Notas iniciais
Então, ficou um tiquinho grande. Eu tinha escrito até um pouco depois disso, mas mudei algumas coisas e agora não tenho mais nada escrito depois daqui. Espero que gostem!

Kurt abriu os olhos e se levantou, acendendo a luz. O castanho pegou suas roupas para o dia escolar (uma segunda feira, por sinal) e começou a tirar o pijama, ainda analisando a vestimenta com as pálpebras caindo de sono. Depois de retirar sua blusa, ele ouviu algo batendo na janela, e pulou quase até o teto do susto que levou.

Porém, ao ver olhos verdes familiares lhe sorrindo, Kurt abriu a janela relutante e permitiu que Sebastian entrasse. O mais alto imediatamente o pegou pela cintura e depositou um beijo demorado em seus lábios. O castanho derreteu no ato, inevitavelmente se rendendo ao namorado.

— Baby, me perdoe. — Pediu Sebastian num sussurro, sentando-se na cama do namorado. — Você estava certo, ok? Eu acho que não estava nos meus melhores dias e acabei descontando em você, mas juro que não vai mais acontecer.

— Sebastian, você me acusou de celibato! Celibato! — Kurt jogou as mãos no ar, exasperado. O mais alto colocou um dedo em seus lábios, lembrando-o de Sam e Quinn. — Você sabe que eu não teria feito sexo com você das últimas muitas vezes se fosse... você sabe. Puro, ou sei lá. Ainda por cima, você não pode simplesmente entrar aqui no meio da noite. — O castanho bufou, agora massageando a ponte do nariz com dois dedos.

— Baby, você sabe que eu não falei por querer. Eu só precisava, você sabe, de um pouco de diversão antes do jogo. É sexta, só para constar. Você vai estar lá, não é? Torcendo por seu lindo namorado zagueiro. — Sebastian sorriu ao ver o namorado se controlando para não mostrar os dentes. — Escuta, me desculpa, ok? Me avise se eu estiver assim de novo, e lembre-se que eu nunca vou te forçar a fazer algo que você não queira. Nunquinha, está bem? — Sebastian andou até o castanho e o envolveu em seus braços ao aceno de cabeça que recebeu.

— Eu te amo, Bas.

— Eu também te amo, pequeno. — Respondeu o mais alto, com um sorriso sacana no canto da boca. — Agora, aonde estávamos quando você saiu do meu carro? — Kurt sorriu, puxando o namorado para a cama consigo.

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Blaine acordou como se estivesse de ressaca, dentro de seu carro. Ele tomou uma aspirina que guardava no porta-luvas para emergências como aquela, e se encostou no banco traseiro com as mãos cobrindo a luz forte que penetrava suas pupilas fechadas. O moreno se sentia um tanto menor e mais forte, mas deve ser apenas do mergulho nem tão prazeroso que fora necessário para salvar o zelador. Anderson olhou em volta e viu que ainda estava amanhecendo, então e apenas dirigiu para casa, esperando dormir um pouco e tomar banho.

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Santana fazia o café com braços de mais uma estranha em volta de sua cintura, mas pelo menos a latina se lembrava do nome daquela: Danielle. Sobrenome e idade ela não sabia e não se interessava. A menina de cabelos azuis beijou o pescoço da morena até que as fatias de pão que estavam na sanduicheira ficassem torradas o suficiente, quando Lopez precisou se movimentar para pegar a manteiga e os pratos. Após fazê-lo, as duas meninas sentaram-se à mesa e comeram em silêncio.

— Me diga de novo porque eu deixei você me acordar às seis da manhã. — Pediu a latina, misturando leite, café e açúcar em um xícara verde. Dani riu, e colocou um bacon no prato da atriz.

— Eu já disse que acordo cedo. E eu não queria ficar sozinha, nem ficar na cama. Então te arrastei comigo, afinal, você é legal demais para dormir até tarde. — A menina dos cabelos azuis piscou com o olho direito para a morena, que corou levemente e voltou a olhar sua bebida quente.

— Pelo o que eu sei, dormir até tarde é exatamente o que pessoas legais fazem. Além do mais, voc- — A latina parou, pedindo silêncio. A porta estava sendo aberta... ou arrombada. — Dani, acho que tem alguém aqui.

— Ué, aquele cara, Blaine, não mora com você?

— Ele aparentemente chegou tarde ontem, deve estar dormindo. Blaine não dorme fora sem me avisar.

— Eu não ouvi ninguém chegar ontem.

— Você não ouviu nada ontem além dos meus gemidos. — Retrucou a latina, e a outra menina riu. Santana levantou-se com uma fatia de carne de porco frita na mão, e começou a andar lentamente em direção à porta, até sentir uma mão em seu pulso. — O que foi?

— Fique aqui, eu sou faixa preta em karatê. — Santana revirou os olhos mas assentiu sorrindo, enquanto Dani ia até a porta. Santana voltou a ficar atenta ao possível intruso, até que um grito masculino ecoou pela casa.

— Não, não, não, não! Santana! — A voz pediu, e a latina não a reconheceu de primeira, mas parecia com Blaine. Ela correu até o local de onde a voz vinha e viu seu melhor amigo de terno, encolhido em uma bolinha e com o rosto escondido. Dani estava com o pé para cima e a mão estendida com o punho cerrado.

— Deixe-o, Dani, esse é Blaine.

— Ah, é? Ah, meu deus, me desculpe! — O celular da menina tocou justo quando ela ia ajudar o moreno a levantar, e ela pediu um momento, subindo as escadas para atender o celular.

— Ela já foi, Blaine. — Disse Santana, esperando que o amigo se levantasse e contasse o motivo dele não ter dormido em casa. Finalmente, o moreno começou a sair de seu escudo próprio e ficou de pé. A latina cambaleou para trás. — Díos mio! Quem é você?! O que você fez com Blaine?!

— Santana? Eu sou Blaine. Você está bem? Quantos dedos tem aqui? — Perguntou, colocando o polegar e o dedo médio na frente do rosto da latina, que pegou o melhor amigo pelo braço e o colocou na frente do espelho. — Puta que pariu! Mas- mas o quê? Que porra?!

— Minha reação exatamente. Você tem dezessete anos novamente, B.

— Ah meu deus. E Sam? Eu preciso virar um adulto de novo, ai meu deus Santana, Sam quer voltar comigo em duas semanas e eu não posso ter dezessete anos quando isso acontecer.

— ...voltar com Sam? Blaine... — O moreno sabia muito bem o que Santana pensava da reconciliação entre ele e o ex, pois houve muita dor e mágoa envolvida, além de muito ter mudado desde então.

— Ele quer voltar, está bem? Ele propôs isso, Santana. Nós vamos conversar as coisas na reunião estudantil, ele só precisa de tempo para repensar tudo. — Ao ver o olhar da latina, Blaine suspirou e contou como ele está com 17 anos novamente e tudo mais, incluindo a conversa com Sam.

— Eu vou com você nessa reunião. Você sabe, caso ele não queria voltar realmente.

— Eu acho que... não, esquece. Me desculpe, eu ia falar besteira. — Blaine sacudiu a cabeça, sorrindo. Santana o olhava como se dissesse "eu vou te estrangular se você não falar porque você sabe que eu odeio isso", e Blaine estremeceu. — Eu sei lá, talvez o tal zelador que se suicidou fosse um guru espiritual.

— Aham, e eu sou a fada do dente, Blaine. Muito engraçado.

— Não, sério, me escuta. Talvez ele- talvez ele quisesse que eu voltasse com Sam! Porque nós somos perfeitos um para o outro e tal, mas eu tenho que achar o nosso erro, que aconteceu provavelmente quando eu tinha dezessete anos.

— Até que faz sentido.

— Sério?

— Não. — Os olhos avelã pousaram nos pés do moreno. — Primeiro, por que diabos ele teria te transformado de volta no Blaine de 91 se o Blaine de /agora/ quer voltar com Sam? Segundo, você está tentando arranjar desculpas horríveis para ganhar de volta o cara. Talvez não fosse para ser mesmo, Blaine, vocês eram jovens e confusos, não faz mal errar. — Anderson suspirou, sabendo que as palavras da amiga eram nada mais, nada menos que cruelmente verdadeiras. — Mas veja pelo lado bom: você é adolescente de novo! Tem corpo para jogar futebol, andar de skate, pegar alguns novinhos.

— San, não é assim. Você sabe que eu ainda amo Sam. E se eu quiser continuar vivendo razoavelmente sano, eu preciso dessa esperança, Tana, eu preciso saber que há uma razão para isso, e que é a de que eu devo achar aonde eu errei com ele. — Blaine respirou fundo. — Eu vou para a escola.

— Você vai o quê?! Deus, Blaine, você é lógico demais. Viva no agora, por favor, só aproveite. — Blaine congelou, uma memória específica em sua mente.

— ...viva no agora, só aproveite. — Sam disse, massageando os ombros de Blaine. — Você está lindo, e você vai arrasar todos eles.

— Obrigado, Sammy, eu te amo. — Blaine agradeceu o noivo, e entrou no restaurante para uma entrevista de emprego. A terceira aquela semana.

— Eu também te amo, B. Agora vai, acabe com a concorrência.

— Eu preciso voltar, Santana. Simplesmente preciso.

— Tudo bem, tudo bem. Você tem tudo o que precisa? Estojo, material, roupas, mochila...?

— Eu preciso de tudo isso?

— Vamos ao shopping, Blaine, vá se vestir.

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A Alguns dias depois, Blaine estava entrando pelas portas do McKinley, dessa vez como aluno, seu nome sendo agora Blaze Devon. Santana havia babado completamente na diretora do colégio, uma chamada Brittany, e Blaine revirou os olhos durante 80% dos quinze minutos passados no escritório da diretora. Todos o haviam lançado olhares de canto do olho no dia em que se matriculou, mas agora, enquanto o moreno vestia uma blusa branca de gola V e uma jaqueta preta de couro com jeans escuros rasgados, as meninas praticamente babavam nos all stars pretos de Blaine.

— Com licença. — Blaine disse à uma menina morena, que estava de costas mexendo em seu armário. Quando ela se virou, o moreno notou a menina engolindo em seco e se segurando nas portas bege de metal do colégio. — Oh, me desculpe, eu não quis te assustar. — A menina sacudiu a cabeça, sorrindo. — Eu sou Bla...ze. Blaze Devon, prazer.

— Rachel Berry, e o prazer é todo meu. Sério. — A morena praticamente casou com Blaine com os olhos ali na frente do armário dela.

— Uhm, você sabe aonde eu posso encontrar Quinn Evans? — Perguntou o moreno, tentando retirar a mão do aperto de Rachel, cujas feições ficaram frias.

— Você quer dizer Quinn Fabray, e não, eu não sei. Provavelmente ela está se comendo com o namorado por aí... — Ela deu de ombros e revirou os olhos. Blaine arregalou os olhos.

— Vocês adolescentes fazem sexo na escola?!

— Escuta, Blaze, você parece legal, então eu vou te falar para ficar longe dessa garota, a não ser que queira um Puckerman furioso com você. E se você não percebeu, você também é um adolescente. Eu tenho que ir para a aula de história, te vejo por aí. — Ela acenou e virou as costas para Blaine, quem ainda estava incrédulo: sua garotinha era odiada e conhecida por fazer vulgaridades com o namorado pelo colégio?!

O moreno sacudiu a cabeça, tirando a ideia de sua filha se esfregando em um adolescente excitado e aleatório. Sinceramente, a juventude de hoje em dia era perturbadora. Blaine ajeitou a alça da mochila no ombro e saiu andando, observando os grupos e casais pelos corredores. Ao passar pelo banheiro, Blaine resolveu entrar e, quem sabe, chegar um pouco atrasado na aula que ele teria depois que o sinal tocasse.

O Anderson entrou no pequeno cômodo de azulejos e se encostou na parede, lendo as mensagens que havia recebido de Santana, todas falando sobre o encontro que ela havia conseguido com Brittany, a diretora, e perguntando se haviam muitos outros "9vinho$" no colégio. Blaine sacudiu a cabeça com um sorriso, colocando o iPhone no bolso de trás das calças jeans azuis claro. Não foi muito tempo antes do agora adolescente precisar sair do banheiro e ir para a aula, quando ele ouviu um ruído.
Haviam duas opções: alguém estava demorando um bom tempo para fazer suas necessidades ou era um serial killer que ia matar Blaine sem que o mesmo nem pudesse falar com Sam.

— O-Olá? Tem alguém aí? — Perguntou Blaine agarrando um ferro que estava solto no chão. Como resposta, o moreno obteve um gemido. Ele entrou na cabine de onde estava vindo o som e abriu a porta com um chute forte, ouvindo a mesma bater em alguma coisa e outro som de dor. — Oh céus, me desculpe, eu não achei que... — Com a voz falhando, Blaine se viu de frente para o menino mais lindo que ele já havia visto, até mais lindo do que Sam. Só havia um problema: o menino estava grudado da boca até as coxas em silver tape, com algumas gotas de algo azul escorrendo por sua testa.

Foi só depois de alguns segundos que Blaine reagiu, pegando a mochila do ombro e tirando de lá uma tesoura, ele começou a cortar a fita pela coxa do menino, até chegar no pescoço, onde parou com medo de machucar tamanha beleza.

— Uhm, eu vou ter que arrancar essa parte. — Informou Anderson, e o lindo estudante assentiu, ansioso para poder falar novamente. Com um puxão rápido de olhos apertados, Blaine retirou a fita do rosto do castanho preso, que abaixou a cabeça com dor. — Me desculpe, eu não queria te machucar e... — O menino assentiu, e Blaine colocou uma mão em seu ombro ainda coberto de silver tape, fazendo o castanho dos olhos azuis levantar a cabeça. — Eu sou Blaze Devon, esse é meu primeiro dia aqui no McKinley.

— Kurt Hummel, e bem vindo ao inferno. — Brincou Kurt, e Blaine se apoiou na parede da cabine para não cair para trás com a voz do outro estudante em sua frente. — Eu apertaria sua mão, mas as minhas estão coladas... lá embaixo. — Blaine riu, e se ajoelhou na frente de Kurt. — O que você está fazendo?

— Relaxe, eu vou tirar o resto dessa fita. — Kurt corou furiosamente ao pensar em Blaine vendo-o tão exposto, mas deixou que o moreno o ajudasse. Era melhor que fosse ele do que um professor ou alguém que arrancasse a fita inteira de uma vez, ou, deus o livre, Sebastian...

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Depois de estar completamente livre de silver tape, Kurt seguiu com Blaine até a aula de história, enquanto contava resumidamente o bullying que sofria longe do namorado quarterback do time. O moreno parecia imensamente preocupado e ameaçou falar com os pais dos garotos que faziam aquilo. Kurt achou um tanto estranho, mas resolveu não comentar e deixou que o moreno continuasse a falar o quanto Kurt era melhor que aquilo e uma pessoa incrível, coisa que só aumentou o nó apertado na garganta do castanho.

Blaine respirou fundo quando o par chegou na frente da sala de aula, onde alguns alunos olhavam para o relógio incessantemente e outros estavam adormecidos ao som da voz da professora de história.

— Eu não acabei de falar com você ainda. Mas, bom, acho que você entendeu a mensagem. Acho melhor entrarmos em sala agora, e como eu não sou de conversar em sala, ach- — Kurt se lançou nos braços de Blaine, seu corpo tremendo. O moreno suspirou. — Vamos de volta para o banheiro, vamos lá. — Ao achar um toalete mais perto de onde o par estava, Blaine guiou Kurt para dentro e checou as cabines, assegurando-se que não tinha ninguém ali.

— E-eu não aguento mais, Blaze. Me desculpe jogar isso em cima de você. Meus pais não se resolvem e meu namorado nem sonha que eu passo por isso e os professores simplesmente não ligam. Me desculpe, me desculpe, é que não da para fingir que está tudo bem quando tudo está desmoronando ao seu redor e- e meu pai biológico está com câncer mas ninguém quer ajudar ele, minha irmã virou uma maluca de cabelo rosa e namorado delinquente e... eu não sei mais o que fazer. — Kurt escorregou pela parede fria do banheiro até o chão nem um pouco limpo, e Blaine se sentou ao seu lado, a mão perigosamente perto da do castanho, quem apoiou a cabeça em seu ombro e respirou fundo. Blaine sentiu-se tão certo com o corpo de Kurt contra o seu, porém tão errado ao mesmo tempo. Deveria ser Sam no lugar de Kurt... Porém, algo clicou na mente de Blaine: Kurt disse pai biológico, será que ele era adotado? Deveria apenas agravar o problema. Blaine resolveu perguntar.

— Pai biológico? Você é adotado, ou...?

— Sim, meu pai, Samuel, ele me adotou quando eu tinha seis anos. Eu estou com ele há pouco mais de onze anos. Perdi minha mãe nessa época e meu pai não poderia mais cuidar de mim e dele mesmo. Aprendi muito cedo o que era adoção e abandono, mesmo sem nunca ter passado por isso. — Blaine sentiu um nó em sua garganta, pelo passado daquele anjo a seu lado e pelo nome de seu pai: Samuel.

— O n-nome de seu pai é Samuel? Q-quem é sua mãe?

— Oh, meu pai é gay. Tal pai, tal filho, é o que dizem. — Kurt sorriu tristemente, deixando Blaine quase sufocado de tanto sentimento que passava por seu corpo naquele momento. — Ele era casado, e me adotou pouco depois de se separar. Disse que precisava “preencher o vazio”. É um pouco chato às vezes, saber que eu sou apenas um preenchimento, mas eu entendo. E eu sei que meu pai me ama e eu amo ele. — Blaine assentiu, sem poder fazer mais muita coisa. — ...e eu acabei de contar a minha vida toda para um completo estranho. Ótimo.

— E-Eu preciso ir, Kurt. M-me desculpe, é só... a gente se vê. Se cuida. — O moreno deu um abraço estranho no castanho e saiu correndo do banheiro, direto para o carro.

Sam havia adotado uma criança. Um filho, Kurt, lindo Kurt. E Blaine queria beijar Kurt. Mas ele se sentia culpado em deixar de amar Sam, como se ele houvesse perdido uma guerra.

Enquanto isso, Kurt levou outra raspadinha na cara. E ele chamou Blaze mentalmente. Ele chamou seu pai, e por último ele pensou em Sebastian. Por fim, ele desistiu de criar confusão em si mesmo e lavou a raspadinha do cabelo.

Notas finais
Beijos, gente :* (não sei quando o próximo capítulo fica pronto!)