Última Chance

2 Capítulo 2 - A Festa


Notas iniciais
Oiiiiiie, obrigada por alguns de meus leitores passados continuarem acompanhando minhas fics ;)
Capitulo passado esqueci de colocar a Amy, então vou colocar o link da foto dela aqui mesmo e só para constar nessa fic ela vai ter o cabelo da mesma cor da foto
https://si0.twimg.com/profile_images/3500588323/a81e0759e8034f6aee5c9c7d5e3e1242.jpeg

“Oh, meu amor, me desculpe por todas essas idiotices que cometi...”

Carly, Sam e Amy estavam reunidas na casa da loira, estava se arrumando para o que esperavam a “grande” festa. Já estavam trocadas e de cabelo feito a única coisa que lhes faltava era terminar a maquiagem. Escutavam uma musica alta, e ficavam rindo e as vezes dançando, realmente estavam super animadas.

A esse horário todos se preparavam para a festa de Gibby, ele convidara toda a escola com exceção dos excluídos e nerds, mas em especial Freddie e Brad que havia deixado entrar.

[...]

Oito horas em ponto e Gibby já havia aberto as portas de sua casa para que todos pudessem entrar, aos poucos as pessoas foram chegando e as oito e meia a casa já estava lotada.

A musica tocava alto, sorte que por ali os vizinhos foram viajar e os que ficaram não se importavam com o barulho. Todos estavam dançando loucamente, todos com um copo vodka na mão, nem se importando se estava caindo ou não. Em um canto qualquer da sala Carly, Sam, Amy e Gibby conversavam animadamente.

Gibby: Hey Sam, sabe quando o Freddie vai aparecer.

Sam: Não sei, era para ele estar aqui, já que é sempre tão pontual.

Carly: Talvez eles não quiseram vir, o que seria uma boa, os pouparia de uma vergonha.

Amy: Nem sabe o que estão aprontando.

Carly: Mas sei que coisa boa não vai ser, da mente da Sam só sai coisas ruins.

Sam: Obrigada amiga – fingiu tristeza.

Gibby: Ei, não é seu alvo Sam – apontou para a porta.

Sam: É mesmo, já vou – estava saindo quando sentiu um braço segurar seu ombro. Era Gibby. Ele apontou para Amy.

Amy: Calma tigresa, deixa ele se enturmar primeiro, só fique de olho.

Gibby: Isso se ele não achar ela primeiro né.

Amy: Tem razão.

Carly: Ok, podem me falar o que esta acontecendo?

Amy: Ah qual é Carly, a gente vai fazer a brincadeira com o Freddie.

Carly: Dessa parte eu já sei.

Gibby: Então o que quer saber amor?

Carly: Parece que vocês ficam conversando em códigos para que eu não entenda nada.

Gibby: Isso ai, é coisa da Amy.

Carly: Ah, mas você também fica falando.

Gibby: Está com ciúmes meu amor?

Carly: Claro que não.

Gibby: Então...

Carly: Argh! Vou ficar quieta!

Sam: Carly, pode falar para eles que eu quero fazer isso agora?

Carly: Estou por fora de tudo.

Amy: Poxa Sam, só alguns minutos.

Gibby: Estou achando que a Sam quer aproveitar o momento.

Sam: Eu só quero pegar esse pateta logo.

Amy: Pateta sei – lançou um olhar malicioso para a amiga.

Carly: Quando digo que falam em códigos é desse jeito que ficam.

Amy: Só estou falando que as vezes parece que a Sam gosta do Freddie.

Sam: Claro que não, a única coisa que eu gosto nele é quando posso fazer minhas pegadinhas em paz.

Gibby: Bom, vou deixar que a Amy fique de olho em você, porque eu e a Carly vamos dançar.

Sam: Divirtam-se crianças.

Carly: Claro mamãe – riu e foi junto de Gibby para a pista de dança.

Amy: Tudo bem Sam, eles já foram pode me falar.

Sam: Do que?

Amy: Que você gosta do Freddie.

Sam: Ficou maluca? Deve ter esquecido de tomar seus remédios hoje, eu não gosto dele.

Amy: Ok, já que insiste.

Sam: Quer saber, eu vou dançar um pouco – foi em direção a pista de dança também.

A musica tocava alto e agora na pista de dança parecia ainda mais alto, todos dançavam freneticamente. Alguns estavam pegando suas bebidas. Duas horas já haviam se passado e Sam continuava a dançar se esquecendo completamente de sua brincadeira, a esse ponto todos já estavam meio bêbados e Sam já nem tinha mais noticias de Carly, Amy e Gibby. Quando se cansou resolveu sentar-se um pouco.

Enconstou-se no sofá e sentiu uma mão tocar seu ombro, olhou para trás e viu Freddie, logo que o viu se assustou, lembrando-se do que deveria ter feito. Olhou para os cantos em busca de um de seus amigos, mas nenhum dava sinal de vida.

Freddie: Procurando pelos seus amigos? – sentou-se ao lado dela.

Sam: Sim, eu vim dançar e não sei o que aconteceu com eles.

Freddie: Vi Gibby e Carly saindo daqui e Amy estava conversando com um garoto.

Sam: Ahn... Obrigada.

Freddie: Por nada, quer algo para beber?

Sam: Estou sem sede, obrigada.

Freddie: E para comer?

Sam: Estou bem... Por que está sendo educado comigo?

Freddie: É uma boa pessoa – isso fez Sam se sentir culpada e já estava desistindo de fazer a tal brincadeira – Acho que podemos ser amigos – Ela apenas sorriu, sentiu seu celular vibrando – Pode atender, eu espero – ela saiu.

Sam: Oi?... Já vou fazer... Mas não podemos mudar? Não quero mais fazer isso... Não sou mole, só com dó... Tudo bem, tchau – voltou a se sentar ao lado dele – Era só a Amy.

A pegadinha era simples, Sam iria se declarar para ele ou simplesmente falando iria iludi-lo e depois dar o fora nele na frente de todo mundo, fazendo ele pagar um mico como brinde.

Sam: Podemos conversar?

Freddie: Sobre o que?

Sam: Acho que estou meio que gostando de você.

Freddie: É serio? – um sorriso se formou em seus lábios.

Sam: É – disse insegura.

Freddie: Isso quer dizer que você quer...

Sam: Namorar com você – ele imediatamente a abraçou.

Freddie: Que bom, eu sempre gostei de você Sam.

Sam: Bom saber – tentou retribuir o abraço.

[...]

Havia se passado uma semana desde aquela festa, Sam fingia namorar com Freddie e hoje iria ser a pegadinha final. Depois daquela noite havia conversado com Gibby e ele dissera que não havia motivo para ela se sentir culpada afinal era apenas uma brincadeira. Passou essa semana recebendo flores todos os dias dele, mas claro que ela nunca o beijara. Dois dias atrás começou a tratá-lo como lixo, deixando ele sempre deprimido, mal conversava com ele, todos da escola sabiam do relacionamento deles então agora ela iria beijar um garoto na frente dele.

Gibby: Ele está vindo! – gritou.

Estavam no pátio da escola, Sam rapidamente beijou o garoto. Em menos de um minuto Freddie chegara com rosas em sua mão e via a pior cena de sua vida, a primeira garota de seus sonhos beijando outro.

Freddie: Sam? – a loira se afastou.

Sam: Oi Freddie – estava com um sorriso no rosto.

Freddie: Por que? – apontou para o garoto, lágrimas brotaram em seus olhos e a esse ponto todos já estavam os cercando.

Sam: Você caiu de novo na pegadinha de Sam Puckett.

Freddie: O que?

Sam: Isso mesmo, foi tudo uma brincadeira e você caiu – começou a ir, assim como todos ao seu lado.

Freddie: Isso não foi legal – jogou as rosas no chão e correu para fora;

Brad: Sua idiota! – foi atrás do amigo.

Sam pegou as rosas no chão e saiu para fora, com todos a seguindo, correu um pouco e viu Freddie e Brad correndo.

Sam: Esqueceu as rosas – riu mais um pouco.

Em questão de segundos Sam escutou barulho de buzinas e virou-se para trás, quando viu não deu tempo de correr, apenas de escutar todos gritando por seu nome. Sentiu sendo lançada a poucos quilômetros e por mais que lutasse para manter seus olhos abertos não conseguia, todo seu corpo doía, mas durou apenas alguns segundos até que não sentiu mais nada.