Notas iniciais
Último capítulo, desta fic louca e sem noção, espero que vocês se divirtam muito, e obrigado aos leitores, Naayara, Lores, André tornado, Sharoto, Masushiro, e muitos outros meninos, eu dedico á vocês este último capítulo da fic, muito obrigado do fundo do meu coração, Tenho consciência que esta fanfic não merecia tantos comentários assim, pois aqui no Nyah existe fics de dragom ball muito mas intereçantes que a minha!. Obrigado aos que gostaram, os que não gostam, e os que só favoritaram e não comentaram, Obrigado também quem criticou e não gostou, afinal somos livres pra pensar oque quiser.

E quero agradecer á minha prima Ludemila pois sem ela esta estória não teria saído do meu caderno, e ela com toda a paciência e amor se ofereceu em colocar no site do Nyah, e corrigir todos os erros e entender meus garranchos no caderno , e quando eu com insegurança e medo não concordei em fase-la notória. Lú prima, de uma coisa tenho certeza.... quando eu crescer quero ser igualzinha á você!!! Obrigado por existir na minha vida. Esta fic esta no Anime spirts. Link http://animespirit.com.br/liluni-miyuchim



Saímos dali e fomos para seu apê mega luxo. Ele preparou um miojo saboroso sabor galinha caipira e nos sentamos degustando a refeição. Meu prato estava quase vazio.



— Bulma.... você não precisa comer tudo... você sabe, não é? — ele falou me olhando com o cenho franzido.


— O que? — respondi com a boca cheia e virando o prato de maneira que conseguisse pegar mais fios de macarrão lamén.

— Pare de comer, Bulma. — ele disse num tom autoritário.

— Por quê?

— Porque você vai ficar enfastiada e o que quero fazer com você requer o estômago mais vazio... — disse com impaciência.

— Por quê? — perguntei lambendo o prato. Aquele molho pré-fabricado do macarrão era delicioso. Vegeta se levantou e me puxou pelos cabelos. Ele me levou ao quarto azul da dormência e começou a arrancar minhas roupas.

— Calma... espere... — falei desesperada.

— O que foi agora? — perguntou irritado. Puta merda. Ele estava nervoso. Será que iria me bater de cinto?

— Eu estou menstruada... desculpe... estou usando absorvente interno. — disse tímida e me senti corar.

— Ooookayyyy... — falou e me levou para o banheiro. Ele me arrastou para a pia e abaixou minhas calcinhas. Senti um pouco de vergonha porque havia um ligeiro vazamento manchando o branco da renda. Merda de menstruação de fluxo intenso! De um só golpe ele arrancou meu tampão e ploft! Um barulho incômodo permeou o ar. Quando olhei para trás, Vegeta estava com sangue espirrado na camisa. E com uma cara de nojo medonha.

— Iurgh... — ele falou.

— Eu disse pra você... — falei e dei de ombros. — Você que se atreveu a se enfiar aí debaixo. Depois do episódio lamentavél no banheiro,Vegeta me levou para o quarto. Completamente nua, ele me virou de costas e me obrigou a usar uma gravata azul, amarrada na cintura, de forma que a língua da gravata formasse uma cobertura para meu jardim secreto.


Vegeta colou dois adesivos em formato de estrela que brilham no escuro nos bicos dos meus seios e me virou de frente. Nos meus olhos ele colocou uma venda semelhante àqueles óculos minúsculos usados em sessões de bronzeamento artificial. Em suma. Eu devia estar linda. Dessa vez, senti que Vegeta me pegou de geito e, penetrou-me com toda a extensão de seu membro em riste. Meus gritos devem ter sido ouvidos até mesmo no céu. Quando finalmente, finalmente e finalmente pude gozar orgasmos múltiplos de mil, senti meu sangue fluir em todas as partes, inclusive lá embaixo. Estava na hora de recolocar um absorvente. Ou o Vegeta saberia exatamente o que era uma foda sanguinária.



No dia seguinte, sentindo dores hediondas em todas as partes do meu corpo enxuto e sexy, me levantei e me arrumei para o trabalho. Quando sai do quarto, completamente vestida, encontrei Vegeta despachando uma mulher completamente parecida comigo. Com a diferença gritante de que ela tinha olhos verdes.

— Quem é essa, Vegeta? – perguntei.

— Bulma, esta é minha ex sub ... Anastácia. — ele falou e observou minha reação. Talvez aguardando fosse fazer um barraco ou algo parecido. Dei de ombros e cumprimentei a periguete. Porra. Os olhos dela eram lindos. Resolvido o conflito de um possível e malfadado ataque de ciúmes que Vegeta queria gerar em mim, ele me pediu para descer com ele à garagem, pois tinha uma surpresa. Quando chegamos embaixo, um muito possivelmente carro estava embalado para presente. Vegeta arrancou o papel que o embrulhava e senti meu sorriso de excitação deslizar pelo meu rosto. O filho da puta egoísta tinha comprado para mim um Fiat usado, e com uma pintura de lascar.

Que diabos é isso ? — emiti minha opinião .

— Seu presente... encare como um estágio probatório. — ele disse. — Se você continuar comigo numa boa, sem encrencar, mostrar que não tem gases horríveis e eu perceber que você me ama e não o meu dinheiro... te dou outro carro melhorzinho.

Sorri educadamente e peguei as chaves do meu ...carro. Aquele seria apenas o começo de uma história de amor e ódio, rancor e tesão, palmadas e depilação em minha vida antes pacata. Eu sabia que o dia em que cruzei com Vegeta e caí de cara no seu colo, foi o dia definitivo em minha vida. E eu estava pronta para assumir meu relacionamento intenso com ele. Mesmo que o mão de vaca tenha me dado uma porcaria para pilotar na cidade.

Definitivamente eu não poderia tão cedo esnobar minha amiga Lunch.


* Fim da primeira Temporada.*



Você chegou ao fim do livro. Parabéns!