365 Days Of Lucky
11 Capítulo 11 - Dad?
Notas iniciais
Lah’s pov:
Nesse exato momento, estamos no meio da estrada. Quase chegando. Estou deitada no banco de trás com Josh, e Dim esta conversando com Harry na frente. O carro que nós estamos não é o mesmo que jogou água na gente há uns dias atrás. Esse é aberto em cima. Meus cabelos voam enquanto Josh acaricia-os. A cada quilômetro que o carro anda, sinto que o tempo fica cada vez mais quente. Resolvo dormir um pouco, não por sono, mas pelo fato de que depois vou querer dormir em Brighton, e não posso fazer isso, porque quero aproveitar ao máximo.
Assim que acordo, Harry está estacionando o carro em frente a uma casa literalmente gigantesca.
- Chegamos gente. Acordem aí! – ele diz.
Fico sentada no banco e saio do carro. Josh está bem atrás de mim, segurando na minha cintura.
- Calma... tem certeza que é essa casa, Harry? – eu digo, enquanto olho de um modo completamente admirador para a casa.
- Tenho. Já vim aqui milhões de vezes.
- Vamos entrar né, gente? Qual a graça de ficar aqui na frente parado? – Josh diz e nos empurra até a porta da casa. Harry pega a chave do bolso e abre a porta. Logo na entrada, já dá pra perceber que aquela casa poderia ser uma das sete maravilhas do mundo e ninguém ia reclamar.
A sala, é a coisa mais linda. Me pergunto porque um cara, sozinho, ia ter uma casa grandona daquelas, com um monte de quartos. Sério, pra que? Esqueço essa minha pergunta invejosa e continuo a observar a casa com Josh, Dim e Harry. Atrás da sala, tem uma varanda, grande (pra variar). Subimos um andar e nos damos de cara com um corredor completamente cheio de quartos. Logo, escolhemos os nossos. Harry fica com um quarto grande, com a cama em frente a janela, com uma bela vista. Dim pega o quarto mais fofo da casa, parece de princesa, na boa. Josh fica com o quarto em frente ao do Harry, simples mas eficaz. Fico com um quarto um pouco mais afastado do deles, mas muito bonitinho.
Guardamos nossas malas e vamos até a sala. Comer alguma coisa e resolver o que vamos fazer.
Dim’s pov:
- Dá pra ir pra praia agora? — pergunto.
- Tá bom, vamos. — Lah responde.
Subimos até os quartos, colocamos um biquini por baixo de uma roupa bem básica, e vamos.
Assim que chegamos, umas cinco fãs aparecem para assediar Harry e Josh. É. As garotas, nos olham com ódio, mas sinto um pingo de inveja naquele olhar.
A praia é tipo, perfeita. Só que não tem areia, tem pedra. E a maioria das pessoas não está de roupa de banho, o que faz que não fiquemos só de biquini, por pura vergonha.
Eu estou abraçada com Harry, observando o mar em quanto nos beijamos. Lah está com Josh deitada nas pedras, olhando o céu, e provavelmente se beijando também.
Saimos dali e vamos para o pier de Brighton. Assim que pisamos lá, meu telefone toca.
- Alô?
- Dim? Cadê você? É a Mari, volta pra casa logo! Hoje!
- O quê? Como assim? Por quê?
- A Ana está prestes a ter um filho aqui, nesse momento! Vem correndo, agora! Com todo mundo que tá aí!
- Meu Deus, não acredito! Estamos indo, tchau Mari! Ajuda ela aí!
- Vem rápido!!
Então eu desligo, e estou quase sem ar. Feliz e preocupada ao mesmo tempo.
"O quê a Ana vai fazer sem mim?"
- O que foi, Dim? — Harry pergunta, colocando seu braço acima do meu ombro.
- Gente, — eu digo a eles. — a Ana está prestes a ter um filho. E ela precisa da gente. Vamos pegar o carro. Agora.
- E as malas? — Josh diz meio correndo.
- Depois a gente volta pra pegar. Vamos antes que eu perca isso.
Corremos até o quarto e entramos no quarto. Harry liga o motor e vamos até lá.
1 Hora depois...
Ana's pov:
Estou sentada (lê-se jogada) no banco de trás do carro do Harry, enquanto Lah, Josh, Mari, Zayn, Niall, Louis, Lubs e Liam (Cardim está no banco da frente) me dão água e passam a mão no meu cabelo, ao mesmo tempo que eu grito que nem uma louca.
- Esse hospital não vai chegar nunca? — grito.
- Respira, Ana! Já estamos chegando... — Lubs diz.
- Luana, se eu não estivesse respirando eu estaria morta, o que nesse momento eu preferiria. Ficar grávida é uma merda. — grito suando mais.
- Bate na madeira, menina. Como eu fico se você morrer? — Lubs diz me olhando dramáticamente.
- Viva. — respondo e ela me dá um tapa na cara.
- ... Você não sabe o que uma mulher quase parindo pode fazer, Luana... — digo revirando os olhos. Ouço ela sussurando um "Ui".
- Chegamos! — Dim diz abrindo as portas do carro.
- Aleluia Senhor Deus Pai! — Digo ajoelhada no chão em frente ao hospital.
- Bem esperta, né, querida? Agora como é que a gente vai fazer pra levatar uma mulher grávida? — Mari pergunta.
- Fudeu. — digo, e começo a gritar um "Ahhh".
Mari vai atrás de uma maca no hospital, e o resto das pessoas ficam cuidando de mim. Enfim ela chega com alguns médicos e uma maca.
Os médicos me deitam na maca, e entro no quarto do hospital, ainda gritando. Todos os "convidados" vem atrás.
Niall's pov:
Assim que Ana, entra na sala eu e todo o resto do pessoal, vem atrás. Pelo que parece, Dim está ligando para Julia.
- Só podem entrar duas pessoas. — diz o médico nos barrando.
- Eu vou! — Dim grita, ainda com o telefone no ouvido. Antes que alguém se manifeste, falo:
- Eu vou também. — e entro. No quarto, Ana está gritando loucamente, enquanto o médico tenta abrir suas pernas. Cardim logo desliga o telefone e segura a mão dela. Decido fazer o mesmo.
Olho para porta e vejo que todos estão olhando pelo vidrinho.
- Dá pra escutar? — digo à eles.
- Dá. — eles dizem sorrindo.
Então Ana começa a gritar, suar, e chorar cada vez mais e resolvo abraça-la.
- Vai dar tudo certo. — eu digo.
- Por quê? — ela diz em meio aos choros e gritos. — Você é um mentiroso. Por que está me ajudando?
- Porque eu te amo o bastante pra fazer isso. — digo a abraçando mais forte. — Eu não menti sobre nada. Não estou namorando. Acredite.
Recebo como resposta um grito agudo e muito forte. E então o bebê aparece. Chorando, como um bebê saudável. Ana desaba a chorar novamente, não só de dor, mas também de felicidade. O médico entrega o bebê à ela e ela acaricia seu rosto. Dim faz o mesmo. E eu as imito.
- Diga oi para titia... — ela diz sorrindo e chorando. — e para o...
- Papai. — digo.
- PAPAI? — Cardim grita.
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