206

2 De Javú


Havia uma cama onde ela se encontrava, uma janela entre aberta, quadros e ursos de pelúcia no criado mudo e uma imensidão branca, nada no quarto tinha cor. Ela notou que se encontrava no hospital quando notou que haviam pranchetas no armário e fios ligados ao seu corpo e diretamente à uma máquina que media a frequência de seus batimentos cardiacos.

Como em um dejá vu, ela acordara daquele momento. Mas não com a sensação de repetição, ela sentia que estava em outro corpo. Após isso olhou novamente para o lado e ao invés de ver aquele senhor, viu apenas uma cadeira vazia. Levantou-se e caminhou até a recepção procurando por informações de sua avó, porém nada lhe era esclarecido, por certo pelo fato de não poderem fornecer uma informação incerta, já que nem ao menos os médicos sabiam o que a senhora tinha.

A garota saiu sem que fosse percebida pelos corredores á procura da avó. Abria e fechava portas com sutileza perseptivel mesmo estando em apuros por dentro. Até o momento em que abriu a porta do quarto 206, seu corpo paralizou-se e os olhos arregalaram quando viu a semelhança do quarto de seu estranho 'deja vú' na frente de seus olhos.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.