Notas iniciais
Queria agradecer a minha querida amiga Terume Nagase Tsurugi. Foi ela que me inspirou a fazer essa fanfic Enfim... Tenham uma boa leitura! (e Terumi! essa é pra vc!)

Bom, me chamo Eryk, tenho 17 anos e tenho uma amiga chamada Terumi Nagase. Ela é minha grande amiga e nós nuns damos muito bem.

Nos conhecemos quando nós ainda éramos pequenos. Cara... Eu lembro como se fosse ontem...

Eu tinha 7 anos quando eu a conheci. Eu e mais um monte de crianças estávamos brincando na pracinha do bairro como qualquer outra criança faz.

Depois de brinca muito eu me cansei. Exausto, eu sento no banquinho mais próximo e fico lá pegando fôlego.

Foi ai que percebe que tinha uma garotinha que aparentava ser oriental, muito bonitinha mas, parecia estar triste. Curioso eu chego nela e pergunto:

– Você tá bem?

– Não... Eu queria comer o meu bombom de chocolate mas... ELE CAIU NO CHÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO – Ela começa a chorar muito. Eu fiquei com pena dela. Se fosse eu com a minha comida favorita, eu também ficaria triste.

Só que eu me lembro que tinha algo no meu bolso.

E eu acho que ela vai gostar!

– Toma! Fica com o meu! – Falei, entregando para ela um bombom de chocolate.

– E-eu posso mesmo? – Perguntou a menina. Eu respondi que sim com a cabeça.

Ela pegou o bombom na hora, tirou a embalagem e em seguida, meteu dentro da boca.

– Anhhhh... Falou enquanto saboreava o bombom.

– Então? Ta gostoso?

– Muito...

– Hehe que bom! O meu nome é Eryk! E o seu? Qual é?

– Me chamo Nagase...

– Nagase... É um nome diferente mas... É bonito. – Quando falo isso, suas bochechas ficam um pouco rosadas. Eu vejo que ela era um pouco tímida, então pergunto pra ela:

– Nagase! Você quer ser minha amiga?

– E-eu? Sua amiga...? – Ela fala um pouco sem jeito. Acho que ela estava com vergonha.

– Sim! Então? Vamos ser amigos? – Pergunto animado, para ver se ela fica um pouco mais a vontade.

– Sim! Vamos! CLARO! – Ela aceita animada! E a partir daí que começamos nossa pequena grande amizade.

Hoje em dia, eu a vejo como uma Irmã que eu nunca tive. Nós éramos inseparáveis! Até saber que ela estava voltando para a sua terra natal, no Japão.

– O queeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee??????????????!!!!!!!!!!!!!!!!! VOCÊ VAI AMANHÃ? – Perguntei incrédulo, enquanto conversávamos no computador pela Webcam. Ela já tinha falado sobre isso, mas não que seria cedo demais.

– Eu já tinha falado sobre isso Eryk! Eu sempre morei com a minha tia aqui. Mas agora a minha mãe tá me esperando lá no Japão para eu fazer intercâmbio. – Explicou.

– Eu sei mas... Nós nem aproveitamos para passar o tempo juntos direito... Eu vou ficar com saudades... – Falei ficando chateado. Não queria que ela fosse embora assim, mas eu entendo que ela precisa ir. Afinal, era o maior sonho da vida dela voltar para o Japão.

– Não se preocupe, eu prometo que assim que eu acabar com os meus estudos, eu volto pra cá, tá?

– É! Mas até lá eu já vou ter morrido de saudades!

– Eita menino exagerado hehe Eu entro em contato com você todos os dias na web, OK?

– Não vai ser a mesma coisa! – Indaguei, com os braços cruzados e fazendo bico.

– (risos) Ah... Assim não dá Eryk... Você só esta me deixando mal...

– Aff Tá bom! – Me rendi. Não gosto de deixa-la chateada. Ela é muito legal e não mereci ir para o seu país de origem chateada. De repente, eu vejo no quarto dela, através da web, uma foto de uma senhora muito elegante. Mas essa é a primeira vez que eu a vejo. Nas nossas outras conversas pela web, aquela foto não estava lá, só agora.

– Olha... Quem é essa bela moça? – Perguntei curioso assim que eu vi aquela foto.

– Ah... Essa é minha mãe. Essa foto estava guardada junto com outras lembrancinhas dela numa caixinha. Eu tirei de lá para guardá-la na mala, para eu ficar olhando só pra ela no avião.

– Ah tá!

– Está ficando tarde... – Falou enquanto reparava no tempo.

– É mesmo... Bom, amanhã eu vou na sua casa me despedir de você, tá bem?

– Tá! Eu vou está te esperando, viu? E ai de você se não aparecer...

– Hehe Tá, relaxa... Bom, boa noite e até amanhã!

– Tá! Tchau! – Ela desliga seu computador e foi dormir. Enquanto eu faço o mesmo e espero o dia amanhecer.

No dia seguinte...

Nagase estava na frente de sua casa, o taxi já estava lá. Ela estava com uma mala em sua mão e bem vestida. Estava tudo pronto para partir, só que Nagase estava ansiosa para algo e não queria ir ainda.

– Vamos Nagase! Ele não vai chegar a tempo, e nós já estamos atrasadas! O seu voou sai as 10hs e já são 09:30! – Falou sua tia que estava dentro do carro.

– Por favor tia! Ele já vai chegar! Eu sei! – Falou Nagase ansiosa.

– ESPERAIIIIIIIIIIIIIIIII – Gritei enquanto corria feito um louco para me despedir de Nagase.

– Poxa Eryk! Tá atrasado! Eu sei que você não quer que eu vá! Mas não precisa me atrasar também, né? – Falou Nagase brincalhona.

– Desculpa, mas o sono tava tão bom... – Falei esfregando meus olhos, ainda sonolento.

– Então mocinho! Preferiu o sono do que sua melhor amiga?

– Daah eu... Não quis dizer isso!!! – Falei nervoso. Era só o que me faltava. Não queria que ela estivesse de mal comigo, logo agora que ela estava para ir embora.

– (risos) Eu sei seu bobo! Eu só tava brincando.

– Caranba Nagase, você é muito má!

– Hehe isso é por você ter me feito ficar ansiosa.

– Hehe... Nagase!

– Oi?

– EU VOU FICAR COM MUITA SAUDADES DE VOCÊ VEY!!! – Falei com meus olhos brilhando de tanto segurá o meu choro.

– E-e-eu... EU TAMBÉEEEEEEEEEEEEM!!! – E sem pensar duas vezes, Nagase e eu nos abraçamos na hora. Nossas lágrimas escorriam como se fossem cachoeiras de tão tristes que estávamos. Nunca vou esquecer dos nossos momentos, bons e tristes que passamos juntos. Nagase era minha companheira de aventuras, minha parceira, sempre me ajudava quando eu mais precisava dela, assim como eu fazia o mesmo. Como eu poderia esquecer de alguém que foi tão importante em minha vida cara...

– Vou sentir saudades de você Nagá!

– Também vou sentir saudades de você Erin!

E depois do ultimo abraço, Nagase acenou para mim se despedindo, enquanto eu fazia o mesmo. Ela entra no Taxi e vai embora para o aeroporto.

Enquanto eu fico lá, na frente da casa que um dia foi dela, e que agora pertence a sua tia. Eu olho para o portãosinho de lá e me apoio sobre ele. E no lado de dentro do portão,no lado tinha uma pequena planta lá. Planta essa que foi eu e Nagase que plantamos. Tínhamos 12 anos quando eu comprei uma semente e estava doido para planta-la em algum lugar. Quanto eu mostrei para Nagase, ela me pediu para planta-la na casa dela. Eu lembro que eu tinha ficado confuso quando ela me pediu isso. Mas depois que ela me explicou que se eu fizesse isso, eu teria mais um motivo de ir lá e brincar com ela a hora que quiser, eu entende, e foi o que foi.

– hehe... Que nostálgico... — Falei enquanto olhava para aquela planta. Até eu perceber que tinha algo engatado nela e quando eu olho melhor, eu fico espantado.

– Ahh Não! Não não não não não não não NÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO!!! – Falei entrando em desespero. Quando eu vejo que era a foto da mãe de Nagase estava preso dentre os arbustos. Isso mesmo! Era a mesma foto que a Nagase tinha dito que levaria na mala para depois ficar admirando enquanto estava no avião.

– Vamolá! Vem nenê! Vem pro papai! Vem! – Falava enquanto esticava meu braço passando pelo portão de grade. Mesmo eu esticando meu dedo do meio, a foto ainda estava longe, não conseguia nem encosta nela! E como se não bastasse, bate uma leve e gostosa brisa de ar.

– Ah não cara! Não venta não! Pelo amor de Deusssssssssssss! – Tentei esticar mais ainda o meu braço para pegar aquela foto. Tentei até pegar na moita para puxar e ver se tinha alguma chance. Mas meus braços não alcançam nem ela!

– AH NÃO! – Quanto eu finalmente encosto na foto, a ventania aumenta de densidade. A foto, logicamente, sai voando do galho. Desesperadamente, eu enfio o meu outro braço para ver se consigo pegar de vez. A foto fica entre minhas mãos, mas o nervosismo de perde-la do meu alcance era tanto que me atrapalhava todo. Eu já tava ficando agoniado já!

Até eu finalmente pegar aquela foto com toda a garra que tinha.

– BELEZA!!! – Comemorei, enquanto eu elevava a foto para o alto em pose de vitoria. Agora vem a parte dois do sufoco.

– Vamos conferir... O QUE?! QUISE PARA AS DEZ!? – Olhando para o meu relógio de pulso incrédulo, sair correndo na hora. Entrei em uma rua mais movimentada, já que a rua da casa da Nagase era deserta, quase não passava carro por lá. Assim que dobrei mais uma esquina, entrei no primeiro taxi e pedir para o motora me levar para o aeroporto que nem um avião a jato.

Eu estava nervoso. Essa foto era como um tesouro para Nagase. Ela mesma disse que estava numa caixinha. Eu fiquei imaginado enquanto estava no taxi... Como CARAMBAS aquela foto foi parar ali?! Nagase estava a segurando antes de ir? Não... Não pode ter sido isso... Ela largou quando me viu chegando para me despedir dela? Não... Não pode ser... Talvez ela tenha deixado dentro da mala, e depois quando ela fecha, deve ter ficado presa sem ela perceber. E logo depois a foto deve ter caído da mala depois que ela fechou o portão. É! Só pode ser isso!

– Xiiii meu filho... Parece que o engarrafamento tá brabo hoje! – Comentava o motorista do taxi.

– O QUE?! – Me espantei na hora. Mas essa agora! Como se não bastasse o transito também não colabora. Agoniado da vida, deixei o dinheiro da viagem e sai, mesmo naquele transito parado, eu dava um jeito de chegar naquele aeroporto, nem que eu tivesse que criar asas!

Peguei um atalho e vi que alguns carros faziam o mesmo. Quando por um milagre, um ônibus que ia direto para o aeroporto, estava pegando outra rota que não era para pegar e entrou na mesma rua que eu. Como um louco, fiquei balançando os meus braços para o alto tentando fazer sinal para o ônibus. Ele para e abre a porta para eu entra, e assim o fiz.

– MUITO OBRIGADO MOÇO! QUE DEUS TE ABENÇOE! – Desejei para o motorista animado da vida. Eu sento o mais próximo da porta da decida do ônibus e espero até chegar ao meu destino.

Algum tempo depois...

Entrei no aeroporto correndo, até passei por um piso com uma placa escrito “piso escorregadio” mas não liguei e passei varado, deslizando pra dizer a verdade. É como dizem: situações desesperadas pedem medidas desesperadas. Depois de muita correria, eu finalmente chego no balcão onde fica as pessoas de dar as passagens ou qualquer outra coisa que eu não to lembrado agora.

– Me diz! O Avião para o Japão que sai às dez horas já embarcou?! – Perguntei para a moça. Ela só fez um gesto com a mão, me indicando a direção do relógio do aeroporto.

Já são 10:12. O avião já tinha saído dose minutos atrás...

– Tá de brincadeira... MOÇA! O AVIÃO JÁ SAIU?!

– Sim... E não fale tão alto! As pessoas estão ficando encomodadas.

– M-m-ma-mas... – Fiquei sem palavras. Já era tarde demais... Não cheguei a tempo. Todo aquele sufoco foi em vão. Fiquei tão chateado, tão desanimado, que não queria saber de mais nada...

Eu fiquei sentado em um banco no aeroporto, com a cabeça abaixada. Estava deprimido demais para fazer qualquer coisa. Eu fiquei imaginado quando ela chegar lá, vai ter uma baita surpresa. Desagradável, é claro. Mas não deixa de ser surpresa.

Eu fiquei lá, esperando criar coragem de sai e voltar para casa. E chagando lá, a primeira coisa que eu vou fazer é esperar na frente da web até ela entra online. Com saudades dela, eu puxo a foto que estava no meu bolso. Não estava amarrotada, graças a Deus. Eu fiquei olhando para aquela bela moça que estava sorrindo, e era um belo de um sorriso. Quando eu percebo que ela estava olhando para baixo, para os seus braços mais precisamente.

Ela estava segurando algo, alguma coisa coberta com um lençol, só tinha uma parte que não estava exposta.

A foto era da sua mãe segurando Nagase, ainda bebê. Seu pequenino rosto não estava visível na foto, mas dava para ver um pequenino narizinho dentre as cobertas. Cara... Só de olhar para aquela foto, comecei a lagrimar, de tristeza, essa foto era muito importante para Nagase e agora... Ela não poderá te-la denovo, cara...

– Eryk? É você? O que você esta fazendo aqui?

Quando escutei essa voz... Eu fiquei com os olhos mais abertos do que nunca. Levantei meu rosto lentamente. E quando eu vejo...

Era a Nagase.

– Que cara é essa? – Perguntou preocupada comigo.

– M-ma-ma-ma-ma-ma-ma... MAS VOCÊ NÃO FOI NO JAPÃAAAAAAAAO???!!! – Perguntei supreso da vida. Ela ainda tava lá? Mas o avião dela já tinha enbarcado! Então... COOOOOOOOOMOOOOOOO?!

– Por causa do engarrafamento eu perdi o avião. Eu cheguei agorinha pouco, uns dois minutos. Mas me diz você? O que você tá fazendo aqui? – Perguntou confusa. Assim que eu me lembrei do motivo de eu ter vindo, eu entreguei a foto para ela.

– Toma. Eu encontrei na plantinha da sua casa que nós plantamos. Lembra dela?

– M-ma-mas essa é... A foto da mamãe... – Falou enquanto segurava a foto com as duas mãos com tanto carinho. Como se aquilo fosse muito frágil.

– Pois é! Você não Imagina o perrengue que foi de vir até aqui. Até achei que você já tinha ido!

– E você passou por tudo isso... Só pra você trazer de volta para mim?

– É claro! É para isso que servem os amigos, certo? Eu sei como essa foto é importante pra você entã- — Eu foi interronpido por um abraço caloroso e aconchegante de Nagase. Ela começa a derramar lágrimas de seus olhos, e eu sei disso porque eu sinto elas me molharem em meu ombro.

– Nagase...? Você tá chorando? – Perguntei preocupado.

– VOCÊ PASSOU POR TUDO ISSO... PASSOU POR UM ENGARRAFAMENTO... NA ESPERANÇA DE ENTREGAR A ÚNICA FOTO QUE EU MAIS QUERIA MANTER PERTO DE MIM... E EU A PERCO ASSIM... ERYK... VOCÊ É DEZ! – Desabafou agarrada em mim. Tudo o que fiz foi retribui aquele abraço, comovido. Ela não sabe mas... Aquelas palavras significam muito para mim. E ela não fazia ideia.

– Obrigado... Mas... Esperai! Se você perdeu o avião... Como você vai fazer para ir para o Japão? – Perguntei preocupado. Eu sei que ela queria muito ir reencontra sua mãe, mas agora ela não poderá fazer isso. Ela desfaz o abraços e logo em seguida, limpa suas lágrimas e depois responde:

– Bom... Agora vou ter que esperar outra passagem de ida da minha mãe.

– Mas você não ia para lá para fazer intercâmbio? Assim você vai perder aula!

– Não se preocupe com isso. As aulas de intercâmbio só começam daqui a um mês.

– Então isso quer dizer... – Falei abrindo um sorriso bem animado.

– Isso quer dizer que eu VOU FICAR AQUI POR MAIS UM TEMPOOOOO!!! – Falou animada, me abraçando novamente de tanta animação. Nós até giramos quando ela pulou em mim. Logo após a uma seção de comemoração, nós sairmos do aeroporto e fiz questão de chamar os mais chegados para aproveitar a ultima estadia da Nagase na área.

Alguns dias depois...

Agora era definitivo. Nagase iria para o Japão hoje. Todos os conhecidos dela estavam no aeroporto. Como na ultima vez todos estavam ocupados com o trabalho e/ou estudos, e como Nagase tinha marcado aquela viagem em ultima hora, não puderam se despedir dela direito.Só que dessa vez, todos abriram um espaço nas suas agendas só para se despedir de sua amada amiga.

Depois de muitos abraços e despedidas dos outros, chegou a minha vez.

– Bom... Acho que é isso! – Falou Nagase.

– Pois é... Ah! Você não esqueceu daquela foto dessa vez? – Perguntei, lembrado-la do sufoco daquele dia.

– Não se preocupe! Ela está bem guardada aqui! – Falou enquanto dava uns tapinhas na sua mala.

– Hehe então você já está pronta pra zaparrr! – Falei, imitando um pirata. Se bem que, ao invés de navegar, ela vai voar. Mas isso não vem ao caso.

– Hehe... Adeus Eryk... – Falou, com uma carinha chateada.

– EI Não diga adeus! Só se diz adeus quando a pessoa vai embora para sempre! E nós vamos nos ver de novo, certo? – Falei. Meu tom de voz estava com um autoritário misturado com brincalhão. Ela deixa suas lágrimas caírem, e assim que percebe, ela limpa na hora e depois sorri para mim.

– Bom então... Tchau Eryk!

– Hehe agora sim! Tchau Nagase. Saiba que eu vou esta te esperando, viu?

– Hehe sim...

Nagase, enfim, entra no avião. Ela olhava pela janela do lugar que ela estava sentada, o lado de fora. O avião mal saiu e ela já estava morrendo de saudades. Ela deixa derramar uma pequena lagrima de um dos seus olhos. Só que mal sabe ela que ainda não acabou!

– É agora rapaziada! – Falei. Dito isso e todos os caras, inclusive eu, fomos até a pista de aviões. Com permissão, é claro, Nós levamos uma placa enorme, grande o bastante para todo o mundo dentro do avião ver o que estava escrito. Quando Nagase viu, ficou comovida demais. A placa estava escrito:

NAGASE! VAMOS FICAR COM SAUDADES! VOLTA LOGO! ESTAREMOS ESPERANDO POR VOCÊ BEM AQUI!

Enquanto Nagase estava emocionada dentro do avião, eu fiquei lá na pista. Observando aquele pássaro de ferro se distanciar no céu.

Amigos é isso! Pessoas que confiam um no outro até o fim. Os ajudando, os apoiando, fazendo de tudo para ver o sorriso no rosto do seu melhor amigo. E eu sei que, assim como eu faria tudo por ela, ela faria tudo por mim. Afinal...

É para isso que servem os amigos.

FIM

Notas finais
Então? O que acharam? Ficou boa? Sua opinião é importante! Qualquer coisa! Erros, sugestões, critias, eu vou aceitar com prazer! E Terume! Espero que tenha gostado(hehe). Fiquem com Deus e até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!