20 Seconds of Courage
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Quando eu tinha 22 anos, a minha vida mudou completamente.
Eu sei que há pessoas que se surpreendem quando digo isso.
Elas me olham de maneira estranha, como se estivessem tentando imaginar o que poderia ter acontecido de diferente naquela época, embora eu raramente tente explicar. E isso levaria mais tempo mais do que uma pessoa gostaria de me dar. A minha história não pode ser resumida em pequenas palavras ou frases; não pode ser colocada em uma caixinha com um embrulho simples e elegante, que as pessoas entenderiam de cara . Embora 45 anos tenham se passado, as pessoas que moram aqui e que conheceram a minha história aceitam essa minha falta de explicação sem questionar. De certa forma, a minha história também é a deles, pois é uma parte de nossas vidas.
Mas eu estive mais próxima do que qualquer outro.
Estou com 67 anos, mas ainda me lembro de tudo o que aconteceu naquele ano, em seus mínimos detalhes. Eu sempre o revivo em minha mente, trazendo de volta à vida, e sinto uma estranha sensação de felicidade e tristeza quando a faço. Há momentos em que queria que o tempo voltasse e apagasse todas essas memórias, mas sei que, se o fizesse, eu não poderia conta lá a vocês.
É 20 de março, estava me preparando pra fazer minha caminhada diária, quando saio de casa, olho ao redor. O céu está com algumas nuvens, mas, conforme ando pela rua, percebo que as tulipas estão florescendo. Eu puxo o zíper da minha jaqueta um pouco pra cima. A temperatura está um pouco fria, mas logo em algumas semanas o tempo está agradável, logo o céu meio cinzento dará lugar aos dias que fazem Holanda um dos lugares mais belos do mundo.
Conforme vou caminhando reencontro velhos amigos, colega da faculdade. Volto à caminha sem rumo algum, paro um momento pra refletir a onde meus pés me levaram e percebo que estou na entrada do Centro Park onde eu e Lea costumávamos passa uma grande parte do nosso tempo dando risadas e falando sobre a vida sem preocupação alguma.
Com um longo suspiro, tomei 20 segundos de coragem e fiz o que era esperando, caminhei até um velho banco de madeira onde eu costumava me senta pra refletir sobre a vida, olhe pra o banco ele continua o mesmo de que 45 anos atrás só está um pouco sem cor agora. Tomei coragem e me sentei, suspirei e deixei minha mente viajar pelo passado, tudo está voltando para mim. Eu fecho meus olhos e os anos começam a passar de trás pra frente, lentamente, como os ponteiros de um relógio antigo girando ao contrário. Eu me vejo mais jovem, como se estivesse vendo pelos olhos de outra pessoa; vejo meu cabelo mudar de cor, de grisalho para loiro; sinto as rugas dos meus olhos suavizarem, meus braços e pernas ficam mais vigorosos, as lições que aprendi com decorre do tempo ficam menos claras, e resgato a minha inocência conforme aquele ano memorável se aproxima.
Então, assim como eu, o mundo começa a mudar. Ruas mais estreitas, balsas antigas; o desenvolvimento começa a sumir é volta a ser substituída por fazendas de flores e casas de tijolos, a rua do centro com turistas olhando vitrines enquanto passam pela Cafeteria Barney’s e floricultura Guerim. Logo adianta, o sino da igreja toca...
Eu abro os olhos e paro e olho ao redor fixo meu olhar em uma grande árvore a minha frente e sorrio, sei exatamente quem eu sou.
Meu nome é Dianna Agron, e tenho 22 anos, Eu morava na Flórida, mas uma bolsa de estudos meu levo pra respira novos ares em Amsterdã onde minha vida mudou pra sempre.
Está é minha história – e prometo contar tudo.
Quarenta e cincos anos atrás
A Holanda era muito fria, sem dúvida, e congelante também.
Tão fria que faz as pessoas quererem fica mais tempo presas em suas casas, e meus dentes batiam feito uma dentadura de brinquedo. Mas só era congelante ao do lado de fora da Universidade, em geral, eu só saía pra ir de um lugar com lareira para o outro para se esconde do frio.
Mas nada disso tinha me preparado pra frio de Amsterdã. Vu University Amsterdã ficava 15 minutos de Haarlem e 40 minutos de Zaanse Schans uma das cidades mais belas da Holanda. O carro que eu aluguei estava metros do prédio do dormitório feminino, sair do carro e caminhei até o porta malas o abrindo e tirando minhas malas, coloquei a mão no bolso da calça puxando o papel com o endereço do quarto e horários das aulas.
Entre no enorme prédio dos dormitórios caminhei olhando as portas, mas estava um pouco difícil caminha por aquele lugar, tinha coisas voando, pessoas apressadas pra pega o resto das suas malas e saia do daquele frio congelante, parei em frente a quarto que o papel indicava ‘’45’’, girei a maçaneta e adentro olhe ao redor o quarto era razoavelmente grande, tinha duas mesas de madeiras, algumas prateleiras, duas camas e um closet que divido para duas pessoas e um banheiro privado. Joguei minhas malas em cima da cama perto da janela a abrindo para começa a arrumar, enquanto eu estava arrumando minhas roupas à porta se abrir revelando uma morena baixinha com um sorriso encantando e quando ela abriu sua boca eu fiquei hipnotizada pela sua voz.
‘’Oi. É o seu primeiro ano aqui?’’
‘’ É sim, sou da Flórida. ’’
‘’ Legal, está gostando do frio?’’
‘’ Nada verdade não. ’’
‘’ Não se preocupe logo ira se acostuma com esse frio. ’’
‘’ Não me acostumaria com esse frio nem mesmo se eu morasse no polo norte’’, eu queria causa uma boa impressão. Pare que funciono a menina dou uma curta risada, era a risada mais linda que já tinha escutado.
‘’ Meu nome é Lea Michele’’ falou numa tom de voz doce, a voz de uma narradora de conto de fadas, mas antes que eu pudesse responder, ela acrescentou: ‘’ Você quer ajudar?’’.
‘’ Não, não precisa já acabei. ’’ Anunciei com um pequeno sorriso de lado, enquanto ela dava um acento de cabeça. Antes que eu voltasse a falar ela falou: ‘’ Você poderia me ajudar a trazer algumas coisas pro quarto é que pesado, eu poderia pedi para outra pessoa mais a Mercedes ainda não chegou. ’’
‘’ Claro, posso sim’’.
‘’ Então saímos do quanto, enquanto eu caminhava atrás dela com as mãos no bolso do casaco eu me perguntava quem era Mercedes e porque ela não chegou, mas logo fui tirada dos meus pensamentos com a voz da Lea.
‘’ Então, é pouca coisa’’ ela anunciou colocando a língua entre os dentes e sorrindo.
‘’ Minha nossa, se isso é pouca coisa pra você, você pode me apresenta o que é muito’’ eu dizer soltando uma risada em seguida vendo ela mostra a língua. Olhe pra pilha de coisas que tinha em minha frente e conseguir identificar: um sofá da cor creme, um baú estilo francês e alguns quadros. Começamos com o sofá, 15 minutos depois a pilha de coisas tinha sumido e tudo estava em seu devido lugar, me joguei no sofá de costa para janela e dizer.
‘’ Eu preciso de uma bebida, estou morrendo de frio. ’’
‘’ Mas o aquecedor está ligado. ’’
‘’ Eu sou da Flórida Lea, eu estou no polo norte e nem sabia. ’’ Ela negou com a cabeça dando uma risada baixa em seguida pegou seu cachecol enrolando no pescoço e dizer.
‘’ Levante, vamos ao Barney’s a melhor cafeteria da cidade, é duas quadras daqui, e você ainda não me disse seu nome. ‘’ enquanto ela abria a porta e voltava seu olhar pra mim, eu me levantei, caminhei até ela ficando a alguns centímetros dela e dizer: ‘’Me chamo Dianna Agron. ’’
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