É Tão Difícil Dar Certo..
11 Sonhos
Notas iniciais
~le tendo um ataque cardíaco em 3..2..1..~
Nyaaah!! Quasee 100 comeents! Estoou muito feliz!!
Desculpem a demora, o cap até ficou grandinho por causa disso. É que acrescentei um hentaizinho pra vcs. haushuhasa.
Beem, quero avisar que nesse cap contém HENTAI e VIOLÊNCIA. Então menores aí, estão avisados. Este cap é em homenagem á Annie Titania e a BruninhaChan, umas de nossas leitoras safadinhas haushuasa
Acabei de terminar Another, to morrendo de medo T.T
Beem, boa leituraa ;)
LUCY POV’S
Domingo — 22 h e 30 min
– Lucy querida, já está tarde. Vá dormir.
– Ok mãe, mas me deixa dormir com a senhora.
– Não, você sabe que na cama não cabe nós três.
– Mas mãe, o papai vai dormir hoje?
– Sim, ele vai.
– AAAAAAHHH!
– Não faça manha Lucy, vá para a sua cama, rápido!
– Ok mãe.
Dirigi-me a cama como uma criança obediente. Mamãe tinha trabalhado duro, irei deixá-la dormir á sos com o papai.
Domingo — 3 h
Tive um pesadelo. Sonhei que mamãe e papai são assassinados. Tô com muito medo! Vou pro quarto da mamãe, não brigue comigo okaa-san. Onegai!
Vou até o quarto dela com um sorriso, mas quando a vejo brigando com o papai meu sorriso some.
– Cale a boca! Você se enfia na porra daquele escritório e não arranja tempo até para a própria filha!
– Não quero saber! Dou-te tudo do melhor e ainda reclama!
– Prefiro não ter nada a você nem ter tempo para mim!
– Ah, não encha! Estou muito cansado!
– É só assim que você vive! Esse trabalho te suga!
– Como é que é? Não fale assim do meu trabalho caralho!.- Papai alterou a voz, saindo mais alto do que já estava.
– Jude, não grite, sua filha está dormindo!
– Não quero saber, você insultou meu TRABALHO!
– Jude..
– Cala boca!
A discussão era horrível! Eu já estava chorando. Mas aí minhas lágrimas desceram com mais fervor quando papai pegou uma faca e mirou no peito de mamãe. Arregalei os olhos quando ele deu uma facada.
– JUDE!
– Isso Layla. Grite. Você insultou o meu trabalho! Isso não pode! VOCÊ SABE DISSO PORRA!
– Okaa-san..- Saiu como num sussurro, eles não me ouviram.
– Amor, você tomou o remédio ho.. hoje?.- Ela dizia com dificuldade, eu já estava soluçando.
– Amor o caralho!.- Ele deu outra facada nela. Era como se estivesse dando aquelas facadas em mim..- Você não cuida de mim como deveria! Eu mereço outra mulher!
Ele completou dando mais cinco facadas em diversos lugares do corpo da minha mãe, não agüentei.
– MAMÃE! PAPAI, O QUE ESTÁ FAZENDO?.- Pude ver o olhar aterrorizado da minha mãe segundos antes de morrer, ela sussurrou o meu nome em leitura labial e caiu no chão. Estava boquiaberta, chocada e assustada.
– CALA A BOCA PIRALHA!- Ele rugiu. No seu olhar estava puro ódio. Ele colocou a faca no corpo da minha mãe e com as mãos cheias de sangue, apertou meu braço. Eu estava paralisada, isso não está acontecendo!
– Escute-me! Você vai fazer direitinho o que eu mandar! Volte para o seu quarto, e finja que está dormindo! Se alguém aparecer finja que acordou, mas não saia do quarto. Entendeu?
– Si.. sim.
– Ótimo, vá para o quarto agora!.- Corri até meu quarto desesperada, a cena da minha mãe gritando, caindo e o seu olhar não saia da minha cabeça. Meu pai era um assassino? Repetia essa pergunta várias vezes na minha cabeça. Não dormi naquela noite, vi a ambulância chegando, os empregados me fazendo perguntas, mas eu não estava ali, minha alma estava em outro lugar, por favor, alguém me belisque e diga que é apenas um sonho! Mas isso não aconteceu..
Terça-feira — 14 h e 15 min
Meu sorriso sumiu de uma forma avassaladora. A polícia fazia um perímetro no meu quarto e no quarto dos meus pais, enquanto isso, eu não podia entra lá. Não conseguia comer nada, ficava apenas de cabeça baixa. Eu não tinha motivação para fazer alguma coisa. Na escola, todos me olhavam diferente.
– Essa aí não tem mais mãe.
– Parece que ela viu o assassinato.
– Coitada.
Comentários assim eram constantes. Não sabia o motivo do meu pai ter matado a minha mãe. Ele a amava não amava? Então porque fez isso? Por amor podemos matar? Inúmeras perguntas surgiam na minha cabeça e eu não sabia a resposta de nenhuma delas.
Estava esperando o motorista chegar, mas de repente quando vejo o carro importado quem está dentro é o meu pai.
– Vamos menina! Entre logo!
– T.. ta
Meu pai nunca vem me buscar ou algo parecido, talvez fossemos a algum lugar ou não. O carro não se dirigia para a nossa casa, e sim á um bairro pouco conhecido. O veículo parou numa casa abandonada, meu pai saiu com uma maleta e me chamou furioso lá para dentro. Entramos e ele me pediu para que eu sentasse em uma cadeira velha de madeira. Sentei, e o mesmo pegou a maleta e abriu, mostrando várias ferramentas lá dentro, ele pegou o canivete e com um sorriso malvado falou.
– É hoje que vamos nos divertir..
Gritei muito. Fui torturada com vários utensílios pelo meu próprio pai. Cheia de sangue e de dor eu caí da cadeira, não agüentando mais qualquer machucado. Ele estava sorrindo para mim, com o canivete na mão e um filete de sangue meu caindo da ponta.
Nunca me esqueci desse dia. E foi ai que descobri de como é o mundo, cheio de pessoas malvadas, assassinas, e o mais importante, falsas.
Sexta-feira — 16 h
O mundo é cruel mamãe. Muito cruel. Não estou agüentando mais ser machucada.. Se eu falar para alguém de tudo, papai me bate mais. Okaa-san, onde você está é um lugar puro? Não tem pessoas cruéis? Deixe-me ir para aí mamãe, eu não estou agüentando mais..
Okaa-san, como você conseguiu amá-lo? Como conseguimos ser enganadas por tanto tempo? Ah, okaa-san, volte.. eu preciso.. de você..
Caí da cadeira de novo. Dessa vez ele estava gargalhando com mais um homem que o ajudou a me machucar. A visita ao hospital era constante. Papai tinha um médico particular que cuidava de todos os meus machucados. Para não mostrar os roxos eu usava uma pele falsa por todo o corpo, já que ficaria muito á mostra se saísse na rua assim, eu estava com muitas marcas.
A casa abandonada era o refúgio do meu pai para me torturar. De vez em quando ele chamava até amigos e me machucavam ainda mais, e depois comemoravam bebendo cerveja e comendo salgadinhos. Isso acontecia todos os dias que ele saía do trabalho nervoso, ele queria descontar em alguém, e esse alguém era eu.
2 semanas depois
Quarta-feira — 18 h
Okaa-san, os machucados estão mais profundos, sinto que vai demorar a cicatrizar. Porquê okaa-san? Por que papai está fazendo isso comigo? Ele não disse que me amava? Não disse que cuidaria de mim até eu morrer? Porquê?
Estava brincando no parquinho, ele ficava em frente á minha escola. Toda vez que eu saía da escola ia para lá brincar, mas não fazia sentido, eu não tinha ninguém para brincar. Todo mundo se afastava de mim, tinha medo de que algum dia o assassino da minha mãe matasse as pessoas mais importantes deles. E o pior, meus próprios colegas de classe me maltratavam, é horrível..
– Ei, lorinha! Sem mãe, olhe para cá!.- Recusava-me a olhar para os dois garotos a minha frente, estava brincando no baldinho de areia quando eles chegaram para me maltratar.
– Loirinha! Heey! Olhe para cá! Idiota!.- Um deles me chutou na perna, estava doendo okaa-san, acertou um dos meus machucados, gemi de dor.
– Isso ta doendo? Tá? Imagine então o que eu irei fazer mais!.- Ele ergueu uma tesoura no ar, fiquei com medo. Mas quando ele ia me acertar, uma garota veio intervir.
– Ei, vocês!! Parem já com isso!
– O que foi tia? Vai nos impedir é?.- A garota espantou não sei como os garotos dali e me deu a mão, ela parecia ser uma garota legal, tinha a nossa idade.
– Você está bem?
– Sim, obrigada.
– Não deixe eles fazerem aquilo com você! Não se rebaixe.
– Obrigada, irei tentar..- Abaixei a cabeça, não poderia contar, ele iria me bater.
– A propósito, meu nome é Lisanna. E o seu?
– Lucy. Meu nome é Lucy.
– Você.. Heartfilia?
– Sim.
– Sinto muito pela sua mãe.
– Obrigada..- Abaixei a cabeça mais uma vez e ela a levantou.
– Hey, não se sinta triste, vamos brincar?
– Sim!.- Me animei e brinquei com minha nova amiga. Ela era albina com cabelos sedosos brancos curtos e tinha olhos incrivelmente azuis, era muito linda! Espero vê-la novamente!
Domingo — 10 h
Okaa-san, a Lis é muito legal! Sinto que posso confiar nela! Não consegui contar minha real situação, mas ela me passa uma coisa que depois que você morreu eu nunca mais senti: segurança, carinho, conforto. Sim, a Lisanna me passa tudo isso, e me dá forças para não desistir. Hoje, papai me chamou para ir ao carro de novo, é que eu fugi dele na última vez, então ele está bem nervoso. Ouço gritos vindo lá de baixo, desço e encontro ele resmungando dizendo que estou atrasada. Entro no carro e espero o pior..
Acabamos não indo para a casa abandonada, e sim para o hospital. O médico me examinou tirando toda a pele falsa, mostrando todos os machucados, e depois do exame pediu para conversar com meu pai em particular.
Ouvi a conversa toda deles na sala, e foi algo mais ou menos assim:
– Jude, sei que me pagou para isso, mas já está demais.
– Do que está falando?
– A sua filha, está desenvolvendo uma doença por causa dos machucados. Tanto psicológica quanto física. Pare de fazer o que esteja fazendo, não posso mais te acobertar.
– O que? Somos parceiros, brothers! Deveria deixar disso!
– Não posso, por favor, pare com isso e não traga mais ela para cá. Caso a ver novamente aqui, informarei a polícia.
Meu pai não respondeu, saiu com tudo da sala do médico, e eu corri até o banco da sala dele. Quando ele saiu, me chamou furioso e foi direto para o carro.
Passamos em algum lugar para comer e saímos de lá umas sete horas da noite. Porém o carro não foi em direção á mansão, e sim á casa abandonada, que eu já tinha gravado o caminho.
Papai me puxou do carro bruscamente e adentrou á casa. Pôs-me na cadeira de madeira que já estava manchada de tanto sangue, e puxou outra cadeira e se posicionou frente á minha.
Ele olhou com outros olhos os meus machucados, que ainda estavam expostos. Pude perceber no seu olhar a malícia. Ele começou a falar sem tirar os olhos do meu corpo.
– Lucy, hoje iremos tentar um coisa nova.
– O.. o.. o.. o quê?
– Apenas obedeça ao que eu falar.
Ele pediu para que eu tirasse meu vestido e ficar na posição de cavalinho. Com as duas mãos no chão e os joelhos também. Ele desceu da cadeira, e como eu estava de calcinha e um top fino, colocou as mãos dentro da minha intimidade. Pensei que ia morrer como um pai pode fazer uma coisa dessas com a própria filha? Mas não parou por aí, ele se empolgou e tirou a calça junto com a cueca boxer. Ainda na posição, ele retirou minha calcinha e penetrou seu membro rígido por trás. Gritei e gritei muito! Era uma dor insuportável, enquanto ele fazia isso, voltava com as mãos para minha intimidade com mais força. Não estava agüentando mais. Até que depois de uma hora, ele retirou seu membro de mim e disse.
– Lucy, me agradeça. Eu não irei tirar sua virgindade, já que isso é uma coisa sua apenas sua..
Concluiu e voltamos para casa logo em seguida. Está ficando difícil dizer, minha região de trás ficou doendo muito. Eu não tinha quem me cuidar, não tinha de quem receber carinho, estava sozinha.. eu e a solidão andamos juntas. Tenho apenas ela de companhia, mas posso dizer que é até melhor do que certas pessoas..
Lisanna, você é a minha única salvação..
5 anos depois
Sábado — 20 h
Estou cansada. Está sendo difícil para eu viver.. Os amigos do meu pai também queriam me penetrar por trás, assim fiquei vindo á essa casa abandonada todos os dias. Minha região está muito machucada pelas estocadas. Estou agora retirando a roupa mais uma vez, enquanto meu pai está me olhando malicioso com mais dois amigos fazendo o mesmo. Fico na posição de cavalinho aterrorizada. Até que.. resolvo tomar uma solução.. quando ele ia tirar minha calcinha, paro sua mão.
– O que foi Lucy?
– Não..
– O quê?
– Não..
– Não o quê?.- Ele se alterou na voz, eu também.
– CHEGA!.- Levantei com tudo e olhei para ele com ódio. Sim, eu estava com ódio. Ódio por ter perdido minha infância toda nas suas vontades, ódio por ter sentido dor esses anos todos, ódio por ele ser o meu próprio pai e sentir prazer a me ver machucada.. ódio.. uma palavra que eu simplesmente não sabia o significado, mas agora eu sei.- PARA MIM CHEGA!
Ele se levantou indignado e olhou para mim com raiva.
– CHEGA NADA PIRALHA! FICA DE QUATRO LOGO QUE O MEU PAU JÁ TÁ DURO! EU MANDO AQUI ENTENDEU? VOCÊ NÃO MANDA NADA! EU SOU SEU PAI!
– NÃO, VOCÊ NÃO É MEU PAI! VOCÊ É UM MONSTRO! MONSTRO!!.- Ele me olhou com indignação e apertou meu braço com força, num segundo chutei com toda a força do mundo na sua parte íntima. Ele gritou de dor e logo caiu no chão.
– CALA A SUA BOCA! QUEM MANDA AQUI SOU EU ENTENDEU? AGORA PAPAIZINHO, QUEM MANDA AQUI, SOU EU. E EU, PODE APOSTAR, IREI FAZER DA SUA VIDA UM INFERNO!.- Acabei meu discurso dando um chute na sua cabeça, saí de lá, mas antes deu um chute em cada membro dos amigos dele.
Liguei para o meu motorista particular para me buscar no centro da cidade. Agora, eu, Lucy Heatfilia, tenho poder sobre todos. Jude nunca mais mandará em mim, e esse ser nunca vai poder ser digno de ser chamado de meu pai novamente. NUNCA! Eu não irei permitir! Agora, vou fazer todos ficarem com medo de mim, me obedecerem a todo custo. E o mais importante, vou crescer com desprezo e ódio no coração, foi isso que procuraram não é? Agora eles irão ter! Apenas uma albina irá ser a pessoa que vou confiar, a pessoa que vou contar todos os meus problemas, mais NINGUÉM!
Acordei com dificuldade e com o rosto todo molhado. Eu havia chorado. Claro, sonhei com o meu passado todo! Estou muito triste, muito.. Olhei em volta, o quarto era todo branco com algumas janelas sob cortinas. Merda, estava em um hospital de novo? A seringa perfurava meu braço, enquanto eu tinha alguma coisa pendurada no meu nariz. Agora eu não sabia quem eu era. Não sabia o que deveria ser.. Quando me lembro ter falado para todos do colégio o que eu vivi! Foi terrível ter falado isso, todos saberem de tudo.. é um pesadelo!
Olho mais uma vez em volta, e percebo a presença de mais alguém no quarto. Quando a vejo, ela estava me encarando. Encarei de volta e mandei uma indireta.
– Não deveria estar beijando um menino de cabelos rosa?
– Lucy..
– Não diga mais nada Lisanna. Apenas fale o porque de estar aqui, já que quando fui atropelada você não veio me visitar.- Ela suspirou pesadamente e me olhou triste, manti meu olhar de raiva, não havia esquecido.
– Lucy, eu vou te contar uma coisa que nunca te contei. Eu fiz uma coisa errada. Eu não te contei toda a minha história, não te passei confiança para você me contar a sua. Quando você estava dormindo, eu ouvi tudo. Você contou tudo para mim. E agora, mesmo você não me perdoando por o que eu fiz, eu irei te contar, te contar todo o meu passado..
Fiquei chocada ao saber que Lisanna sabia de tudo que eu não havia contado á ela. Decidi escutar a sua história. Talvez quem sabe eu possa perdoá-la, mas não deixarei que me machuque novamente. E sobre o amor? Esquece! Isso é uma tolice que te faz ir longe por gente que não te queira. Natsu Dragneel agora para mim morreu! Simplesmente! Tudo que aconteceu comigo, foi culpa dele! Tudo começou quando tentei mudar, uma coisa que não deveria ter feito! Fiz e me arrependi. Isso não vai acontecer de novo, ah se não vai.. você vai ver Natsu, irei te enlouquecer..
AUTORA POV’S
Em uma casa da classe alta. Um casal discutia a relação.
– Eu já disse! Você que é muito orgulhoso!
– Ah, só eu? Você também é!
No jardim com flores de várias cores, uma menina de cabelo escarlate e um menino de cabelos azuis discutiam a relação em um banquinho no meio do jardim. Ambos estavam nervosos com tudo aquilo, porque complicar?
– Esquece Jellal, nunca vamos dar certo!
– Por que diz isso?
– Somos dois orgulhosos! Isso não é compatível! Se ficando agente não se dá bem, imagine namorando!
– Pare com isso Erza! Sei que você também quer!
– Quem disse?
– Aí! Tá sendo orgulhosa de novo?
– Ah mais é só eu? Humpf.
Discutiram de novo. Não chegavam a lugar nenhum com aquela conversa. Mas o que fazer? Desejam um ao outro mas não tinham coragem de dizer. A garota se levantou causando certa surpresa para o garoto.
– Vá embora Jellal, vamos esquecer isso! Quem sabe talvez encontramos pessoas melhores.
– Erza..
– Vá logo! Antes que eu..- Ela foi interrompida pelos lábios macios e suaves do azulado. Ele pediu passagem e ela cedeu, assim foi travada uma batalha entre línguas. Quando pararam para procurar ar, Jellal enlaçou a cintura dela e susurrou em seu ouvido.
– Nee, pare com isso ok? Nunca acharei alguém igual a você. Então por favor, pare com isso! Namore comigo! Estou te pedindo dessa vez! Acho que te amo. — Ela encarou ele surpresa.
– Mesmo?
– Sim. Eu te amo Erza Scarlet.
– Eu também te amo Jellal.- E assim selaram os dois lábios ofegantes. Em apenas alguns dias, poderiam sentir tal sentimento? O destino prega peças mesmo..
Eram oito horas da noite. As estrelas já estavam a brilhar no céu junto com a lua, e o momento bem bom ali no banco estava ficando mais quente.
– Jellal, hey, não acha que estamos indo longe demais?
– Não, porque acha isso?.- Disse o azulado por cima da ruiva, dando beijinhos e mordidinhas no colo da mesma, onde estava apenas um pouco aberto.
– É quee.. acho que não estou pronta.
– Ah Erza! De novo isso? Na festa foi a mesma coisa! Poxa, eu já to duro por você, sei que está preparada.
– Mais eu tenho medo..
– Shhiiiii.- Concluiu pondo o dedo indicador nos lábios vermelhos dela.- Calma, eu irei devagar, se doer muito você me fala.
– Ok.
Com isso, o garoto deu um sorriso de vitória e arrancou a blusa da ruiva junto com o sutiã. Reparou nos mínimos detalhes dos seios da garota, ela ficou vermelha e virou a cabeça para o lado.
– Pare com isso, está me deixando sem graça.
– Você é linda!
Concluiu e atacou os seios. Chupando devagar e forte, enquanto massageava o outro. Erza começou a gemer, com isso mordeu o lábio inferior, porque era tão bom assim? Pegou nos cabelos dele e deu uma leve puxada, o fazendo arrepiar.
O momento já estava bem quente quando os dois estavam nus em frente um ao outro no gramado. Jellal posicionou seu membro na entrada da ruiva, essa deu um gritinho.
– Calma Erza, não irá doer.
– Promete?
– Sim, prometo.
E assim, ele enfiou seu membro rígido dentro dela. No começo era uma dor muito grande. Mas depois de um minuto, a dor foi substituída por um grande prazer. O movimento começou a ficar mais rápido, os gemidos já estavam altos. Não se importaram mais com nada, apenas aquilo. Depois de um tempo, a ruiva se posicionou em cima do peito do seu amor. Lembraria para sempre que sua primeira noite foi sob as estrelas e com alguém que mais amava.
– Eu te amo Jellal.
– Eu também a amo muito Scarlet.
Acabaram pegando no sono depois de muitas calorias queimadas, e estavam esperando que o melhor viesse..
Notas finais
Espero que tenham gostado, qualquer erro por favor me corrijaam!
Beeijos!
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