13 Going On 30
17 Capítulo 17 - Os conselhos de Susan
Notas iniciais
* Iria postar amanha , mas, como estou de aniversario, resolvi postar hoje;
* Boa noite e boa leitura.
* Por favor, preciso saber o que vocês estão achando da fanfiction...Então, por favor comentem...Beijão.
A mulher loira olhou mais uma vez para o radio relógio que se instalava – se no seu criado mudo, e no mesmo marcava 04h37min da manhã. Muito cedo. Ou Muito tarde. Tudo dependia do ponto de vista. Brittany não sabia se o tempo estava realmente frio ou se somente ela se sentia assim por dentro.
Depois de uma longa noite em claro, Brittany decidiu que assim que os primeiro raios solares atingissem o céu de Nova Iorque, ela iria começar a reparar seus erros. Um por Um. E por ordem de importância, Brittany decidiu que seus pais seriam os primeiros da lista.
**
Nova Iorque ainda dormia, quando Brittany resolveu levantar, banhar, preparar uma pequena mala, comer alguma coisa e sair do apartamento a procura de um taxi. O mesmo não demorou a surgir. E Brittany sorriu agradecida, de morar em uma cidade tão ativa.
******
Em questão de poucos minutos Brittany estava na frente da estação de trem da cidade. Se encaminhando para os balcões a fim de adquirir seu bilhete.
__Bom dia. Gostaria de um bilhete para Lima, Ohio. – Brittany pediu. – Aqui esta o dinheiro. – Brittany deu uma quantia que ela estimava ser o preço da passagem.
__Bom dia. Só um instante. – A recepcionista bocejou. – Pronto, aqui está seu bilhete. – A recepcionista entregou para Brittany. – E aqui esta seu troco. – A mulher entregou seu troco. – Boa viagem.
_Obrigado, e bom trabalho para senhora. – Brittany agradeceu e se dirigiu ao trem.
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O trem começou a se movimentar devagar. E Brittany soltou um suspiro angustiado. Ela não sabia o estava por vim. E nem as proporções dos estragos que ela fez aos seus pais. Mas, baseando – se em tudo que viveu desde a mudança de idade, ela pode afirmar que foram profundos. E ainda imersa nesses pensamentos, Brittany sentiu as pálpebras pesarem. Sentiu seus corpo sendo ninado pelos movimentos do trem. E tudo somado a várias noite mal dormidas.Logo ela adormeceu.
***
Brittany acordou assustada. O trem já havia parado, e as pessoas se dirigiam a saída. A loira coçou um pouco os olhos e olhou em direção a janela. E viu que já havia amanhecido. E que mesmo com um sol brilhante lá no céu, não sentia calor, já que ventava um pouco. Brittany esperou o amontoado de pessoas se dissiparem, até pegar sua mala e se dirigir a saída.
E ao tocar os pés em Lima, sentiu certo conforto. Sentiu que pelo menos naquela cidade, ela sabia por onde se dirigir, e não precisaria contar com as migalhas ou ter que descobrir sempre novos caminhos ou alguma novidade sobre sua vida, toda vez que quisesse fazer algo. Ali em Lima, ela se sentia em casa.
***
Depois de pagar o taxi, que lhe levou até a porta da casa de seus pais. Brittany ficou um tempo admirando aquela fachada. E foi inevitável não se lembrar dos momentos felizes que passou ali. Momentos no qual, estavam tão recentes na sua mente.
Brittany suspirou pesadamente e se dirigiu a entrada da casa, mais ao tocar a campainha diversas vezes, se recordou do recado de seus pais que dizia que os mesmos estavam em um cruzeiro.
_Droga, e agora o que eu faço?! – Brittany pensou. E depois de vários minutos pensando em uma saída adequada para o problema, Brittany se recordou que seus pais guardavam sempre uma chave reserva, no vaso de flores, que se encontrava a direita do seu corpo.
_ Será se eles ainda guardam a chave extra dentro do vaso? – Brittany se perguntou, e encaminhou — se para o objeto, e depois de vasculhar varias vezes aquela terra, sorriu vitoriosa, ao encontrar o pedaço de metal.
_ É, tem coisas que realmente não mudam. – Brittany pensou assim que colocou a chave na porta e abriu a casa.
***
O papel de parede da casa tinha mudado. E aquele ar de lar, que ela conhecia tinha se dissipado. Por um breve momento ela achou que tinha entrado na casa errada, mas, descartou essa hipótese ao ver fotos velhas e recentes de seus pais na mesinha. Subiu as escadas lentamente, tentando gravar e ao mesmo tempo reconhecer aquele ambiente. Mas, parecia tudo mudado. Abriu a porta do quarto lentamente, mas, o que viu lá, não lhe deu o conforto suplicado. Seu quarto tinha virado um grande deposito.
Ainda em choque Brittany, continua sua jornada. Passou pela cozinha, pela sala. E por fim chegou ao porão. Deu uma breve olhada naquele lugar que na sua mente tinha lhe dado o melhor e pior momento de sua vida. E depois com uma breve hesitação, Brittany abre a porta do armário. Que coincidentemente parece ser a única coisa familiar naquela casa. Ela entra, senta – se e começa a bater as costas contra as prateleiras. Gesto no qual sempre se repetia, ao estar angustiada.
***
Susan e Peter acabaram de chegar a casa. A viagem tinha sido incrível, mas, devido à idade, eles ficaram muitos cansados. Abriram à porta de casa, exaustos. Só queriam um tempo para relaxar. Mas, ao cruzar o hall de entrada viram uma mala. E antes que pudessem raciocinar, a quem pertencia aquele objeto, ouviram um barulho vindo do porão. E logo Peter, se armou com um taco de baseball, e se dirigiu ao seu porão com Susan logo atrás.
Eles estavam esperando encontrar um ladrão, um bicho ou algo pior. Desceram a escada lentamente. Calculando os passos. Estudaram o local e observaram que o barulho era pertencente ao armário. Então Peter segurou firme sua arma e abriu a porta lentamente. Encontrando lá dentro uma Brittany chorosa. Toda encolhida.
_Papai. – Brittany gritou antes de se jogar nos braços do homem mais velho e se enterrar no seu pescoço.
_Meu Deus, B. – Peter ainda estava surpreso com o que via. – O que você estava fazendo sozinha neste armário? – Peter perguntou preocupado.
_Querida... – Susan falou abraçando se juntando ao abraço.
_Eu senti tanto a falta de vocês. – Brittany falou se aconchegando mais no colo de seus pais.
***
Brittany sabia que seus pais precisavam de uma explicação, mas algo os impedia de iniciarem a conversa e ela não sabia realmente como começar tudo aquilo. Brittany observou as rugas acentuadas no rosto dos dois. Todos estavam na sala. Peter e Susan observavam sua filha em silêncio. E Brittany os observa com a cabeça quase baixa. E depois de vários minutos de olhares duelando, Brittany decidiu que seria a melhor hora.
_Mamãe e papai, eu não sei como dizer isso, mas... Nem como iniciar essa conversa com vocês... – Briitany disse chorosa. –Sei que machuquei vocês demais. Mas, queria que vocês me desculpassem. – Brittany suspirou e limpou uma lágrima. – Eu fui uma verdadeira idiota. E lhes feri em proporções incalculáveis. – Brittany falou chorando e viu que seus pais estavam emocionados. — E nada que eu diga agora, vai mudar o que passou, mas, gostaria de saber se vocês me dão uma chance de me redimir?! – Brittany falou, e abaixou a cabeça, chorando alto. Ela não conseguia fitar o olhar triste de seus pais. Ela não conseguia imaginar que os decepcionou tanto. Ela esta com a cabeça apoiada nas mãos chorando, que nem notou que seus pais tinham se levantado e cada um tinha sentado do seu lado.
_Você terá as chances que precisar. – Peter falou passando a mão nas costas de Brittany. – Você nunca deixou de ser minha garotinha.
_Nós te perdoamos minha filha. – Susan fala limpando as lágrimas de Brittany. – Nós amamos você.
_Eu também amo muito vocês. – Brittany falou antes de ser abraçada pelos dois.
***
Já estava tarde quando todos foram dormir. Susan e Peter estavam muito alegres e aliviados com a atitude da filha. Parecia que no fundo daquela mulher ainda se encontrava aquela menina fofa no qual foi desaparecendo com o tempo.
La fora caia uma chuva forte. Que a principio todos achavam que seria apenas um chuvisco, mas, se transformou em uma grande tempestade cheia de trovões. E Brittany que estava acomodada na sala, já que seu quarto servia de deposito. Tentava dormir, mas, não conseguia. Aqueles trovões lhe assustavam muito. E vendo que aquilo não iria acabar tão cedo, pegou seu travesseiro e seu cobertor e migrou para o quarto de seus pais. Abriu a porta lentamente e caminhou até a cama, se deitando ao lado de sua mãe.
Susan, a princípio se assustou com aquele peso extra na sua cama, mas, ao abrir os olhos encontrou sua Brittany lhe fitando assustada, e a cada trovão, se encolhia. E diante aquela reação, Susan não conseguiu evitar um pequeno sorriso.
Minha garotinha esta de volta. – Susan pensava, ao passar os dedos no cabelo de Brittany, lhe fazendo um cafuné. E tentado lhe acalmar, passando proteção através do carinho.
E aquela chuva lá fora, não serviu apenas para refrescar a noite. Aquela chuva lavava todos os sentimentos ruins daquela família e abria novas possibilidades. E velando o sono de Brittany, Susan dormiu.
******
Na manhã seguinte Brittany acordou, e se sentiu relaxada. Desde aqueles acontecimentos todos de mudar de idade repentinamente, ela não dormia tão bem. Levantou-se e migrou para cozinha, onde encontrou sua mãe fazendo panquecas. Aproximou-se e disse.
_Bom dia mamãe. – Brittany fala e surpreendi Susan com um beijo na bochecha.
_Bom dia meu Bebe. – Susan fala, e espera logo a reclamação, por ter lhe chamado assim, mas essa não veio. Brittany apenas sorriu. – Sente que já lhe sirvo.
_Aonde esta o papai? – Brittany falou olhando para os lados a procura de Peter.
_Ele foi fazer algumas compras. – Susan fala servindo Brittany. E lhe observando abocanhar a comida sem receio.
_Isso está muito bom. – Brittany fala com a boca cheia. – Muito bom mesmo. – Brittany devorava seu prato e sua mãe apenas sorria. Até que ela terminou esta remessa. E quando Susan estava se preparando para ir fazer mais panquecas, Brittany lhe impediu.
_Mãe? – Brittany chamou.
_Oi – Susan falou olhando para Brittany.
_Você já desejou voltar no tempo? – Brittany perguntou e Susan lhe deu um sorriso antes de responder. – Para outra época?
_Eu não ligaria em perde algumas rugas. – Susan fala se servindo. E Brittany deu meio sorriso.
_E se a senhora tivesse uma chance de mudar algo na sua vida, o que seria? – Brittany pergunta triste e Susan pensa um pouco e diz.
_Nada.
_Nada? – Brittany pergunta meio confusa.
_Sim. Nada. – Susan responde com firmeza.
_E se a senhora tivesse cometido um grande erro? – Brittany perguntou baixo. – Um erro tão grande, que poderia ter mudado sua vida para sempre? – Brittany perguntou com os olhos cheios de lágrimas. – O que a senhora faria?
_Bem. – Susan pensou um pouco. – Olha Britt, eu sei que cometi muitos erros, mas, não me arrependo de ter cometido nenhum deles.
_Porque não? – Brittany perguntou meio curiosa e meio triste.
_Porque se não tivesse os cometido, não teria aprendido a fazer as coisas certas. – Susan falou calma.
_E se o que fiz, não tiver mais conserto? – Brittany.
_Tudo nesta vida tem conserto, B. – Susan.
_Eu acho que para isso não tem não, mamãe. – Brittany fala limpando uma lágrima.
_Então, que tal você me contar o que você quer consertar. E eu posso ver se posso lhe ajudar. – Susan se aproxima mais da filha. E Brittany da um suspiro.
_Eu amo uma pessoa. – Brittany fala. – Mas, ela não pode ficar comigo.
_Por que não? – Susan pergunta acariciando os cabelos da filha.
_Porque ela esta noiva. – Brittany fala triste. Dizer aquelas palavras fazia seu interior revirar.
_Ela? – Susan pergunta meio surpresa.
_Sim, mãe. – Brittany suspirou e deixou as lágrimas rolarem no rosto. – Eu amo uma mulher. Desculpe-me por lhe decepcionar. – Brittany falou e escondeu sua face entre as mãos e depois de um curto silêncio. Susan se pronunciou.
_Você nunca me decepcionou ao ser você mesma. – Susan falou calmamente.
_Então a senhora não vai surtar, porque amo uma mulher? – Brittany perguntou confusa com a reação de sua mãe.
_Não. Isso nunca seria o real problema. – Susan suspirou. — Como disse. Prefiro você sendo você mesma, a ser uma marionete.
_Marionete? – Brittany perguntou confusa.
_Sim, você passou a vida quase toda preocupada com que os outros achavam de você. Sempre se preocupou em ser a melhor. Mas, isso nunca foi para seu bem e sim para mostrar para os outros. Você queria fazer faculdade de dança, mas, suas amigas fizeram de jornalismo e você fez igual. Você abriu a mão de muita coisa para esta no topo. Você se afastou de quem amava e se moldou de acordo com os desejos alheios. Então, eu não me importo se você ame uma mulher, um homem ou um cachorro. O que me importa realmente é que você esteja bem. Seguindo seus quereres. – Susan falou com a voz meio embargada.
_Me desculpe mãe. – Brittany se jogou nos braços da loira mais velha. – Me desculpe por não está aqui quando precisou. Desculpe-me por não ser a melhor filha. Desculpe-me por não lhe ligar sempre. E me desculpe por não ter vindo no natal passado. – Brittany pedia abraçada a sua mãe chorando. – Me perdoe por lhe machucar tanto.
_Tudo bem, filha. – Susan falava passando a mão nos cabelo de Brittany lhe acalmando. – Esta tudo bem agora. Se acalme. – Susan repetiu o processo, até ver que Brittany tinha se acalmado. – Esta tudo bem filha. Eu sempre soube. – Susan falou se referindo a sexualidade Brittany. – E também sempre soube que um dia aquela Brittany má iria desaparecer. – Susan falou olhando nós olhos Brittany. – E agora, vamos parar de choro, que eu quero saber mais sobre minha futura nora. Quem é ela?Qual seu nome?Quando eu vou conhecer – lá? – Susan fala sorrindo e logo ganha um belo sorriso de Brittany.
_Você já a conhece. – Brittany.
_Conheço? – Susan fala surpresa. – Quem é ela? – Susan fala pensando. – Não em diga que é aquela mal – criada da Fabray?! – Susan pergunta indignada.
_Não. – Brittany falou rapidamente. – É a Santy, mãe. – Brittany deu um suspiro.
_Santy? – Susan se perguntava. – Santana?Santana Lopez?Filha dos Lopez aqui do lado. – Susan perguntou.
_Sim. – Brittany falou. – Ela mesma.
_Eu sempre desconfiei que vocês se amavam. Dava para ver através da maneira em que vocês se olhavam. E posso garantir que era recíproco. Mas, só tive a certeza realmente , quando encontrei um caixa de sapatos cheia de cartas , fotos e pedidos de desculpas que você guardava e que por algum motivo, nunca a lhe entregou. – Susan falou sorrindo com expressão de surpresa de sua filha.
_Caixa? – Brittany perguntou.
_Sim, estava escondida num canto de seu guarda roupa. Mexi lá depois que você disse para eu doar ou jogar fora todas as suas coisas, já você não tinha nenhuma intenção de pisar mais nos solos de uma cidade “medíocre” como Lima. – Susan falou fazendo aspas no ar.
_Eu falei isso?!- Brittany perguntar surpresa.
_Sim, você disse. Mas, isso ficou no passado. Ok? – Susan
_Ok. – Brittany ficou um pouco em silêncio. – Ei mamãe, a senhora jogou fora tudo? – Brittany queria perguntar somente da caixa, mas, teve receio.
_Eu não joguei a caixa fora. – Susan falou. – Você a quer de volta?
_Sim. A senhora sabe onde ela esta? – B
_Sim, eu sei. – Susan se levanta. – Volto em já. – Susan sai da cozinha e depois uns dez minutos ela chega com uma caixa de sapato, coberta de um papel cheio de corações e unicórneos. – Está aqui. – Susan coloca a caixa encima da mesa, e Brittany fica fitando o objeto. Ela não tinha coragem de abrir. – Você quer que eu abra? – Susan pediu e Brittany assentiu.
Dentro da caixa tinha varias fotos de Brittany e Santana juntas. Varias cartas, bilhetes e um diário cujo paginas já estavam amarelados devido ao tempo.
***
_Hoje o dia foi horrível para mim. Tive que jogar a ultima raspadinha em Santana. E aquilo me rasgou por dentro.... Perdoa-me Santy!
***
_Fui indicada a Rainha do Baile hoje. Estou muito confiante. Vou desfilar do lado de Puck. Mas, algo não me completa. Queria mesmo que Santana entrasse comigo.
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_Não consigo parar de chorar. Meus pais já bateram na porta do meu quarto varias vezes, mas, apenas os ignorei. Estou farta disso tudo. Sinto falta da Santana. Ela com certeza iria entender — me.
***
_Hoje as seis gatas desafiaram os losers para jogar queimada. Mas, nada saiu como planejado. Tive que insultar todos, mas, minhas amigas disseram que para eu continuar no topo, teria que humilhar publicamente Santana mais uma vez. Dizer a ela que perdedores tem ficar na poeira dos populares. Eu lhe xinguei muito, revelei em forma de deboche que ela era uma esquisita. Mas, me arrependi em seguida, quando vi fúria nos seus olhos. Mesmo depois de tanta humilhação, ela nunca tinha me olhado daquele jeito. Aquilo me abalou, mas, não poderia demonstrar. Então continuei meus insultos, até ela mirar a bola para mim, que por sorte, a Quinn entrou no meio, e quebrou seu nariz.
Hoje tive a certeza de que perdi Santana para sempre.
***
_Ultimo dia de aula. Foi uma festa. Encontrei Santana no banheiro, mas, ela me ignorou totalmente.
***
_Cheguei a Lima, esta manhã.. Queria mudar tudo. Senti saudades de Santana. Não a via há quase dois anos. Saí do meu quarto, disposta a falar com meus pais. Mas, escutei uma conversa da minha mãe com a Dona Maribel, Ela estava dizendo que Santana estava namorando uma menina da faculdade. E que nestas férias não iria voltar para Lima. Já que sua avó não aceitava bem o relacionamento.
***
Meu coração dói demais. Eu a perdi. Então, estou me despedindo de Lima para sempre. Vou deixar tudo para trás. E seguir o destino que escolhi. Meus pais estão me enchendo o saco. Não aguento mais essa cidade medíocre. Tenho raiva disso tudo. Vou voltar para o dormitório. Adeus Lima.
Brittany lia de modo aleatório seu diário. Até que chegou a ultima pagina. E começou a ler as cartas. Todas sem fim..
_Meu Deus, eu sempre a amei. – Brittany falou chorando.
_Sim, filha. Amou até mesmo sem saber que amava. – Susan.
_E eu a perdi. – Brittany chorava muito.
_B, um grande amor nãos e acaba assim. – Susan falava. – Eu tenho certeza que alguma coisa restou no coração de Santana. E esta apenas lhe esperando a fazer a coisa certa. – Susan. – Talvez essa seja sua ultima chance.
_Mãe... Eu não posso fazer isso com A Santy. Por mais que eu a ame. Eu não acho justo lhe magoar de novo. – Brittany.
_Eu não penso por esse lado, minha filha. Se ela deixou você entrar na vida dela de novo. As magoas talvez já estejam mais curadas. – Susan.
-_Mas, eu não sei como fazer... – Brittany.
_Sigo seu coração e lembre – se. “O amor é uma campo de batalhas.” — Susan falou séria. — Lute por ele. Reconquiste-lhe. Prove que você mudou. Do mesmo jeito que você provou que mudou para gente. –Susan Le levantou e estendeu a mal para Brittany. — Agora, vá se arrumar. E volte para aquela cidade de louco, em que você vive.
_Mas... – Brittany hesitou já de pé.
_Sem, mas Britt. Não me desobedeça. – Susan lhe cortou séria.
_Mas, eu vim passar um tempo com vocês. Não é justo sair assim. – Brittany.
_Nós entendemos. Agora vá. – Susan.
_Eu amo muito a senhora. Obrigada. – Brittany da um beijo na bochecha de Susan e sai correndo em direção ao quarto dos pais.
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