Qiu soltou a baforada devagar. A quentura era reconfortante depois de um dia agitado. Estivera servindo como babá de Jian Yi mais uma vez, e não podia acreditar na quantidade de problemas em que o garoto se metia.

— Sério, sinto como se um caminhão tivesse me atropelado.

He Cheng riu fracamente.

— São só crianças, Qiu. Coloque eles na linha.

— Você não põe nem seu irmão na linha — resmungou, puxando outra baforada.

Ficaram na sacada por mais alguns minutos, apreciando a noite gélida. Até que He Cheng passou a mão por suas costas e chegou mais perto.

— Durma aqui esta noite.