50 Tons De Azul - 1ª Temporada
6 50 Tons doloridos!
Notas iniciais
Depois de ofegar loucamente pelo orgasmo intenso que o Vegeta me proporcionou, me deixei levar pelos sonhos fantasiosos que aquele homem me gerava. Ao me amarrar na cama e colocar no DVD o último episódio de True Blood, sempre dando um pause no tape na hora em que Eric Northham aparecia, meus níveis de adrenalina estavam nas alturas e eu pude entender o verdadeiro significado de tortura psicológica. Vegeta percebeu que eu estava em sofrimento fatal e permitiu que o final do episódio chegasse ao fim, junto com um intenso grito de prazer da minha parte. Minha Inconsciente interior estava delirando e comendo pipoca em minha psique, enquanto minha mocréia interior lixava as unhas com uma pose de enfado digna de uma patricinha de Bervely Hills. Eu estava deitada na enorme cama de dossel quando Vegeta entrou vestindo uma cueca samba canção com detalhes de bichinhos. Quase me retorci de vontade de rir, mas me lembrei dos castigos físicos que ele me imporia, ou pior, colocaria novamente o episódio e daria pause na cara da Sookie. Ou avançaria a fita na hora que o gato Alcides mostrasse seus gomos deliciosos.
— Você já está acordada, Srta. Bulma ? – perguntou com os olhos entrecerrados.
Não adiantaria fingir, então abri meus surpreendentes olhos azuis e o encarei.
— Sim, Sr. Vegeta .— respondi me sentindo letárgica.
— A hora do descanso acabou, agora é hora do pau.
— O que? – perguntei assustada e excitada ao mesmo tempo.
— Vou te ensinar a se comportar mediante punição extrema. Ele se ergueu sobre mim na enorme cama de casal e começou a me beijar. Seus pelos sem barbear do rosto faziam cócegas funestas em minha pele sensível. Os beijos de Vegeta eram enlouquecedores.
Ele me dava lambidas como se eu fosse um picolé gigante. Afundava os dentes na minha pele até que eu estava gritando. Me virando bruscamente de barriga para baixo, senti suas mãos ousadas apalpando meu traseiro . Puta merda. Começaria a sessão palmadas. Senti a palmada no lombo e em seguida meu gemido o deixou mais doido ainda.
Ofeguei quando ele começou a fazer uma intrincada trança de raiz nos meus cabelos, quase em um estilo rastafári.
Duas horas mais tarde, estava babando no travesseiro quando ele enfim soltou meu couro cabeludo.
— Agora, Bulma , vamos realmente fazer acontecer o que você vem me pedindo com esses seus olhinhos pidões.— ele disse sussurrando no meu ouvido.
— Sério? Jura? — perguntei excitada e ouriçada ao mesmo tempo.
— Sim... acha que eu posso te submeter literalmente?
— Como assim? – perguntei intrigada.
— Sub... meter, entende? Você debaixo do meu corpo sexy e eu metendo algo em você...— falou com cara de safado.
— Algo? Mas não será seu...?— tentei perguntar sem ficar corada. Não consegui.
— Vou me afundar em você, minha querida. Mas acredito que talvez você queira fazer uma demarcação no meu território desconhecido pra você... — ele disse e me levantou sentada na cama. Olhei o tamanho do seu membro enrijecido e entendi a coisa. Me lembrei dos 28 cm antes visualizados no escritório, naquela tarde longínqua...dois dias antes.
— Vou amarrar sua calcinha fio dental num determinado ponto que você achar que seja suficiente no seu traseiro , e se ultrapassar, você me diz uma palavra de segurança.— ele falou prontamente sondando minha reação.
— Palavra do segurança? Para que precisamos do Naapa para dizer alguma palavra?— perguntei sem saber o que ele queria dizer.
Vegeta estapeou o rosto novamente e sacudiu a cabeça em descrença. Puta merda. Ele estava bravo. Será que me bateria novamente? Será que utilizaria a régua de tomadas que eu avistei atrás do sofá?
— Palavra. De. Segurança. – ele disse pausadamente. — Na nossa relação super doida, você escolhe uma palavra de segurança... para você , que me fará parar, mesmo que eu esteja explodindo em êxtase tal, ou que eu queira arrancar o seu couro. Entendeu?
— Ah... tá... como nesse lance que já vi na televisão? BDSM? – ela perguntou. — Sempre achei que a sigla fosse bem diferente do que representa.
— E o que você achou? — perguntou carinhoso.
— Bom Demais Sem Machucar? — perguntei incerta e senti quando ele se retesou.
— Mas agora sei o que realmente significa.
— E o que seria?
— Bunda Dolorida Sempre Marcada. Ele deu uma risada que o fez se contorcer na cama. Lágrimas saiam de seus olhos escuros flamejantes. Minha mocréia interior estava chocada com o episódio, enquanto meu inconsciente ficava com cara de poucos amigos. Depois de uns minutos ele se acalmou.
— Talvez você tenha um pouco de razão, querida. Mas agora você já se decidiu? Na hora em que eu estiver sub...metendo você, quero que, não importa a razão, se sentir medo, grite a palavra de segurança.
— Certo.
— E qual é?
— O quê?
— A. palavra. De segurança. — falou quase sem paciência.
— Ah..... Esferas do dragão.
— O que?
— A. palavra. De. Segurança. — respondi no mesmo tom irônico.
— Você está sendo irônica, Srta. Bulma? – ele perguntou erguendo as sobrancelhas. Senti um medo infundado novamente em minhas entranhas de que ele pudesse acabar me machucando severamente com suas palmadas intensas. Eu vi um chicotinho muito estranho na lateral da cama, e eu tinha certeza de que ele no lombo me doeria bastante. Lembrou-me até mesmo de uma certa professora apelidada de chicotinho, que nos cobrava os trabalhos sempre em cima do prazo.
— Não... bem... sim... mas foi só a força do hábito... eu vou me comportar de agora em diante...— eu falei nervosa.
Vegeta se ergueu em toda a sua glória gloriosa e me arrancando a infame calcinha fio dental azul , me fez amarrar em sua longitude a demarcação e o nível de aprofundamento que ele poderia exercer para me sub...meter...
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