Ópera dos Anjos
1 Capítulo 1
Óh, negrume esquecido da noite,
que me cobre como um manto
de estrelas perdidas.
Sangue que jorra das feridas abertas,
rios de melancolia profunda,
cântico triste dos anjos.
Sofrer... por amor implacável,
dor que se tira, beijo que suga
o lago de solidão inerte.
No fundo do coração, canção
sem fim e sem piedade, das
asas negras, perigosa queda
da razão.
Anjos livres, cantam o mais belo
dos cânticos, o canto da impiedosa
paz e liberdade.
Poesia divina, óh! Anjos perigosos,
estão levando almas, até o profundo
escuro da tristeza.
Até a morte, seja fria a neblina, sejam
os anjos negros e avassaladores.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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