À Verdade.
1 Capítulo 1
Tasha Zapata estava arrasada, depois de sua conversa com Keaton ela só precisava sair o quanto antes daquele prédio. A sensação que ela tinha naquele momento era que iria sufocar, explodir, ela só queria sair correndo dali ou melhor no fundo ela queria que Patterson a impedisse, era a única que a faria se sentir um pouco melhor mas não aconteceu...
Patterson ainda tinha suas mágoas e depois de vê-la naquela filmagem só deveria querer ainda mais distancia dela — pensou.
No pensamento de Tasha só existe a dor, ela estava consternada e sentia sua vida em declínio a cada dia mais. Depois de sua briga com Patterson era quase insustentável ir trabalhar todos os dias, ficar perto da loira sendo ignorada por ela, causava um estrago silencioso em seu íntimo.
Ao sair do prédio aquela noite Tasha se dirigiu ao bar que tinha o hábito de frequentar, pediu alguns dos seus drinks favoritos e se embriagou na tentativa de não pensar mas nenhuma bebida era mais forte que seu pensamento em Patterson. Deus como ela relutou contra esse sentimento, só ela sabia o quanto...
Ela estava conseguindo lidar secretamente com esse sentimento por anos, só que depois da briga, o sentimento veio à tona fazendo ela lembrar de todos os bons momentos ao lado da cientista e ela por sua vez não conseguia lembrar de nenhum momento importante em sua vida em que Patterson não estivesse presente e como isso doía, ela não se preocupava com seu emprego na CIA ou com o restante da equipe naquele momento, ela só conseguia pensar como seria ficar longe da mulher que ela mais amava.
Passado algumas horas… o barman precisou tocar em seu braço para ela sair do transe em que se encontrava
“Senhorita já vamos fechar.”
Tasha apenas colocou algumas notas no balcão e saiu do bar, tonta o suficiente para o barman perguntar se ela precisava de ajuda. Ela não respondeu, não ouvia ninguém além dos seus próprios pensamentos que clamavam por Patterson.
Tomou o primeiro táxi que apareceu na rua e se dirigiu ao seu apartamento.
O apartamento de Patterson ficava algumas quadras antes do seu e obrigatoriamente ela deveria passar pela rua da loira para conseguir chegar a sua casa... ao passar por aquela rua Tasha pediu ao taxista:
“Por favor, pare o carro”
O taxista freou o carro ao seu pedido, olhou para ela pelo retrovisor e percebeu que ela chorava
“A senhorita está bem? Precisa de ajuda?”
Tasha estava com os vidros baixos olhando para o apartamento de Patterson e lágrimas rolavam de seu rosto, ela apenas assentiu com a cabeça a pergunta que o taxista fez.
“Quanto te devo? disse ela.
“10 doláres”
Tasha desceu do táxi cambaleando sem ao menos saber o que estava fazendo. Algo dentro dela queria ver desesperadamente aqueles olhos azuis novamente, nem que fosse por alguns minutos..
Ela precisava ouvir a voz de Patterson, queria senti-la de algum jeito mesmo correndo o risco de não ser bem recebida, afinal Patterson não confiava mais nela depois de tudo que ocorrera e já era altas horas da madrugada, mas ela não se importava, já estava acostumada ao gelo que Patterson estava te dando e decidiu arriscar.
Quando se deu conta já estava subindo as escadas que levava em direção ao apartamento da cientista, o porteiro já a conhecia e deixou ela entrar sem maior alarde. Ao terminar o último degrau Tasha ficou paralisada na porta da loira, olhou a tela do celular e as horas marcavam exatas 3:00 da manhã, perdeu a coragem de bater, não queria assustar Patterson e afinal de contas o que ela falaria?
“Precisava te ver ?” “Não paro de pensar em você?” “Eu sou completamente apaixonada por você desde que te conheci” “Minha vida não tem o menor sentido sem você”
Ela sabia que tudo isso era verdade mas viu que não tinha justificativa para bater no apartamento dela, não teria a coragem para se declarar e Patterson estava a evitando.
Ficou estacionada ali perdida nos seus próprios pensamentos, sua embriaguez também a impedia de ter força de se levantar.
***
Do outro lado da cidade Patterson comemorava o aniversário de casamento de seus pais. Ao chegar em seu apartamento o porteiro alertou:
“Boa noite Patterson, uma amiga sua estava aqui”
“Boa noite Josh, qual amiga?”
“Aquela morena bonita que vinha aqui sempre com você” disse ele com entusiasmo.
Tasha era uma mulher que não passava despercebida, suas curvas e seu jeito de andar chamavam atenção
“Tasha?”
“Sim, essa mesmo, ela subiu e até agora não vi descer, como troquei de turno com o Ronald não vi a senhora sair, achei que estivesse em seu apartamento e deixei ela subir”
Patterson subiu as escadas depressa, quando chegou no último degrau, viu Tasha Zapata sentada encolhida com a cabeça nos joelhos, Patterson se ajoelhou em frente a ela, passou a mão em seu cabelo vagarosamente para não assustá-la
“Zapata?”
Tasha levantou o rosto e deu de cara com Patterson aturdida olhando pra ela, a morena não conseguiu dizer uma palavra, ficou petrificada ao olhar para a cientista ali na sua frente.
A loira estava deslumbrante em um vestido branco, nos lábios um tom vermelho vivo, os olhos azuis, realçados em uma make brilhavam como diamantes.
Tasha saiu do transe quando ouviu a voz de Patterson novamente
“Zapata o que faz aqui? Você está bem? Estava chorando?”
“Desculpa Patterson eu já estava indo embora”
“Ei, você estava dormindo na minha porta, percebo que chorou, então você não vai embora até me dizer o que está acontecendo, vem entra”
A loira girou a chave abrindo a porta, Tasha ao tentar se levantar, tropeçou se não fosse a parede como apoio ela iria estabacar-se ao chão.
Percebendo o estado da morena, Patterson a pegou pelo braço e a conduziu para dentro do apartamento, colocou ela sentada em seu sofá antes de começar seu interrogatório.
“Não quero te dar trabalho Patterson, deixe me ir.”
“Tasha, você não tem condições de sair daqui a essa hora do jeito que está. Você fica, mas por favor me explica o que está acontecendo, Keaton fez algo contra você?”
A morena balançou a cabeça em um não como resposta, não conseguia falar, estava aos prantos.
Com o choro de Zapata, Patterson se aproximou sem entender direito o que acontecia ali, segurou a mão dela e levantou seu queixo para que pudesse a olhar nos olhos
“Me diga o que está acontecendo, não me faz bem ver você nesse estado”
Tasha secou as lágrimas, ela tinha que tomar coragem pra dizer o que estava passando em seu íntimo, já não dava mais para ocultar o que sentia, foram anos carregando pra si esse sentimento ela precisava arriscar mas o medo de perder Patterson para sempre a travou novamente.
Ela queria se declarar mas não naquelas condições, ela tinha extrapolado na bebida e Patterson certamente acharia que ela estava delirando.
“Eu estou sendo ridícula, desculpa, tenho que ir Patterson”
Tasha tentou levantar para ir embora mas sentiu-se tonta, Patterson a agarrou pelo braço e disse firme:
“Você não vai a lugar nenhum, tudo bem... deixaremos essa conversa para amanhã, pois vejo que você precisa mesmo é de um banho e uma boa noite de sono, vou pegar algo pra você vestir”
Ela sabia que Patterson tinha razão e preferiu não argumentar, apenas assentiu com a cabeça.
A loira jamais deixaria Zapata naquelas condições sair sozinha ainda mais àquela hora, apesar de estar magoada ela ainda se importava com a morena e a lembrança do seu pai dizendo: “seja lá o que ela tenha feito a você, ela só estava fazendo o trabalho dela” veio a sua mente.
Patterson abriu seu guarda roupa, pegou um camisetão, uma calcinha e uma toalha. Voltou para sala e entregou nas mãos de Tasha.
“Aqui está, tome um bom banho, que eu vou preparar sua cama...vem, deixa que eu te levo até o banheiro.” Patterson estendeu a mão para ela e a guiou até lá.
Ao terminar seu banho Tasha pegou as roupas que a loira havia te dado, ao pegar a calcinha só conseguiu imaginar Patterson vestindo ela, a calcinha era branca de renda tipo shortinho “deveria ficar lindo nela” - pensou. Ao sair do banheiro ouviu:
“Ei Tasha, venha cá, já preparei sua cama”
Ela entrou no quarto e Patterson estava de costas para porta terminando de ajeitar os lençóis.
“Obrigada por tudo que está fazendo por mim, estou tão envergonhada por estar te dando trabalho”
Patterson ao virar viu Tasha na porta, os cabelos molhados, as pernas cruzadas e nas mãos a toalha que tinha acabado de se secar.
“Nossa” pensou ela que pernas lindas tinha a morena, era esculpida mas não ocultava sua delicadeza. Patterson olhou para ela de cima a baixo e Tasha não teve como não notar.
"Algo errado com isso?” Tasha falou apontando para roupa que usava
“Não! Limpou a garganta e continuou... definitivamente não! É que a muito tempo não uso essa blusa e ela caiu bem em você”
Tasha sorriu mordendo os lábios timidamente.
“Venha, deite aqui, você precisa dormir.”
Tasha obedeceu, ela realmente precisava dormir, seu corpo parecia ter levado uma surra e mentalmente ela estava um caco. Deitou e Patterson a cobriu.
“Pegue, tome este comprimido para que amanhã não levante com enxaqueca.”
Tasha tomou o remédio e agradeceu.
“Boa noite, durma bem Zapata, se sentir fome fique a vontade pra pegar o que quiser na geladeira, sinta-se em casa” disse a loira saindo do quarto e apagando a luz.
“Boa noite” respondeu Tasha
Patterson não conseguia tirar a imagem de Tasha usando aquele camisetão, seu corpo era lindo e ela se questionou não ter reparado antes. Fez sua higiene e se atirou em sua cama, começou a pensar o que Tasha fazia na sua porta naquele estado e nas pernas esculpidas da agente e assim vagando nos seus próprios pensamentos adormeceu.
***
No dia seguinte...
Patterson acorda assustada, tirando seu tapa olho e falando pra si mesma:
“Que Diabos de sonho foi esse?! Patterson, você acabou de ter um sonho erótico com Tasha Zapata”
Vagou distante nos seus pensamentos ainda sem acreditar no sonho que tinha acabo de ter.
“Nossa mas o sonho foi incrível! Patterson foi só um sonho, só um sonho. Respira.” Falava pra si mesma na tentativa de mudar o pensamento.
Olhou para o relógio e eles marcavam 10:30 da manhã. Colocou seu roupão, escovou os dentes e foi até o quarto para ver se Zapata já tinha acordado, abriu a porta mas não viu ninguém.
Ao chegar na sala a morena estava na cozinha preparando o café. “Ei, bom dia” disse Tasha.
“Bom dia” Patterson ainda não tinha conseguido se desvencilhar do sonho, só lembrava o quanto foi bom “transar” com Tasha Zapata.
"Estou preparando seu café, com sua torrada e sua geleia preferida... em forma de agradecimento por ontem, apesar de estar magoada, abriu a porta da sua casa para mim, cuidou de mim, espero que não se importe…” ia continuar mas Patterson a interrompeu
“Não vamos falar sobre isso, como te disse não superei mas quero... está um cheiro delicioso e desde quando você sabe qual é a minha geleia preferida?” disse ela sorrindo quebrando o clima tenso que aquele assunto gerava.
“Sei mais de você, do que você própria imagina” disse a morena com um sorriso nos lábios.
Tasha ao sair de trás da bancada se dirigiu a mesa colocando as coisas que tinha acabado de preparar para o desjejum. Patterson bem que tentou disfarçar mas seus olhos foi logo na direção das pernas da agente.
Dessa vez Zapata não reparou pois estava indo e vindo da sala para cozinha arrumando a mesa do café.
“Que corpo lindo ela tem” — pensou. Patterson começou a lembrar do sonho e das coisas que Zapata fez que te deixaram maluca, refletiu no tempo que estava sem sexo e em como estava carente.
Sua vida ultimamente era da casa pro trabalho, do trabalho pra casa. Só se frustrava quando tinha um encontro e preferiu ficar sozinha até aparecer alguém que realmente despertasse seu interesse.
Voltou a realidade com Tasha perguntando onde ela tinha ido ontem a noite que estava tão deslumbrante. “Ah foi aniversário de casamento dos meus pais, eles fizeram uma comemoraçãozinha” respondeu sem se alongar.
“Você estava linda” disse Zapata, indo em direção a cozinha.
Que bom que Tasha virou de costas pois ia conseguir notar o quanto deixava a loira embaraçada com seus elogios. Zapata era alguns centímetros menor que Patterson e ficou na ponta dos pés para conseguir alcançar os copos no armário.
Nesse momento, a camiseta subiu e foi possível ver a morena de calcinha. Patterson inclinou seu corpo quase que involuntariamente para conseguir ver melhor e gelou por dentro, sentiu-se estranha não sabia explicar que diabos estava fazendo.
Estava sentindo desejo por Tasha “é por causa desse sonho Patterson, amanhã você já esqueceu” falava pra si mesma em pensamento balançando a cabeça na tentativa de afastar esses pensamentos.
“Tasha será que podemos conversar sobre ontem? Quero entender o que te levou a estar naquele estado na minha porta em plena madrugada.”
“Você merece uma explicação sim, eu agi de maneira estranha, nem eu mesma estou reconhecendo a atitude que tive…” respondeu a morena voltando pra mesa onde encontrava-se Patterson
“Aceita sair comigo essa noite, podemos sair para jantar, lá prometo te contar tudo”
Patterson olhou para ela, levantando uma de suas sobrancelhas com ar de desconfiança.
“Aceito, mas só se prometer que não irá me esconder nada”
“Eu prometo… ”
A morena quebrou o silêncio que ficou implicando com a loira
“E vamos lá, a quanto tempo você não sai? Não vai ser tão ruim assim distrair um pouco, afinal hoje é sábado.”
Colocou a mão em seu queixo encarando a loira em tom sarcástico
“Tem razão.”
“Bom, espero que você goste do café, agora eu preciso me arrumar pra ir, tenho umas coisas pendentes a resolver.”
Patterson olhou pra ela, curiosa pra saber o que ela tinha que resolver em pleno sábado de manhã, mas preferiu não perguntar, apenas agradeceu pelo café e marcaram de se encontrar às 20:30.
“Combinado eu passo aqui para te buscar” disse Tasha
Meia hora depois Zapata já tinha ido embora. A sós Patterson deitou em sua cama, a imagem do corpo de Tasha não saia de sua mente “O corpo dela é tão lindo como no sonho, o que mais poderia ser igual ao sonho” refletiu.
Patterson lidava de forma natural com sua sexualidade, ficou com algumas meninas na época de faculdade mas não passou de beijos, não por não querer, mas por nunca ter conhecido uma mulher que despertasse a vontade de ir além.
Zapata estava sendo a primeira e ela não estava sabendo lidar com esse desejo.
Patterson estava tão carente a muito tempo não tinha uma boa transa, todos as suas tentativas de relacionamento depois de David foram frustrantes e ela nem conseguia lembrar qual foi a última vez que tivera feito sexo.
Abriu seu notebook e entrou em um site pornô a loira não tinha o hábito de visitar esses sites mas seu corpo estava queimando de vontade de transar. Zapata tinha feito loucuras com ela no sonho e tudo que ela deseja naquele momento era que aquele sonho fosse real.
Patterson abriu alguns vídeos lésbicos mas fechou o notebook logo em seguida, todas aquelas mulheres eram tão promíscuas e ela não curtia...
Fechou os olhos e pensou em Zapata parada na porta vestindo apenas seu camisetão. Quando se deu conta sua mão já estava dentro de sua calcinha pressionando seu clitóris e ela já estava molhada, estava sozinha em seu apartamento e se permitiu relaxar.
Se masturbou pensando em tudo que Tasha tinha feito com ela no sonho, ao alcançar o clímax a loira respirou fundo tentando retomar seu fôlego e riu de si mesma “Você precisava mesmo disso”
O dia correu lento essa foi a sensação para Patterson, as horas pareciam não passar e ela ansiava em ver Tasha de novo e saber o que a motivou estar em sua porta em plena madrugada.
***
Algumas quadras dali Tasha estava em uma joalheria, mandou fazer uma pulseira personalizada com vários pingentes. Minutos antes de buscar Patterson, a morena passou na joalheria e retirou a pulseira que havia ficado pronta, pediu para embrulhar para presente e se retirou da loja indo ao encontro daquela mulher que fazia seu coração bater mais forte.
No caminho foi pensando em ser honesta de vez com Patterson, tudo que ela não queria era esconder a verdade da loira novamente. Sabia que corria o risco de não ter reciprocidade do jeito que gostaria mas a cientista tinha mente aberta e ela acreditava que a Patterson não iria desfazer a amizade por conta de seus sentimentos.
Chegando no apartamento da cientista, interfonou
“Já estou aqui, pode descer”
“Estou indo”.
Alguns minutos depois já estavam juntas novamente, ambas estavam lindas e o elogio foi mútuo: “Uau” disseram em uníssono, riram da situação e Patterson disse:
“Você está muito bonita Zapata”
“Eu?” respondeu a morena pegando Patterson pela mão fazendo ela dar uma voltinha.
Patterson corou, as bochechas vermelhas de vergonha fez Zapata dar um beijo em seu rosto.
“Amo quando consigo te deixar envergonhada” sorriu ela
O beijo da Tasha causou um frisson em todo seu corpo, Patterson estava carente e depois do sonho com a amiga tudo que ela estava pensando era no que Zapata seria capaz. Fez um esforço enorme para a morena não notar sua reação ao beijo e desconcertadamente perguntou:
“Aonde vamos?”
“Surpresa.”
Pegaram o primeiro táxi que se aproximou, Tasha deu o endereço de um famoso polo gastronômico que tinha em NYC não revelando assim a surpresa a Patterson.
A loira fitou ela com o olhar e disse sorrindo “Essa rua é cercada de bons restaurantes.”
A latina apenas sorriu. Não queria dar detalhes, queria surpreender Patterson aquela noite de todas as formas possíveis, queria fazer ela sorrir. Ela amava aquele sorriso e a maneira nerd como Patterson falava das coisas ao seu redor.
As duas estavam no banco de trás do carro, a loira olhava a cidade pela janela do veículo, tagarelando sobre as coisas que via, Tasha a olhava, admirada com sua beleza… “Deus como ela estava linda” -pensou.
Alguns minutos depois..
“Pode parar aqui” disse Tasha ao taxista.
“Vamos rachar o táxi” falou Patterson
“De jeito algum, hoje você é minha convidada, eu faço as honras” respondeu sorrindo e mordendo os lábios um hábito que Tasha tinha.
“Okay” suspirou dando um leve sorriso para a amiga ansiosa para saber onde iriam.
Patterson estava gostando do jeito que Tasha estava conduzindo a situação, que até esqueceu de tudo que ocorrera alguns dias antes com a morena no trabalho.
As coisas estavam fluindo bem e ela resolveu aceitar o próprio conselho que tinha dado ao pai.
“Vem é pra esse lado” disse Tasha guiando a loira pela cintura
O toque de Zapata em seu corpo estava te causando tremores e ela parecia não conseguir controlar isso, só fazia esforço em sua expressão para que a amiga não notasse.
Chegando no local Patterson ficou boquiaberta, elas estavam em frente ao famoso restaurante Vandal.
O local era descontraído com diferentes grafites na parede mas o ambiente não deixava de ser requintado. Patterson a muito tempo queria conhecê-lo mas seu trabalho sempre acabava adiando e conseguir reservas para o badalado restaurante não era fácil.
Tasha tinha ligado pra Rich ao sair do apartamento de Patterson e pediu para ele conseguir uma reserva no melhor lugar do estabelecimento sem dar maiores detalhes. “Então a agente mais durona do FBI vai ter um encontro, que excitante?” Zapata ignorou a provocação dele e apenas respondeu “Apenas faça o que eu mandei Rich” Facilmente Rich fez e em seguida mandou uma mensagem de confirmação.
“Tasha!” Exclamou Patterson admirada “Eu sempre quis conhecer esse restaurante como sabia?”
“Não te disse que sei mais de você que você mesma imagina? Vem vamos entrar.” respondeu entusiasmada
Ao entrarem no local foram recepcionados por uma simpático maître que fez as honras da casa e acomodou as duas na mesa. O restaurante tinha a decoração bem art street e Patterson não conseguia conter sua animação o som do ambiente era animado e a iluminação do local parecia favorecer ainda mais a beleza de Patterson ao olhos de Tasha.
“Estou encantada com esse lugar Tasha” disse a loira olhando tudo em sua volta. Tasha apenas a admirava com um sorriso bobo nos lábios em saber que a loira estava gostando.
Pediram o menu e decidiram experimentar alguns pratos que continha no cardápio. O bar vendia cocktails variados e ambas pediram diferentes drinks para experimentar.
A noite estava fluindo bem e ao terminarem a refeição Patterson tocou no assunto sobre a noite passada.
“Então, não pense que eu esqueci, você prometeu me contar o que aconteceu ontem a noite”.
“Sim e farei. Quero que saiba que eu nunca mais vou mentir pra você de novo. Eu prometi isso a mim mesma, você é uma das pessoas mais importantes da minha vida e tudo que eu não quero é magoar você.” Tasha respondeu firme olhando nos olhos da loira.
Apesar do gelar que sentia por dentro de seu corpo, estava decidida a contar tudo a Patterson, já não dava mais para esconder seus sentimentos ela amava aquela mulher que estava a sua frente com todo seu coração.
“Patterson, quero que saiba que independente de tudo que eu te disser aqui agora, eu espero que você não se afaste de mim.” disse ela dando continuidade
A loira olhou para ela desconfiada, apenas esperava não se decepcionar de novo.
“Vamos, feche os olhos” falou Tasha.
Patterson deu sorriso sem entender e fez..
“Pode abrir”
Ao abrir os olhos Tasha tinha colocado em seu pulso a pulseira que tinha comprado. Patterson olhou para o presente admirada, a pulseira era linda toda em prata com alguns pingentes em torno dela.
“Tasha, meus Deus que lindo”
Patterson percebeu os diferentes pingentes em volta e riu para amiga balançando a cabeça sem entender o significado.
Tasha pegou o braço da loira mostrando todos os pingentes que ele tinha
“Um gatinho já que você sempre quis mas não pôde por conta da sua alergia. Um cubo mágico você é a única pessoa que eu conheço que consegue resolvê-lo num piscar de olhos, tão nerd... disse a morena bufando e revirando os olhos.
“Vamos ver” continuou ela...
“Um computador afinal é a sua arma mais poderosa, uma nota musical, uma flor... não há sentido, exceto que é delicado, como você”
Tasha parou de falar por alguns instantes, olhou fixamente para os olhos azuis de Patterson que já estavam marejados
Prosseguiu a morena…
“E um coração… o meu. É seu agora!”
Patterson não conseguiu conter a emoção.
“O seu?” respondeucom a voz embargada.
“Sim, o meu”
Patterson olhava pra ela ainda sem acreditar no que estava acontecendo ali. Natasha Zapata a agente mais durona do FBI estava se declarando para ela ou ela estava entendendo errado?
Gostou da sensação de se sentir especial a quanto tempo ela não se sentia assim, Patterson estava adorando tudo que estava vivenciando aquela noite na companhia de sua amiga. A cientista sempre foi cabeça aberta com essas questões mas nunca imaginou se sentir tão única ao ser cortejada por outra mulher.
Tasha segurou a mão dela a olhando nos olhos e abriu seu coração
“Eu a amo desde o dia em que te conheci, mas estava sempre dando um passo a frente, tomando decisões para me livrar do medo! Depois que brigamos, vi que sem você, sem a sua companhia, cada escolha minha foi equivocada e minha vida mudou completamente. Patterson! Sem você na minha vida, nada mais parece fazer sentido, eu não consigo me imaginar sem você. Fui a sua casa ontem pra te dizer tudo isso mas perdi a coragem, eu queria estar lúcida o suficiente também para olhar nos seus olhos e dizer o quanto eu te amo”
Zapata se declarou com toda sua verdade e com tanta emoção que lágrimas rolaram dos olhos da loira.
“Eu não sei o que dizer”
“Não precisa dizer nada... eu só queria dizer isso”
Patterson agarrou a sua mão e deu beijo ainda emocionada com tudo tinha acabado de ouvir.
***
Na volta para casa o silêncio no carro tomou conta. Zapata sem saber o que viria adiante e Patterson derretida com a declaração de amor de Tasha.
“Deus, ela é romântica, quem diria” pensava a loira passando a mão na pulseira que tinha ganho.
“Será que ela vai mudar comigo quando a ficha cair” pensava a morena do outro lado do banco.
Ao chegar no apartamento de Patterson, desceram do táxi e Tasha com um sorriso leve nos lábios disse:
"Está entregue, obrigada pela noite”
"Por que não sobe? Amanhã é domingo, não temos que dormir cedo” respondeu Patterson tentando quebrar a tensão no ar
Tasha ficou meio desconcertada sabia o quanto desejava Patterson e o que poderia acontecer a sós com a loira depois de ter se declarado.
“Vem, sobe logo, aqui fora está frio.” disse Patterson puxando Tasha pelo braço
Tasha mordeu os lábios e subiu as escadas atrás da loira sem nada dizer. Parecia ter tirado um peso das costas, abrir seu coração foi a melhor coisa que tinha feito, Patterson apesar de não dizer que sentia o mesmo por ela, agora sabia de toda verdade e não havia mudado... isso já era suficiente para ela naquele momento.
Patterson estava se sentindo diferente desde que acordou, aquele sonho tinha mexido com sua imaginação e depois da noite maravilhosa ao lado de Tasha só queria ter sua companhia por mais algumas horas.
Ao entrar no apartamento Patterson, tirou o casaco e jogou a bolsa no sofá, Tasha fez o mesmo… Estava confortável com a situação, Patterson estava agindo como antes com ela e isso a fazia feliz, nada poderia estragar aquele momento.
“Tash liga o rádio.” disse a loira
“Quieres bailar” respondeu sorrindo
Tasha escolheu uma rádio onde tocava músicas aleatórios. Patterson foi em direção a cozinha e preparou um balde com gelo colocando algumas cervejas e levou para sala onde se encontrava a morena.
“Me ajude com isso Tasha” falou a loira puxando a mesinha para o canto da parede.
“Assim vai ter mais espaço para gente dançar” completou.
Arrastaram a mesa para o canto, Tasha abriu a cerveja deu uma a Patterson e propôs um brinde:
“À verdade” disse a morena levantando a garrafa
“À verdade” respondeu Patterson encostando as garrafas.
No rádio começou a tocar “Reggaéton lento” a morena riu sozinha, Tasha falava espanhol e a tradução da letra parecia encaixar perfeitamente naquele momento.
“Adoro essa música” disse ela se levantando pra dançar
Patterson sorriu admirada com o swing do corpo de Tasha ao som da música
Zapata sentia seu corpo mexer sozinho a batida da música, ela adorava músicas latinas sentia os olhares de Patterson nela o tempo todo até que finalmente os olhos que ela tanto admirava aquela noite encontrou os seus novamente.
Tasha sentiu tremor nas pernas, deu um gole na bebida e sorriu como quem sorri com os olhos para loira.
“Ah, aquele sorriso…” pensou Patterson
“Permíteme bailar contigo esta pieza, entre todas las mujeres se resalta tu belleza” cantou a morena acompanhando a canção e estendendo o braço para Patterson
“Vem, você não queria dançar, então dance comigo”.
Com tudo que Patterson estava sentindo aquele dia, ela seria incapaz de negar. Lembrou novamente do sonho e sentiu até o pelo da sua nuca arrepiar ao segurar as mãos de Tasha que te ajudaram a levantar do sofá.
“Eu não sei dançar isso” disse a loira rindo querendo esconder seu nervosismo com a aproximação de Tasha.
“Eu te ensino apenas deixa o corpo mole” Zapata colocou as mãos na cintura da loira e a virou de costas pra si.
Patterson tremeu pelo contato, Tasha havia se aproximado do seu corpo por trás ela conseguia sentir a respiração da morena na sua orelha
“Por qué no te atreves y lo hacemos ahora? No te pongas tímida, estamos tú y yo a solas” sussurrou o trecho da canção no ouvido de Patterson balançando os quadris da loira com suas mãos.
A cientista não aguentava mais fingir resistência a Tasha, passou o dia desejando que aquele sonho fosse real e agora tinha a oportunidade de realizá-lo.
Agora sabia do amor da morena por ela e estava em suas mãos a decisão de ir além ou não, mas sabia que o primeiro passo teria que ser dela. Zapata não iria além, pois tinha medo da loira não aprovar suas investidas e estragar tudo.
E naquela noite Patterson decidiu não fugir mais…
A loira virou seu corpo ligeiramente ficando de frente para Tasha, não queria pensar muito para não achar motivos que a impedisse de ir em frente.
Jogou o corpo agitado e febril de Tasha Zapata na parede fria do ambiente a meia luz, afastando seus corpos por alguns instantes
Tasha ainda sem ar apenas observava Patterson indo em sua direção, quase que em câmera lenta, com um sorriso leve nos lábios cobertos com um batom vermelho e seus olhos… ah, aqueles olhos azuis pareciam não querer só seu corpo, como também tudo que Tasha Zapata podia lhe dar…
Não disse uma palavra sequer, apenas parou na frente de Tasha levou sua mão delicada a garrafa que a morena segurava, deu um só gole no resto de cerveja que continha no frasco, um sorriso pervertido apareceu em seus lábios que ligeiramente encostou nos da morena.
“Me beija” sussurrou Patterson com os lábios quentes sobre os de Tasha.
A respiração de Tasha falhou quando Patterson ainda com a boca sobre a sua mordiscava seu lábio inferior encarando ela diretamente nos olhos. Tasha estava em chamas e não quis perder mais tempo, só queria que a mulher loira sua frente fosse sua.
Enfiou uma das suas mãos no cabelo de Patterson puxando e agarrando enquanto a beijava impiedosamente. Ambas aquele momento deixaram seus instintos e desejos guiarem suas reações
A morena abraçou a cintura de Patterson sem parar o beijo levando uma das suas mãos dentro da blusa tocando suas costas. Patterson gemeu baixinho dentro da boca de Tasha separando seus lábios.
A loira pegou Zapata pelo rosto apertou suas bochechas sem tirar aquele sorriso pervertido do rosto e propôs irem para o quarto para ficarem mais confortáveis, a morena soltou uma risada e levou o dedo a boca de Patterson
“Eu quero te fazer lembrar de mim em cada cômodo desse apartamento”
Patterson agarrou os cabelos de Tasha a trazendo para si, beijando sua boca novamente.
Tasha era definitivamente melhor do que no sonho e Patterson permitiu que a morena comandasse sem fazer resistência. Sentiu as mãos quentes de Zapata entrar na sua blusa, alisando delicadamente sua barriga e isso causou um tremor em todo seu corpo.
Sem fazer esforço a morena conseguiu descobrir um dos seus pontos mais sensíveis, Tasha iria explorar cada centímetro de seu corpo na tentativa de achar todos os seus pontos erógenos, estava decidida em fazer Patterson desfalecer de prazer em seus braços aquela noite.
Com suas mãos ainda dentro da blusa de Patterson, agarrou os seios aproximou sua boca do ouvido dela e disse firme
“Quero você para mim”
A voz firme e sexy de Zapata falando aquelas coisas em seu ouvido já era o suficiente para deixá-la completamente molhada de tesão.
“Sou sua” respondeu a loira
Zapata ficou em chamas ao ouvir isso, tirou a blusa de Patterson e a conduziu ao chão da sala, a música de fundo ajudava a manter o clima.
A morena ficou por cima dando um beijo e a despindo de devagar deixando-a semi nua, enquanto ela ainda estava com toda roupa. Levou os lábios ao pescoço de Patterson sua boca ia percorrendo todo seu colo até chegar em seus ombros, a morena com a boca pegou a alça do sutiã e arrastou para baixo fazendo os cair, suas duas mãos estavam ocupadas percorrendo e arranhando levemente nas coxas de Patterson, a calcinha rendada da loira já estava encharcada de tesão.
Tasha se levantou, tirou suas roupas, ela mesmo desabotoou o jeans que vestia... aquela calça só valorizava seu corpo mas era indiscutível que ela sem roupa ficava ainda melhor. Patterson colocou as mãos para trás da cabeça assistindo o strip da morena, agora sem precisar disfarçar sua reação a visão maravilhosa que estava a sua frente.
Seu corpo era maravilhoso, ela era magra mas tinha curvas delineadas e entradinhas na barriga que Patterson já ansiava em explorar.
“Gosta do que vê?” sussurrou com um sorriso nos lábios
Ah, aquela voz falando baixinho, era ainda mais rouca e sexy… Zapata sabia seduzir Patterson sem fazer esforço.
A loira estava ali a mercê, quase implorando para Tasha te foder logo com força e com vontade.
"Claro que eu gosto do que vejo, você é maravilhosa Tash...” um gemido fugiu de seus lábios sem forças para dizer mais qualquer coisa
A morena era rápida, a boca quente em seus seios a fizeram gemer, ambas estavam agora apenas com uma calcinha, a morena envolveu a cintura de Patterson com seus braços e a puxou para si, fazendo Patterson sentar em seu colo.
Zapata mordiscou o bico rígido dos seus seios, a loira gemeu inclinando sua cabeça para trás
“Como você é linda e macia” As palavras que Tasha pronunciava a deixava ainda mais molhada.
Tasha Zapata, quem diria... sua amiga de trabalho por tantos anos estava te deixando louca de tesão como nunca ninguém antes fizera.
O peito de Patterson estava todo na boca de Tasha, a morena chupava eles com vontade e Patterson gemia baixinho rebolando seu quadril fazendo uma leve fricção na perna de Tasha e a morena conseguiu constatar o quanto a cientista estava molhada.
Zapata levantou com Patterson agarrada em sua cintura e a jogou no sofá, abriu suas pernas e se encaixou, explorando suas coxas, sua barriga, seu pescoço com a boca e com as mãos.
A morena queria ver a loira implorar por ela, aproveitou todo espaço que tinha naquele cômodo e foi explorando todo seu corpo mas sem ir direto ao ponto.
“Ai meu Deus Tashh… me fode logo por favor, não aguentando mais”
Zapata soltou uma gargalhada, Patterson parecia ter lido seu pensamento.
“Repete isso olhando pra mim” disse Tasha
“Me fode por favor, apenas faça”
A voz de Patterson implorando para ser fodida deixou Zapata com um tesão incontrolável e a morena não ia poupar esforços para fazer a loira chegar ao ápice do prazer.
Patterson sentiu sua calcinha sendo tirada e o hálito quente a se aproximar do seu núcleo extremamente rosado, sentir a língua quente de Zapata indo em direção ao seu clitóris fez com que a loira soltasse um gemido, tremendo de prazer.
A morena enfiou toda a lingua dentro do núcleo doce e rosado da cientista
“Como você é gostosa” disse Tasha
Suas mãos estavam segurando firme os peitos da cientista e Zapata não iria parar de chupá-la até ela alcançar o orgasmo.
A morena esperou demais para ter Patterson em seus braços e agora não teria piedade, estava dando seu máximo para satisfazer seu amor.
Lambia, sugava e chupava... o barulho do núcleo de Patterson na boca de Tasha era alto, só não mais alto que a música de fundo.
A loira de olhos fechados apenas sentia e ouvia o barulho da boca de Tasha chupando com gosto e vontade seu núcleo. Sentiu suas pernas se abrirem ao máximo e gemeu alto quando sentiu os dedos da morena penetrarem dentro dela.
“Isso, geme gostoso pra mim”
Introduziu um, dois dedos a loira estava tão molhada que os dedos deslizavam dentro dela, Tasha estava bombardeando o corpo dela com lambidas, mordidas e chupões
Sua mão era rápida ao introduzir o terceiro dedo, foi o ápice do prazer para Patterson.
Sentiu o hálito quente da boca de Tasha rir em frente ao seu canal, desferindo mais uma dose de lambidas e sugadas. O gosto de Patterson era tão bom que ela poderia ficar ali por muitas horas a mais.
Sua unha arranhava carinhosamente as coxas de Patterson, a loira estava ofegante e riu por não conseguir controlar sua respiração
“Tashh…. Oh Cristo! Isso foi tão…” dizia ela tentando retomar o fôlego, sem forças para dar continuidade a uma simples frase
Sentia a unha da morena percorrer seu corpo suavemente te causando arrepios, suas pernas estavam bambas e Tasha ria da reação da loira, desferiu beijos em todo seu corpo e foi subindo em direção ao seu colo.
Tasha encostou sua cabeça no colo nu de Patterson, com um sorriso bobo nos lábios feliz e satisfeita por ter conseguido deixar a loira naquele estado. Patterson levou as mãos na cabeça de Tasha acariciando seus cabelos macios
“Foi tão o que… conclui” disse a morena
“Fantástico!!! Uau, superou o sonho” deixou escapar Patterson.
“Ei, que sonho? Você não me disse nada sobre isso” perguntou sorrindo fitando a loira
“Ai meu Deus, ai meu Deus falei demais”
“Prometemos não esconder mais nada uma da outra tá lembrada?” riu fazendo cócegas na cientista
“Verdade, verdade.” dizia ela gargalhando devido as cócegas que Tasha a fazia sentir
Segurou a mão da morena na tentativa de fazer ela parar e a olhou nos olhos
“Que tal um jogo de acertos? sugeriu Patterson“ Tenho uma boa maneira de me redimir por isso.” falou se movendo para cima de Tasha seus lábios se estreitaram em um sorriso cheio de segundas intenções
“Sabe que eu gostei da sua ideia”
“Gostou é?” sussurrou dando um beijo leve nos lábios de Tasha
“Claro que sim, afinal ainda temos outros cômodos para explorar...”
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