Ás Três

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Fiz algumas mudanças, porque eu amadureci na escrita durante o tempo em que postei ela -q então ela está menor, e melhor, na minha opinião, espero que gostem :D

E lá estava ela, na rua, enquanto a chuva a fazia companhia. Bem, só ela estava na rua, afinal, quem seria o ''doido'' que sairia da sua casa para andar na chuva?

Caminhava calmamente, chutando poças de água e observando o comércio, as lojas. O comportamento das pessoas, como uma garotinha que vestia uma capa de chuva rosa e caminhava chutando poças de água como si.

Algo chamou sua atenção, um rapaz de cabelos vermelhos sair calmamente, não como a maioria das pessoas que saíam afobadas, para não se ''molharem'', ou melhor dizendo, não estragarem a chapinha, ou o relógio ou sapato caro que usavam, e ele também não era uma criança que gostava de se molhar na chuva, mas os pais o repreendiam.

Olhou para o lado, e ele ainda estava lá, andando calmamente, assim como ela, por coincidência – ou não – ele olhou para o lado, e a viu olhando para ele. Konan não soube descrever o quê sentiu, mas seria algo entre arrepio na nuca e... arrepio na nuca.

Mas ela desviou o olhar e seguiu seu caminho, mas ele não fez a mesma coisa, atravessou a rua e veio á seu encontro. Ela ficou atenta, sabe-se-lá se ele era um maníaco. Ou um estuprador. Ou um maníaco

– Meu nome é Nagato – ele era meio frio. Poderia ser a característica de um sociopata e... ele sorria. Konan se derreteu com esse sorriso, e confiou um pouquinho mais nele.

– Konan – se apresentou.

– Eu não sou um maníaco estuprador ou seja lá o que você esteja pensando sobre mim... — divagou – você é bonita.

Konan deu uma leve corada e torceu para a chuva mascarar isso.

— Eu gosto de piercings – acrescentou.

— Porque não tem nenhum?

— Longa história.

— Tenho tempo – Konan sorriu.

— Vai ficar resfriada se ficar na chuva.

— Você também – Nagato sorriu pela resposta. Parou de caminhar. — Nos vemos por aí – começou a andar.

— Ei, espera... Você... quer sair comigo?

— Claro – sorriu novamente. Quantas vezes ela sorrira com ele? Podia parecer meio estranho. Eles nem se conheciam! E Konan não era de confiar em estranhos.

— Você sabe aquela cafeteria perto dos prédios? — Konan acenou com a cabeça em afirmação. — Te encontro ás três. Está bom para você?

— Está.



Nada mais foi dito, e cada um seguiu seu caminho.



Até o outro dia, quando ás três da tarde, eles estavam na porta da cafeteria, sorrindo um para o outro.



Notas finais
Bem, eu revisei duas vezes, mas erros as vezes passam.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!