala os três sorrindo. Encontro Kate no corredor e vou rapidamente à sua direção e lhe abraço. Ela e eu nos emocionamos com esse momento tão especial nas nossas vidas, encontramos o amor e eu tenho certeza que seremos felizes.

Caminhamos até a sala de estar, onde nos deparamos com uma rodada de aplausos espontânea e ensurdecedora. Merda. Quantas pessoas foram convidadas?

Corro os olhos pela sala de estar: Estão todos os Grey, Mia e Ethan, algumas pessoas do escritório dele, Dr. Flynn e sua esposa, imagino, e mais alguns amigos, inclusive A Mrs. Robinson.

Os aplausos se dissipam, e Christian aperta minha mão quando todos os olhos se voltam para ele, em expectativa.

— Obrigado a todos. Parece que vou precisar de uma destas. — Ele pega duas taças da bandeja. Ele me entrega uma das taças e ergue a sua para o restante da sala. Imediatamente, todos se aproximam. Liderando o bando vem à malvada mulher de preto. Será que nunca usa outra cor?

Elena lhe dá um abraço breve e dois beijinhos. Ele não me solta, apesar de eu tentar liberar minha mão.

— Por que você não me ligou? — Sua súplica é desesperada, os olhos examinando os dele.

— Andei ocupado.

— Você não recebeu minhas mensagens?

Christian se move desconfortável, e me puxa para junto de si, passando o braço ao redor de mim.

Seu rosto permanece impassível enquanto ele segue fitando Elena. Ela não pode mais me ignorar, então acena com a cabeça educadamente em minha direção.

— Ana — ronrona. — Você está linda, querida.

— Elena — ronrono de volta. — Obrigada.

Encontro os olhos de Grace. Ela franze a testa, observando-nos.

— Elena, preciso fazer um anúncio — diz Christian, olhando para ela sem emoção.

Seus olhos azul-claros se cobrem, enevoados.

— Claro. — Ela abre um sorriso fingido e dá um passo para trás.

— Pessoal — chama Christian. Ele espera por um momento até que o burburinho na sala tenha se dissipado e todos os olhos estejam mais uma vez sobre ele. — Obrigado a todos por terem vindo.

Devo dizer que estava esperando um jantar em família, então esta festa é uma agradável surpresa. — E olha incisivamente para Mia, que sorri e lhe dá um aceno breve. Christian balança a cabeça, exasperado, e continua.

— Então, estou especialmente feliz por estar aqui hoje para compartilhar com todos vocês uma ótima novidade. Esta linda mulher — ele se vira para mim —, Srta. Anastácia Rose Steele consentiu em ser minha esposa, e eu gostaria que vocês fossem os primeiros, a saber.

Há uma comoção geral, as pessoas vibram, e então mais uma salva de palmas! Puxa, isso está mesmo acontecendo. Acho que estou da cor do vestido de Kate. Christian segura meu queixo, leva meus lábios até os seus e me beija rapidamente.

— Em breve, você será minha.

— Já sou — sussurro.

— Legalmente — ele gesticula com a boca para mim e me abre um sorriso perverso.

À medida que corro os olhos, ansiosa, pelas pessoas reunidas ali na sala, vejo Elena. Está boquiaberta — horrorizada, eu diria, e não posso conter a pequena, porém intensa satisfação, de vê-la
assim estupefata. O que ela está fazendo aqui, afinal?

Vejo ela praticamente correr na nossa direção com uma furia direcionada a mim, Christian fica tenso ao meu lado. Porém, não vou deixar ela estragar o nosso dia, não hoje no aniversário dele... Essa vaca que me aguarde...

Notas finais
O que será que aninha vai fazer com a Vaca da Elena? HAHAHAHA Espero que tenham gostado *__* Bay, bay...