É Tão Difícil Dar Certo...

6 Tarde demais para se arrepender


Notas iniciais
Tenho uma noticia triste - bom, pelo menos eu acho que é triste - para as pessoas que acompanham essa fanfiction. A partir de agora eu não vou mais postar - religiosamente - todo fim de semana como eu venho fazendo desde que comecei a postar a minha estória. As postagens agora serão feitas uma vez a cada 15, 20 dias nessa média.

Motivo?

A minha explicação ficou um pouco "grandinha", então ao invés de posta-la aqui, eu deixei para postar nas notas finais. Por favor leiam, é importante!

Boa leitura a todos.

A Gueixa

Titulo: É tão difícil dar certo...

Capítulo 6: Tarde demais para se arrepender

Caroline

Klaus pegou em minha mão e me guiou pelas escadas até o andar de cima. Entramos em seu quarto, e ele só me soltou quando eu já estava sentada em sua cama, sempre tão protetor. Ele foi até o outro canto do quarto me dizendo algo como “estou indo buscar um cobertor para você” não entendi ou não prestei atenção direito, minha mente já estava tão perturbada pelos últimos acontecimentos dessa noite que eu nem me lembrava mais do motivo de estar ali, só queria deitar, dormir e acordar no aconchego da minha cama, na fortaleza do meu quarto. Mas quando olhei para o lado a verdade veio à tona, e o que eu vi me chocou, e eu comecei a chorar... o relógio no quarto do Klaus dava a minha sentença, me fazendo lembrar o verdadeiro motivo de eu estar aqui essa noite.

23h50

Doce ilusão a minha, imaginar que eu podia esquecer os problemas e dormir tranquilamente na cama do Klaus, para que amanha pela manha – quando eu já estivesse sóbria – pudéssemos conversar, e eu o convenceria que o meu desejo era verdadeiro, e continuaríamos de onde paramos – ou seja, do começo, já que nem sequer um beijo aconteceu por conta dos novos “princípios do Klaus” – mas isso não passava de um sonho, de uma vontade tola. Afinal, nossas escolhas já tinham sido feitas, só nos restava arcar com as consequências. Não haveria amanha para um de nós dois, e eu tinha prometido a todos meus amigos que seria Klaus a morrer no amanhecer e não nós.

“Se você falhar, está todo mundo morto, e a culpa vai ser sua! Então não nos desaponte e distraia direitinho o híbrido malvado.”

“Você foi forte e corajosa, mesmo com medo e com o risco de morte bem na sua cara, nem assim você deixou de me desafiar, de me tentar... Podia ter lutado para me afastar e gritado pelo meu irmãozinho salvador que estaria aqui em dois segundos para te ajudar, mas não... Isso mostraria medo e fraqueza e a “super Barbie” é boa demais para deixar isso transparecer, você preferiu se arriscar comigo e estava disposta a pagar o preço de suas escolhas nem que isso custasse a sua própria vida.”

“Eu aceito dormir com Klaus por uma noite se isso garantir que ele sairá de nossas vidas para sempre!”

Minha mente pipocava com pensamentos e lembranças. Minha escolha já tinha sido feita. E como o Damon me disse: se eu falhasse poderíamos morrer todos nas mãos de Klaus, mais cedo ou mais tarde, com Niklaus tudo se tratava de uma questão de tempo, ele mudava de “opinião e estratégia” rapidamente como melhor lhe convinha, e não poderíamos – e não queríamos — bancar a Katherine, e passar uma eternidade fugindo ou sempre com medo do próximo movimento mortal do Klaus.

A questão é: eu seria realmente forte e corajosa – como o Damon e os meus amigos acreditam que eu seja – para seguir com essa missão cruel até o fim? E se eu fosse, seria eu mais forte ainda, para me tornar prisioneira das consequências? Provavelmente não! Claro, não para a segunda opção, porque a primeira opção eu iria levar até o fim estando preparada ou não.

Rapidamente sequei minhas lágrimas teimosas – que insistiam em continuar a escorrer pelo meu rosto — para que o Klaus não as visse, e forcei um sorriso, mesmo não tendo absolutamente motivo algum para sorrir no momento.

– Amor, aqui está um travesseiro extra para você ficar mais confortável, e esses dois cobertores, são os mais fofos da casa, espero que você goste. – Ele me sorriu meigamente feliz antes de continua a falar – Não quero saber depois de você reclamando aos seus amigos que eu não sou um bom anfitrião. – Ele falou isso de uma forma divertida, como se essa fosse a pior coisa que pudesse acontecer para a reputação dele.

– Na verdade “Sr. Ótimo anfitrião” eu tenho uma reclamação a fazer da sua hospitalidade. – Falei tentando parecer divertida para entrar na brincadeira dele.

– Oh! – Klaus fingiu espanto abrindo a boca em um perfeito “O” para depois continuar – E eu posso saber que reclamação seria essa, minha querida hospede?

– Pode sim. Eu estou hospedada na sua mansão, exalando álcool por todos os meus poros, e você já me joga direto para cama sem nem sequer me oferecer um relaxante banho antes. – Balancei a minha cabeça de um lado para o outro fingindo indignação. – Meus amigos saberão disso, você pode ter certeza.

– Mas que falha terrível a minha. – Klaus continuou com a nossa brincadeira fazendo uma “carinha” tão fofa e divertida que mesmo com o estado lastimável que se encontrava o meu interior, foi inevitável sorrir sinceramente para ele. – Ainda bem que o meu erro pode ser reparado – Na hora eu parei de sorrir. Amanha de manha o meu erro não poderá ser reparado. – Te ofereço nesse exato momento, um delicioso banho relaxante no banheiro da minha suíte, me acompanhe, por favor, minha querida hospede.

E eu o segui até dentro do banheiro. Já ia dar meia noite, eu não podia mais perder tempo, cada segundo daqui para frente seria extremamente valioso.

– Fique a vontade, qualquer coisa é só chamar e estarei aqui em menos de um segundo, literalmente. – Klaus já estava saindo do banheiro, quando parou ao ouvir o meu chamado, e lentamente se virou para me encarar e perguntar: — O que foi amor?

– Preciso de ajuda para tirar a roupa. – Tentei parecer séria ao lhe falar isso, mas francamente as minhas palavras não convenciam nem a mim mesma.

– Amor... – Ele suspirou cansado antes de continuar com o sermão, estava na cara que ele não tinha mais forças para continuar resistindo a mim. — Pensei que já tínhamos conversado sobre isso e que você já tinha compreendido a situação...

– Só estou pedindo ajuda para tirar o meu vestido, porque ele é muito colado e no meu atual estado eu não vou conseguir tirar sozinha – O cortei antes que ele continuasse com o “blá blá blá” de rejeição. E realmente o álcool ainda estava controlando quase todas as minhas ações, o que ia me impossibilitar de tirar sozinha o vestido mais apertado do universo.

– Só vou fazer isso e nada mais, e em seguida saio do banheiro, entendeu bem Caroline? – Ele falou com feição séria fazendo cara de mal, só para tentar me convencer e me deixar com medo de tentar alguma gracinha... ah se ele soubesse o quão charmoso ele fica quando faz essa carinha de “bad boy”, agora eu o desejo ainda mais!

Ele começou caminhar lentamente, tentando criar coragem e autocontrole a cada passo que dava em minha direção. E eu fiquei parada ansiando em expectativa pelo seu toque — que pareceu demorar milhões de anos para chegar – e enfim chegou.

– Ca... Caroline... Porque você não me avisou? – Ele estava calmo e aparentemente hipnotizado. Pois, não conseguia tirar os olhos dos meus seios desnudos.

– Sabe Klaus... esse vestido é muito decotado, então não tinha como eu usar sutiã com ele... e sabe, ele também é muito apertado, então junto com ele eu só posso usar a menor calcinha preta do mundo. – Falei apontado para baixo, fazendo finalmente ele desviar a sua atenção dos meus seios, e ir descendo o olhar lentamente pelo meu corpo até chegar à minha intimidade já molhada, coberta apenas com um “mini pedacinho de renda preta” que igualmente ao vestido, mais mostrava do que cobria.

Klaus passou a alternar o olhar entre meus seios e a minha intimidade de uma forma desejosa – o que me arrepiou dos pés a cabeça – ele alternava seu olhar de um ponto de desejo a outro em câmera lenta – acredito que para me torturar e excitar ainda mais – até que ele tomou uma atitude: ele lentamente começou a dar passos para trás, passos para trás!

– Caroline, você está brincando com fogo... Você não tem ideia da força que eu estou fazendo para te respeitar. A noite inteira eu venho me segurando para não te arrastar para a minha cama e fazer amor com você até nenhum de nós aguentarmos mais. Só que eu não sou de ferro, Caroline... estou a um passo de mandar todo o meu autocontrole pro inferno e te agarrar, e depois disso não vai ter mais volta, não a nada que vá me fazer parar depois que eu provar o seu gosto Caroline. E tem mais... você está proibida de usar essa calcinha e esse vestido. Ninguém além de mim pode te ver usando essa tentação, ouviu bem Caroline? Você está proibida e nem ouse me desafiar!

– Quanto ciúme para com uma pessoa que você sequer beijou. Para ter algum direito sobre esse corpo Niklaus – Levantei a minha mão direita e a desci rente ao meu corpo seminu para lhe deixar bem claro do que eu estava falando – Você tem que possui-lo, caso contrario não vai poder opinar na minha vida e eu vou poder usar essa calcinha e esse vestido com quem eu quiser...

– Não vai não porque eu estou confiscando as suas roupas a partir de agora! – Klaus me falou firme e sério não me deixando espaço para duvidas, ele realmente iria confiscar as minhas roupas, mas que possessivo! – Amanha você vai embora usando uma roupa comportada que Rebekah deixou aqui.

– Em 1 lugar: eu não vou usar as roupas da vadia da sua irmã. Em 2 lugar: você não manda em mim. Em 3 lugar: já cansei de ser rejeitada por você “Sr. Edward”, já que você vai bancar o mole comigo essa noite, eu vou sair na rua agora usando apenas essa calcinha e vou me entregar para o primeiro homem que aparecer na minha frente, acho que vou começar por aquele garçom do Grill que pareceu bem interessado em...

Não consegui terminar o que ia dizer, pois senti meu corpo ser prensado fortemente contra a parede do banheiro – o que parece estar virando uma rotina entre os vampiros, se ficarem nervosos com alguma coisa que ouvirem é só empresar a Caroline fortemente contra uma parede que passa – Klaus parecia ter ficado realmente bêbado de raiva pelo que eu falei. Diferente do Damon que me apertava pelo pescoço, Klaus, me segurava pelos ombros, só que forte demais para o meu gosto.

– Em 1 lugar amor: nunca que eu deixaria você sair da minha casa nesse estado. Em 2 lugar: mesmo que eu ficasse louco agora e perdesse qualquer noção da realidade, deixando claro que essa seria a única forma de você conseguir sair da minha casa bêbada e usando só essa calcinha, mesmo assim eu ainda mataria sem hesitar qualquer um que ousasse pelo menos olhar pra você da forma como está, e não tenha duvidas de que eu faria isso porque eu faria. Em 3 lugar: você consegue me tirar do sério mais do que eu pensei que você fosse capaz, e agora eu não estou só excitado também estou irritado! Então meu amor, para o seu próprio bem é melhor você parar de artimanhas e ligar esse chuveiro quietinha e se jogar em baixo dele, antes que eu perca o controle de vez e acabe te machucando gravemente além de abusar de você.

Klaus rosnava as palavras tão próximas de mim, que eu conseguia sentir seu hálito roçando em meus lábios. Sei que uma pessoa sensata ficaria com medo no meu lugar, e bom para ser sincera eu estava com medo, quem não estaria? Mas se tinha uma emoção que conseguia gritar dentro de mim mais forte que o medo, com certeza era o desejo que eu sentia por Klaus!

Tentar algo agora com o Klaus tão próximo e irritado, tinha grandes chances de ser considerado suicídio – ou não – mas uma estratégia se formou em minha mente e homem nenhum – ou hibrido nenhum – seria capaz de resistir a ela.

– Desculpa se eu te irritei Klaus. – Eu mais sussurrava do que realmente falava, mas com a sua super audição ele era capaz de compreender muito bem. A minha fala estava mansa e suave, transbordando arrependimento pelas minhas ações, mesmo não sendo verdadeiras, Klaus pareceu acreditar em minhas palavras e conforme eu ia falando ele foi me soltando lentamente e parecendo se acalmar novamente. – Eu não devia ter agido com agi e nem falado às coisas que eu falei. Eu bebi demais e não estou conseguindo controlar minhas ações direito, só pode ser culpa da bebida, por que eu não costumo agir assim, eu juro!

– Também te peço desculpas. Eu perdi o controle, fui estupido com você e isso é inaceitável. – Klaus não tirava os olhos dos meus ombros, aonde há um minuto suas mãos apertavam, o local estava avermelhado e podia se ver claramente o desenho dos dedos do Klaus marcando território em minha pele alva.

– Tudo bem, não liga para isso, já passou. – Sorri sem graça tentando quebrar o clima chato que tinha ficado Klaus estava aparentemente mal pelo que tinha feito comigo. – Se você perdeu o controle foi porque eu te provoquei, caso contrário isso não teria acontecido. Agora eu só quero tomar um banho, relaxar e ir dormir. – Desencostei da fria parede e passei por Klaus que continuava paralisado e em silencio. Entrei no Box e liguei o chuveiro, quando ele ouviu o barulho da agua já ia se retirando do banheiro, mas eu o chamei, quando ele se virou para mim eu joguei minha calcinha na mão dele. – Você ia confiscar ela junto com o meu vestido indecente, lembra?

Klaus não disse uma palavra, apenas me sorriu cansado e acho que até surpreso pela minha atitude. Discretamente ele tentou esconder o enorme volume que se tornava cada vez mais evidente em sua calça – sem sucesso, porque não tinha como não notar aquele volume todo – ele se retirou do banheiro me deixando sozinha, mas eu sabia que ele estava a minha espera no quarto, afinal foi ele mesmo que disse que qualquer coisa era só chama-lo que ele estaria ali em menos de um segundo.

Hora de por a minha estratégia em pratica. Deviam faltar uns dois minutos para a meia noite era agora ou nunca. Debaixo do chuveiro eu ensaboei o meu corpo em uma velocidade sobre humana e comecei a me acariciar, esfreguei carinhosamente minhas mãos nos bicos dos meus seios até eles ficarem duros e doloridos de tanta excitação – o que foi bem mais rápido que o normal, já que eu já estava excitada antes mesmo de entrar no banho – deixei a minha mão esquerda ainda se deliciando com os meus seios, enquanto que a minha mão direita deslizou pela minha barriga e entrou na minha intimidade estocando dois dedos em mim mesma. Eu arfava e gemia escandalosamente com o prazer que eu mesma me proporcionava, e sabia que Klaus podia ouvir tudo isso e que com certeza não estava mais se aguentando de tanto tesão por mim. O golpe final foi quando eu comecei a acariciar o meu clitóris com movimentos circulares e gemi – na verdade gritei – em alto e bom som para quem quisesse ouvir:

– Klaus! Oh... Klaus... isso me come assim Klaus... – De repente a porta se abriu com tudo e confesso que eu senti medo. Klaus estava com um olhar demoníaco, parecia estar completamente excitado e fora de si. Mas não estava irritado como há alguns minutos atrás, se fosse para me matar, agora só se fosse de tanto me dar prazer!

– Eu te avisei Caroline, te avisei que estava a um passo de perder o controle e você me fez perder. Agora não importa o que aconteça eu não vou parar, nem que você me peça eu não vou parar.

Eu ia lhe responder algo à altura, mas não tive tempo. Em um segundo Klaus estava parado a porta do banheiro falando comigo, e no outro ele já estava dentro do Box me pegando no colo e sufocando a minha boca com a sua em um beijo feroz. Cruzei minhas pernas ao redor de seu corpo para me equilibrar melhor enquanto o ajudava a tirar o terno já ensopado pela agua do chuveiro. As mãos do Klaus passeavam fortemente por todo o meu corpo marcando toda a sua possessão na minha pele, que ficava com um rastro avermelhado por onde os seus habilidosos dedos passavam e céus... eu estava amando isso!

– Caroline... você não pode se tocar aí, esse é o meu trabalho... só eu vou poder te tocar, de agora em diante o seu corpo me pertence, você me pertence! – Klaus falava rouco de desejo ao meu ouvido, enquanto escorregava seus dedos pela minha intimidade em um gostoso e torturante movimento de vai e vem lentamente. Por Deus! Como não enlouquecer de prazer nas mãos de Niklaus?

Antes de me afundar de vez na luxuria que Klaus estava me proporcionando, eu pude ouvir o badalar dos relógios ecoando pela mansão Mikaelson: 00h00min.

Tarde demais para se arrepender.

(...)

Bonnie

24hrs

– É agora! Todos façam um corte na mão esquerda. – Ao meu lado direito estavam os irmãos Salvatore e a Elena, os três vampiros, E ao meu lado esquerdo estavam Matt, Alaric e Jeremy, os três humanos. – Agora deixem o sangue de vocês se misturarem nesse vaso – Passei um vaso de barro na frente de cada um para que eles deixassem que uma pequena quantidade de seu sangue escorregasse para dentro do vaso. Coloquei o vaso no chão à minha frente e o misturei com a terra da floresta que continha a essência do Carvalho Branco. – Agora deem as mãos e façam um circulo a minha volta.

– Você deve estar adorando dar ordens na gente né bruxinha.

– Cala a boca, Damon! E não atrapalha a Bonnie agora. – O idiota do Damon só fez dar de ombros para a bronca da Elena. Como ele conseguia mesmo num momento sério como esse, ainda agir desse jeito tão... tão Damon de ser?

Com um piscar de olhos, todas as velas que estavam ao nosso redor se acenderam e eu comecei a invocar a alma das bruxas – estranhei o fato de minha avó não aparecer eu sinceramente esperava ver ela essa noite – várias almas de bruxas começaram a surgir por todos os cantos da floresta conjurando o feitiço junto comigo.

Alguma coisa começou a mudar ao nosso redor, não sei dizer o que ao certo, mas o equilíbrio já não era mais natural, parecia existir uma voz em minha cabeça que me dizia que a natureza tinha se tornada maligna. Olhei para o Jeremy e pude velo assustado, olhei na direção de onde ele estava olhando e pude ver árvores se contorcendo e montes de folha e terra se unir até criarem forma de alguma criatura desconhecida e vir em nossa direção. Alguma coisa estaria errada? Ou esse feitiço é bem mais forte e perigoso do que eu imaginei? Pior, bem mais forte do que eu possa realmente controlar?

– Oh bruxinha, sem querer atrapalhar, mas você tem certeza que não saiu nada errado né? – Dessa vez ninguém mandou o Damon calar boca, porque todos queriam ouvir a resposta da pergunta que só o Damon teve a coragem para perguntar. E sinceramente, eu estava com um pressentimento muito ruim e não tinha mais certeza do que responder aos meus amigos.

Notas finais
Desabafo:

Tenho uma noticia triste - bom, pelo menos eu acho que é triste - para as pessoas que acompanham essa fanfiction. A partir de agora eu não vou mais postar religiosamente todo fim de semana como eu venho fazendo desde que comecei a postar a minha estória. As postagens agora serão feitas uma vez a cada 15, 20 dias nessa média.

Motivo?

No capítulo passado eu já tinha deixado claro que estava desanimando com a crescente queda de comentários e favoritos. Mesmo assim não ouve mudanças no quadro. Eu sei que ninguém aqui é obrigado a: comentar, favorita e recomendar, mas o que custa fazer isso? Eu realmente acredito que isso não é pedir muito!

Para quem é apenas leitor, isso que eu estou falando pode até parecer besteira, mas quem além de leitor também é autor sabe muito bem do que eu estou falando. Nós dedicamos horas e às vezes até dias escrevendo e reescrevendo um único capítulo até achar que ele está bom o suficiente para ser postado. E não queremos lucro nenhum com isso, queremos apenas o reconhecimento pelo nosso esforço.

E como esse reconhecimento é feito? Através dos tão desejados: comentários, favoritos e recomendações.

Sem isso, eu não tenho como saber se o meu esforço está valendo a pena ou não. Às vezes eu deixo de sair e de fazer outras coisas que eu gosto só para adiantar os capítulos dessa fanfiction porque eu prometi pra vocês que ia me esforçar para conseguir postar pelos menos um capítulo todo fim de semana mas se meu trabalho não está sendo reconhecido e valorizado devo concluir que o meu esforço não está valendo a pena então para que continuar me privando de fazer coisas que eu gosto, só para manter os capítulos em dia para vocês?

Eu não queria ter que fazer isso, porque como leitora eu sei o quanto é ruim ficar séculos esperando por uma atualização daquela fanfic que você gosta. Lembrando: que a gente tem que ficar feliz com essa atualização mesmo que demorada porque é melhor a fanfic demorar a atualizar do que ser abandonada pelo autor, coisa que acontece aos montes por aqui. E o motivo? Vocês já sabem!

Eu nunca vou abandonar a minha fanfiction com isso vocês não precisam se preocupar mas enquanto a minha estória estiver sendo assombrada pelos leitores fantasmas as postagens vão continuar sendo de 15 a 20 dias por ai.

O capítulo 7 já está pronto, caso os leitores fantasmas criem vida e resolvam incentivar o meu trabalho com um simples comentário que seja eu volto a postar regularmente todo fim de semana, caso contrário.

Só lamento pelas pessoas lindas que comentam em todos os capítulos me desculpa não queria atingir vocês com isso vocês podem ser poucas, mas são importantes para mim. Só estou fazendo isso porque eu realmente acho injusto, eu me esforçar para escrever e postar regularmente, para não conseguir o reconhecimento que eu acho que mereço.

Obrigada pela atenção.

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No próximo capítulo - que eu não sei quando vou postar - finalmente teremos o tão esperado hentai klaroline - confesso que ficou bem hot - e também vamos saber se algo "deu ou não deu" errado no feitiço da Bonnie. Será que eles conseguiram se meter em mais confusão? E o Klaus, morre ou não morre? (carinha de suspense) rs

Beijos,
A Gueixa