- My Bloody......
2 Capítulo 2
Notas iniciais
E também a música Matryoshka Das divas Miku Hatsune e Gumi Megpoid.
Agosto.
Setembro.
Outubro.
Minha vida mudou — para pior. — minha mãe faleceu á três meses, não consigo mais viver nesta casa, os pesadelos me assolam e os pontos de interrogação pairam sobre a minha cabeça a cada dia mais.
O jeito sou eu me mudar, eu já convenci o meu pai sobre nós nos mudarmos, meu pai vendeu a casa — coisa que eu quase o obriguei a fazer. Neste o final de semana vamos para Konoha um lugar sem graça onde eu passava as minhas piores férias.
Sempre é um lugar muito úmido ou muito seco, muitas vezes só chove, uma vez estava muito calor eu me decidi de saí de casa, fui ao shopping é fiz umas compras — na verdade fiz tantas que fiquei cheia sacolas. — assim que eu botei o pé para fora do shopping começou a chover e eu estava sem guarda chuva. Eu fiquei toda encharcada e a condução demorou a chegar, foi horrível quando eu cheguei em casa eu percebi que tinha perdido a chave e o meu pai tinha saído para assinar a papelada do enterro minha mãe, eu fiquei do lado de fora por horas me tremendo muito de frio por que a temperatura tinha caído .
Ás minhas malas já estavam no carro, o meu pai estava me berrando para ir logo, eu não estava me arrumando eu estava me despedindo dos pesadelos — só dos pesadelos pois as perguntas não elas ainda estavam na minha cabeça.
No carro eu ia passar o dia inteiro, pois Konoha e longe de Tóquio, mesmo que o meu pai vá a duzentos por hora ia demorar umas duas horas, eu peguei meu mp4 e comecei a escutar as minhas músicas (n/s: a música Smile da Avril lavigne.).
Eu sábia a tradução da música sábia que um sorriso e bom. Eu sou quieta fico sempre na minha e nunca fiz nada de errado nunca fui louca e nem vadia então a música não tem nada a ver comigo nem em sonho.
– Pai? Será que eu vou fazer amigos? — eu disse com um meio sorriso no rosto.
– Oi! Tudo bem de a gente ir para Konoha?- ele disse prestando a atenção na pista.
– Não mude de assunto. — eu rebati
– Eu não sei. — ele disse ainda com a atenção ainda na pista.
– Obrigado por se importar. — eu disse com um bico no rosto.
Eu adormeci no caminho pareceu segundo só o tempo de eu fechar os olhos e suspirar.
– Sakura! Acorda! — eu ouvi uma voz que logo que reconheci que era meu pai
– Já chegamos? — eu disse com a voz sonolenta e meio rouca.
– Sim. — ele assentiu
Eu me levantei do banco do carro, senti uma dor passar pelas minhas costas, me espreguicei e tirei o fone dos ouvidos que já estava silenciado pelo que parece a um bom tempo.
Olhei para frente e avistei uma casa pintada de branco na frente, a casa e meio pequena, eu não me importo com o tamanho só que eu tenho uma casa para morar. Eu adentrei a casa e subi as escadas de madeira que rangiam a cada andar que eu dava sobre ela.
Eu entrei no meu quarto, este que estava pintado de verde musgo coisa que eu não me importei a minha cama perto da janela, com um criado mudo ao lado da cama com um abajur em cima dele, vi o banheiro e me direcionei a este, eu tomei uma ducha rápida, eu peguei um pijama de flanela e o vesti e fui me deitar peguei meu mp4 no meu criado mudo e comecei a escutar música denovo.
Meu pai resolveu me colocar num colégio interno chamado Institute Única vida, até que ele talvez não seja tão mal vou visitar no final de semana o que vai contecer uma festa, com as regras rigidas não podemos namorar, abraçar um menino ou dar um beijo na bochecha um menino — o que não está nos meus planos.
Eu me levantei, o meu lençou estava no chão que fez com que eu caise feio no chão.
– Droga! — eu gemi essa palavra com a voz um pouco auterada.
Eu começei o dia bem, caindo bem feio no dia que eu vou a uma festa na minha escola nova. Eu tirei o pijama que estava cobrindo o joelho que eu tinha batido, como eu sou meio palída e o meu joelho estava avermelhado. Eu me apoiei na cama e me levantei com uma ótima animação, imagine com o meu dia será.
Já era seis da tarde, e a festa iria começar ás sete e meia eu tinha quase acabado de me arrumar, eu estava com uma meia calça parecida com uma rede da cor preta,com uma blusa de manga listrada, e com um short jeans e uma bota também da cor preta.
Eu desci e fui para a sala para falar com o meu pai que eu já ia sair.
– Já vai?! — ele me questionou arqueando uma sombrancelha.
– Sim. — eu disse arrumando o meu cabelo
– Mas só são seis e meia! — ele continuou a me questionar.
– Eu ainda tenho que pegar um táxi que já esta chegando. — eu falei observando a janela
Eu ia pegar um táxi porque eu não queria que o meu pai me levase, asssim que ele chegasse no colégio ia fezer várias críticas, o geito que os jovens estão se vestindo, o geito que eles dançam e entre outras.
– Então tá. — ele disse cabisbaixo.
– Se você quiser eu fico mais um pouco. — falei tentando o animar
– Não precisa. -
– Vou esperar mais um pouco. -
Eu me encostei no sofá e fechei os olhos, eu ainda não tinha digerido o acontecimentos, tudo estava muito difícil de engolir, imagine de digeri.
Eu escutei uma buzina — com certeza era do táxi. — me levantei calmamente até que eu olhei o relógio eram sete e vinte e cinco eu tinha cinco minutos para chegar — coisa muito impossível. — eu entrei as pressas no táxi, o motorista tinha de ser rápido, eu entrei no táxi e me sentei e fechei a porta.
Ao chegar na escola vi uns prédios bem grandes,o total era três um colado com o outro pintados de branco com janelas bem grandes e também tinha mais três prédios atrás deve ser os dormitorios. Adentei a escola rápidamente a música soava bem alto era Rock não um rock qualquer um rock pesado sem sentido — pelo menos as partes que eu entendia.Meu inglês não é muito bom matava a maioria das aulas de inglês pois o professor era um tarado que já avia tantado me agarrar. — E os alunos dançavam normalmente como se fosse uma música normal e não era só isso fora do normal os alunos eram misteriosos uns me olhavam torto outros esbarravam em mim a fingiam que nem viam o tema era o mais estranho tinha neblina que incomodava os olhos nem dava pra ver a decoração só vi que tinha algumas teias de aranhas pois já havia me enrroscado em várias.
Dei uns passos rápidos e acabo de perde o equilibrio e quase caio em cima de uma garota, me senti uma gálatina já devia ter me acostumado com a minha agilidade de lesma. Ela se virou, ela era bem bonita os seus cabelos eram roxos e encaracolados até os pés, os olhos eram vermelhos, não de raiva pois o seu rosto estava bem tranquilo... Tranquilo demais pro meu gosto.
– Yo!!! — Ela falou com um sorriso assustador.
– Oi. — respondi.
– Você é nova aluna? — questionou ela
– Sim. — Respondi.
– Prazer meu nome e Nikki. — ela me estandeu a mão.
– Prazer Sakura. — Eu apertei a mão dela com suavidade. Ela me olhava como se eu fosse um bicho,um bicho tímido e medroso.
- Sakura.... Sakura do que? — Me assustei com aquela pergunta, pois eu não gosto de falaro meu nome todo.
- Sakura... Sakura Haruno. — Soltou minha mão bruscamente e aí a música aumentou e começou a tocar uma música mais estranha e sem sentido.
(N/S: http://www.youtube.com/watch?v=_JGaQ3g8WU4&feature=g-vrec)
" 1-2-3-4
Uma mensagem que eu pensei muito muito sobre
Talvez ele vai chegar à alguém, quem pode dizer?
Certamente eu sempre fui assim,
A remendada, louca matryoshka
Dor de cabeça é um pacote que cantar para mim
Tempo continua passando, mas ele ainda diz 04:00
Não diga a ninguém
O mundo vai virar de cabeça para baixo
Ah, eu me sinto despedaçando
Jogue fora todas as suas memórias, também
Ah, como eu quero saber,
Para fundo abaixo ... "
Logo após ela começou a andar e derepente parou e me deu um puxo forte me deixando centimetros dela, logo me desesperei de novo pensei o pior.
Ela levantou a mão fechei os olhos com medo.
" Ei, por favor,
dance mais um pouco
Kalinka? Malinka?
tire a corda do arco
O que devo fazer com esse sentimento?
Você pode me ensinar um pouco? A
Alto e claro 524
Freud? Quelóide?
Bata a tecla
Todos riem por completo
Rapidamente, a dança loucamente
Bater palmas, não é totalmente infantil,
A essa melodia louca, olhe
Eu não me importo de qualquer maneira
O mundo está derretendo
Nós estamos indo de encontro? Encontro?
Ah, é suspensa aventura?
Com um andar torto 1,2,1,2
Ah, é nauseante
Me pare por completo
Ah, com ambas as mãos
Me pare."
Senti dedos frios comprimir os meus lábios depois apertando as minhas bochechas fortemente e depois alisou os meus cabelos, tomei coragem e abri os olhos ela estava séria ela segurou o meu rosto e me olhou nos olhos.
" Ei,
escute é importante
Kalinka? Malinka?
belisque o seu rosto
Mas, mas você pode suportar?
Quer fazer outra coisa?
Ai, ai, ei agora não chore
Parade? Marade?
Bata mais
Esperar o que é esperar, esperar
Antes que nós fiquemos sozinhos."
Ela havia percebido o meu medo, e também, não tenho certeza, parece que ela olhou a minha alma e o meu passado.
Eu estava paralisada.
Ela segurou a minha mão fortemente e saiu correndo em direção á escada quase caí no meio disso tudo.
Tinha uma parede a frente meu coração acelerou quase infartei e senti a parede gelada. Ela avia me jogado.
- Gostei de você Sakura Haruno.
- Que bom. — Falei sem me senti, minha cabeça estava doendo e não raciocinava direito com essa eu posso ficar louca de uma vez.
- Tenho que te apresentar para uma pessoa. — Ela me levantou do chão me deixando cara a cara com ela. Ela aproximou o seu rosto do meu e sussurou.
- Só lhe digo uma coisa, depois de hoje vocÊ nunca mais vai ser a mesma. — Ela falou e riu Maleficamente.
" Nós estamos indo de encontro?
Encontro?
Ah, é suspensa aventura?
Com um andar torto 1,2,1,2
Embriagar-se,
cantar até amanhã,
olhe!
Uma louca remendada matryoshka
Ei, por favor, dance mais um pouco
Kalinka? Malinka?
tire a corda do arco
O que devo fazer com esse sentimento?
Você pode me ensinar um pouco?
Alto e claro 524
Freud? Quelóide?
Bata a tecla
Todos riem por completo
Rapidamente, a dança loucamente
Beijo Beijo "
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