É Tão Difícil Dar Certo...
7 Culpa e consequências, parte I
Notas iniciais
Mas não tomei essa decisão por iniciativa própria. Sem o empurrão de certas leitoras DIVAS, que me incentivaram a continuar e a não desanimar, eu iria mesmo demorar pra postar os capítulos!
Agradeçam: (pelo menos eu agradeço e muito a elas)
Lady Ravengar: Por me incentivar persistentemente, o que eu adorei tanto aqui no Nyah quanto pelo Face, além de me deixar uma linda recomendação sintam-se livres para seguir o exemplo dela -, e ainda me fez um lindo pôster para essa fanfiction. (A capa desse capítulo é o pôster que ela me fez).
Snow White: Por me deixar uma linda recomendação, e por me compreender bem já que ela excluiu a fanfiction klaroline dela, pelos mesmos motivos que eu reclamei aqui, eu acompanhava a fanfic dela, e fiquei com mais raiva ainda dos fantasmas, graças a eles eu não vou saber o final da historia!
Gaby Salvatore: Por ser uma fofa, que sempre me deixa comentários lindos e gigantes que eu amo, e fico pulando de alegria toda vez que leio - e acho que posso dizer que de todas as minhas leitoras, ela é umas das que mais se não for a que mais me incentiva.
Obrigada, minhas lindas. Esse capítulo é todinho dedicado a vocês.

Titulo: É tão difícil dar certo...
Capítulo 7: Culpa e consequências, parte I
Caroline
Klaus entrou no Box me pegando no colo e sufocando a minha boca com a sua em um beijo feroz. Cruzei minhas pernas ao redor de seu corpo para me equilibrar melhor enquanto o ajudava a tirar o terno já ensopado pela água do chuveiro. As mãos de Klaus passeavam fortemente por todo o meu corpo, marcando toda a sua possessão na minha pele, que ficava com um rastro avermelhado por onde os seus habilidosos dedos passavam, e, céus... Eu estava amando isso!
– Caroline... Você não pode se tocar aí, esse é o meu trabalho... Só eu vou poder te tocar; de agora em diante o seu corpo me pertence, você me pertence! – Klaus falava rouco de desejo ao meu ouvido, enquanto escorregava seus dedos pela minha intimidade em um gostoso e torturante movimento de vai e vem, lentamente. Por Deus! Como não enlouquecer de prazer nas mãos de Niklaus?
Gemi de prazer no ouvido dele, lhe arrancando arrepios com o meu ato. Mordisquei sua orelha e fui descendo minhas mordidas pelo seu pescoço, o levando à loucura e o fazendo estocar os dedos em mim com mais força. Novamente seus lábios capturaram os meus em um beijo cheio de desejo, e eu queria cada vez mais o meu Niklaus dentro de mim!
– Klaus... Me leva para a sua cama... Eu quero ser sua, agora... Não quero mais esperar para te sentir todinho em mim. – Mais gemi do que propriamente falei, mas ele me entendeu muito bem. Sem falar uma palavra sequer, ele apenas desligou o chuveiro e me levou ainda em seu colo até a sua cama, me depositando nela com tanta delicadeza que eu me senti como um cristal raro que podia ser quebrado com qualquer descuido.
Niklaus é um cavalheiro à moda antiga, um tipo de homem raro que se preocupa verdadeiramente com a sua mulher; ele cuida, protege e mima de todas as formas possíveis. Arrisco dizer que se houvesse tempo para nos tornarmos um casal de verdade, ele seria capaz de qualquer coisa – literalmente – só para me fazer sorrir.
Mas nunca chegaríamos a esse ponto. Não nos tornaríamos um par de pombinhos apaixonados, invejados e grudentos, não faríamos piquenique no parque e nem iríamos de mãos dadas ao cinema declarando o nosso amor e felicidade um ao outro. Sorri tristemente – internamente –, isso era uma coisa tão boba para se pensar em um momento como esse, mas eu queria tanto, do fundo do meu coração, como eu queria viver todos esses momentos “água com açúcar” ao lado do Klaus e fazê-lo eternamente feliz.
Mas o destino nos pregou uma peça, nos colocou em lados opostos e nos fez primeiramente nos odiarmos para depois nos apaixonarmos... Pena que tarde demais! Existe um abismo entre nós, um mundo de diferenças com milhares de coisas que nos separam. Cada escolha que o Klaus fez desde que voltou a Mystic Falls foi selando o nosso destino e criando muros entre nós, e cada escolha minha depois disso foi nos distanciando ainda mais, e mesmo assim nossos caminhos insistem em se cruzar; rodamos e rodamos e acabamos sempre juntos, não importa se é em uma situação boa ou ruim, o que importa é que no final sempre acabamos juntos e separados de alguma forma.
Esta noite, a única vez que eu e o Klaus ficaremos juntos em uma situação que pode ser considerada tanto boa quanto ruim; boa porque finalmente eu tive coragem de admitir para mim mesma os meus sentimentos, e vou poder passar esta noite nos braços do homem que eu amo e que eu sei que me ama, e ruim... Porque graças a mulher que ele tanto ama ele vai amanhecer morto!
Se houvesse alguma chance, mesmo que mínima do Klaus sobreviver – meu coração bem lá no fundo está se agarrando a esta esperança para não despedaçar –, e quando ele acordasse descobrisse toda a verdade, eu sei que ele seria incapaz de me perdoar – eu sou incapaz de me perdoar –, a minha traição não tem perdão, e eu não tenho dúvida alguma que ele me faria pagar pelo meu “crime” da pior maneira possível, porque esse é o jeito Niklaus Mikaelson de ser, é a natureza dele e nada pode mudar isso, nem mesmo o amor.
Mas se a última noite de vida do Klaus está em minhas mãos – junto com a única oportunidade que eu terei de ser feliz com ele – vou fazer de tudo para que ela seja a melhor possível. Darei a Klaus a melhor noite que ele já teve em seus mil anos de existência, esta noite o farei feliz — como eu desconfio que ele nunca foi – e me lembrarei dessa noite para sempre, e me condenarei por ela eternamente.
(...)
Bonnie
Alguma coisa começou a mudar ao nosso redor, não sei dizer o quê ao certo, mas o equilíbrio já não era mais natural, parecia existir uma voz em minha cabeça que me dizia que a natureza tinha se tornada maligna. Olhei para o Jeremy e pude vê-lo assustado, olhei na direção de onde ele estava olhando e pude ver árvores se contorcendo e montes de folhas e terras se unirem até criarem forma de alguma criatura desconhecida e vir em nossa direção. Alguma coisa estaria errada? Ou esse feitiço é bem mais forte e perigoso do que eu imaginei? Pior, bem mais forte do que eu possa realmente controlar?
– Oh, bruxinha, sem querer atrapalhar, mas você tem certeza que não saiu nada errado né? – Dessa vez ninguém mandou o Damon calar boca, porque todos queriam ouvir a resposta da pergunta que só o Damon teve a coragem para perguntar. E sinceramente, eu estava com um pressentimento muito ruim e não tinha mais certeza do que responder aos meus amigos.
– Bonnie, por favor, diz alguma coisa. – Confesso que nunca vi o Jeremy tão assustado quanto está agora; sua voz e suas pernas estavam tremendo pelo medo. Admito que fiquei decepcionada, eu esperava uma atitude no mínimo um pouco mais corajosa do meu namorado caçador. – Isso faz parte da mudança natural que você tinha falado, certo? Você tem certeza que não saiu nada errado, não é mesmo? Droga Bonnie! Diz alguma coisa, se não eu...
– Acalme-se, Jeremy! Tudo ficará bem, eu prometo. – Lhe sorri forçada, tentando passar a ele e a todos uma segurança que eu não tinha, mas alguém ali precisava ser forte. – É só todos manterem suas posições, não soltem as mãos e não saiam dos lugares por nada, ou o feitiço estará perdido.
– Ótimo bruxinha, então só faz o favor de avisar aos seus amiguinhos criaturas de terra ali, para nos atacarem só quando nós já pudermos usar as mãos para nos defender, ou as pernas para poder correr, no caso do zagueiro e do pequeno Gilbert.
Até num momento como este Damon não perde a oportunidade de fazer um comentário zombeteiro, acompanhando do seu tradicional sorriso torto e irônico que eu odeio. É obvio que ele percebeu o medo escancarado do Jeremy e o disfarçado do Matt — que eu não sei como ainda se deixa sempre se envolver nos nossos assuntos sobrenaturais; de todos nós, ele é o único que tem a opção de não se envolver, de levar uma vida normal de um humano estudante, jogador e garçom do Grill – e é lógico que o Damon ia preferir perder a vida a perder a oportunidade de fazer um maldoso e importuno comentário alfinetando alguém. Aff... Isso é tão Damon!
– Não precisa ter medo, Damon, eu já disse e repito, vai ficar tudo bem. Só não saiam de suas posições que eu vou resolver tudo...
– Tem certeza que é para mim que você tem que avisar para não ter medo, bruxinha? – De todos os sorrisos maldosos, cínicos e irônicos que eu já vi o Damon esboçar, o que ele deu agora foi o pior e maior de todos, e eu juro que se não tivesse uma situação tão perturbadora ao nosso redor para roubar toda a minha concentração, eu teria me descontrolado e matado o Damon só por isso.
– Damon, eu juro que se você não calar a sua maldita boca agora e deixar a Bonnie em paz, quando tudo isso acabar eu mesmo te mato! – O Salvatore mais velho apenas revirou os olhos entediados com o comentário do Alaric, mas pelo menos ele calou a boca. Agradeci a Alaric silenciosamente com um gesto de cabeça.
Eu precisava agir rápido, já tinha perdido muito tempo sem conjurar o feitiço, e isso poderia ser prejudicial para o plano. Por isso a ajuda das bruxas era fundamental, enquanto eu me distraia em nossa “pequena discussão particular” elas deram continuidade ao feitiço, só que apenas “bruxas mortas” não poderiam concluir essa magia. Sem uma bruxa viva – no caso eu — para conjurar o feitiço desse lado, o feitiço não tem valor nenhum.
Precisei usar a expressão novamente para poder fazer um feitiço de proteção. Criei uma barreira invisível ao redor de todos nós, nada poderia passar pela barreira e nos machucar, nem mesmo a alma das bruxas. Sorri abertamente – e dessa vez com segurança – ao notar que levantei a barreira bem a tempo, pois assim que eu a criei as criaturas de terra começaram a bater e se aglomerar em volta de nós sem poder nos tocar, estávamos seguros, por enquanto...
(...)
Caroline
– Minha. Só minha. Toda minha. – Estávamos ambos nus, nos beijando e nos acariciando na cama. Não tínhamos pressa, queríamos aproveitar cada segundo para conhecer tudo, cada centímetro do corpo um do outro. A cada beijo que trocávamos, Klaus fazia questão de falar o quanto eu era “sua, só sua”. Eu não imaginava que ele pudesse ser tão possessivo assim, e não tinha ideia que eu ia gostar tanto de ser tão intensamente amada e desejada dessa forma, e por um ser tão poderoso e perigoso quanto o meu Mikaelson.
Não tinha sequer um centímetro do meu corpo que já não tivesse sido apalpado e beijado por Klaus. E toda vez que a sua barba rala roçava na minha pele, meu corpo arrepiava inteiro e entrava em chamas, chamas essas que só o próprio Klaus poderia apagar ou me deixar incendiar de vez.
Klaus brincava com o meu seio esquerdo dentro da sua boca, enquanto com as mãos ele dava atenção ao meu seio direito. Eu já não estava mais me aguentando de tanto tesão, e quando Klaus circulava o bico do meu peito com a ponta da língua e em seguida o sugava, eu tinha a certeza que ia explodir de tanta excitação. Ele oscilava essa tortura saborosa entre um seio e outro, me fazendo ir e vir da realidade ao paraíso.
E quando eu achava que não podia melhorar... Melhorou! Klaus desceu seus beijos pela minha barriga lisa, deixando um rastro de saliva e fogo por onde a sua boca sedenta passava. Quase gritei de expectativa pelo que viria a seguir. Klaus sabia ser um amante muito atencioso e generoso, e eu saberia retribuir ele muito bem por isso.
Quando a sua língua fria tocou a minha quente intimidade, o choque térmico e prazeroso fez o meu corpo inteiro estremecer, e foi impossível segurar o grito rouco de desejo que escapou da minha garganta. A língua do Klaus conseguia ser mais habilidosa e gostosa que os dedos dele, meu corpo começou a criar vontade própria e se mexer sozinho; eu não tinha mais controle sobre ele, meu corpo arqueava e se retorcia sem a minha permissão, e a única coisa que eu conseguia fazer era gemer gostoso o nome do homem que estava me dando todo esse prazer:
– Ahh... Klaus...!
No momento em que falei que a língua de Klaus conseguia ser mais prazerosa que os seus dedos, é porque eu ainda não tinha ideia do prazer que sua língua e seus dedos juntos conseguiam causar na minha já encharcada feminilidade, mas agora eu sei! Enquanto ele aprofundava cada vez mais a língua dentro de mim, ele usava seus dedos para massagear o meu clitóris com movimentos lentos e circulares, arrancado qualquer sanidade que eu ainda tivesse naquela altura do jogo.
Mas ele era um homem cheio de surpresas. Como se já não bastasse ele estar me fodendo com a sua língua e me enlouquecendo com os seus dedos no meu clitóris, ele resolveu arriscar uma nova carícia, sem deixar de dar continuidade as outras. Ele usou a sua mão livre para acariciar o meu botãozinho rosado – até então nunca tocado pelos dedos de um homem -, confesso que de início eu me assustei com esse novo contato e enrijeci o corpo, mas com apenas um olhar que ele dirigiu a mim me passando confiança eu relaxei e aproveitei cada segundo daquela nova sensação que eu preciso admitir, é deliciosa!
Quanto mais relaxada e molhada eu ia ficando, mais fundo seus dedos me estocavam – de ambos os lados — sempre em movimentos circulares para ter mais contato com toda a extensão de minhas entradas, e sua língua era impiedosa dentro de mim, disputando com os dedos quem me daria mais prazer, e eu não sei dizer ao certo quem ganhou, só sei que eu acabei de ter o melhor gozo da minha vida!
Por um momento eu tive a certeza que ia desmaiar de tanto prazer, nenhum homem antes de Klaus tinha conseguido me fazer sentir assim, com tanta intensidade. Meu corpo inteiro ainda está tendo leves espasmos e eu sinto como se pudesse levitar de tão leve e relaxada que eu estou me sentindo. Ah, mas com certeza o Klaus seria recompensado à altura.
Finalmente olhei para o rosto do Klaus, e ele me sorria entorpecido e extremamente satisfeito por saber do efeito devastador que ele tinha sido capaz de causar em mim. E eu também irei sorrir assim essa noite, depois de causar o mesmo efeito enlouquecedor no meu Mikaelson.
Em um ato atrevido e extremamente excitante, Klaus escorregou um dedo novamente em minha intimidade o lambuzando com o meu gozo, em seguida levando o dedo até a sua própria boca, saboreando o gosto do meu prazer; ele disse enquanto me encarava:
– Amor, sabia que o seu gosto é delicioso e viciante? – Eu queria gravar aquela cena para sempre em minha memória, a felicidade dele a me ver entrar em chamas. Mas esse é um jogo que dois podem controlar.
– Na verdade, não sei não – Tentei fazer a cara mais inocente e angelical possível. – Me deixa experimentar para saber se é mesmo bom. – E o encarando sem sequer piscar, eu estoquei um dedo para dentro da minha intimidade levando até a minha boca e o sugando igualzinho ele tinha acabado de fazer. – Hum... Você tem razão, amor, o meu gosto é delicioso.
Na hora eu vi o rosto do Klaus se transformar, de repente aquele olhar demoníaco de pura excitação tinha voltado para me assustar e me encher ainda mais de tesão. Klaus veio para cima de mim com tudo igual a um animal selvagem me montando. E eu molhei ainda mais, se é que isso é possível.
– Amor... Se a sua intenção era me enlouquecer, pode ter certeza que você conseguiu. – Foi só o que ele falou antes de entrar fundo e firme em uma estocada só dentro de mim, me fazendo virar os olhos e morder meus próprios lábios de tanto prazer.
Klaus estava-me fodendo sem dó, e eu estava adorando. Ele entrava e saía de dentro de mim com tanta força que eu pensava que ia ser rasgada ao meio. Cravei minhas unhas nas costas dele e fui descendo os dedos, criando um rastro de sangue por onde passava, enquanto ele ficava cada vez mais duro dentro de mim.
O meu Mikaelson parecia ficar mais forte e demoníaco a cada segundo que se passava. E eu juro que quase podia ver labaredas saindo do meu corpo de tão quente que estava. Klaus agindo como um animal, mordeu o meu pescoço e começou a beber do meu sangue; eu não me assustei, muito pelo contrário, no momento qualquer coisa que viesse de Klaus tinha o dom de me enlouquecer a ponto de delirar de tanto prazer. Quando ele se saciou de beber do meu sangue, eu mordi seu ombro e me embebedei com o seu sangue, a minha cura, o meu amor...
Usando a sua força e velocidade sobre-humana, Klaus nos girou na cama, me deixando em cima dele para cavalgá-lo, e eu cavalguei igual uma vadia pulando e rebolando em cima de seu pau, nos enchendo de fogo e desejo, nos enchendo da mais pura e selvagem luxúria.
Duas coisas que eu não imaginava experimentar na minha eternidade, mas que agora eu me arrependo de não ter conhecido antes: sexo com o Klaus, e sexo selvagem! Como eu poderia adivinhar que ambos fossem tão deliciosamente bons?
(...)
Bonnie
A mudança da natureza estava mais forte e surpreendente do que eu podia imaginar. As criaturas de terra continuavam tentando nos atingir; estavam batendo fortemente contra o campo de proteção que eu criei, e a cada segundo que se passava surgiam mais e mais criaturas novas e bizarras feitas pelos quatro elementos da natureza, em sua maioria, as criaturas sem formas definidas eram constituídas de: terra, fogo, água e ar.
Quanto mais adentrávamos a madrugada e mas perto do fim do feitiço chegávamos, mais fracos eu e meus amigos íamos ficando, e mais fortes as criaturas pareciam ficar. Em alguns momentos eu pensava que não ia mais conseguir segurar a barreira que nos protegia, pois isto estava sugando demais as minhas energias. Mas por nada eu deixaria aquela barreira cair e os meus amigos se machucarem, nem que custasse a minha vida eu iria protegê-los.
Eu fui muita ingênua em pensar que já estava no mesmo nível que a minha avó para executar esse feitiço, eu ainda não possuo o mesmo controle que ela tinha, e estou longe de atingir a sabedoria que ela tentou me ensinar, mas que não ouve tempo suficiente para eu aprender.
Eu nem fui capaz de prever uma situação como esta, eu devia ter previsto que algo do tipo poderia acontecer! Eu tinha a obrigação de ter pensado nesse tipo de coisa antes de colocar a mim mesma e as pessoas que eu amo em um perigo que eu não tenho nem certeza se conseguiremos escapar.
A minha vontade cega de nos livrar de uma vez por todos do mal que nos assombra – Klaus Mikaelson – me levou a ser imprudente e agir sem pensar. Eu deveria saber que um feitiço tão poderoso quanto este trazia junto consigo um perigo da mesma proporção; bom, na verdade eu sabia, mas o meu ódio cego me impediu de enxergar isto.
Para a minha total surpresa, minha avó apareceu dentro do campo de proteção que eu havia criado, e isso só podia significar duas coisas: ou a minha avó era realmente super poderosa a ponto de conseguir anular a minha proteção – contra almas de bruxas – ou eu não estava mais conseguindo segurar o campo de força e logo as criaturas também conseguiriam entrar. Implorei internamente para ser a primeira alternativa.
– Bonnie, você não deveria ter feito isto, minha criança...
– Vovó...
Continua...
Notas finais
Já que você leu até aqui, o que custa: comentar, favorita e (se estiver achando a história realmente boa) recomendar? #FicaaDica
Adivinhem quem voltou? A Sorelly, voltou a ser a Beta Reader dessa fanfiction hehehe...
O capítulo 7 ficou maior do que eu imaginei, então para a leitura não ficar cansativa para vocês, eu achei melhor dividir em duas partes. No próximo capítulo: teremos a continuação do hentai klaroline a parte mais quente e pesada ficou pra essa segunda parte do capítulo e vocês finalmente vão descobrir se esse feitiço vai pra frente ou não vai. *-*
PS: os leitores mais sensíveis, favor preparar os lencinhos de papel para o próximo capítulo, porque vai ter grandes chances dos mais sensíveis chorarem! Alguém arrisca o por quê?
Beijos,
A Gueixa
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