21.12.12 - A Invasão

20 A volta do meio-irmão


Notas iniciais
Oi geeente HAHA
Bom, acho que esse é um dos últimos capitulos... então vão se despedindo da Gwen e da sua turma, porque ai acho que o segundo volume só estréia ano que vem hahaha
Por isso, deixem seus emails e contas do facebook (vale twitter) nos comentários, para que eu possa contatá-los logo!

Imagem do capítulo: \"\"

- Droga! – Arquejou Josh enquanto me tirava de cima dele. – Que diabos está acontecendo?!

Eu havia arranhado meu joelho esquerdo, e o ferimento estava ardendo. Levantei-me, ignorando a dor aguda que vinha do arranhão extenso eu meu joelho, e segurei em Josh, que já estava de pé e já muito quente.

Ele era uma bomba prestes a explodir, e a qualquer momento poderia adquirir sua fenomenal forma Ariana. Sabendo disso, me afastei dele, mas o mesmo me deteve pela mão e colocou seu corpo na frente do meu, como um escudo.

- Josh! – Reclamei, perplexa, dando tapas inúteis em suas costas. – O que pensa que está fazendo?

Ele mantinha um dos braços firmes em minha cintura, colando meu corpo no dele. O outro braço já estava em chamas. Eu sabia que Josh ainda não conseguia controlar muito bem o fogo que emanava de seu corpo... Quer dizer, Shawus ensinaria isso para ele, não é? Mas agora meu meio-irmão não estava aqui, e sim num maldito acampamento inútil.

- Você é a escolhida. Vou te proteger, de um jeito ou de outro. – Disse Josh com os olhos semicerrados. Com o canto do olho, percebi que a saleta onde se encontrava meus amigos estava pegando fogo. Josh pareceu constatar isso também. – Eles querem nos separar, eu acho. – Disse.

E então, numa fração de segundo, eu fui empurrada para trás e cai com força sobre um cisne lindo feito de vidro.

Minha visão era manchada pelo sangue que escorria de meu corpo devido aos cacos de vidro quebrados, mas pude ver Josh em sua forma de fogo puro, segurando uma espécie de bola negra... não, aquilo era uma bomba.

Seja lá o que estivesse nos atacando, era grande, forte, e dispunha de munição. Foi então que o navio começou a balançar novamente, mas dessa vez nós não estávamos sendo atingidos. Dessa vez era o nosso próprio navio que estava se preparando para a batalha. O capitão acabara de acionar os botões de combate que aquele navio provavelmente tinha, e eu podia ver as bombas sendo lançadas para trás, para que atacassem o outro navio que nos seguia.

Não achava Josh em lugar algum.

Foi então que pude vê-lo. E era, no mínimo, três vezes maior que o nosso. Ele nos emparelhava, lado a lado. Dentro do imenso navio, pude ver os mesmos cientistas que haviam nos raptado e nos levado até a Área 51. Era óbvio que eles estavam sobre hipnose ou algo assim, pois realmente acreditavam que deveriam me levar para Kratos.

O Dr. Von Helmer e seu filho, Jonathan, apontaram eufóricos para mim quando me viram. Os outros cientistas e os soldados da FAA, ao verem o motivo de tanta euforia, compartilharam algo entre si, algo que infelizmente não pude ouvir.

No momento em que fizeram isso, uma corda voou do navio deles até o nosso. Imediatamente, comecei a me arrastar para o mais longe dela. Jonathan e seu pai foram os primeiros a descer. E quando finalmente adentraram no navio, outras dúzias de cordas voaram até nós.

Estávamos cercados.

Ouvi gritos, e um deles era muito parecido com um grito que Clark daria – o que me deixou imensamente preocupada – vindo da saleta onde estava minutos atrás, e também percebi o aumento incontestável das chamas lá dentro. De imediato, soube que Josh estava lá, tentando tirá-los daquele inferno.

Então eu estava sozinha, como sempre temi estar, mesmo sabendo que no final, seria eu e mais ninguém.

Eram, no mínimo, quarenta homens, trinta e cinco deles armados, os outros cinco cientistas de renome mundial com sangue nos olhos. Mesmo sabendo que eu provavelmente não venceria, levantei-me – ignorando as dores em lugares variados de meu corpo. Provavelmente havia muitos caquinhos de vidro dentro de mim nesse momento, mas não me importei. – e fiquei em posição ameaçadora.

Ou pensei que estava em posição ameaçadora, pois devido ao meu estado atual... eu devia estar parecendo um cachorrinho machucado que fora encontrado numa esquina qualquer.

- Podem vir. – Falei, mantendo minha pose.

Então, é claro, eles riram de mim. Gargalharam até suas barrigas começarem a doer, então se entreolharam e deram de ombros. Os cientistas estavam realmente eufóricos, apontando para mim o tempo todo e dando pulinhos no mesmo lugar com certo desespero. Quanto aos soldados, estes permaneciam em tom sério, sério e mortal. As armas eram grandes e amedrontadoras, porém eu sabia que nada letal havia ali dentro, provavelmente só anestésicos.

Jonathan segurava uma espécie de espada, e parecia se sentir todo importante e imponente ao segurá-la. Como se alguém de fato ligasse para o que ele estava fazendo... Francamente, o garoto não mudara nada.

E o que essa espada tinha de especial? Jonathan nunca fora um bom esgrimista. Eu não precisava ter medo dele.

Shawus! Gritei internamente, esperando que nosso elo empático Plêiade pudesse vir a calhar, mas não obtive nenhuma resposta. Shawus! Tentei outra vez, à medida que os homens se aproximavam de mim, mas novamente meu meio-irmão permaneceu em silêncio.

Pensei em como queria que Genevra aparecesse, mas quem sabe o que podia estar acontecendo com ela nesse momento? As águas do Triângulo eram tão misteriosas quando o ar que o rodeava. Genevra podia estar em apuros piores que os nossos.

Mesmo com o perigo iminente à minha frente, fechei os olhos e me concentrei. Retirei as dores físicas e a confusão mental de dentro de mim e me concentrei na pequena bolinha de luz no centro de meu cérebro. Imaginei cinco filetes de luz emanando dela e descendo por meu corpo. Comecei a sentir a familiar formigação na barriga e sorri por dentro.

Mente sã, corpo são. Eu nunca tentara nada disso antes. Lá, no Campo Estrelar Plêiade, eu até tentara, mas sem sucesso. Mente sã, corpo são. Na verdade, isso significava todos os seus poderes agindo fluidamente como um só. Meu eu humano e meu eu extraterrestre, juntos, como um só.

Lentamente, senti meus braços se abrindo e minhas pernas se cruzando. Eu mantinha os olhos fechados, mas uma cena se formou imediatamente na minha mente. Eu, sentada num assente invisível, os olhos fechados e os braços abertos. Eu meditava, consciente dos quarenta homens que me observavam e tentava, sem sucesso, me atingirem com dezenas de dardos tranquilizantes que caiam, inúteis, antes mesmo de tocarem em mim.

Tudo isso graças a grande bolha de luz branca que me envolvia. Era a mesma luz densa e energética que rodeava o meu planeta, que era, como o próprio nome diz, um campo estrelar repleto de estrelas.

Havia uma luta acontecendo dentro de mim também. A Gwen humana e Terráquea, frágil e medrosa, ainda lutava pelo poder de minha mente.

Mente sã, corpo são. Uma das partes teria de me controlar, e eu não queria que fosse a parte inferior.

A Gwen Plêiade, poderosa, forte e astuta, mostrou que seu poder era muita além do que a pequena Gwen Terráquea podia imaginar. E logo ganhou a luta.

Mente sã, corpo são. Finalmente eu havia conseguido juntar meus dois lados em um. E nunca havia me sentido tão poderosa como estava me sentindo agora.

Foi então... que abri os olhos.

Os homens, temendo o perigo, começaram a recuar à medida que eu me aproximava deles. Eu não os deixaria perder a festa, e além do mais, eu queria testar esse novo poder. Era incrível senti-lo, imagina usá-lo!

Então, usando apenas o poder da mente, levitei todos os objetos possíveis daquele navio. Muitos deles eram mortais, se acertados com força em alguém. Em meu campo de visão, havia inúmeras cadeiras, cacos de vidros, e objetos particulares do presidente. Certo, eu destruiria todas aquelas coisas, mas pelo menos viveria.

Começamos a lutar.

Eu jogava tudo que podia nos soldados, e estava indo bem em minha tarefa de detê-los. Eles tentavam me atacar, seja com dardos tranquilizantes ou com seus próprios corpos, mas havia uma espécie de escudo de energia em volta de mim, e nada conseguia penetrá-lo. A maioria já estava jogada no chão, arfando de dor ou cansaço, ou até mesmo medo. Senti um prazer sinistro em vê-los assim, tomados pela agonia.

Infelizmente, me esqueci da existência dos cientistas.

- Eu fico com ela! – A voz grossa e estridente de Jonathan se fez presente acima de todas as outras, o que me chamou a atenção.

Infelizmente, era tarde demais.

Foi como se estivéssemos num filme. Jonathan saiu do meio dos cientistas que fugiam medrosos, de volta para o outro navio, e empunhou sua espada. Sorri para ele, achando que daria conta daquele garoto tão rapidamente como havia feito com os soldados.

Eu estava errada.

Vendo que Jonathan se aproximava de mim sem medo, totalmente imponente enquanto empunhava aquela espada, comecei a levitar mais objetos e a tacá-los em sua direção. Porém, para a minha surpresa, ele se defendia com a espada. Lançando os objetos para longe com a mesma, ou os fazendo em pedaços.

De repente, escutei um grito de golfinho muito familiar e me virei, sorrindo. Era Genevra, em sua forma Siriana. Ela parecia ter acabado de sair de uma batalha frustrante e ao mesmo tempo tediosa, confirmando o que eu dissera mais cedo sobre ela estar enfrentando apuros piores que os nossos.

Ela voou, literalmente, até a proa do navio.

E pousou delicadamente à minha frente. Sua cauda de sereia desapareceu e, rapidamente, se transformou num par de pernas enrugadas e azul. Certo, isso era estranho, mas somos alienígenas, não é mesmo? Nada se torna normal quando estamos envolvidos.

Jonathan ficou surpreso por alguns segundos, e foi o bastante para Genevra atacar.

Ela o encarou sedutoramente, o que fez com que ele ficasse desnorteado por alguns segundos. Depois, de ambos dos seus pulsos, surgiu uma espécie de estaca azulada e brilhante, da cor da sua calda.

Depois que Jonathan finalmente percebeu que estava sendo enfeitiçado, empunhou a espada e foi para cima de Genevra. Ela se abaixou e rolou para a direita, e então se levantou.

- Minha vez. – Disse.

Genevra atacou Jonathan com suas estacas de pulso, enquanto o mesmo se defendia com a espada como podia.

Os soldados estavam voltando para o navio, e os cientistas já haviam desaparecido.

Vendo que Genevra estava apenas brincando com Jonathan, e que com certeza ganharia a luta, agarrei um dos soldados pelo colarinho e sorri ao ver o terror estampado em seus olhos.

- P-p-por favor, na-não me mate! – Gaguejou ele, tremendo.

Soltei um risinho de escárnio que assustou a mim mesma e voltei a aniquilá-lo com os olhos.

- Diga ao seu chefe qu... – O restante de minhas palavras foi abafado pelo grito de Josh.

Olhei para o lado procurando-o, e foi quando vi o tornado se aproximando de nós. Pelo visto, havíamos chegado ao ponto exato do Triângulo. Soltei o colarinho do homem e permiti que ele fugisse.

Foi quando o tornado atingiu nosso navio, e ele começou a cair.

Em seguida, todo aconteceu rápido demais. Genevra e Jonathan foram lançados na água e permaneceram lutando. Pelo que eu podia ver, Genevra estava tentando afogá-lo.

Josh e os outros finalmente adentraram em meu campo de visão. Estavam todos com ferimentos, mas nada muito grave. Senti um alivio irradiar por meu peito ao ver Clark, que ajudava Orson a se movimentar em meio a batalha. Kovu e Dallas haviam assumida suas formais reais também, e lutavam, cada qual com cerca de vinte soldados, que estavam tentando fugir desesperadamente dali.

Olhei para o outro navio, o maior, que estava fugindo antes que fosse atingido também.

- DIGA A SEU CHEFE QUE ELE É UM COVARDE! – Gritei, exasperada. – KRATOS É UM COVARDE!

Os homens que persistiam em lutar com Dallas e Kovu – seja usando suas armas, estas sem tranquilizantes, e sim com balas de verdade, seja dando socos e chutes – já sabiam que não iriam sobreviver. O navio deles estava partindo, enquanto o nosso era engolido pelo tornado.

Eu precisava me juntar aos outros.

Comecei a correr em meio as pequenas batalhas que meus companheiros enfrentavam. Vi Clark usar um bastão de baseball para atacar um soldado, pretendendo defender Orson. Dallas lutava agora com dez homens, todos eles muito cansados, mas sabiam que não venceriam. Dallas estava um pouco fraco, pois não havia seu elemento em lugar algum, então resolvi ir ajudá-lo.

Enquanto me juntava a Dallas e começava a aniquilar os soldados que estavam cada vez em menos número, pelo canto do olho pude perceber Josh ajudando Kovu a lutar contra o restante dos soldados.

O capitão havia abandonado seu posto e agora estava pedindo ajuda para o piloto do avião que estava nos seguindo, porém, não obteve resposta. Não havia sinal algum do avião, e um sentimento pavoroso tomava conta de mim agora, pois eu acabara de ver um pedaço bem significativo do avião dentro do tornado.

Acho que o piloto também o vira, pois acabara de dar um urro colossal de ódio e voltara para dentro da área de comando do navio.

Nosso navio levou uma guinada do piloto e começou a ir para a esquerda, tentando fugir do tornado. Mas era praticamente impossível, levando em conta que já havíamos sido atingidos a estebordo, e estávamos começando a afundar.

- Popa! – Berrou Kovu de repente. – Vai todo mundo para a popa!

Eu e Dallas nos entreolhamos e começamos a correr. Os soldados ainda vivos nos seguiram.

- Eles não cansam nunca? – Perguntei incrédula, enquanto corria para a popa.

Dallas pegou em minha mão e me fez apressar ainda mais meus passos. Depois, ele formou alguma palavra com os lábios, porém não pude compreender. Havia muito barulho ao nosso redor.

- Hã? – Perguntei.

- CHIPS! – Ele gritou e então me abraçou. De inicio, achei seu gesto estranho, mas então percebi que ele acabara de me defender de um destroço do nosso navio. Dallas conseguiu dar um meio sorriso. – Você precisa ficar menos distraída em horas como essas Gwen.

Sorri, concordando.

Eu ainda não havia entendido o que Dallas quisera dizer com “chips”, mas resolvi que essa seria uma questão para mais tarde. Agora nós precisávamos dar um jeito de sairmos vivos daquele tornado.

- Gwen! – Escutei a voz de Clark e sai de perto de Dallas, ansiando como nunca encontrá-lo.

Quando nos abraçamos, por um momento pareceu que toda aquela guerra não estava acontecendo. Clark estava imundo, e metade de sua roupa estava rasgada e queimada. Por sorte, o fogo não atingira nenhuma parte de sua pele, e isso me deixou menos preocupada.

Continuamos de mãos dadas, incapazes de nos separarmos num momento aflito como esse. E era algo puro o que estávamos sentindo um pelo outro nesse momento, era amizade. Só de pensar em um mundo ser Clark Benson meu coração se tornava um vazio obscuro e sombrio. Ter o contato firme de sua mão na minha, mesmo agora, ainda era uma verdadeira benção.

- O que faremos?! – Gritou Dallas, apontando para o capitão, que saia desesperado da sala de comando e corria em igual desespero até onde estávamos. – Ele não vai conseguir!

Josh revirou os olhos e chutou dois dos soldados persistentes que ainda nos perseguiam incontrolavelmente, depois assumiu sua verdadeira forma e, ágil como o fogo, trouxe o piloto em segurança até nós.

O homem estava mais branco que o normal, e foi ai que percebi o sangue escorrendo livremente de sua barriga. E ali, havia uma das estacas azuis de Genevra.

Uma preocupação estonteante tomou conta de meu ser, e por um único momento, meu mundo girou e a tontura tomou posse de meu cérebro.

- GENEVRA! – Berrei, apontando desoladamente para a estaca que penetrava a barriga do capitão.

Vi que o que eu acabara de sentir, Kovu estava sentindo nesse exato momento, mas em um grau muito maior, é claro. Ele e Genevra tinham uma história afinal, embora eu nunca tivesse perguntado nada a ela.

Se sairmos vivos dessa, perguntarei. Prometi a mim mesma em pensamento.

- Ah, Deus! – Gritou Josh, retirando a estaca de dentro do homem.

Mas infelizmente era tarde demais, e o homem caira, morto, em nossa frente.

Nosso navio começou a rodar, à medida que entravamos cada vez mais fundo no tornado. Porém, não estávamos mais sendo destroçados. Estávamos apenas rodando... e afundando.

- Clark! – Gritei, abraçando-o novamente, as lágrimas saiam descontroladamente de meus olhos enquanto eu afundava meu nariz em um de seus ombros.

- Gwen... – Ele sussurrou.

- ALI! – A voz de Josh se fez presente. Ele apontava para um ponto prateado no seu, fora do tornado.

De inicio, pensei que fosse a primeira nave da frota dos Grays e Reptilianos, mas não... aquela nave era familiar demais para mim.

- SHAWUS! – Gritei, soltando-me de Clark e acenando desesperadamente para meu meio-irmão. Eu simplesmente não podia esconder a alegria e o alivio que estava sentindo por tê-lo de volta. – Shawus! Aqui! Aqui!

A nave adentrou pacientemente no tornado e flutuou ao nosso lado. Misteriosamente, o tornado não conseguia danificá-la, mas deixei isso de lado e comecei a fazer os outros embarcarem.

Kovu havia desaparecido, assim como Genevra.

— Kovu! Genevra! Droga, cadê vocês?! – Eu perguntava, berrando enquanto empurrava Clark para dentro da nave.

Foi quando os vi. Kovu, encharcado dos pés a cabeça, e em sua forma real, carregava uma Genevra em forma Terráquea nos braços. Ela parecia estar desmaiada.

Eu e Josh empurramos Orson para dentro da nave e corremos até os dois. Dallas em nosso encalço.

- Que foi que houve? – Perguntou Josh.

Kovu retomou a forma Terráquea e aninhou Genevra junto ao seu corpo.

- Não sei. Eu a encontrei assim, desmaiada e na forma humana... um de seus pulsos, o esquerdo, estava sangrando.

E então ele olhou para mim, e compartilhamos da mesma cena mental. A estaca que havíamos visto na barriga do capitão.

- Discutimos isso mais tarde. – Dallas parecia estar se controlando para não gritar. – Nós precisamos sair daqui antes que eles cheguem e acabem conosco.

Assenti.

- Vamos.

Corremos para dentro da nave e, quando cheguei lá, fui direto para a cabine do comando, onde Shawus estaria.

Quando o vi, uma felicidade tão grande tomou conta de mim, que comecei a chorar. Shawus apertou uma sequência de comandos e, enquanto éramos levados para longe do tornado, ele me abraçava e eu afagava seus cabelos.

Shawus era duas cabeças menos do que eu também, de modo que acho que a cena saiu engraçada, mas nada disso importava.

Eu tinha meu irmão agora.