Qiu parou o a mão sobre a nuca de He Cheng, deixando os dedos absorverem seu calor.

— Pronto?

He Cheng não respondeu. Não podia ver-lhe o rosto, uma vez que ele estava deitado em seu peito. Mas sabia que Cheng fingia pegar no sono – para si mesmo.

Qiu quase se arrependeu de ter reclamado do trabalho que o moleque dava. He Cheng estava lidando com coisas piores, e andava claramente mais cansado.

Com cuidado, ele contorceu-se para beijar os cabelos negros. A mão voltou ao cafuné, e seus músculos relaxaram.

Faria o possível para que He Cheng descansasse um pouco.