17 And Pregnant

11 Capítulo 11


Notas iniciais
VOLTEIIII !!! #êeee kkk Amores, houve tanta confusão ultimamente. Peço desculpas pelo sumiço, mas tem uma explicação plausível: eu havia ESQUECIDO meu e-mail e senha desta conta. Aí o que eu fiz? Criei outra. E acabei postando a 17 and Pregnant na outra conta, no entanto, o Nyah encarou como "plágio" e a excluiu.. Olha, em partes foi bom isso acontecer, pois assim eu acabei lutando p conseguir lembrar ao menos do e-mail dessa conta, e então eu consegui recuperá-lo. Bom, agora vou atualizar dois capítulos da 17AP e então volto a postar normalmente. Aproveitem.

Capítulo 11.

— Pai, tenho mesmo de ficar aqui? – Isabella perguntou, fazendo biquinho, ela e o pai haviam saído da sala do diretor e caminhavam pelos corredores.

Charles assentiu.

– Sim. Você quase foi suspensa. Nem pense em faltar às aulas! – disse já repreendendo a filha.

Isabella rolou os olhos, mas assentiu.

– Mesmo estando um pouco enjoada? – o olhou com expectativa. O pai riu, passando a mão na barriguinha da filha.

– Filha, você está sempre enjoada. Não posso fazer disso um pretexto para faltar.

A loura fingiu bufar, mas acabou rindo. Acariciando sua barriga coberta pela blusa que usava.

– Hoje a tarde tenho consulta. Acha que Renée irá comigo e com Esme?

Charles assentiu.

– Sim. Ela me ligou e disse que já confirmou sua presença com a própria Dra.

Bella arqueou a sobrancelha. Surpreendida.

– Bom.. Fico feliz que ao menos ela queira participar da vida do neto. Ou neta. – riu, sarcástica.

– Isabella, sua mãe te ama! Apesar de tudo, de todos os equívocos, Renée nunca deixou de amar à você ou seu irmão. – com um sério tom e olhar, o pai da garota proferiu. – Ao menos valorize o esforço dela. Certo?

– Certo. – concordou.

Após o pai ir embora, Isabella mandou um torpedo para o namorado encontrá-la.

— Hoje é a primeira ultra do bebê. E você irá! — exigiu, o encarando.

Edward sorriu, segurando com os dedos o queixo da loura.

— Claro. Estarei lá. — disse.

— Não vai comigo, com Renée e sua mãe? — franziu o cenho.

Edward negou. Limpou a garganta e então respondeu:

— Não vai dar. Tenho que resolver algumas coisas depois da escola.

— Quais coisas? — ela questionou, curiosa e desconfiada. Ele queria passar uma imagem de tranqüilidade e desdém, mas ela notava que ele escondia algo.

Afinal, ela o conhecia melhor que qualquer outra.

— Nada demais, boneca. — ele respondeu, esboçando um sorriso e lhe dando um rápido beijo nos lábios. — Prometo estar lá. Não se preocupe!

Suspirando, ela assentiu.

— Ótimo. É bom que esteja, ou serei obrigada a arrancar seus testículos e dar aos lobos de La Push. — sorriu, um sorriso seu tipicamente perverso.

Como Edward adorava aquilo...

— Wow! Está ameaçadora hoje... — comentou, rindo.

— Sou ameaçadora, acredite. — piscou para ele.

Enquanto isso, Alice os via, assim como todos.

Ela ainda não acreditava como pôde ser tão amiga daquela víbora. Sim, ela classificava Isabella como uma verdadeira cobra. Que se rastejou de mansinho, até ter se enrolado até o pescoço de Edward Cullen. O traidor.

Engolindo sua fúria, ponta de ciúme e raiva, passou diante deles assim que o sinal tocou.

Isabella se despediu do namorado e se pôs a seguir Alice. Ao tocar seu braço, ela a encarou.

— Alice... Podemos conversar? — Bella pediu, mansa e envergonhada.

— Sério? Francamente... Até onde vai a sua cara de pau? Estou impressionada! — proferiu, ácida. — Não estou com um pingo de vontade de conversar com você, Isabella.

— Por favor? Eu preciso me desculpar por tudo. Eu sinto muito de tudo isso ter havido. Nunca foi minha intenção... — foi interrompida por uma Alice chorosa e ressentida.

— Me magoar? Pois magoou. E muito. Isso foi traição! Em pensar que eu a considerava como uma irmã... Grande irmã. — a encarou muito ressentida. — Me deixe, Isabella. Volte para seu príncipe e viva seu conto de fadas longe de mim.

Dando as costas, a morena saiu correndo, quase em lágrimas.

O olhar dos curiosos ficou na loura, que apenas suspirou e seguiu com o caminho para a saída.

— Extra! A “it girl” de Forks Hill é rejeitada pela melhor amiga. Manchete de primeira capa! — Tanya exclamou, debochada.

Isabella imediatamente a encarou. Ferina. Se aproximando como prestes a dar o bote, parou centímetros do rosto da loura platinada.

— Pode demorar o tempo que for. Mas a sua hora irá chegar.. E quando chegar, você será destruída! — falou, baixo, porém ameaçadora.

A loura engoliu seco. Surpreendida.

— E mais uma coisa... — se distanciou e sorriu soberba. — Uma Denali jamaischega aos pés de uma Swan. — sob assovios, risos e gritinhos de todos os demais curiosos, a loura grávida entrou no carro e saiu.

Ali a popularidade de Isabella subiu cada vez mais.

Isabella 1 x Tanya 0

— Toma isso, vadia!

***

Algumas horas se passaram, e logo Isabella – juntamente com a sogra e mãe – estavam na elegante clínica da Dra. Gianna.

Estava com um vestido curto e branco, sapatilhas rosadas, uma enorme Chanelboy bag também branca e grandes óculos Prada. Os cabelos louros presos em um coque despojado. Era uma tarde quente. Até mesmo naquela área de Washington.

— Preparada, ansiosa, feliz? — Esme perguntou, segurando suas mãos, sorridente.

Isabella também sorriu.

— Sim, Esme. Extremamente!

Entretanto, enquanto aguardavam ser chamadas pela obstetra e também ginecologista Dra. Gianna Holfman, ela se perguntava onde Edward estava naquele momento.

Ela mandou torpedos, fez ligações, e nada. Ele sequer os visualizava ou atendia. Ela já estava se irritando com isso!

— Isabella Swan? — a voz doce e melódica de uma moça alta, esguia, sorridente e de olhos azuis lhe chamou. — Sou a Gianna, Dra. Holfman. Vamos ver este bebê?

As três mulheres adentraram no consultório. Era espaçoso, bem decorado com belas orquídeas brancas, tons de branco e bege muito claro. Era elegante e clássico.

— Levante seu vestido para que eu possa ver seu ventre. — pediu.

A loura o fez, sem se envergonhar que a vissem com a lingerie rosa chá La Perla.

Após fazer os procedimentos necessários, iniciou a ultra. Imediatamente os olhos das três mulheres se encheram de lágrimas. Apesar de não estar tão claro assim, era a cena mais linda que podiam ver.

De fato revelava um bebê.

— Lindo e muito saudável. Ouçam os batimentos..

E se iniciou batimentos cardíacos super acelerados.

Emocionadas, as duas mães presentes se abraçaram.

Isabella sorria meio as lágrimas. Estava vendo seu pequeno bebê pela primeira vez, e o ouvindo ainda. Aquilo encheu seu coração de adoração e amor, o mais puro e intenso amor.

Ela faria de tudo por ele. Soube naquele instante.

E então pensou em Edward.

A menos que estivesse em um hospital, vomitando as tripas, ele não seria tão facilmente perdoado por aquele deslize com a própria filha.

— Bom. Querem saber o sexo? — Gianna perguntou.

— Sim. — em um uníssono responderam.

— Parabéns... É uma menina!

Os olhos das mulheres brilharam. E então foi o maior falatório sobre presentes, roupas, sapatos, acessórios femininos para bebês.

— Parabéns, querida. — Renée beijou sua têmpora.

— Sim, parabéns minha querida. Estamos muito felizes com a novidade. — Esme limpou as lágrimas.

— Também estou sentindo uma felicidade que mal cabe em mim. Isso tudo é tão surreal e ao mesmo tempo real, nu e cru. É fascinante isso o que está havendo comigo. — disse, já podendo se levantar e recompor.

— E só está começando. Espere completar a 26ª semana, quando poderá fazer a ultra em 3d ou 4d, será ainda mais fascinante e emocionante. — Gianna disse, sorrindo simpática. — Fiz uma lista dos alimentos que precisará durante as próximas semanas. Será bom para você praticar exercícios também. E ter um clima pacífico, certo?!

Bella assentiu. Mas um pouco preocupada. Um clima totalmente pacífico não se encaixava bem em sua vida atual. Mas pelo bem de sua bebê ela faria tudo!

Após saírem da primeira consulta, as três seguiram até um restaurante, de lá seguiram para o shopping, onde compraram as primeiras roupinhas e sapatinhos para a bebê.

Um vestidinho de seda da grife Gucci, um sapatilho da grife Lanvin e um cobertor da grife francesa Hermès.

Quando já era cerca de 19 horas da tarde, Isabella fez questão de comparecer à casa dos Cullen.

— Veio para o jantar, Bella? — Nessie perguntou, abraçando-a.

Mas a loura negou. O semblante sério indicava que não havia nada muito bem acontecendo.

— Vim para falar com Edward. Ele está?

— Sim... Chegou à pouco e se trancou no quarto. Eu bati mas ele disse que queria paz. — a garota rolou os olhos. — Vá. Com você ele abrirá a porta.

— Sim. Ou vou arrombá-la! — subiu as escadas e em passos firmes chegou até a porta do quarto do namorado. — Edward, abra agora! — exigiu.

E quando ele a abriu, ela viu que ele estava com os olhos e nariz avermelhados. Parecia estar impaciente. Mas ainda pôde encará-la, sério e arrependido.

— Não me diga que foi isso que o prendeu à ponto de sequer comparecer a primeira ultrassonografia de sua própria filha... — engoliu o bile formado na garganta.

— Entre. — foi o que disse. E ela o fez.

Ao adentrar o luxuoso quarto masculino, ela soube que tempestades viriam. E não o clima pacífico exigido por Gianna.

Notas finais
Há mais um capítulo que já havia sido escrito, vou postar em seguida. Espero que continuem gostando, amores. Mil beijos.