15 Lâminas

8 Capítulo 8 - Outro ângulo


Notas iniciais
Aqui está pessoal. Peço desculpas pela demora, até a próxima:

Em uma cidade, várias pessoas vivam em paz, com várias crianças correndo de um lado para o outro, brincando.

— Cuidado, crianças. – Disse uma mulher enquanto as crianças passavam por ela.

Todas corriam pela cidade, até que uma delas viu algo estranho no topo de uma das montanhas próximas da cidade.

De repente aparecem três pessoas aparecem no topo dela, chamando a atenção de outros moradores também. Quando, logo em seguida esses três, que estavam usando o manto das 15 Lâminas, pularam na direção das pessoas da cidade.

Nesse momento Jon acorda assustado.

Ao acordar Jon colocou as mãos na cabeça, demonstrando estar com dor, além de um pouco tonto. Depois disso ele olhou em volta e percebeu estar dentro de uma cabana, embaixo de uma coberta.

— Que lugar é esse? – Jon se perguntou e, em seguida, tentou se levantar, mas ao tentar, Jon sentiu uma enorme dor no torso.

Sentindo essa dor, Jon tirou a coberta de cima dele, e se surpreendeu ao ver os pontos de um enorme corte em seu torso.

— É isso... Me lembro de tudo. – Disse o Jon para si mesmo, voltando a por as mãos na cabeça.

— Você acordou. – Uma mulher linda, mulata, de cabelos longos, utilizando uma longa saia, uma camiseta e um pano por cima do torso, entrou pela porta da frente da cabana.

— Quem é você?

— Meu nome é Kazumi.

— Como eu vim parar aqui?

— Até que é interessante. Eu estava indo lavar a minha roupa no rio, quando eu vi um corpo flutuando na água. Fui até lá para ver, e te encontrei. Vi que você ainda estava vivo, então te trouxe para cá, costurei sua ferida, e cuidei de você.

— Há quanto tempo foi isso?

— Há mais de um dia.

Depois disso, Jon se lembrou de algo, e em seguida, olhou em volta.

— Onde está a minha espada? Estava comigo?

— Sim. Eu guardei ela em outro lugar.

— Posso vê-la?

— Por quê?

— Preciso ver se está em bom estado. – Jon pediu, mas Kazumi olhou para ele com um olhar desconfiado. – Por favor. Aquela espada é muito importante para mim.

— Posso trazê-la. Mas pelo fato de eu não te conhecer bem, não posso deixá-lo tocá-la.

— Parece justo. – Ouvindo isso, Kazumi seguiu para outro cômodo e voltou com a espada dentro de sua bainha. – Pode tirar a espada? Quero ver se ainda está inteira. – kazumi retirou a espada e Jon viu que a espada estava boa. – Obrigado.

— Bem... – Kazumi falou sorrindo, guardando a espada na bainha. – Depois de tantas perguntas que você fez. Acho que agora é minha vez, certo?

— Claro.

— Qual o seu nome.

— Jon.

— Certo. Jon... Por acaso devo me preocupar com alguém como você?

— Não há necessidade. Não lhe farei nenhum risco.

— Onde conseguiu esse machucado.

Ouvindo a pergunta, Jon ficou pensativo.

— Entrei em uma briga onde agi de forma errada, e essa foi a conseqüência. – Jon respondeu, olhando para seu ferimento.

— Entendi. Nunca gostei de brigas. Não importa quem vença, todos sempre perdem.

— Sua forma de pensar é questionável. – Assim que Jon disse isso, Kazumi começa a rir. – Por que está rindo?

— Nada de mais. Estou sozinha há algum tempo. Apenas é bom ter alguém por aqui para discutir opiniões.

— Bem... Já tomei bastante tempo seu. É hora de eu ir embora. – Disse o Jon tentando se levantar.

— O que está fazendo?! – Kazumi perguntou se aproximando assustada. – Do jeito que você está, com esses pontos, não vai aguentar andar sequer dez passos.

— Veremos. – Jon respondeu ficando em pé. Assim que deu poucos passos, caiu no chão.

— Correção. Cinco passos.

Jimmi, Anna e Hachiblade estavam no final do rio, onde Jon havia caído, no caminho onde a correnteza seguia.

— É. Não há nenhum corpo aqui. – Jimmi observou.

— Isso leva a três opções. – Disse a Anna. – Ou ele pode estar preso no meio do rio.

— Ou alguém já o tirou do rio. – Hachiblade continuou.

— Ou ele saiu do rio. – Jimmi completou. – Existem várias cidades próximas ao rio. Vamos ver se o encontramos.

Os dois concordaram com ele e seguiram próximos do rio.

Jon observava o teto da cabana, estando deitado. Em seguida ele vê uma vassoura encostada ao seu lado. Então ele pegou a vassoura, a usou para se levantar, com dificuldade, e a usou como apoio para sair da cabana.

Assim que saiu, ele encontrou a Kazumi colhendo alguns legumes.

— Era para você ficar lá dentro. – Disse a kazumi olhando para ele.

— Sem ofensas, mas eu não agüentava mais ficar lá dentro. Preciso de ar fresco.

— Certo. Mas nada de trabalho.

— Pode deixar. – Jon se sentou em uma cadeira que ficava a frente da cabana e olhou em volta, observando a calmaria em volta. – É sempre tão calmo por aqui?

— Lá vai você, perguntando de novo. – Kazumi riu. – Quase sempre.

— Como funciona a sua vida por aqui.

— Eu planto minha comida e às vezes vendo em uma cidade próxima para comprar algo. É um pouco difícil de vez enquando, mas eu gosto. – Ouvindo isso, Jon olhou para cima. – Eu diria para você aproveitar, mas parece que você não é muito disso. – Kazumi continuou a colher, quando Jon apareceu ao seu lado. – Nada disso. Eu disse nada de trabalho.

— Para te ajudar nisso, apenas precisarei usar força no antebraço. – Jon respondeu, mas Kazumi olhou firmemente para ele. – Por favor. Você me ajudou bastante, me permita apenas ajudar.

— Certo. Mas estarei de olho. – Kazumi respondeu.

Ouvindo isso, Jon a ajudou a puxar os legumes, fazendo apenas força com seu antebraço.

Depois disso, Jon seguiu até o rio, retirando a parte de cima de seu kimono, pegando a água e passando em seu corpo, para se lavar.

Enquanto se lavava, Jon olhou em volta, até que viu Kazumi andando com um cesto de frutas. Jon continuou olhando-a, até que ela olhou de volta.

Olhando para ele, Kazumi sorriu, fazendo com que Jon ficasse um pouco corado, olhando para outra direção, parecendo incomodado.

Mais tarde, os dois estavam sentados na frente da casa, cada um do lado de uma mesa quadrada, jogando damas.

Kazumi fez um movimento e, em seguida, Jon comeu todas as peças dela, com apenas uma.

— Nossa. Você é bom. – Disse a Kazumi impressionada.

— Acho que sou um pouco bom em estratégias. – Jon respondeu. Em seguida olhou para a Kazumi e viu que ela estava sorrindo. – Você sorri bastante.

— Ao contrário de você. Que até agora não vi sorrir uma vez sequer.

— Não leve a mal. Aconteceu algo na minha vida... Que me afetou bastante. Desde então me comprometi a realizar um objetivo. E apenas depois que eu conseguir, que poderei voltar a sorrir como antes.

— Desde quando você não sorri?

— Desde os oito anos de idade.

— Parece que você vai ter que praticar bastante, quando cumprir seu objetivo. – Disse a kazumi rindo.

— Vai querer jogar outra partida?

— Depois. Daqui a uma hora vai escurecer, e eu ainda tenho que pegar algumas roupas. – Kazumi se levantou. – Daqui a pouco eu volto.

Kazumi seguiu para o outro lado da casa, chegando a um varal cheio de roupas, pegando todas as eu estavam penduradas.

Assim que pegou as roupas, ela vê três homens se aproximando. Um mais gordo, um pouco alto, e com cabelo coco, outro bem magro e um pouco baixo, com um cabelo longo e no meio um homem com uma aparência comum, com um cabelo espetado.

— Ola Kazumi. – Disse o que estava no meio, enquanto os três se aproximavam.

— Tany. Como vai? – Kazumi perguntou gentilmente.

— Pensamos em fazer uma visita a você.

— Mesmo?

— Estamos, na verdade, precisando de mais um pouco de dinheiro e alguma comida.

— Vocês disseram que não fariam mais isso, na última vez que vieram.

— Vamos lá. Você não vai negar um favor a velhos amigos.

— Não sei...

— Vamos lá. Nos ajude mais uma vez... Não vai querer que tenhamos que levar a força. – Disse o Tany sorrindo, se aproximando da Kazumi.

— Algum problema? – Jon perguntou se aproximando.

— Quem é esse? – Tany perguntou surpreso. – Então é isso... Você arranjou um guarda costas, ou esse é seu namorado?

— É apenas um amigo, que estou cuidando dele. – Kazumi respondeu.

— Entendo... – Tany observou. – Escute... Amigo. Estamos apenas resolvendo um assunto. Então sugiro que você volte para dentro, senão poderemos aumentar o seu “pequeno”... Ferimento.

— Entendo. Conheço bem esse tipo de gente. Homens que seguem por aí, procurando pessoas boas, que preferencialmente morem sozinhas, para tentar extorquir dinheiro deles buscando conseguir fazendo-os sentir certa compaixão, e quando falha, chegam a ameaçar, podendo chegar a utilizar a força bruta.

— Jon. Apenas volte para dentro. – Kazumi pediu.

— Desculpe. Mas não gosto do jeito deles. – Jon olhou para os três. – Acho que está na hora de vocês irem.

-Escute. – Disse o Tany se aproximando do Jon. – Te darei mais uma chance de voltar para dentro antes que eu te dê uma...

Antes que Tany pudesse terminar sua frase, Jon o atingiu no rosto com a vassoura que estava usando para se apoiar, e em seguida se apoiou novamente.

Tany se irritou e correu na direção do Jon, para atingi-lo, mas Jon simplesmente se virou de lado, desviando, e em seguida o atingiu na barriga com a ponta da vassoura, e depois o atingiu com uma cotovelada na nuca, jogando-o no chão.

— Dêem uma surra nele! – Tany gritou caído no chão.

Em seguida, o mais baixo correu na direção do Jon, que apenas esticou a vassoura para frente, atingindo-o na barriga, fazendo com que o mais baixo se dobrasse para frente. Depois de fazer isso, Jon o levantou, ainda usando a vassoura e o jogou encima do Tany.

Depois disso o maior correu na direção do Jon, pronto para atingi-lo. Vendo isso Jon virou novamente para o lado, desviando, e o atingiu atrás das pernas, tirando-o do chão e, assim que fez isso, o segurou pela gola da camisa, e o puxou, girando-o no lugar, jogando-o encima dos outros dois.

— Querem tentar de novo? – Jon perguntou olhando para os três, que saíram correndo.

— Impressionante. Como você fez isso? – Kazumi perguntou surpresa.

— Esse tipo de gente se encontra em toda parte. Possuem cérebro apenas na lábia.

— Mas como você conseguiu fazer aquilo com os três?

— O tal Tany foi fácil, apenas precisei irritá-lo, então ele atacou sem controle. Depois disso apenas precisei me movimentar para o lado e usar pouca força. O mais baixo também foi fácil. Como ele era mais baixo que os dois, e eu tinha a vassoura, então não havia problema em atingi-lo antes que ele me atingisse, e também pelo fato do tamanho dele, percebi que ele não era muito pesado para eu levantá-lo e jogá-lo sem me preocupar com meus ferimentos. E o terceiro, por seu tamanho, não foi muito difícil ver que ele colocava muito esforço nas pernas, ou seja, atingindo-o por trás delas, onde ficam as dobras, foi fácil tirá-lo do chão. Depois disso apenas precisei de um pouco de força para jogá-lo encima dos outros.

— Gostei. Você é bom em observações. Mas da próxima vez, não se arrisque tanto.

— Não podia deixar aqueles três abusarem de sua bondade.

Enquanto conversavam, Kazumi ajudou Jon a voltar para dentro da casa.

Algum tempo depois Tany e os outros dois estavam um pouco afastados da casa da Kazumi, conversando.

— O que faremos agora? – O maior perguntou.

— Não podemos deixar aquele cara levar a melhor. Precisamos dar um jeito nele. Aproveitar que ele está machucado. – Tany observou.

— Como faremos isso? – O menor perguntou. – Vai ser difícil encontrar alguém para nos ajudar, se souberem o que estávamos fazendo lá.

— Apenas precisamos mudar um pouco o papel de cada um. – Disse o Tany sorrindo.

— Ei. Olhe. Tem três pessoas se aproximando. – O maior chamou a atenção dos dois.

— Deixem isso comigo – Disse o Tany para os dois, se aproximando das três pessoas.

Jimmi, Anna e Hachiblade seguiam o caminho deles procurando pelo Jon.

— Já olhamos três cidades próximas do rio. – Hachiblade observou.

— Vamos lá. Só um pouco mais. – Disse o Jimmi.

De repente três homens se aproximam deles.

— Que bom que finalmente encontramos alguém! – Um dos três exclamou.

— Quem são vocês? – Anna perguntou.

— Precisamos de ajuda. Tem um maluco fazendo uma mulher de refém na casa dela. Ele está machucado, mas ainda sim é muito habilidoso. – O homem continuou.

— Nós tentamos fazer algo para ajudar. – Outro entre os três, que era mais alto e mais gordo, falou.

— Mas ele nos deu uma surra e ameaçou de nos matar. – Disse o outro, que era mais baixo, surpreendendo os três.

— Mas é obvio que três pessoas tão habilidosas poderiam nos ajudar. Vocês dois que carregam duas espadas, ou um facão duplo, e você que carrega oito espadas. – Disse o homem do meio para os três.

— Isso é horrível. – Jimmi observou. – Mas mesmo machucado ele conseguiu fazer isso?

— Sim. É como se ele tivesse analisado nossos movimentos.

— Espere um pouco. – Jimmi ficou pensativo. – Qual é mesmo seu nome?

— Meu nome é Tany.

— Certo Tany. Me diga algo. Esse homem... O machucado dele era no torso, como se tivesse levado um grande corte? – Jimmi perguntou enquanto os três observavam as respostas.

— Sim. – Tany respondeu e os dois concordaram.

— Ele tinha o cabelo um pouco longo? – Anna perguntou.

— Possuía.

— Em algum momento ele sorriu de algum jeito? Qualquer jeito? – Hachiblade perguntou em seguida.

— Não. Nenhum.

— Sem dúvidas. É o Jon. – Hachiblade falou em voz baixa para os dois.

— Jon não faria algo assim. – Anna observou.

— Ou ele enlouqueceu depois da queda. Ou esses três estão tentando nos usar. – Disse o Jimmi.

— Acho que tenho uma idéia. – Hachiblade sorriu ao dizer isso.

— E aí? Vão nos ajudar? – Tany perguntou.

— Acho que precisamos fazer a coisa certa. – Disse o Jimmi enquanto os três se aproximavam de Tany e seus companheiros.

Jon e Kazumi estavam jantando, quando de repente alguém bateu a porta. Kazumi se levantou e atendeu, vendo Jimmi, Anna e Hachiblade do outro lado da porta.

— Com licença moça. Estamos procurando um amigo nosso. – Disse o Hachiblade sorrindo. – Ele tem cabelo um pouco longo, provavelmente uma cicatriz no torso e um rosto que expressa uma felicidade que te traz uma maravilhosa depressão.

— Está tudo bem Kazumi. São amigos meus.

Ouvindo isso, Kazumi permitiu os três entrarem.

— Por favor, sentem-se. – Kazumi convidou e os três se sentaram.

— Agradecemos. – Disse a Anna gentilmente.

— Se divertindo? – Hachiblade perguntou sorrindo, olhando para o Jon.

— Me recuperando, se é o que você quer saber. – Jon respondeu. – Kazumi me encontrou no rio e me trouxe para cá.

— E, pelo visto, você já fez amizades. – Hachiblade comentou.

— Vocês conheceram o Tany? – Kazumi perguntou.

— Digamos que eles terão... Problemas de locomoção. – Disse o Hachiblade sorrindo.

Enquanto isso Tany e seus dois companheiros estavam amarrados de costas um para o outro, tentando seguir para alguma direção.

— Como está sua ferida? – Anna perguntou.

— Acho que amanhã já estarei pronto para ir.

— Como assim? – kazumi perguntou surpresa.

— Já estou melhor para seguir viagem.

— Mas você não está em condições de enfrentar qualquer Lâmina. – Jimmi advertiu.

— Principalmente depois do que... Causou esse ferimento. – Hachiblade adicionou.

— Admito que fui muito imprudente. Assuntos particulares me levaram a fazer o que fiz. – Jon respondeu. – Mas pretendo fazer algo sobre isso. E não iremos atrás das 15 Lâminas agora. Antes disso vamos visitar o meu mestre.

— Com que motivo? – Hachiblade perguntou curioso.

— Fiz algo que não devia. Preciso me desculpar a ele, além de rever meu treinamento. – Jon explicou a todos que estavam presentes.

— Jon... Falando sobre o que aconteceu... – Anna começou a falar. – Depois que você caiu, nós achamos que enfrentaríamos aqueles dois e... Quando a Segunda Lâmina nos encarou, eu fiquei...

— Assustada. – Jon completou. – Não conseguia mover as pernas. Não conseguia falar. Apenas suava frio, sem saber o que fazer.

— É. – Anna concordou cabisbaixa.

— Aqueles dois são a Terceira e a Segunda Lâminas. A Terceira, que vocês enfrentaram é o Heavy Arm. Muito mais forte do que vocês pensam. Diferente dos outros, ele não é um maníaco louco por matar, mas quando recebe uma missão, ele a cumpre. – Jon explicou. – O outro é a Segunda Lâmina, que faz jus ao seu nome. O Morte é quem normalmente cuida dos pontos soltos.

— Como assim? – Jimmi perguntou.

— Lembra de quando conversamos com o Slashpunch, que ele contou que um deles estava eliminando quem era próximo das Lâminas derrotadas? – Jon perguntou e Jimmi consentiu. – Não duvido que era ele. Se ele recebe a missão de eliminar alguém, essa pessoa será eliminada.

— Parece até que você já os conheceu. – Hachiblade observou, chamando a atenção de todos para o Jon.

— Isso é uma história para outro dia. – Jon respondeu.

— E onde seu mestre mora? – Jimi perguntou.

— Em Onixbell.

— Pelo que sei serão cinco dias de viagem daqui até lá. – Anna observou.

— Amanhã vamos até lá. – Disse o Jon e, em seguida, viu que Kazumi parecia preocupada.

— Não se preocupe. Eu já estou melhor. Além disso, tentarei não me esforçar muito. – Disse o Jon para Kazumi, que sorriu de forma confiante.

No dia seguinte, os quatro estavam se preparando para sair.

— Tem certeza de que você ficará bem? – Kazumi perguntou ao Jon.

— Não se preocupe. Tentarei não me esforçar muito, até que me recupere. – Jon respondeu.

— Vou te ver de novo?

— Sabe... Esse lugar é bem calmo, tranquilo e muito relaxante. Em breve posso resolver visitar aqui de novo.

— Quando você voltar, quero te ver sorrindo. Certo?

— Apenas preciso terminar de resolver alguns assuntos.

— Certo. Te vejo depois disso. – Disse a kazumi sorrindo.

Jon concordou e em seguida os quatro seguiram viagem novamente, dessa vez em direção a Onixbell.

Notas finais
Até o próximo capítulo. Onde conheceremos mais sobre o passado do Jon.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.