24 Horas Trancados Num Elevador ( Hiatus)
11 Como Achar Isabella.
Notas iniciais
Boa leitura.
Ponto de Vista de Charlie Swan.
Então? O que fazer? Colocar em sites e buscas, jornais, revistas, dançar Kuduro...
Pera, pera fita errada.
O que eu ia fazer?
Ah! Lembrei, a minha missão é simples, com o meu Dindin colocar os mais famosos e poderosos investigadores atrás da minha filhota, isso era simples.
Mais tem um porém .....
Contar ou não para a Renée? Tipo, eu tenho certeza que a doida da minha esposa, vai sair correndo por ai, gritando então não rola, mas...
Sem mas, vou logo atrás da minha esposa, para ir atrás da minha futura-filha, que se parece fodidamente comigo e com a Renée.
Peguei o meu celular importado , sou chique tá? Abri os meus contatos, e coloquei o telefone em chamada, em cinco toques a voz da minha amada apareceu.
– Charlie?
– Eu?
– Aff's, escute Charlie, e ai?
– E ai, o quê?
– O quê?
– O que, o quê?
– CHARLIE — Escutei o seu grito, ixi Maria, segura as mãos e vai.
– Quê?
– Olha eu estou indo ai, aonde você está?
– Aonde?
– Aonde você está Charlie?
– Na frente do prédios dos Cullens.
– Me espera ai, não saia dai!
– Tá, tá — Desliguei.
Mais menino, ela acho que eu sou o quê? Uma criança?
– PIRULITO!!!!! — Apontei para um carrinho de doces passando.
Ponto de Vista de Edward.
Eu estava magoado, triste,suspirei baixinho, o que eu podia fazer não é? Aliás, foi até bom ela ir, tinha que parar de me apegar as pessoas,elas sempre te magoavam e depois iam embora, sou burro de acreditar que ainda poderia viver normalmente, quem eu sou? Um idiota, com esperança de um dia alguma coisa se concertar, era só uma transa, isso, não deixaria nenhuma pessoa me abalar, eu voltaria a ser eu mesmo.
Adentrei ao corredor, avistando Jasper, Alice, Emmett e Rosalie com os meus sobrinhos.
– Edward? — Ouvi a voz de Rosalie, mais não parei para escuta-lá, lamúrias, lamúrias, estava cansado delas!
Passei reto, parando na porta do meu escritório, decidindo ir para casa, precisava de um banho, de comida, depois eu resolveria a fodida vida que eu tinha. Entrei na minha sala, e me sentei na poltrona de couro giratória.
Peguei uma garrafa de whisky bebendo no copo de vidro.
Memórias vieram na minha mente fortemente...
Era um sábado qualquer,passaria o dia todo no quarto estudando,hoje era dia de festa na família, mamãe iria chamar alguns primos para um jantar aqui em casa, ninguém realmente estava animado com esse evento, Alice fazia birra com os seus olhinhos fofos, e Emmett inventava mil e uma desculpas, para não participar do jantar.
Eu simplesmente não sentia nada, nem animação e nem preguiça, eu não iria mesmo, os meus planos estavam focados no meu trabalho.
Estudava na escola Domincic High School, uma das maiores escolas particulares de Nova York, com vários prêmios entre uma das melhores escolas com ensino avançado, com apenas quinze nos de idade eu tinha vários prêmios, e mesmo com um ensino incrivelmente difícil eu me destacava como Melhor Aluno da classe, com um Q.I extremamente alto.
– Cara, acredita? — Entrou no meu quarto Emmett, levantei os olhos do livro que lia, e olhei para o meu irmão mais velho de 20 anos de idade, com uma mentalidade de 5 anos, na idade dele,poderia comprar um apartamento com o dinheiro da família em qualquer lugar, mais Emmett era Emmett um crianção que adorava brincar, e correr para a saia da mãe quando se meia em encrencas — Mamãe tá furiosa com o pai, ele prometeu voltar ás sete e já são nove horas da noite, ela vai cortar os seus testículos, acredita em mim cara o pai tá ferradão — reclamou, se sentando na minha cama, colocando a sua bunda magra nela, na época Emmett não tinha tantos músculos e apenas 1,85 de altura, começou a fazer academia apenas com 25 anos de idade, e incrivelmente ele parecia um esqueleto de tão magro.
– Emmett — brinquei — Pare de ser turrão cara — ri — O que acha de sair hoje? — propus.
– Cara! Você é um gênio sério, esteja preparado daqui meia hora, vamos conseguir umas totosas hoje, promessa de Emmett Cullen — bateu a mão no peito, levantando da cama e indo para a porta, antes de sair colocou a cabeça pra dentro — Cuidado com a pestinha, se ela souber cara, estamos ferrados ! — reclamou, finalmente indo sair.
Alice vulgo pestinha, com apenas 12 anos de idade, era uma verdadeira peste, com os cabelos curtos, expressão irritante, olhinhos fofos, e céus! Ela era muito pequena com os seus 1,30 de altura, chamávamos ela de minimoy.
– Claro — murmurei para o nada, suspirei levantando da cama, e indo tomar banho.
(...)
Me olhei no espelho, tentando arrumar os cabelos, eu era um carinha bonito, com 1,75 de altura , um pouco mais magro, mais nada magrelo, cabelos bagunçados, um verdadeiro playboy, sai do quarto, e bati na porta do quarto do Emmett.
A porta se abriu, e segurei o riso ao ver a imagem estúpida de Emmett, com calças folgadas, blusão, junto com tênis coloridos, óculos coloridos, e cordões enormes que queriam fazer se parecer de ouro.
– Tô doidão não tô? Vou conseguir boas gatinhas...
Não ageuntei, soltei uma gargalhada alta, me apoiando na parede.
– Emmett! — ofeguei, parando para rir — Cara, modera na moda tá? — Avisei.
– Por que? – franziu a testa, revirei os olhos.
– Nada véy, vamos ? — chamei, Emmett sorriu mostrando todos os seus dentes brancos e grandes, revirei os olhos, puxando ele.
Andávamos pelo corredor, olhando a todo momento para os lados, confirmando que ninguém nos visse, principalmente a pestinha.
– Essa boneca não é linda? — Ouvimos a voz da baixinha e paralisamos.
– Fodeu, fodeu — exclamou baixinho Emmett.
– Se Alice descobri vai abrir o berreiro e nós estamos ferrados — murmurei.
– MÃE??- Ouvimos o grito fino de Alice e pulamos de susto.
– Fodeu cara, fodeu! — exclamou dessa vez mais alto.
– Cala a boca — mandei, ouvi os passos leves de Alice, arregalei os olhos.
– E agora? Ferrou! — exclamei.
Emmett paralisou olhando para algum lugar fixo, abriu a boca e ofegou, sabia que eram momentos raros e significava que ele tinha uma ideia, não me lembro o por que de não ter gostado da sua última ideia.
– Cara, tamo salvos — me puxou, olhei para onde seu olhar mantinha, e o encarei irritado ele.
– Você tá de brincadeira né? De jeito nenhum eu vou pular a janela! — Reclamei alto.
– MÃEEE — O terceiro grito de Alice, me fez fechar os olhos, tinha lembrado o por que de não gostar das ideias de Emmett.
– Tudo bem — suspirei, Emmett sorriu.
– Vai você mano, eu vou depois ok? — Só assenti.
A janela era grande, mais não grande o suficiente para caber um corpo enorme dentro dele.
– Man bora! — Me apressou, fechei os olhos, enfiando a cabeça na janela, e apoiando os braços, peguei impulso e coloquei os pés para fora.
– O que é Alice? — A voz de mamãe, me fez arregalar os olhos e me apressar mais rápido.
– Ok — assenti, olhando para Emmett. — Calma ai e a esca...
Fui interrompido pelo grito fino e gay que saiu da minha garganta ao sentir a minha cara indo ao chão, igual bosta.
– ...da — completei com um gemido abafado, com muita dor me levantei, esperando a anta descer, olhei para cima, e observei o seu rosto.
– Bora! — murmurei baixinho exasperado.
– Man tô com medo — ouvi a sua fala baixa, revirei os olhos.
– Quando eu contar até três, você pula ok? 1,2... — Contei, vendo o seu corpo trêmulo lá de cima — Três! — mandei.
– AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH — Gritei ao sentir um corpo incrivelmente pesado, se chocando no meu.
– Nem doeu — senti a anta sair de cima de mim — Man você tá bem?
Travei o maxilar.
– Claro, você caiu encima de mim — rosnei, me levantando sentindo todos os meus osso doerem.
– Foi mal cara — levantou a mão, em sinal de rendição.
– Mais que barulho é esse? — ouvimos a voz da jardineira e arregalamos os olhos.
– Cara, bora logo — Emmett me empurrou.
Corri um pouco mais rápido e enfim avistamos o enorme Jeep de Emmett.
Era um saco não poder dirigir! Me sentei no banco do carona, e Emmett acelerou o freio.
– EDWARD CULLEN, EMETTTTTTTTTTTTT — Ouvimos o grito de Esme, já baixo por estarmos longes.
– Cara mamãe vai nos matar, no sentindo literal da palavra — Emmett murmurou.
Ri baixo ao lembrar do nosso castigo Emmett ficou um mês sem poder ir para festa algum, claro que pela lei ele poderia perfeitamente sair, já que ele era de maior, mas Emmett era um cabeção e e tinha, e ainda tem medo da Dona Esme, que sabe ser ameaçadora quando quer, naquele dia em nem liguei em Esme por ter me proibido de ler livros, e fazer qualquer coisa Nerd,passei a noite toda pensando nela, e isso definitivamente fez todos estranharem, num caso normal eu daria um piti emocional, igual o do Emmett e bateria a porta com força.
Mais foi diferente.
– Sério que você quer ir? — Emmett confirmou, olhando para a cena de quase quase sexo explícito que a entrada da boate tinha, céus! Se aquilo acontecia ali, imagine lá dentro? Suruba talvez.
– Man — encorajei — Estamos ferrados quando chegarmos em casa, e como dizem ''A Noite é Uma Criança'' — murmurei o final, abrindo a porta do Jeep, Emmett fez o mesmo, olhando cauteloso para a boate.
– Certo, só não conte para a mãe, isso nunca poderá sair daqui ok? Tente ser o mais adulto possível, evite orgias, drogas, punhetas na pista de dança, nada de tirar a roupa na frente do público,não se meter em brigas, a não ser se for por causas de gatinhas — Me passou um ''sermão'' estupidamente idiota, revirei os olhos, caminhamos para a entrada da boate.
Senti os meus ouvidos reclamarem ao ouvir o tamanho do som alto que estava tendo,arregalei os olhos, horrorizado.
– Man vamos embora — Me virei em direção ao Jeep, senti alguém quase que me levantar, me puxando de volta para a entrada, Emmett fez negativo com a mão, me puxou para a entrada, onde tinham dois segurança baixinhos, e gordinhos, que conversavam entre si.
Céus! Com certeza eles não assustariam nem uma mosca.
Assim que pagamos o ingresso de entrada, adentramos a boate, que parecia mais um puteiro.
Garotas com os peitos para fora ,os cantos da boate eram todos escuros, passava uma música incrivelmente alta, e as pessoas dançavam no ritmo animados.
– ISSO É PERFEITO — Gritou Emmett ao ver a boate, falando alto,tentando me fazer escutar.
– EU VOU PARA O BAR — Gritei, Emmett assentiu.
– AS TRÊS, NOS VAMOS EMBORA, TE ENCONTRO EM FRENTE AO JEEP — E essas foram suas últimas palavras antes de sair andando me fazendo o perder de vista, dei de ombros e voltei a procurar o bar, o achando na parte mais escura da boate, andei até lá, me balançando no ritmo da música.
Me sentei num dos bancos, e logo um carinha loiro veio me atender.
– O que quer?
– Um Ice — ordenei, ele assentiu, voltando com a minha bebida, beberiquei olhando para a pista de dança, pensativo.
– Sozinho? — Ouvi uma voz melodiosa, olhei para cima, e abri a boca em choque, ao ver uma linda mulher, com os olhos verdes, pele branca e macia, cabelos loiros, o seu sorriso, simplesmente lindo.
– Cla-ro — gaguejei, ela riu mostrando todos os seus dentes brancos.
– Posso sentar? — Só assenti com medo de minha voz.
Ela se sentou, e não pude conter a olhada que dei no seu corpo, formoso com curvas perfeitas, usava um vestido acima dos joelhos, e um salto médio, as suas pernas...
Não poderia ter pernas mais bonita que a dela.
– O que está bebendo?
– Ice — murmurei, olhando para baixo.
– Hum..., você parece novo, tem quantos anos jovem?
– 15 anos.
– Sério? Nossa! Você é tão jovem, tsc, tsc, bebendo? É proibido beber se for de menor — ri.
– E você tem quantos anos então?
– Vinte anos — sorriu novamente, arregalei os olhos em descrença, teria uma mulher tão bonita como essa? Vinte anos? Ela tinha a idade de Emmett!
– E qual é o seu nome?
– Edward, e você?
– Patrícia.
– Veio sozinho? — Ouvi a sua voz, olhei para cima, e sorri, me lembrando como cheguei aqui.
– Na verdade vim com o meu irmão Emmett, e você?
– Eu? Vim com a minha prima Rosalie, não consigo mais achar aquela doida — riu .
– Hum...
– Vou pedir uma bebida, minha garganta está seca — murmurou, pedindo um Ice para ela.
– Ok.
– Então — Voltou a me olhar, com o Ice na mão — Aonde está o seu irmão?
– Por ai — dei de ombros.
– Sinto muito — Bebeu o seu Ice — Tenho de procurar a minha prima, estou indisposta,e tenho que avisar que vou embora — murmurou, deixando o Ice no balcão , se levantando.
– Posso te ajudar? — Pedi, tentando não parecer um cara chiclete, mais sentia uma força poderosa que parecia não querer que eu saísse de perto dela.
Ela sorriu.
– Claro, seria um prazer, ajudaria muito .
Andamos pela boate, procurando em vários lugares, eu analisava o seu jeito de falar, o seu jeito de rir, tão hipnotizador, sorri bobo, enquanto ela ria, um pouco bêbada, já tinha bebido mais seis Ices e quase não se continha em pé, senti o toque físico dela em mim, me fez sorrir, com o seu calor humano.
Quase desistindo, avistei Emmett, no escuro, beijando furiosamente alguém.
– Achei — Falamos juntos, rimos da nossa idiotice.
– Olha lá é Rosalie! — apontou para a loira que enfiava a língua na boca do meu irmão.
Revirei os olhos, para tamanha coincidência.
– E o meu irmão.
– Vamos lá — me puxou, parei no lugar.
– Será que não vai incomodar?
– Não! — Voltou a me puxar, chegamos perto deles.
Pigarrei.
Percebi que a prima de Patrícia levara um susto, se separou ofegante do meu irmão, que ao me ver lançou um olhar irritado.
– Patrícia? — A loira que agora pude observar era muito bonita, cabelos loiros e longos, olhos cor de mel, pele branca um pouco pálida, e o seu corpo, parecia mais nova que Patrícia tinha alguns traços ainda infantis.
– Rosalie! Ainda bem que te achei — gargalhou, pelo efeito de bebida — Quero ir embora — fiz um bico adorável que me fez ter vontade apertar.
Ao que parece, Rosalie revirou os olhos.
– Só mais cinco minutos ok? Tenho que terminar o meu beijo com o bonitão aqui — gargalho igual a uma hiena, tive a conclusão de que estava bêbada.
– Tá, mais só cinco minutos — Patrícia me puxou para o canto.
– E você?
– E-eu?
– Sim! Não vai me dar um beijo de despedida? — arqueou as sobrancelhas, arregalei os olhos.
– Beijo?
– Claro — revirou os olhos, não me deixando falar nada, Patrícia me agarrou.
Senti o espasmo da surpresa, mais não falei nada, só aproveitei o beijo.
– Vamos Trícia? — Ouvi a voz um pouco fina de Rosalie, percebi que tínhamos ficado tempo demais nos beijando.
– Claro. — Patrícia riu. — Qual é o seu número? — Pediu me olhando nos olhos, falei rapidamente o meu número e ela discou no seu celular, sorriu antes de desgrudar o corpo do meu, percebi que as duas estavam bêbadas e que as duas juntas num carro bêbadas não daria muito certo.
– Como vai chegar em casa ? — questionei.
Patrícia revirou os olhos.
– Relaxa vou de táxi, Tchau Edward — acenou, sendo puxada por Rosalie, as duas caminharam pelo povo, até eu perder de vista elas.
– Parabéns mano. — Senti a voz irritada do Emmett.- Eu teria uma boa Foda mais você! — apontou acusadoramente pra mim.- Estragou todos os meus planos de ficar com a loirona — Andou irritado ,o segui.
– Relaxa irmão, eu tenho o número da prima dela — ri ao ver a sua expressão mudar rapidamente.
– Sério?
– Sério! E se você foz bonzinho, eu peço a Patrícia o número dela, agora Relaxa irmão. — murmurei. — Vamos embora, pra mim a noite acabou — falei, Emmett assentiu como se confirmasse as minhas palavras, e fomos andando para fora da boate.
Minhas lembranças foram rapidamente embora ao ver a voz que tanto conhecia falar:
– Man o que aconteceu com você? O que está acontecendo com você?
Suspirei, fazendo com um gesto, indicando para ele entrar e se sentar.
Apos fechar a porta, Emmett sentou me olhando curioso.
Eu tinha que admitir Emmett era um irmão perfeito, brincalhão na maioria do tempo, chato e irritante, mais sabia tratar de assuntos sérios na horas que mais precisamos.
– Não sei. — passei a mão no rosto — Está tudo tão confuso, está tudo tão confuso ! — exclamei raivoso.
– O que aconteceu no elevador? — Os seus olhos infantis só tinham uma seriedade grande.
Gemi angustiado.
– Estava indo para a reunião com o Swan , entrei no elevador, e adivinha quem encontrei? Isabella! — exclamei. — Sabe o sufoco que passei? A Garota era doida! Divertida, mais doida! As horas que passaram. — gemi novamente — Nós transamos. — conclui por final, baixando os ombros como se falasse por fim, o meu discurso dramático.
Silêncio, esperei as risadas, ou a piadinha de mal gosto, mais só ouvi o silêncio, olhei para o rosto do meu irmão,e vi ele ficando pálido, me olhando incrédulo, como se tivesse falado algo absurdo.
– Man você transou com a guria que você nem conhece? Edward! Você vai casar em menos de um mês cara, tá loucão? Se o pai descobrir tu tá ferradão! — acusou.
Rosnei.
– Foda-se Carlisle! Acontece Emmett, que isso é grave. — gemi angustiando — Muito grave, era só uma transa, ficamos 24 horas trancados no elevador irmão, era só pra ser uma coisa do momento, quando elevador abriu, ela tava sufocada, você sabe o meu descontrole? Eu pirei , ver ela assim me fez sentir um desespero tão horrível, uma dor no peito angustiante, Carlisle a examinou, e Emmett! Eu não sei o por que de Charlie Swan ter aparecido do além, mas, Isabella é cara do Swan, sabe o que é acra? Os mesmos cabelos, os mesmos olhos, tonalidade da pele, e puta que pariu, eu tô muito, muito confuso...
Emmett riu da minha cara.
– Desculpe Edward. — suspirou — Mas, você sabe que mais você ignorando esse casamento, ele vai acontecer, e você não vai poder impedir isso não é? Então por favor, pare de ser mimado, esqueça tudo que aconteceu ok? Talvez isso foi melhor, cara case com a Jane, e viva a sua vida, não decepcione mais o pai. — Dei dois tapinhas do meu ombro, antes de sair da sala.
Olhei raivoso para a porta.
– Inferno — murmurei, fechando os olhos.
Ponto do Vista de Bella :
Abri a porta do meu muquifo vulgo minha casa e bocejei, já ia me sentar no sofá duro, quando ouvi o grito :
– ISABELLA! — Travei, me virei lentamente, sorrindo amarelo para Ângela.
– Oi?
– Bella aonde você tava? Tá louca, o Sam vi pirar se souber que você passou quase dois dias fora de casa, o que aconteceu? Ande você estava? — Me encheu de perguntas, me encolhi, me sentando delicadamente no sofá, eu ainda tinha um trauma contra ele.
– Ange tô bem ok? Agora não torre minha paciência, alias sabe que já sou maior de idade. — Essas eram as raras vezes que falava séria com Ângela, que me olhou incrédula.
– O que você tem?
– Nada, olhe escute sim? — ela assentiu. — Esquece, agora me conta como foi a sua visita aos seus tios eim?
Seus olhos brilharam de excitação.
– Bella! Você não vai acreditar, eu vou ter uma vida nova, meus tios me convidaram para morar come eles em Miami , junto com os meus irmãos, isso não é ótimo? Vou poder ter finalmente uma vida normal, e uma boa educação para os meus irmãos, não quero que eles entrem no mundo das drogas, viajaremos amanhã.
Seria muito egoísmo ficar com raiva dela, por poder finalmente sair do Brooklyn? Seria muito egoísmo pedi-lá para ficar? Uma coisa ela tinha razão, uma boa educação ela teria que dar para os irmãos mais novos, e no Brooklyn a educação era incrivelmente baixa.
Olhei triste para ela, que olhava para o outro lado, tagarelando, dizendo que poderia fazer uma faculdade agora, e conseguir um emprego decente, sorri quando ela me olhou, disfarçando.
Ângela parou me analisando, corou.
– Você não vai ficar triste não é Bella? Sabe que por mim eu ficaria aqui com você, mas — suspirou — Eu não posso, não posso deixar os meu irmãos não terem uma casa boa, comida todos os dias, boa educação, sapatos, por meu capricho não sabe Bella? — Os seus olhos se encherem de lágrimas, ela segurou as minhas mãos,olhei para as suas mãos, e desabei, começando a chorar.
– Oh meu deus Bella! — Exclamou incrédula, era a primeira vez que chorava abertamente para Ângela, e era quase que um susto me ver derramar várias lágrimas, enquanto soluçava. — Bella. — gemeu angustiada, acariciando os meus cabelos, dei outro soluço, antes de levantar a cabeça secando as lágrimas e tentando conter o choro.
– Vá amiga — sorri — Vá ser feliz, eu sei o quanto você precisa disso, você não é feliz, você luta tanto, e não é por um capricho meu que você vai desistir de tudo — apertei suas mãos. — Quero que você seja feliz, muito feliz, quero que você sorria a todo momento e nunca desista de sonhar, nunca vou esquecer de você. — Abracei Ângela, numa despedida muda, sabia que assim que ela se mudasse perderíamos o contato, céus! Miami era longe daqui, fora que ela esqueceria da velha Isapreta, e teria uma vida absolutamente normal.
– Também não vou esquece-lá, obrigada Bella — Murmurou no meu ouvido, fungando.
– Credo — Ri para tirar a tensão. — Você vai para Miami amiga! Seja rica por mim. — pisquei, fazendo ela rir.
– Vou ser — murmurou se levantando.
– Você tem que ir não é? — murmurei, vendo ela morder os lábios, sorriu pra mim, acenando num último Adeus.
Abriu a porta antes de fechar ela.
– Tchau — murmurei para o vento, me sentando novamente no sofá, encolhi o meus joelhos, com frio.
(...)
Passei o resto da tarde toda, sentada no sofá quase que num estado de choque, vi que fazia muito frio, e finalmente me levantei, caminhando para a pequena porta que daria o meu ''quarto'', olhei para a minha cama, tirando os meus sapatos, finalmente lembrei que tinha perdido um, gemi.
– Como é que eu vou andar? Parabéns Isabella, você é uma perfeita retardada.- resmunguei, tirando a minha roupa, e entrando dentro do banheiro, a água fria me atingiu forte, me fazendo tremer dos pés e a cabeça, agoniada, fechei o chuveiro em menos de cinco minutos, me ensaboei rápido, apenas me enxaguando, peguei uma toalha já velha, e me enrolei nela.
Apos colocar o meu blusão azul, junto com um short folgado, me enrolei no cobertor fino, fechando os olhos, esperando o sono me atingir, sabia que iria dormir muito, e que amanhã seria um novo dia.
Ponta de Vista de Renée
Que decadência! Ser rica acredite, não é fácil, ser linda e poderosa só os fortes podem, bom não tenho muita a contar nessa história que conta outra história, sou linda, gostosa, rica, muito rica.
Pois é né? Fazer o que se eu posso?
Tenho um marido, você deve estar pensando que eu sou uma doida depressiva, só por causa dessa Narradora desengonçada e preguiçosa, que não sabe narrar direito.
Pura mentira isso é recalque, ele bate em mim volta, então voltando ao assunto, além de estar 23 anos procurando a minha filha, e ouvindo músicas da Evanescence, eu sou uma boa esposa.
Ou Não.
Já disse que o marido é doido? Pois não conte pra ninguém, mais eu vejo todas as noites ele indo dormir, com o seu cobertor rosa da Barbie, pois é, meu marido é meio dois lados, se é que me entende.
Bufei, só meu marido mesmo, já tinha meia hora que eu o procurava a todo instante e a todo lugar, mais não o achava, aquela anta acha que eu sou a Mãe Dináh? Tudo bem eu posso estar meia cega, mas por favor! Eu tenho certeza que não estou vendo o estrupício do meu marido e a sua cabeça grande em lugar algum.
Abri o meu celular de rico, por que eu sou linda e posso, disquei o número Particular, pra ver se a anta atendia.
– Sou a Barbie Girl, se você quer ser meu, namorado, fica ligado, presta atenção na minha condição, é diferente sou muita exigente...- Só tinha uma pessoa que tinha aquela música horripilante no celular:
– CHARLES!!!!!!!
(...)
– Ah!Renée, qual é? Você nem me deixou comer pirulito. — Charlie reclamou pela milésima vez.
Depois daquela música ridícula adivinha aonde encontrei Charles? Comprando PIRULITO! Agora, estamos indo para o Brooklyn, aonde vulgo minha filhota de Mami vive.
– Charles cale a boca, você fica mais bonito assim.
– Eu sou lindo ok? Eu pisco, eu brilho, eu sou uma Diva. — arregalei os olhos, ao ouvir a sua voz ficar completamente fina, Charlie percebeu o que tinha falado, pigarreou constrangido. — Quer dizer, eu sou gostosão, sou macho, macho com M maiúsculo.
Ohei pra ele desconfiada ainda.
– Tá bom.
– Velha gorda, acredita que me chamou de feio? Eu sou lindo, absoluto. — Ouvi os seus resmungos baixo.
– Falou alguma coisa?
– Eu?Imagina...
– Se você. — apontei o dedo para o mesmo. — Não calar essa boca, vou colocar na Internet a foto da sua bunda cabeluda...
Silêncio, como a paz é bom não é? Aspirei o ar, sorrindo tranquila.
– Ei! Minha bunda não é cabeluda!
Murchei o sorriso.
Essa viagem seria longa...
Ponto de Vista de Edward.
– Então???? — Os olhos verdes claros de Alice, me atingiram fortemente, enquanto mostrava um terno preto pra mim.
– Tanto faz Alice. — Disse seco.
– EDWARD CULLEN! — Sua voz aumentou. — Hello! Você vai se casar! E querido, eu não quero, DE NENHUMA MANEIRA, um irmão MULAMBENTO! — Sua voz se alterou.
Bufei.
– Olhe Alice porque você simplesmente não me deixe me paz?E vai fazer o que as mulheres fazem: Pintar unha, arrumar vestido, qualquer coisa ! Mais por favor, me deixe em paz, por que não vai cuidar do seu marido drogado? — Falei sem pensar.
Ao ver os olhos da minha irmã mais nova se encherem de lágrimas, me senti arrependido.
– Olhe desculpe Alice, falei sem pensar, só estou agoniado, eu não entendo! Eu não quero casar, vocês não entendem isso?
Alice me olhou.
– Desculpa Eddie, mais você sabe como é! Sei que você não quer casar, mas pense irmão, você vai ter uma mulher do seu lado, te ajudando, e quem sabe se...
– Quem sabe nada! — Interrompi a sua fala bruscamente. — Carlisle acha que eu sou uma criança? Será que ele não percebeu que ainda não estamos na sua época das Múmias?
Alice riu pela a minha última frase.
– Edward! Você está agindo como uma criança mimada, case com Jane, em um ano irmão, você pode se separar, passa rápido.
– Claro, não é você que vai casar!
– Edward!
– Ok, ok, faça o seguinte. — Abri a minha carteira, pegando o meu cartão de crédito ilimitado. — Use! Compre o que você quiser, e qualquer terno, mais por favor, me deixe ir pra casa sim? — Quase implorei.
Alice me olhou animada, pegando rapidamente o cartão de créditos.
– Tudo bem irmãozinho, mas, não conte isso pra mamãe, se não ela te capa, sabe que ela quer que eu te influencie a aceitar esse casamento. — Sorriu amarelo.
– Você! — Acusei. — Você está querendo me convencer a se casar, por causa de suborno? — Perguntei incrédulo.
–Sabe como é né, eu tenho as minhas contas... — sorriu amarelo.
Revirei os olhos para a cara de pau da minha irmã.
Sai andando, não sem antes de ouvir:
– EDWARD! Minha mãe está pedindo pra falar com você, HOJE! — Gritou o final.
Bufei, eu não queria ir na casa dos Cullens, pra que? Mas, sabia que Esme iria encher o saco depois, então peguei o meu carro, e acelerei até a mansão dos Cullens.
(...)
Olhei para a enorme casa cor de pastel, elegante,grande bem decorada.
Acelerei o carro, os seguranças da casa abriram o portão, estacionei em frente a porta da Mansão, abri o carro.
Pude ouvir as risadas de Jackson, filho de Alice, ele ria e gritava, enquanto brincava com Ashley, perto das flores de Esme, me surpreendi ao ver que Jasper brincava alegremente com os seus filhos, parecia estar se divertindo muito.
Invejei por alguns segundos aquela cena de amor entre família, parece que Jasper me viu, já que sorriu e acenou, bufei, fingindo não ver ele, andei lentamente até a porta da mansão dos Cullens, tocando a campainha.
Segundos depois, a empregada abriu a porta, paralisou ao me ver, bufei ao ver ela quase babar encima de mim.
– Ei garota, tem como você dar licença?Eu preciso falar com minha mãe. — A garota pareceu não me ouvir. — AGORA! — Esbravejei, ela corou, tropeçou, revirei os olhos, finalmente entrando dentro da casa.
A Sala estava bem diferente de como me lembrava, as paredes agora eram todas brancas, o piso era de madeira, tinha alguns quadros incrivelmente belos,alguns vasos meio coloridos, o enorme sofá de couro preto, junto a mesinha de centro.
– Vou chamar a Senhora Cullen. — Não respondi a empregada, só bufei, a mesma quase saiu correndo, chamando o nome da minha mãe.
Minutos depois, ouvi os saltos altos de Esme.
– Edward querido. — Veio me abraçar.
– Oi Mãe. — Não fui respondido, levei um cascudo na cabeça, tinha que admitir Dona Esme tinha força.
– Ai, mãe, por que você fez isso.- gemi de dor, colocando a mão na cabeça.
– Edward Cullen, seu moleque! Que negócio é esse?Quer matar a sua mãe?
– Mãe, do que você está falando?
– Por que não me contou que estava namorando?
Arreglei os olhos.
– Que? Aonde você ouvir isso?
– Oras Edward, eu sei muito bem o que eu vi, aquela moça sair daquele elevador com você, que aliás parecia muito preocupado, coisa que você não é de fazer, é se preocupar com as pessoas.
– Mãe! Eu não estou namorando a Isabella, eu não sei aonde ela está agora! — Reclamei, me sentando no sofá.
– É claro que não! — Me deu outro peteleco na cabeça. — Por que eu estava com ela, coitadinha mora no Brooklyn! Por que não se ofereceu para levar ela em casa? Eu não criei você como um burro e sim como um ser humano extremamente normal.
– Mãe.. — tentei argumentar, sem sucesso.
– Você viu aquela garota? Ela é cara do Swan! A Fuça INTEIRA! Aonde você tava? Eim Edward...
– Mãe...
– Eu não sei o que você tem na cabeça meu filho, eu não te eduquei assim, eduquei os meus três filhos, perfeitamente bem...
– MÃE ! — Gritei já irritado.
– Não grite comigo!
– Okay, olha mãe, eu não fui atrás de Isabella, por que ela não é NADA minha, outra, ela me deu um fora! — Confessei.
Minha mãe, não falou nada, começoua a rir do nada.
– Mãe, do que você tá rindo?
No outro instante seu sorriso tinha desaparecido, medo.
– É claro que ela te deu um pé na bunda, você é idiota! Olha filho, vou te falar uma coisa, você é meu filho, mais puxou igualzinho ao seu pai, um cabeça oca grande...
– Dá pra você explicar do que está falando?- Me irritei.
– Edward você acha que uma pessoa humilde com aquele tipo de carácter , iria facilmente sair correndo atrás de você? isso deixaria quase óbvio que é uma golpista!É uma coisa inútil! — Reclamou fazendo descaso com mão. — Edward ela não está acostumada a viver num mundo tão luxuoso, ela foi criada e educada ser uma garota humilde, você acha que ela vai ficar sorrindo parada olhando pra tudo mundo,e depois cumprimentar todo mundo? é a mesma coisa de você ir para o subúrbio, faria qualquer coisa, pra sair dali.
Franzi o cenho.
– Okay e o que tem a ver isso com aquilo?Ninguém, despensa Edward Cullen! Eu sou o poder, sou muio bonito, melhor, ou lindo. — Reclamei.
– Cala a boca moleque! Você é só um garotinho mimado, que devia ir morar na Roça só pra criar vergonha na sua cara limpa, Acha que só porque já teve traumas é o dono da verdade? Cria vergonha nessa sua cara! E Vai atrás da moça.
Ri, melhor, gargalhei.
– É claro que não mãe, aliás eu tenho que casar. — Sorri irônico. — Isabella tem razão, não nascemos no mesmo mundo, não combinamos. — Falei seco.
Esme me lançou um olhar reprovador.
– Seu machismo,e certeza de tudo, ainda vai acabar um dia com você meu filho. — Suspirou. — Seu orgulho, não pode falar mais alto, a sua ambição e a sua ambição de poder também não querido, não deixe coisas nulas fazerem de você uma pessoa má. — Chegou perto de mim, colocando a sua mão no meu coração. — Por que você, não merece sofrer mais do que já sofreu Edward, você tem que tentar ser feliz meu filho.
Fiquei olhando ela alguns segundos, um pouco chocado ainda.
– Vovó. — Ouvi a voz doce de Ashley, me virei ao ver Jasper segurando Jackson, enquanto Ashley caminhava manhosa para o colo de mamãe.
– Sim querida?
– Tô com fome, mamãe vai demorar? — Fiz um bico, igualzinho ao de Alice.
– Talvez um pouco,então a vovó pede pra fazerem sanduíches pra você e para o seu irmão tá bom. — Ashley assentiu.
– Ei Ashley! — Chamei. — Não vai falar com o seu tio? — Sorri.
– Tio Eddie. — Correu pulando no meu colo, peguei a mesma com facilidade.
– Oi Princesa.
– Tio Eddie, mamãe vai demorar? Tô com soninho e quero tomar banho, meu cabelo tá começando a ficar oleoso. — Arregalou os olhos, passando mão pequena nos cabelos loiro, sorri ao ver que Ashley era muito parecida com Alice nesse aspecto de beleza, sempre preocupada com as suas suas roupas, e com os seus cabelos longos e loiros.
– Não princesa- Beijei a sua bochecha. — Agora vá com a Vovó fazer um lanche. — Me agachei pra ela descer, a mesma saiu correndo para a cozinha,minha mãe riu acompanhando ela.
Olhei para Jasper e Jackson.
– Eai Jasper.- cumprimentei.
– Olá Edward.
– Oi Jack. — sorri para o meu sobrinho.
– Oi Tio! Pai, deixa eu ir atrás da Vovó, tô com fome também, e a Ashley vai comer o sanduíche todo. — Reclamou, Jasper riu deixando ele sair correndo rumo a cozinha.
Suspirei.
– Tenho que ir cara, bom te ver.
– Bom te ver também Edward, te vejo no casamento. — Assenti, andando até a porta, aonde outra empregada abriu a porta, essa parecia nem ligar pra mim.
Após sair da casa da minha mãe, andei lentamente para o carro pensando nas suas palavras.
Ponto de Vista de Isabella:
Coloquei o meu tão conhecido paletó preto, suspirei baixinho.
Tentei inutilmente sorrir, doce fracasso.
Andei lentamente até a minha ''sala'' assim por dizer, pensando em o que eu usaria de calçado, eu não tinha absolutamente, eu posso ser doida mais sair com um pé calçado e outro não, já é a decadência.
Já ia abrir a porta quando ouvi um grito ensurdecedor.
– CALE A BOCA CHARLES!!!!!
Ponto de Vista de Charlie.
Aff's acredita que aquela bandida disse que a minha bunda é PELUDA? Ela é doida? Não tem juízo?
Resmunguei algumas coisas esquisitas, Renée só me olhou torto, que vontade perguntar '' O que? Tá me achando bonito?Não precisa dizer querida, porque eu sou!'' Ah que vontade.
Já tinha alguns minutos que estávamos dentro da Mercedes que EU comprei, atrás da Filha do Papi, e nada, ao que parece ela mora na Capadócia, opa, no Brooklyn mas, acontece que EU não vou deixar, de NENHUMA maneira, alguém roubar a minha Mercedes Importada.
Eis a solução : Ir a pé, claro que Renée esta fula da vida comigo, o que? Ela acha que eu cago dinheiro?
– Charlie olha como essas pessoas estão nos olhando. — murmurou baixinho, olhei para o lados vendo que TODAS as pessoas nos olhavam,e acredite eles não tinham o sorriso do Barney pronto a cantar '' Amo você'', definitivamente não.
(...)
– CORRE ESTRUPÍCIO!!!!!!- Gritei desesperado.
Parece que eu acertei em cheio quando disse que eles não iriam cantar '' Amo Você'' , nesse exato momento tem três homens correndo atrás de nós, com uma arma na mão.
Ah meu deus eu sou muito novinho pra morrer, ainda não beijei a bunda da Lacraia, nem da Gretchen , ainda não declarei que eu sou gay...
Opa, opa ESQUEÇAM o que eu falei.
– AHHHHHHH VAMOS MORRER! — Sério, minha esposa parecia uma barata tonta, prestes a correr em círculos, só falta ela começar a voar, igual aquelas baratas voadoras, medo.
Entrei no primeiro beco escuro que vi, puxando Renée comigo.
– Minhas jóias! Roubaram as minhas jóias ! — exclamava horrorizada, revirei os olhos.
– Okay, vamos voltar a procurar nossa filha.
Peguei o papel, que tinha conseguido com uns dos melhores investigadores do mundo inteiro, com muita luta finalmente depois de mais de 500 papéis com todos os nomes de Isabella, por Nova York toda, que já passaram por orfanatos inteiros, finalmente avistei a foto da minha menina, muito diferente, os seus cabelos eram quase que ruivos, puxados muito pouco aos castanhos avermelhados, os seus olhos já eram cor de chocolate, parecia mais pálida, tinha traços jovens, e na foto parecia com muita raiva, coisa que de longe passa perto da última vez me que a vi.
Renée passou uns 10 minutos chorando, depois ela voltou ao normal, voltando a ser a jumenta que ela sempre foi.
Ela me olhou incrédula.
– Eu acabei de ser roubada! Charles eu quero ir pra casa. — Se sentou num banquinho fedido, deixa ela, se ela chegar perto de mim, jogo ela pela janela.
– Não mesmo! — A puxei, fazendo a mesma se levantar rapidamente. — Pelos vestidos da Barbie!Vamos conseguir achar Isabella, e sermos aquela família feliz que passa nos comerciais de Margarina.
Renée me olhou cansada, forcei o olhar.
Depois que Avril Lavigne envelheceu....
– Tudo bem. -concordou, sorri. — Amo você. — Me abraçou.
– Eu também. — Franzi o nariz. — Sai Renée você tá fedendo a catinga , comeu Urubu foi?
Sorri amarelo, vendo Renée me olhar furiosamente.
– É melhor irmos procurar Isabella. -desconversei.
(...)
Abrimos a boca em choque ao ver quarenta e sete escadas.
Depois de muita enrolação finalmente, achamos o prédio ou em minha palavra, uma construção abandonada, aonde Isabella mora, passar pela entrada não foi muito fácil, principalmente quando se tem um cara enorme vestido de preto, me olhando malicioso, eu sou macho, macho, macho.
O muquifo, NÃO tinha levadores, a única opção foi procurar as escadas, só não pensei que ao chegar aqui eu ainda teria que subir QUARENTA E SETE ESCADAS!
– É, Renée acho melhor irmos para a África adotar alguma criança, de jeito maneira eu irei subir quarenta e sete escadas!
– Charles! — Renée se virou pra mim horrorizada.
– O que mulher?Eu eim...
– Vamos subir sim essas escadas, AGORA! — Gritou o final na minha cara, rangi os dentes, olhando com raiva pra ela.
Comecei a subir as escadas, e do jeito que eu ia quem sabe quando a Gretchen tiver o seu centésimo marido ,eu não chego lá?
– Charles! Você tá parecendo uma mula empacando! Vamos se apresse, não temos o dia todo. — ordenou.
Resmunguei apressando os passos.
Vinte anos depois, finalmente conseguimos subir as quarenta e sete escadas, o problema seria a coragem de mexer os braços e as pernas.
– Que Isabella não seja uma jumenta igual a você. — murmurei.
– CALE A BOCA CHARLES!!!!!
Vixi maria, acho que irritei ela demais.
– Tem alguém ai? — Ouvi uma voz feminina.
– Não imagina! — Resmunguei, que mania é essa de ficar perguntando isso? Mais que raiva!
Me virei mas parei ao ver Isabella, parada ali, na minha frente, diferente de ontem, ela usava um moletom azul berrante com um sapato apenas.
– Olá Isabella. — Renée tentou disfarçar as lágrimas. — Meu nome é Renée, esse é o meu marido Charlie.
– Hum... Oi, o que diabos estão fazendo no Brooklyn? — Questionou.
– Hã, estávamos resolvendo negócios. — Sorri amarelo, Renée me lançou um olhar reprovador.
– Ei! Vocês são ricos, ricos não vão a bairros pobres, nunca vão.
– Olhe, estamos perdidos, porque não nos convida pra entrar na sua casa? — Renée desconversou, revirei os olhos.
Isabella sorriu um pouco.
– Olhe , eu preciso ir trabalhar entende?
– Só alguns minutinhos. — Renée quase que implorou, vi Isabella suspirar, nos levando até uma porta marrom, a abrindo.
What? Aonde estão as trancas? As Chaves? A Segurança?
Abri a boca ao ver que a sua ''casa'' é praticamente um cubículo, como ela consegue morar ali, é uma boa pergunta.
Vi Renée também olhar incrédula o espaço, que contando todo era o tamanho de um quarto luxuoso.
– Você m-mo-ra aqui? — Renée gaguejou constrangida, Isabella riu, mas, parecia um riso amargo.
– Sente-se, não foram vocês que quiseram vir aqui? Ola, eu não conheço vocês, e preciso realmente trabalhar, então por favor daria pra vocês falaram rapidamente? — Pediu.
Renée foi delicadamente para o ''sofá'' se sentando na beirada dele.
– Então? — questionou Isabella novamente, acompanhei a reação de Renée,fazendo o mesmo, me sentando do seu lado.
– Isabella.. — começou Renéé.
– Bella. — Interrompeu a frase de Renée, vendo nossos olhares curiosos — Me chamem de Bella sim?
– Okay, então Bella, estamos aqui pra lhe falar algo extremamente importante. — Comunicou Renée.
– Tipo?
– Olha é delicado — Suspirou Renée.
– Prossiga. — Isabella fez sinal com a mão.
– Bem, ao que parece você é órfã, é que saiu do orfanato aos dezesseis anos certo? Imagino que tenha sofrido muito querida, bem o que eu tenho a dizer é que.. — Paralisou.
– Que?
– Que somos seus pais, você é a nossa filha Isabella Marie Swan.- Disse.
CONTINUA....
Notas finais
Gente please, façam uma recomendação? Comentem!
Banner feito por Nessie MCcrazy, Obrigada Fofa, adorei!
Beijos
Você vai notar muitos erros, então, por favor me digam qual, que eu ARRUMO!
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