É dificil dizer Te amo
8 Sete anos
Sherlock observava cuidadosamente as crianças brincando no gramado a sua frente, elas deviam ter em torno de sete anos, a menina tinha longos cabelos negro e liso, sua pele era alva, seu rostinho era angelical composto por belos olhos azuis, já o menino tinha o cabelo loiro acinzentado e olhos negros, ele parecia fisicamente com a irmã.
– Melanie deixe seu irmão em paz. – pediu a bela mulher asiática. – Você poderia ser mais compreensiva com ele.
– Ele que não quer brincar. – resmungou a menina.
Holmes continuava observando cena de logo, sentia-se feliz, sua vida tinha mudado radicalmente nos últimos anos, ele já não era o mesmo, nem seus hábitos eram os mesmo. Ele nunca imaginou que algum dia teria uma família e que finalmente se sentiria completo, mas ali estava ele fitando sua bela esposa e filhos, Melanie era parecido com ele na personalidade, era extremamente teimosa e curiosa. Já Arthur era calmo e paciente e estava sempre sofrendo com as brincadeiras da irmã.
– Finalmente você pareceu. – resmungou Joan. – Achei que faltaria ao aniversário de nossos filhos.
– Tive que esperar o Bell. – disse ele. – Ele estar meio atolado de trabalho depois que virou capitão do departamento.
– Joan, desculpa pelo atraso. – falou Bell. – Sherlock é inocente dessa vez.
Watson apenas sorriu e voltou a chamar atenção da filha, Holmes e Bell sentaram ao lado de Gresgon que agora estava aposentado da policia de New York. A festa correu tranquilamente durante o final da tarde, Melanie e Arthur corriam e se divertiam, mas sempre sobre os olhares atentos dos pais.
– Vocês estão ficando cada dia mais pesados. – comentou Sherlock levantando os filhos. – Vamos subir e tomar um banho, antes que mãe de vocês apareça e nos mate.
As crianças apenas riram e subiram a velha escadaria do sobrado, Holmes os seguiu silenciosamente, após o banho ele colocou os filhos para dormir, sobre o protesto deles, mas acabaram perdendo para o sono.
– Onde estão os gêmeos? – perguntou Joan.
–Dormindo. – respondeu ele. – Amanhã Mycroft vem para vê-los. – comentou.
– Melanie e Arthur perguntaram por ele. – disse Joan. – Subiu, você não vem?
– Não. – respondeu. – Vou revisar um caso e daqui a pouco irei.
Joan apenas sorriu e subiu deixando seu marido sozinho, Sherlock pegou um pequeno bloco de papel e começou a escrever.
Minha querida Watson
Inacreditavelmente estamos juntos a quase nove anos, todos os dias quando acordo me certifico que isso não é um sonho. Joan tudo que te envolve parece ser mágico, qualquer gesto seu basta para alegrar meu dia. Principalmente aquele sorrisão que você da, a sua foto que aparece no celular quando você me liga, as suas mensagens. Você apareceu na minha vida de uma forma repentina, e chegou tomando conta do meu coração. Fiquei meio receoso com a sua chegada, porque tive medo de me decepcionar, de sofrer, mas eu não sei por quê. Mas hoje, a sua presença é extremamente essencial em minha vida, e você é responsável por tudo que vem acontecendo de bom em mim. Você me deu a maior alegria desse mundo que é nossos filhos, hoje posso afirma que sou um homem completo, pois tenho a você e aos nossos dois belos filhos. Te amo... E sempre amarei.
Atenciosamente Sherlock
Sherlock parou de escrever rapidamente passou os olhos na folha rabiscada e dobrou e colocou dentro de um envelope, então subiu vagarosamente as escadas, passou diante da porta do quarto dos filhos, resolveu certificar se eles estavam realmente dormindo. Melanie e Arthur dormiam tranquilamente, nem parecia os mesmo que algumas horas atrás estava correndo e pulando.
– Eles parecem anjos dormindo. – comentou Joan se aproximando de Sherlock.
– Mais eles são anjos. – disse ele sorrindo. – São a nossa melhor parte.
Ele a encarou estavam tão próximos que seus narizes se tocaram, lentamente os lábios dele tocaram os dela, ele a beijou de forma feroz, as mãos dele subiram pela suas costas ate seu cabelo ele a pressionava contra seu corpo. Ele a apertou mais contra si e a beijou furiosamente, ele entrelaçou os dedos nos cabelos negros dela, ela passou as mãos dentro da camisa dele sentindo seus músculos bem definidos enquanto aprofundava mais o beijo. Sherlock a carregou ate o quarto. Ele a encostou bruscamente contra a parede fazendo-a soltar um pequeno gemido e em seguida rir, o sorriso dela entrou em seu corpo fazendo ele estremece. Ele a ergueu na parede fazendo-a entrelaçar as pernas em sua cintura começou a beijar o pescoço dela, enquanto apertava suas coxas. O perfume da pele dela o deixava cada vez mais louco de desejo, ele subiu ate seus fartos seios sentindo-o pela fina blusa dela. Ele afastou-se um pouco para olhar em seus olhos enquanto ele cariciava os seios, no rápido movimento arrancou a blusa dela jogando-a no chão, ela o fitou, fez um movimento o impulsionando para frente, fazendo-o cair de costas na cama.
Joan desbotou calmamente os botões da blusa dele, passou as mãos sobre o abdômen dele, fazendo o estremece, então sua mão cuidadosamente desceu ate o zíper de Holmes, ela a tirou o deixando apenas de cueca box azul, ela sentiu-se vitoriosa ao ver sua ereção. Ele inverteu as posições. Com agilidade ele arrancou saia que ela usava, ele curvou-se a cima dela e a beijou entre seus seios, enquanto suas mãos percorria cada centímetro do corpo a sua frente, ele a fitou e viu no rosto dela suplica para que ele a possuísse, então ele a penetrou, fazendo que Joan soltasse um gemido agudo. Ele via nos olhos dela o brilho da luxuria, agora eles já estavam molhados de suor, a pele dela ficava mais linda ainda assim, o rosto corado a pele brilhando contra a luz fraca do quarto, ela gemia a cada estocada, chegaram ao clímax juntos.
– Te amo. – disse a beijando. – Minha querida Watson.
– Também lhe amo. – ela sorriu. – Meu querido Sherlock.
12 ANOS ANTES...
[...]
Sherlock sentiu seu coração bater mais forte, diante dele estava uma bela mulher asiática, ela era Joan Watson, seria uma espécie de baba para ele.
– Você acredita em amor à primeira vista? Sei o que está pensando... O mundo é um lugar cínico e devo ser um homem cínico, achando que você cairia em uma cantada dessas. O que acontece é que... Não é uma cantada. Então, por favor, escute-me quando digo isto: nunca amei ninguém como amo você agora. Neste momento.
Ele mal a conhecia, mas sabia que ela nunca sairia de sua vida, ele não permitiria.
– Sherlock Holmes. – ele a cumprimentou.
FIM
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