50 Tons De Desavença

55 Exposição parte final.


Notas iniciais
Olá! Espero que vocês estejam gostando da história. Sei que falei que estava no final, mas acho que me enganei. Estou querendo criar um final épico, e isso leva tempo. Quero agradecer a todos os comentários e dizer que estou respondendo aos poucos. Pense numa pessoa que me pegou de surpresa, Isabella Cullen Grey, muito obrigada pela Maravilhosa recomendação. AMEI. Esse capítulo é dedicado a você. Espero que goste

Pov. Christian

Qual é a reação que um homem possessivo deve ter ao vê fotos sexy da sua mulher em uma exposição para que todos possam ver e pior, compra-las. Nem eu mesmo sei. Mas sei que minha vontade é de pegar todas essas fotos e destruir todas elas. Não sei quanto tempo se passou, mas meus olhos continuam fixos nas fotos na minha frente.

– Christian... – Anastácia sussurrou temerosa. Olho-a, mas não vejo nada. Passo meus olhos pelo salão e observo Jose conversando com Eliot. Vejo vermelho e caminho na sua direção. Fico possesso que outro homem tenha visto-a dessa forma tão intima, e agora está exposto para que todos possam ver. Não aceito isso, não consigo suportar. Ando em passos firmes na direção de Jose.

Pego o imbecil pelo braço e aperto-o firme e forte.

– Quero que tire as fotos de Anastácia agora mesmo, quero todas aquelas fotos na minha casa. – Rosno.

– Você vai ter que comprar como qualquer outro, e acho melhor se apressar antes que alguém compre. Tem muitos interessados nas fotos. – Diz e puxa o braço para longe.

Aperto o punho. Vai ser agora que vou dá na cara dele.

– Christian. – Anastácia chama-me e me pega pelo braço.

– Não faça isso, não faça nada que estrague a exposição de Jose. – Sussurra. Nunca gostei de fazer cena, mas isso é foda.

– Que caralho você quer que eu faça? Pergunto furioso. Você quer que eu me mantenha calmo diante dessas fotos? – Digo sem me esforçar para conter a voz.

– Não estávamos juntos no momento em que tirei as fotos, e nem imaginei que fossemos voltar. – Diz fazendo-me lembrar do inferno que passei por causa de Leila.

– Tenho vontade de matar um. Como se a raiva que estou por dentro não pudesse ser contida, por que faz isso comigo Ana? Você será minha morte. –Murmuro.

– Pretendo ser tudo, menos isso. – Diz e me beija.

– Espera um momento. – Digo e me afasto.

Vou até a ruiva que me atendeu e retiro meu cartão ilimitado.

– Quero todas as fotos de Anastácia. – Digo e lhe dou o cartão.

– Temos apenas cinco, senhor. Os outros três já foram vendidos. – Diz naturalmente.

– O QUE? Rosnei na cara da mulher. Ela se assustou.

– Fo... Foram vendidos. – Diz gaguejando.

– O imbecil do Jose não informou que eu ia comprar todos os quadros? Quanta incompetência. – Digo irritado.

– Quero saber quem foi que comprou os quadros?

– Foi apenas um cliente, e ele pediu sigilo. Não posso informar.

Dai-me paciência. Não tem problema, eu descubro sozinho.

Pego o meu Black Berry e ligo para Taylor.

– Quero que descubra quem comprou as fotos de Anastácia. Faça o que for preciso para pegar as fotos de volta.

– Sim, Senhor. – Diz. Desligo.

Depois que a mulher efetua a compra das outras cinco fotos, vou atrás de Anastácia. Posso até imaginar esses homens farejando-a, esperando a melhor oportunidade para ter um minuto a sós com ela.

Pov. Anastácia.

Uffa! Foi por pouco. Pensei que não ia conseguir segurar Christian. Estava vendo a hora dele explodir e matar todos naquela exposição.

– Não sei como você aguenta esse cara. – Jose diz irritado.

– Sinto muito, Jose.

– Deixe quieto. – Diz e sorrir.

– Kate e eu estamos saindo. – Diz e seu sorriso se alargar.

– Sério? – Pergunto besta.

– Ela disse-me que quer tentar, que quer fica comigo. Mas já conheci meu concorrente, o cara está determinado a conquista-la.

– Você está falando de Eliot? – Pergunto.

– Sim, ele mesmo. – Diz. Fico besta. Preciso me atualizar sobre a vida de Kate. Que dizer que agora tem dois caras lutando por ela.

– Vamos? Assusto-me com a voz de Christian. Olho-o e ele parece mais irritado que antes.

– Muito obrigada por tudo, Jose. – Digo e o abraço.

– Se precisar de algo é só gritar. – Diz.

– Ela não vai precisar. – Christian murmura e me pega pela mão.

Quando saímos Taylor já nos espera. Entramos e seguimos o caminho em silêncio. Quando chegamos ao Escala. Vou logo perguntado:

– O que houve? Pensei que já tínhamos nos entendido. – Murmuro cansada. Ele passa a mão no cabelo.

– Compraram três fotos suas. – Diz. Merda.

– Você sabe quem foi?

– Não, e isso está me deixando furioso.

Fico sem saber o que fazer. Estou nervosa e não sei se me aproximo dele. Agora que não existe mais o quarto de jogos ele não pode fazer nada.

– Vem Christian, vamos para o quarto. – Sussurro. Ele me olha, franze a testa e depois sorrir.

– O que você pretende fazer? Pergunta divertido.

– Quero remover toda essa frustração e raiva do seu corpo. – Sussurro. Meu corpo inteiro se aquece ao pensar nas coisas que posso fazer por ele.

– Agora mesmo, Senhorita Steele.

Ele levanta-se e começa a me beijar. Vamos andado e se beijando até chegarmos ao quarto. Quando chegamos ao mesmo eu me afasto.

– Agora você vai se deitar na cama e aproveitar o show. – Sussurro. Quero que ele esqueça quem comprou aquelas fotos, afinal, ele tem ao vivo.

Ele tira as suas roupas e fica gloriosamente nu. Vejo sua ereção e isso faz com que o fogo do meu corpo aumente.

Pego o zipe ao lado do meu vestido e deslizo-o para baixo. O vestido desliza pelo meu corpo e cai no chão. Estou usando lingerie preta, com uma calcinha minúscula.

– Vem Anastácia. Quero deslizar minhas mãos pelo seu corpo e te fazer gozar apenas com uma lambida. – Sussurra e faz minhas pernas tremerem.

Caminho lentamente na sua direção. Deslizo os olhos pelo seu corpo e vejo o tamanho do seu desejo. A luxuria e o desejo incendeiam seus olhos.

Ajoelho-me entre suas pernas.

– Relaxe e aproveite, pois apenas você terá o meu prazer. – Sussurro. Olho nos seus olhos e passo minha língua pelos lábios e depois mordo o mesmo.

– Meu pau está doendo de tanto tesão. – Grunhi.

Abaixo-me, abocanho seu pau com todo o meu desejo. Lambo toda a extensão. Dou várias lambidas para provocá-lo.

– Irei-te foder com tanta força, que não vai ter forças para levantar da cama. – Diz e pega minha cabeça.

O chupo com mais veemência e mais vontade.

– Vou gozar Anastácia... – Urrou.

Chupei-o até o fundo. Ele gozou violentamente na minha garganta. Eu engoli tudinho.

Fui para cima dele e o beijei. Nosso beijo se tornou violento.

Montada nele, Christian começou a esfregar sua ereção na minha vagina encharcada. Ele já estava em ponto de bala. Nem parece que acabou de jorrar na minha garganta.

Ele suspendeu um pouco minha cintura e penetrou-me de vez.

– Arrrr... – Gritei.

Agarrei-me ao seu corpo. Comecei a fazer movimento de vai e vem. Gemendo feito louca, sentido sua extensão grossa e alterada.

– Sou sua, Christian... Apenas sua... – Gemi entres seus lábios.

Christian deixou-me agachada e aberta, apenas recebendo sua piroca. Ele penetrou-me tão fundo e na velocidade da luz. Quando meu orgasmo veio foi tão intenso que lágrimas escorram pelos meus olhos. Gritei feito uma alucinada.

– Isso Ana, chupa meu pau com essa buceta.

– Ah... Christian. Gemi.

Penetrou-me mais algumas vezes e não demorou a alcançar o prazer novamente.

Aconchegamos um no outro e ele sussurrou.

– Você é minha perdição.

– E você a minha. – Digo sorrindo. Aconchego-me nos seus braços e fecho um pouco os olhos.

– Ainda não acabei com você. – Murmura e vai descendo até fica entre minhas pernas. Eu ia resmungar, mas quando sentir sua língua no meu clitóris, esqueci até do meu nome...

Acordo me sentido totalmente dolorida. Não teve quarto de jogos, mas Christian me puniu por boa parte da madrugada. Na nossa terceira rodada ele prolongou tanto o meu orgasmo que eu quase choro. Fiquei louca.

Sorriu ao olhar para o lado e vê-lo dormir. Meu homem insaciável. Levanto-me, sinto uma dor tremenda entre minhas pernas. Cacete! Quase não consigo me levantar. Mas pela noite que tive, faria tudo de novo. Meu corpo está todo dolorido e com algumas marcas do nosso sexo selvagem. Queria ir à praia, mas com essas marcas prefiro deixar para outro dia.

Vou até a cozinha e encontro a senhora Jones.

– Olá, Ana. O que você gostaria para o café? Pergunta-me sorrindo.

– Só quero um pouco de chá, mas vou esperar Christian levantar. – Digo e sorrio.

– Fiz bolo de maça, espero que vocês gostem. – Diz sorrindo.

– Aposto que está uma delicia. – Murmuro. Conversamos por um tempo, e depois resolvo ir ao antigo quarto de jogos. Sei lá, fico nostálgica quando penso que ele destruiu o quarto de jogos.

Chego à porta do mesmo e vejo que está destrancada, afinal, não tem mais por que trancar. Entro e a única coisa que resta são as paredes vermelhas e o cheiro de madeira que ainda está presente.

Olho para o lugar vazio e lembro-me dos momentos que vivi ali. A primeira vez, as chicotadas, os momentos de prazer. Eu tive muito prazer neste lugar, apenas a última vez que foi desastrosa. Resolvo não pensar mais nisso.

Fecho a porta e volto para o quarto de Christian. Não vejo ele em lugar nenhum.

– Perdeu algo naquele quarto? Ele aparece assustando-me.

– Não. Apenas fui vê como estava. – Digo naturalmente. Minha deusa interior está em coma desde o dia em que ele destruiu o quarto.

– Ok. Vamos ir tomar café. Depois tenho que ir conversar com Taylor. – Diz.

– Não se esqueceu de nada? Pergunto quando ele ia para cozinha.

Ele parece confuso.

– Meu beijo? Não saio daqui sem meu beijo. – Faço bico.

– Você fica irresistível assim, sabia? – Diz se aproximando. Balanço a cabeça. Ele beija-me de leve. Mas não deixo que se vá. Beijo-o fortemente, apesar de está dolorida meu desejo é muito maior.

– Posso ser muito mais irresistível. – Digo e pego no seu pau que já deu sinal de vida.

– Acho que não te deixei dolorida suficientemente. – Diz e joga-me na cama. Retira a sua blusa que eu estava usando.

– Deixou sim, mas eu sempre quero mais. Acho que sou masoquista... – Murmuro entre nossos beijos.

– Não brinque Anastácia. – Adverti-me e dá uma tapa na minha bunda.

Ele coloca seu dedo no meu cuzinho e começa a rodear o mesmo.

– Christian... – Sussurro.

– Quieta... Hoje vamos passar o dia nesta cama. Todas as refeições vão ser feitas aqui, vamos nos deliciar um no outro.

Ele desce sua mão pelo meu corpo e começa a acaricia meu clitóris.

– Arhhh... Gemo.

– Olha só como você está molhada. Prontinha para mim... – Sussurra.

– Oh... Christian. Quero você forte e duro. – Gemo.

– Sua buceta gulosinha vai ter meu pau até umas horas...

Promessa dita, promessa feita. Passamos o dia na cama. Christian preparou bandejas para que a gente tomasse café na cama, almoçamos na cama e durante a tarde assistimos um filme, mas quando passou uma cena quente acabamos fazendo amor novamente...

– Pov. Christian.

Depois que fizemos amor novamente, Anastácia acabou dormindo. Não conseguia e nem queria ficar longe dela. Tudo que eu queria era fica dentro dela por horas, até meu saco secar. (Risos).

Fui-me encontrar com Taylor depois de um banho. Entrei no escritório e ele já me esperava.

– Novidades Taylor? Ele sabe que estou perguntando sobre as fotos de Anastácia.

– Sim, senhor.

– Diga de vez. – Peço.

– O Lincoln comprou as fotos de Anastácia. – Diz direto.

Bato na mesa e me levanto da cadeira de vez. Que porra! Depois de tanto tempo esse fudido volta para atormentar minha vida.

– Fiquei de olho em Elena durante toda a noite. Ela não se aproximou de Anastácia. Mas nas câmeras pude vê que Lincoln conversou com Leila.

Destruir a empresa desse desgraçado por que ele deu uma surra em Elena quando ele descobriu o nosso caso. Mas ele tinha se mudado, nunca mais tinha escutado nada sobre ele. Só o que me faltava era ele se juntar com Leila, se isso acontecer a minha vida vai virar um inferno. Porém, antes que isso aconteça eu acabo coma raça dele, principalmente porque ele está mexendo com a pessoa errada.

– Taylor, eu quero que faça uma busca sobre tudo que aconteceu com Lincoln nos últimos anos.

– Sim, senhor.

Assim que tiver o endereço dele pretendo ir buscar as fotos da minha mulher eu mesmo. Também tenho que ter uma conversar particular com Elena, tenho que saber que porra ela pretende com essa merda de fica ao lado de Leila.

Pov. Anastácia.

Que dia meu deus. Penso antes mesmo de abrir os olhos. Sorriu com a lembrança do dia de hoje. Nunca fiz tanto sexo como hoje, batemos o recorde. Levanto-me e a cada passo sinto uma dor entre as pernas. Meu corpo inteiro dói pelo esforço de hoje. Encho a banheira com água quente e coloco loção de baunilha que tanto amo. Afundo na banheira e a água invade o meu corpo e me faz sentir alivio. Meu corpo inteiro relaxa com a sensação da água no meu corpo.

Depois de um longo tempo a água começa a esfriar e como Christian não apareceu eu coloco uma blusa dele e vou procurá-lo. Depois de ver na cozinha e na sala vou até o escritório e vejo que ele está concentrado lendo alguns papeis. Fico fascinada com sua concentração.

Bato de leve na porta.

– Ei... – Chamo-o.

Vejo a preocupação no seu rosto, mas ele disfarça.

– Vem aqui baby. – Chama-me.

Vou toda dengosa e me aconchego nos seus braços. Ele me abraça apertado.

–Aconteceu algo? Pergunto.

– Nada, baby. – Diz.

Ficamos abraçados por um tempo.

– Que cheiro delicioso você tem. – Christian sussurrou feito um lobo mau. Gargalhei alto.

– Que foi? Perguntou confuso.

– Você falou igual ao lobo mau da história da chapeuzinho vermelho. – Digo sorrindo. Ele rir alto.

– Então quer dizer que sou o lobo mau, senhorita Steele? Pergunta sorrindo.

– Sim, porque como lobo mau você come melhor. – Murmurei. Ele gargalhou alto. Carregou-me no colo e fomos para o quarto.

– Socorro, socorro... Solte-me lobo mau. Sou uma pobre menina indefesa.

– Deixarei você amarrada na minha cama se não ficar quietinha. – Sussurrou.

Jogou-me na cama fazendo-me dá um gritinho de susto.

– Estou dolorida... – Sussurrei.

– Shii... – Murmurou abrindo minhas pernas.

Beijou-me ali suavemente, deixando-me molhada e fazendo com que eu gozasse na sua boca.

Deitou-se ao meu lado e sussurrou:

– O seu lobo mau vira um gatinho ao seu lado. – Foram as últimas palavras que ouvir antes de adormecer.

Pov. Christian.

Na segunda-feira, deixei Anastácia no trabalho. Durante todo o caminho até o trabalho ela ficou resmungando que estava dolorida. Bom, assim ela não vai se esquecer de o que fizemos durante o final de semana.

Cheguei a GEH e meu humor estava excelente, considerando o inicio da semana. Somente Anastácia para me fazer mudar da água para o vinho. Quando a vi no quarto de jogos não quis entrar, pois as lembranças do que aconteceu ali ainda me atormenta.

Tive um dia cheio no trabalho, apenas falei com Anastácia na hora do almoço. Sai do trabalho mais cedo, pois pretendo passar na casa de Elena.

Chego sem avisar e o porteiro deixa-me entrar. Quando Elena abre a porta ela se assusta ao me vê.

– O que você quer? Pergunta ríspida. Vejo que ela está vestida com um robe vermelho, mas isso não me abala em nada.

– Você sabia que Lincoln está na cidade? Pergunto diretamente e entro na sua casa.

Pela expressão do seu rosto, imagino que não.

– O que ele quer aqui?

– Mexer com a pessoa errada, aquele desgraçado comprou as fotos de Anastácia e eu quero mata-lo. – Digo entredentes.

– Leila... – Sussurrou.

– O que é que tem Leila? Pergunto.

– Ela foi embora logo depois da exposição. – Diz e parece assustada.

– Ela foi com Lincoln? Pergunto.

– Acho que sim.

– Caralho, Elena. Você tem noção de como isso é foda. Pergunto e minha vontade é de esmurrar a cara dela.

– Christian se ele vier atrás de mim, agora ele tem dinheiro. Recuperou-se de toda a perda que teve. – diz horrorizada.

– Não tenho como pensar em você com Anastácia ao meu lado. – Digo com raiva.

– Christian, por favor, não me deixe sozinha. – Pedi. Porra!!!

– Para que caralho você hospedou Leila? Isso é culpa sua. – Grulho.

– Ela queria te fazer mal, disse que ia tirar o que você mais ama e apesar de não gostar de Anastácia eu conseguir contê-la. Fiz com que acreditasse que eu estava ao lado dela e que não era a hora de fazer nada, acho que ela se cansou de esperar. Fiz de tudo para te ajudar, mas você apenas me dá as costas. – Diz e se senta no sofá. Coloca a mão na cabeça e começa a chorar.

Caralho! Nunca a vi assim. Elena chorando. Meu deus! Apesar de tudo que ela fez sou amigo dela, não posso deixa-la assim. Ela me ajudou muito na adolescência.

– Vai ficar tudo bem, Elena. – Murmuro.

– Se Lincoln te procurar ou fizer algo contra você me procure, não vou deixar você sozinha. Sou seu amigo. – Digo. Ela me olha e sorrir.

– Obrigada. – Diz.

– Tchau, Elena. – Murmuro e me dirijo até a saída.

Não acredito no que está acontecendo... O desgraçado do Lincoln vai me pagar por tirar minha paz.

Notas finais
Gostaram? O que acharam da presença do Lincoln? HAHAHAHAHAHA. Quero saber a opinião de todas vocês. Talvez eu poste um capítulo na quarta-feira, então fiquem ligadas. Beijocas ;)