17 And Pregnant
17 Capítulo 17
Capítulo 17.
[...]
Horas depois
Isabella Swan havia dado entrada no hospital de Forks às horas 9 e 45 minutos da noite, sido transferida para o hospital de Port Angeles às 10 e 5, e desde então estava passando por todos os exames necessários.
— Charles, você ouviu o Dr. dizer que o caso dela é delicado! Não vou deixar minha filha perto dele para que algo mais grave aconteça. — Renée e o ex marido discutiam sobre a segurança da filha. Ambos ainda estavam bem vestidos, ela estava usando apenas um sobretudo preto. Ele já estava sem gravata.
Eles não viam a filha há algum tempo, souberam apenas pelo médico que a atendia como o caso dela era delicado, por sua gravidez.
— Renée, está sendo leviana. — Ele disse.
— Leviana? Estou apenas protegendo minha filha e minha neta! — ela se defendeu.
— Nossa. Não se esqueça de que sou o pai dela. — disse em tom grave.
Renée bufou.
— Não me esqueci disto, Charles. Mas tente entender que para o bem dela, a distância de todos eles é essencial. — proferiu, por fim. — E chega de discutir sobre isto.
— Com toda a certeza. Bella que deve decidir isso, não nós. — Renée assentiu, em concordância.
Com um longo suspiro, ambos se sentaram lado a lado na sala de espera.
— Horas? — ela pediu.
— Onze horas. — ele respondeu, após verificar no Rolex.
— Oh, porque tanta demora para realizar exames e até agora somente uma notícia? — lamentou.
— Tenha calma, Renée. — ele pediu. — Emmett foi buscar café.
— Há vinte minutos. — concluiu, e então riu. — Ele provavelmente notou que iríamos discutir e resolveu nos dar um tempo.
— Certamente. — concordou, mas continuou. — Renée, não devíamos fazer isso com o conhecimento de nossos filhos. Tivemos tantos altos e baixos, mas definitivamente não é bom para ninguém essas discussões.
Ele a olhava com simpatia e uma voz branda.
Com um suspiro, ela assentiu.
— Sim, Charles. Nossos filhos já sofreram demais por nossas brigas e distanciamentos. Lamento tanto tê-los magoado! — com lágrimas nos olhos, ela disse em seguida. — Meus filhos são tudo para mim. Desde que Michael nasceu tenho me precavido de não cometer erros com ele, para que não cresça magoado comigo. E principalmente com seus irmãos, não quero mais mágoas e nem distâncias e ressentimentos. Quero todos em paz, e unidos, como a família que sempre deveríamos ter sido.
Charles esboçou um sorriso, e abraçou a ex esposa. Foram anos de altos e baixos entre eles, e seus filhos sempre tiveram conhecimento disso. Cresceram meio ao campo de guerra de seus pais, mas à partir de agora tudo seria melhor.
Ambos ficaram abraçados por alguns minutos, até um pigarro lhes atrapalhar. Era Emmett, com um sorriso largo e malicioso, carregava em cada mão um copo grande da Starbucks.
—Ora, mamãe, está traindo Phill com o papai? — ele zombou.
— Não, mocinho. — ela riu. — Por onde você esteve? Achávamos que estava a caminho da plantação de café. — ironizou, bebendo um longo gole.
Emmett riu, sentando em outro sofá.
— Digamos que eu estava tendo um "encontro" com um Dra. — respondeu, maliciosamente.
Seus pais riram.
— Emm! — ela o censurou.
— Não foi longo, pois ela tinha apenas quinze minutos de "descanso". Teve que voltar para a ala dos idosos. Mas deixou seu telefone comigo. — piscou para os pais, mostrando o papel com números e um nome Mary.
— Dra. Mary? Que clichê. — Renée riu.
Emmett pigarreou, ficando mais sério.
— Notícias? Bella está bem?
— Não tivemos mais notícias. Estou tão preocupada!
— Todos estamos, mãe. — ele suspirou. — Recebi cinco ligações de Esme e Carlisle, dois torpedos de Nessie e.. um de Edward. — ele bufou. — Aquele babaca irresponsável. Eu devia ter socado a face dele! — disse, raivoso.
— E piorar o estado de sua irmã? Nem pense nisto, Emmett Adrien Swan. — Renée lhe encarou com seriedade.
Ele revirou os olhos, mas assentiu.
— Somente por Bella que não encho aquele cara de porrada.
— Ótimo.
Então viram o mesmo médico que havia lhes dado uma última notícia há tempos.
— Tenho novas notícias. Uma boa e outra ruim. — ele lhes disse, segurando uma prancheta.
— Primeiro a boa. — Renée imediatamente pediu.
Ele "limpou a garganta" e então disse:
— A boa é que a filha de vocês está bem e daqui há uma hora será liberada.
— E a ruim? — Charles questionou.
Com um olhar mais sério, o Dr. respondeu:
— Bom, a paciente Isabella Marie Swan tem algo que chamamos de Toxemia Gravídica, o que chamamos também de Pré-Eclampsia. Está no estágio leve, mas ainda sim é alarmante. Se a filha de vocês desenvolver para a Eclampsia, o risco de morte será maior, tanto dela, quanto do bebê.
Surpreendidos e extremamente preocupados, os Swan's não tiveram reação.
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