Notas iniciais

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Em, acordou em um beco escuro, com uma terrível dor de cabeça, seu pé também estava doendo, sua visão estava meio borrada por isso resolveu manter os olhos fechados. Ela escutava um leve barulho de chuva, e também sentia cheiro de corpos entrando em decomposição. Ela se forçou a abrir os olhos, estava tão cansada, mas dessa vez ela enxergou, uma garota de mais ou menos 17 anos á olhava,estava sentada e agarrada aos seus joelhos. Ela resmungava. Em não conseguia entender o que ela dizia até que ela elevou sua voz.

-DOR! Faça parar... Faça... Faça... –Sua voz voltou á ser apenas um sussurro, uma voz rouca, á dela.

-O que disse? -Em olhou para a garota, oh deus como ela estava confusa.

-A dor... –Sussurrava a menina. –Está me consumindo, sim, está... –Ela á olhou como se finalmente percebesse que Em tinha acordado. -Vejo que finalmente acordou... Achei que estivesse morta... –Por um momento ela parecia normal. –Está dormindo á... 5, não, 3, sim, sim... 3 dias dormindo. –A voz dela era rouca e ela se balançava como um doido.

-Seu nome,qual é?

-Catharina Donn... Essa dor... Arg. –Ela achou que tivesse visto um pouco de lucidez no que Catherine falava, estava enganada. Pois a garota voltou á gritar feito uma louca novamente.

-Que dor é essa que você tanto fala? Sabe onde estamos?

-A dor faz parte da transformação, e você, está no centro de Manhattan, do lado de uma Mordukent. Se eu fosse você, não ficaria muito perto. Eles mordem... E eu lhe aviso,não é legal quando eles te mordem você fica mais louco que um drogado. Me chamo Troy Yangblood. Você é? –Catharina continuava á resmungar sobre sua dor. Troy me olhava desconfiado. Ele era lindo, cabelos negros e olhos amarelos um tanto musculoso...

-Poderia parar de me estudar e responder minha pergunta? –Ela se encolheu no escuro esperando que ele não tivesse visto ela ruborizar.

-Meu nome é Emily Dill. O que quer dizer com ela querer me morder e porque estou fora do instituto?

-Por quanto tempo esteve desacordada? E eu não sei por que e nem o que é o “Instituto”. Agora vamos ,você não pode ficar aqui fora, vai acabar morrendo. –Ele estendeu a mão para ela, Em revirou os olhos e ignorou a mão dele ali. E fez um esforço para se levantar, porém se jogou de volta no chão ao sentir uma dor no pé direito.

-Ah merda... Torci meu tornozelo.

-Não tem problema. –Ele a jogou por cima de seu ombro. Ela gritou.

-ME SOLTA SEU BRUTAMONTES! AGORA! –Ele riu.

-Então Emily...

-Em. PELO AMOR DE DEUS ME PONHA NO CHÃO! EU ESTOU DE PONTA CABEÇA. –Ele ignorou.

-Por quanto tempo esteve desacordada?

-Três dias. Agr. ME SOLTA!

-Não sei como sobreviveu... Como sobreviveu?

-COMO PODE ESTAR SE DIVERTINDO COM ISSO?! ARRRG! ME SOLTA!

-Calma aí loirinha... Eu vou te endireitar no meu colo se você parar de me bater.

-Eu paro de te bater se me por no chão.

-Se eu te por no chão você vai cair, então provavelmente vai desmaiar. E então vai voltar pro meu colo. Agora, vai parar de me bater ou não?

-Ok, eu paro. –Então ele á endireitou em seu colo,Em não perdeu tempo e deu uns tapas nele dizendo:

-ISSO-É-PRA-VOCÊ-APRENDER-Á-TRATAR-BEM-UMA-DAMA! –Dando á cada palavra um tapa. Ele riu.

-Como sobreviveu?

-Meu metabolismo não é normal, tenho poderes.

-Ãrran, tá, e eu sou o Batman. –Disse ele rindo do que tinha falado.

-Tudo bem, pense em um número, qualquer número. –Ele olhou para ela,respirou fundo e disse:

-Ok. –O silêncio tomou conta do local.

-Eu disse um número, não uma cor. E é laranja, que á propósito é horrível.

-Isso não é possível...

-EI! EU NÃO SOU ESTRANHA!

-Pare de ler meus pensamentos!

-Pare de pensar em mim! E a propósito, não sou bonita, não hoje...

-Como assim não hoje? –Eles entraram em outro beco. Pessoas mortas pairavam ao chão, pessoas loucas como Catharina olhavam Troy e Em de esguelha. Até que um deles saiu correndo em direção á eles...

-Merda.

Notas finais
É isso aí fiquem curiosos u-u
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.