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– Soldada Swan, por favor, não a forçe demais. Seus sinais vitais da última sessão estavam tão baixos que ela podia ter morrido ali mesmo. Lembre que ela nao é Completa.
– Ok. Entendido, Coronel Jair.
– Bem, bem, bem... Que tal, então, você ir me buscar um cafezinho, hein Swan?
– Sem café pra você Sarah.
– Nossa! Esse é o respeito dos jovens pelos idosos agora?
– Me desculpe, Senhorita Grey.
– Melhor, muito melhor.
– Podemos continuar agora? Quando se sentir cansada, fale, para que possamos encerrar o interrogatório pelo dia.
– Ok. Bem, ele não estava no bar. Eu fiquei com medo de algo ter acontecido então no dia seguinte, não fui ao trabalho e fiquei no bar o esperando, até ser umas 7 da noite e ter que ir buscar Tessia na creche. Voltando, quando me aproximei da minha casa, vi que ele estava sentado no degrau na frente da porta. Ao observar ele, vi que estava todo machucado e com varios tiros no braço e nas costelas. Mas seu olhar de indiferença era o mesmo. Chegava a ser assustador. Quando perguntei o que havia acontecido, ele me disse que fora visitar a família. Depois disso, decidi o criar em casa. Deixei a escola e arranjei um emprego fixo e o mandei para a escola. Ele nao conseguia acompanhar os alunos na escola, então tive que pegar alguns livros de bibliotecas e comprar outros e o ensinar em casa. Ele aprendeu rápido a ler e a escrever, e começou a se dar bem nas matérias mais dificeis da escola, e até pulou 3 anos, e isso em apenas 6 meses! Foi quando percebi que ele era diferente.
– Percebeu que ele era diferente? Em que sentido?
– No sentido de ser incrível. Tudo o que ele fazia, bastava explicar apenas uma vez para ele que ele entendia. Loui era Perfeito. Depois de um ano passado que Loui ficou conosco, minha mãe fugiu, me deixando sozinha com Tessia e Loui. Foi difícil demais, mas conseguimos viver bem por um tempo. Quando chegou o aniversário de 3 anos de Tessia, as coisas mudaram...
– Sennorita Grey? A senho... AI MEU DEUS! GUARDAS! AJUDA! AJU....
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