20 Regras para Alcançar a Felicidade
9 Terceira Regra - Preste atenção nas pequenas coisas
Notas iniciais
Olá pessoal, como vão? Aqui está mais um capítulo! Espero que gostem
— Você tem algum tipo de distúrbio bipolar? — perguntou Quatro.
— Não — respondi — porque a pergunta? — perguntei. — Ah — olhou para o chão — você chora toda hora. — disse. Eu não tirava a razão de Quatro, eu realmente chorava toda hora que me lembrava de Peter, mas não é de propósito. Fiquei em silêncio por alguns minutos, então Quatro quebrou o gelo: — Que tal se jantássemos junto essa noite? — perguntou. — Não acho que seja uma boa ideia — respondi instantaneamente. Lembrei-me do que Peter me disse no sonho que Quatro está interessado em mim só pode ser besteira. E eu não estou pronta para pensar em ficar com ninguém. — Ei, estou te convidando como amigo — disse — não pense coisa errada. — É você está certo — admiti — mas eu não quero sair com você. Quatro revirou os olhos e ficou quieto, ambos voltamos em silêncio até chegar ao Hotel. — Espero que tenha uma boa tarde Beatrice — disse Quatro virando as costas. Pensei em chamá-lo e pedir desculpas, mais era melhor que ele ficasse com raiva afinal não quero dar falsas esperanças para ele, ele é um bom amigo, só um amigo. Entrei no quarto apressadamente e peguei minha mochila, peguei a caixinha de regras e abri a terceira, nela estava escrito:Olá Minha Atriz, Bom, cá está esse pobre defunto te enchendo o saco novamente. Como eu te conheço muito bem sei que deve estar no quarto do o hotel lendo essa carta, então eu te peço que assim que terminá-la vá para algum lugar que possa ver as estrelas, você tem que olhar o belo Minha Atriz, você tem que aproveitar a sua vida e não deve pensar no passado. Então a regra terceira regra é:PRESTE ATENÇÃO NAS PEQUENAS COISAS, ELAS PODEM SIGNIFICAR MUITO (como as estrelas). Dobrei o papel novamente e o coloquei na caixa, deitei-me e tentei digerir tudo o que havia lido. ‘’Preste atenção nas pequenas coisas, elas podem significar muito’’, o que Peter quis dizer com isso? Levantei-me e guardei a caixinha na mochila novamente, logo em seguida saí do quatro e fui para o meio do jardim do hotel, então olhei para o céu. — Aqui eu não consigo enxergar — pensei alto — então esse não é o lugar certo. Saí do hotel e continuei a olhar para o céu, mas eu sentia que aquele não era o lugar, andei até a esquina olhando para cima e acabei trombando com alguém. — Me desculpe é que eu... — disse até olhar para a pessoa que trombei — Quatro? Ele sorriu e respondeu: — Eu estava exatamente indo até o hotel te convencer a sair comigo. Parei para pensar alguns segundos, aquilo tudo era muito esquisito. Então a frase de Peter veio na minha cabeça novamente: ’Preste atenção nas pequenas coisas, elas podem significar muito’’. — Não pode ser... — pensei alto. — Não pode ser o que? — perguntou Quatro. Olhei para o céu, e percebi que aquele ainda não era o lugar certo, então sem responde-lo perguntei: — Você sabe de algum lugar que eu possa ver todas as estrelas? Quatro parou para pensar, depois olhou para o céu respondendo: — Sei sim — colocou a mão no queixo — Só não sei se aceitará me acompanhar — olhou para mim. — Eu aceito, só me diga onde é? Quatro engoliu seco e respondeu: — Na sacada da minha casa. Respirei fundo para não xinga-lo. — Impossível, existem tantos lugares aqui e o melhor lugar para observar as estrelas é a sua casa? — bradei. — Você me perguntou e eu respondi você quer mais o que? — perguntou irritado — Eu não consigo te entender mesmo. — Ok, desculpe — me acalmei — Podemos ir então? — perguntei. Quatro arregalou os olhos, como se não acreditasse no que eu havia perguntado. — Quem é você e o que fez com a Beatrice Prior? — perguntou. Dei um soco em seu ombro e disse: — Seu idiota. Eu fazia isso no Peter. Tire isso da cabeça Tris, Tire isso da cabeça — pensava. — O que foi? — perguntou Quatro. Balancei a cabeça e respondi: — Não foi nada, vamos então? — perguntei. — Vamos. — respondeu. O Jeep de Quatro estava estacionado há poucos metros de onde nós estávamos, andamos até ele e eu tive um pouco de dificuldade para subir, pois era um pouco alto. — Deixa eu te ajudar baixinha — Quatro me levantou para que eu pudesse subir. — Obrigada — respondi envergonhada, quatro piscou seu olho esquerdo e fechou a porta, logo subiu no carro e deu partida. — Pronta para uma aventura? — perguntou. Então respondi: — Sempre. Quatro ligou o rádio, estava tocando Take On Me do A-ha. — Essa música me lembra dos velhos tempos — disse — Mas essa tem mais a minha cara — com a sua mão esquerda quatro pegou um CD e o colocou no rádio. Então um reggae que eu não conhecia começou a tocar. — Que música é essa? — perguntei. — You and Me do SOJA. — respondeu balançando a cabeça conforme as batidas do Reggae.
Então ficamos em silêncio, ouvindo aquela música tão bonita e doce.— Já estamos chegando — disse. Olhei para fora da janela e nós estávamos subindo um morro. — Você mora no meio do mato? — bradei surpresa. Ele sorriu e respondeu: — Sim eu moro. O carro começou a subir outro morro íngreme. — Nós vamos capotar! — pulei no banco — Para isso para! — bradei. Quatro começou a gargalhar, olhei para ele indignada, como ele pode tirar sarro de uma coisa tão séria? Eu tenho pavor de morros. — Você é muito covarde — disse aos risos — pensei que seria mais corajosa. — Cara a boca — grunhi — para logo! — bradei. Quatro parou o carro no meio da subida, e naquele momento sim, eu pensei que o carro iria cair ou algo do tipo. — Isso aqui vai cair, vai logo! Quatro cruzou os braços e disse: — Eu realmente não sei o que você quer, há um minuto você queria que eu parasse agora você quer que eu continue você pode se decidir? — perguntou. — Continua! — respondi. Quatro deu partida no carro e nós continuamos aos poucos nós estávamos chegando ao topo do morro, havia uma casa simples com uma vista magnífica de boa parte de Honolulu. — Nossa, que lugar incrível — disse descendo do Jeep. — Deite-se na grama — disse Quatro. Então me deitei naquela grama macia e observei o céu. Aquele era o lugar que Peter dizia. — Esse lugar é mágico — Quatro se deitou ao meu lado — Eu comprei essa casa por causa dessa vista. — É um belo lugar mesmo. — comentei. — Sabe, eu quero te falar uma coisa — disse Quatro. Meu estômago começou a se embrulhar, engoli seco e perguntei: — O que? Ele ficou alguns minutos em silêncio, quando abria a boca para falar alguma coisa se calava novamente. — Eu sei que não faz nem três dias que nós nos conhecemos — fez uma pausa — mas eu já sinto alguma coisa por você Fechei meus olhos e segurei a grama com força. Aquilo não podia estão acontecendo, eu não deveria ter vindo. — Foi precipitado eu sei — olhou para mim — Eu sou um cara precipitado, afinal, porque você acha que eu estou aqui? — sorriu. Continuei em silêncio. . ‘’Preste atenção nas pequenas coisas, elas podem significar muito’’ Novamente aquela frase de Peter me veio à cabeça. — Que as estrelas sejam testemunha desse sentimento que eu estou declarando para você — Quatro levantou-se — Eu estou precipitadamente apaixonado por você Beatrice! — bradou. Continuei em silêncio, e assim pensei comigo mesma: Será que Peter pressentiu isso? Será que foi coisa do destino? Será que eu vim parar aqui para justamente para Quatro se declarar para mim? Isso tudo é muito confuso! Eu não consigo entender.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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