Notas iniciais
Quem poderá ser o parceiro do detetive Jean? Será que o capitão concordará com sua escolha? Leia agora!

Cabis, 20 de agosto De 2114.

Era de manha, Dormira pouco, pois aquele capitão não havia deixado claro onde era minha cama, tive de procurar por mais de meia hora pra descobri-La, mas, enfim cheguei a delegacia as seis em ponto, que nem me disseram para fazer, mas, parecia que todos ali já me esperavam.

–Bom dia, detetive — disse o capitão- Espero que tenha dormido bem.

–Otimamente – Respondi rápido, até de mais – para onde vamos?

–Até o pátio, vamos encontrar alguns dos meus melhores homens lá.

Caminhamos até o pátio, onde de cara vi trinta homens alinhados em cinco fileiras, imaginei que cada fileira tinha um nível de pessoal, os da frente, melhores vestidos, e com melhor aparência que os outros, o resto parecia ser pego de surpresa com a convocação, roupas amassadas, cabelo mal penteado, colarinhos mal passados, mas havia um que ia contra tudo que disse, havia um que chamava atenção, na terceira fileira, muito bem vestido, com suas medalhas brilhantes, cabelo recém-feito, mas, de rosto baixo, havia algo com ele, algo que me parecia familiar.

–Atenção homens– eles ficaram em sentido – O detetive Jean De Paul-Herz, veio de Pari até aqui para investigar a morte de nosso colega Christian Olagr, descanse em paz. – uma breve pausa-Ele irá escolher um de vocês para trabalhar junto, não me desonre Cabianos. – um hurra foi ouvido a quilômetros dali.

Todos pareciam assustados com a ideia de trabalhar comigo, afinal sou pariense, e não gosto de cabianos, menos um, aquele homem que me parecia familiar, mas, não pode ser ele.

–Quero apenas homens que queiram trabalha comigo- gritei, uma meia dúzia se afastou de imediato, logo depois mais quatro se foram- Dez se foram hora de eliminar mais dezenove- saquei minha arma, dez devolveram o ato – Quem ficou parado, FORA.

Havia apenas dez agora, o capitão parecia descontente, pois metade da sua primeira linha tinha ido embora, onde acho que os homens que ele queria que eu escolhesse estiveram.

Então comecei a fazer perguntas:

–Soldado, qual a quantidade de balas numa pistola 9mm?

–Varia de 15 a 20 cartuchos, Senhor!-Passei para o próximo-

–Quando um homem sangra o que devemos fazer cabo?

–Chamar a ambulância- Respondeu o coitado-

–FORA, IMEDIATAMENTE, FORA.–Gritou o capitão-

O cabo ficou perplexo, chamar a ambulância era sim o que o manual mandava, mas nós procurávamos alguém que realmente tivesse ação, tivesse coragem e os colhões para fazer o certo, se preciso.

Depois de algumas perguntas já tinha 5 homens na minha mente, não sabia quantos o capitão poderia disponibilizar, mas, quanto menos melhor.

–Olharei as suas fichas, chamarei um a um na sala do capitão, para uma entrevista mais detalhada.

O primeiro entrevistado chegou, logo não tive duvidas certamente o conhecia.

–Capitão, eu acho que deveria entrevistar os candidatos a sós.

–Por que acharias isso?

–Serão meus parceiros, acho que deve escolher que eu quiser não quem o senhor quiser.

–Justo, Respondeu o capitão com um toque de irritação, se me der licença então, estarei na minha sala.

Deixei-o ir embora e logo chamei o candidato nº1, e para confirmar minhas suspeitas eu o conhecia.

–O que diabos você esta fazendo em Cabis, Klein perdeu a cabeça?

–Sar...gen..gen…to- disse Klein gaguejando – eu fui enviado por Pari senhor.

Era bem provável que ele dizia a verdade, Klein era um oficial de primeira viagem em Pari, se inscreverá para a policia, pois seu avô foi um dos melhores detetives da sua época, infelizmente os robôs haviam ocupado esse cargo há muito tempo, detetives em Pari eram raros, bons detetives ainda mais.Klein era um bom policial muito quieto e muito reservado, mas, sabia muito bem o que fazer quando necessário, mas, tinha uma coisa em especial nele, com certeza Klein era um dos melhores interrogadores que eu havia visto, mesmo com pouca experiência ele conseguia encontrar confissões que nem mesmo os robôs conseguiriam.

–Ok, Klein, vou cumprir a agenda e entrevistar os outros candidatos, mas será você o escolhido.

Assim o fiz entrevistei os outros quatro nomes que havia selecionado, e fui logo contar ao capitão quem escolherá, afinal não queria aquele homem se intrometendo na minha investigação.

–Capitão, eu escolhi o candidato numero um, aqui está a ficha dele. (Essa era falsa Klein tinha se infiltrado na policia de Cabis muito bem)

–Hmm, me deixe analisar seu escolhido.

–Você pode analisar o quanto quiser mais minha escolha é final, meu parceiro será ele.

–Parece que você está decido, posso perguntar por que defende este homem tão fortemente, se a ficha dele mostra que ele não é um policial tão bom assim?

–Estou decidido, pois, ele foi o único que me interessou,digo, foi o único que tem uma habilidade bem peculiar.

–E qual ela seria?

–Bem... Ele tem alguns casos fechados que eu me interessei ainda em Pari.

–Então estudou nossos policiais em Pari?

–Gosto de fazer minha lição de casa capitão, alem do mais Cabis tem ótimos detetives, mas, eu não queria dividir minha investigação com eles, pois se Olagr pediu para eu investigar o seu assassinato então, ele deve suspeitar de alguém de Cabis.

Olagr não era nem de longe meu fã, menos ainda meu amigo, mantínhamos contato apenas como policiais, digo uma cerveja aqui acolá, mais de uma coisa tenho certeza se ele pedirá para eu investigar é que ele não confia em ninguém daqui.

Um jovem policial veio correndo a sala do capitão.

–Senhor, temos mais um policial morto.

Notas finais
Obrigado por ler. Na próxima quinta tem mais.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.