À primeira vista

6 À primeira vista VI


Notas iniciais
Olá, minna!!! Como estão? :) Sei que faz muitooooooooooooooooooo tempo que não atualizo minhas histórias, mas estive muitíssimo ocupada, e não me sobrava tempo pra postar... :/ Peço mil desculpas por demorar tanto pra atualizá-las... Mas sempre que tenho tempo, eu me esforço ao máximo.. >< Bem, chega de lenga lenga e... Vamos ao capítulo! Boa leitura!!! P.S: avisando que esta fic está chegando ao fim, já que era pra ser somente uma two-shot e acabou assim, enooorme ;x

Portgas D. Ace interrompeu a fala da navegadora , puxando-a pela cintura , e beijando-a de forma calma , com carinho . Nami foi pega de surpresa , e sem saber o que fazer , ficou parada .

O moreno percebeu que a garota não reagiu e olhou para ela preocupado .

– Nami ? O que foi ?

– ...

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– Nami?

– O que está fazendo, Ace-kun? – questionou Nami, com a face queimando de vergonha, e se afastando lentamente.

– Tentando te beijar, oras. – disse Ace, com a maior naturalidade do mundo.

– M-mas... Isso é errado... – disse a navegadora, se afastando do garoto.

– Errado? E eu posso saber o motivo?

– B-bem, porque... Eu... Nós nos conhecemos há pouco e-

– E o que isso tem haver? Você não quer me beijar? – questionou o moreno, se reaproximando novamente da ruiva.

– E-eu... N-não, eu só...

– Eu beijo tão mal assim? – perguntou o moreno, arrancando um arrepio involuntário da ruiva, e deixando-a ainda mais vermelha.

– E-eu não sei...

– Como assim você não sabe? – questionou Ace, confuso.

– Bem, é que fui pega totalmente de surpresa, e acabei nem-

– Já entendi. – disse com um sorriso malicioso. — E se eu te beijasse de novo? – perguntou o moreno, olhando para a navegadora de Monkey D. Luffy.

– B-bem, aí eu poderia te dizer se você beija bem ou-

Antes que a ruiva terminasse a frase, estava sendo agarrada por Portgas D. Ace novamente. Trocavam beijos quentes, com direitos a leves puxões no cabelo por ambas as partes, e leves e moderadas mordidas. Nos lábios, orelhas, bochechas e pescoço...

Durante o beijo, Nami não se preocupava com nada. Era a primeira vez, desde que se juntou ao bando, que ela estava se sentindo feliz. Talvez estivesse precisando disso. Um pouco de atenção, amor, carinho...

Para Ace não era diferente. Há tempos não se sentia assim, feliz. Era inegável que aquela navegadora havia conquistado seu coração. Para ele, seu irmão Monkey D. Luffy era um cara muito sortudo. Imagina, conseguir nakamas com sonhos a serem realizados também, e convencê-los a acompanhá-lo em sua longa jornada? Seu irmão era muito sortudo. Principalmente por ter aquela ruiva maravilhosa que possuía incríveis lábios com gosto de laranja. E que estava, naquele momento, em seus braços.

Separaram-se pela falta de ar e ficaram olhando um para o outro. A ruiva encontrava-se corada, ofegante. E não era diferente com o moreno. Ace passou a mão no rosto de Nami e sorriu de forma doce para a mesma.

– E então? Já posso saber a sua resposta?

– R-resposta? Do quê? – perguntou Nami, confusa e aérea devido ao beijo.

– Do beijo... – sussurrou no ouvido da garota, arrancando mais um arrepio.

– Eu... Ainda não... Não consegui me decidir ainda... – disse Nami, perdendo um pouco da timidez e sorrindo para o moreno.

– Oh, isso não é bom... Você precisa se decidir, mocinha... – disse o moreno, se aproximando da ruiva novamente e a puxando pela nuca, esmagando seus lábios contra os lábios macios da navegadora, que lhe agarrou pelo pescoço.

Portgas D. Ace foi empurrando a garota até a mesinha onde a mesma desenhava seus mapas. Retirou o porta retrato com cuidado e empurrou o restante das coisas, fazendo um barulho do qual Nami não reclamou. Ao ver que a mesinha estava ''limpa’’, Ace sentou a ruiva em cima da mesinha e sorriu para ela, que retribuiu o sorriso e puxou-o para mais um beijo. As mãos da garota se encontrava ao redor do pescoço do moreno. Uma mão nos fios macios e a outra mão no pescoço quente.

Para Portgas D. Ace, o quarto parecia pegar fogo. Imaginava se a ruiva também estaria sentindo calor. Mas percebeu que ela estava, ao ver que ela havia parado o beijo para retirar seu ''casaco’’ de cetim. A longa ''saia’’ de Nami estava incomodando o garoto, que queria acariciar suas pernas, aparentemente macia. Resolveu então, levar a garota até a sua cama, onde teriam maior comodidade. Notou a surpresa de Nami, ao pegá-la no colo.

– A-Ace-kun?

– Hum?

– O-o que está fazendo?

– Te levando pra cama oras. – respondeu Ace, calmo.

– M-mas...

– Relaxe, Nami... Eu sei que você me quer... – disse o moreno, com um sorriso malicioso no rosto. – Assim como eu também quero... – completou, arrancando mais um arrepio da ruiva.

– M-mas...

– Se você realmente não quiser fazer isso, eu paro aqui. – disse o garoto, deitando-a na cama e sentando-se ao lado, aguardando somente pela sua ''autorização’’ para saciarem o desejo de ambos.

– E-eu...

– Não vou te forçar a nada, se você realmente não quiser.

– N-não é que eu não queira... É só que... Eu...

– Então você quer? – disse Ace, deixando-a muito mais ruborizada.

– S-sim, mas... – disse Nami baixinho. Como explicaria a ele que queria que ele fosse o primeiro homem de sua vida, mas que estava com medo de fazer algo errado?

– Mas...?

– Euestoucommedodefazeralgoerrado,jáquenuncafizissoantes! – disse Nami, rapidamente, na esperança de que ele não entendesse, mas que tivesse entendido ao mesmo tempo.

– Você o quê? Eu não entendi...

– Isso é embaraçoso e constrangedor... Não quero repetir... – disse a ruiva, virando-se e escondendo o rosto em seu travesseiro.

– Ah tá, agora eu entendi... Você nunca fez isso com ninguém antes? Quero dizer, de todos os homens existentes, eu tive a grande sorte de ser o seu primeiro homem? É isso, Nami?

– ...

– Nami?

– S-sim... – respondeu a garota, tendo a voz abafada pelo travesseiro.

– Oh! Não acredito!!! Wow, sou muito sortudo!!! Acho que encontrei meu próprio One Piece! – disse o garoto, dando risada e fazendo Nami se sentir ainda mais constrangida.

– P-pare com isso, Ace-kun... Que exagero...

– Exagero nada, Nami. Estou muito feliz por esta oportunidade. Vamos, deixe-me ver seu rosto.

– N-não.

– Por que não?

– Estou muito envergonhada no momento...

– Que gracinha... Deixe disso, ou irei fazer cócegas em você mocinha...

– N-não, cócegas não!

– Vou contar até 3... – disse o moreno, caminhando até a porta e trancando-o com a chave.

– Ace-kun!

– 1... – começou a contagem, caminhando novamente até a cama.

– Não!

– 2...

– Ei!!!

– 3!!! Sinto muito, perdeu sua chance mocinha! – disse o pirata, tirando o travesseiro e jogando-o no chão e atacando a garota com cócegas.

Nami se retorcia na cama, enquanto gargalhava feito criança, de uma forma muito fofa para Portgas D. Ace.

– P-Pare, Ace-kun...

– Não quero, você está tão fofa, gargalhando desse jeito.

– M-mas... Eu não aguento mais rir... Por favor...

– Tá, eu paro. — disse Ace, parando com as cócegas e entrelaçando suas mãos com as da ruiva. — Mas responda a uma pergunta.

– T-tá, o que quer saber? – perguntou a ruiva, tentando se recompor.

– Eu posso mesmo ser o primeiro homem da sua vida?

– Eu...

– Você...?

Notas finais
Espero que tenham gostado deste capítulo, e novamente, peço desculpas pela demora da atualização desta e de minhas outras fic's... Assim que possível, estarei atualizando minhas outras fic's... :D Espero vocês no próximo capítulo /o/ Beijinhos :3 P.S: Não esqueçam dos reviews ;)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.